Ozzuu Bible
pt_kjfiel - 1Co 15
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1 Além disso, irmãos, eu vos declaro o evangelho que vos tenho pregado, o qual também recebestes, e no qual também estais firmes;
2 pelo qual também sois salvos, se o guardardes na memória o que eu vos preguei, se não crestes em vão. 1Co 15:2
Aceitar a Cristo é apenas o primeiro passo de uma vida inteira caminhando em comunhão com o Espírito Santo. Se alguém não persevera na fé cristã, demonstra claramente que ainda não abraçou a fé salvífica. Paulo apresenta um resumo da defesa da fé cristã que havia se tornado um postulado da igreja primitiva: 1) As Escrituras comprovam que Jesus é o Messias prometido (Lc 24:25 -27; Sl 16:8 -11; Is 53.5,6,11) em todas as predições do AT. 2) O túmulo vazio e centenas de testemunhos oculares da ressurreição corpórea de Jesus. Paulo cita apenas seis aparecimentos aqui (Atos 1.21,22).
3 Porque eu vos entreguei primeiramente o que também recebi; que Cristo morreu por nossos pecados, de acordo com as escrituras;
4 e que foi sepultado, e que ele ressuscitou ao terceiro dia, de acordo com as escrituras;
5 e que ele foi visto por Cefas, e então pelos doze; 1Co 15:5
Paulo é submisso à tradição dos apóstolos, especialmente aos que viveram mais próximos de Cristo. Paulo deixa claro que não foi o criador do pensamento e da tradição cristã. Ele afirma sua conversão a Jesus, seu aprendizado e respeito à doutrina dos primeiros apóstolos (os verbos que emprega nos manuscritos gregos são termos técnicos que comunicam o sentido de “receber” e “transmitir” a tradição cristã da igreja primitiva). Apesar de toda a formidável cultura, capacidade intelectual e sabedoria teológica, Paulo fazia questão de salientar a pregação central dos Evangelhos e dos apóstolos: que Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio a terra, andou entre nós, morreu – sem pecado – exclusivamente pelos nossos pecados (Hb 7.27), foi sepultado (morreu como ser humano), e foi ressuscitado (somente Deus tem o poder de ordenar a ressurreição). Paulo tinha grande respeito pela espiritualidade e experiência de vida de Pedro, e costumava chamá-lo por seu nome aramaico: Cefas. A morte era compreendida por judeus e gregos como um estado de adormecimento das almas, que eram transportadas para um lugar celestial chamado Hades (tradução grega Haid?s, derivada da expressão hebraica Sh?’ôl), com um abismo dividindo o plano das almas salvas das perdidas, todas aguardando o Dia do Senhor e o final dos tempos (Lc 16:19 -31). Os judeus contavam qualquer parte do dia como um dia inteiro. Por isso, os três dias são contados a partir da tarde de sexta-feira, todo o sábado e as primeiras horas da alvorada do domingo (Mt 12.40).
6 após isto, ele foi visto por cerca de quinhentos irmãos de uma vez, dos quais grande parte permanece até agora mas alguns já dormem.
7 Após isto, ele foi visto por Tiago, então por todos os apóstolos. 1Co 15:7
Paulo cita algumas das muitas aparições de Cristo após a ressurreição: a Pedro (Lc 24.34); ao primeiro grupo de apóstolos e discípulos, conhecido como “Os Doze” (Lc 24:36 -43; Jo 20:19 -23), a mais de quinhentos discípulos na Galiléia (Mt 28:10 -20). Paulo se refere, ainda, a Tiago, meio-irmão de Jesus (Mt 13.55), o qual não acreditou em Jesus Cristo até o evento da ressurreição (Jo 7.5), mas depois se arrependeu e, convertido, dedicou toda a sua vida a serviço do Senhor, especialmente cooperando na liderança espiritual da igreja de Jerusalém (Atos 1.14; 15.13). Jesus também se apresentou a todos os apóstolos (Atos 1:6 -11).
8 E, por último de todos, ele também foi visto por mim, como a alguém nascido fora do tempo devido.
9 Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou adequado para ser chamado apóstolo, porque eu persegui a igreja de Deus. 1Co 15:9
O aparecimento de Jesus Cristo a Paulo ocorreu cerca de três anos depois da Sua ascensão aos céus. Paulo reconhece que não fez parte da primeira formação original dos apóstolos. Na verdade, Paulo estava – por causa do zelo à tradição judaico-religiosa e da cegueira espiritual – perseguindo a Igreja (ao próprio Cristo), quando foi convertido e convocado pelo Senhor para serví-lo (Atos 9:1 -8). Entretanto, uma vez alcançado pela graça de Jesus Cristo, dedicou-se de todo coração ao Senhor e à evangelização do mundo; sendo reconhecido pelo próprio apóstolo Pedro como servo amado e apóstolo de Deus (2Pe 3:14 -18). A graça do Senhor transforma qualquer indigno em santo (2Co 11.5).
10 Mas pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça que foi concebida a mim não foi em vão; mas eu trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus que está comigo.
11 Portanto, quer seja eu ou eles, assim nós pregamos, e assim tendes crido.
12 Ora, embora se pregue que Cristo ressuscitou dos mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos?
13 Mas se não há ressurreição de mortos, então o Cristo não ressuscitou.
14 E, se Cristo não ressuscitou, então é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé.
15 Sim, e somos achados por falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é que os mortos não ressuscitam.
16 Porque, se os mortos não ressuscitam, então Cristo não ressuscitou.
17 E, se Cristo não ressuscitou, a vossa fé é vã, e ainda estais nos vossos pecados.
18 E também os que dormiram em Cristo pereceram.
19 Se apenas nesta vida temos esperança em Cristo, somos os mais miseráveis de todos os homens. 1Co 15:19
Alguns em Corinto estavam afirmando não haver ressurreição do corpo. Para os gregos, toda a matéria era considerada como inerentemente má, por isso deveria ser aniquilada pela morte, o fim de todo mortal. De outro lado, os judeus criam que cada átomo do corpo sepultado ressuscitaria literalmente. Paulo arma um sistema lógico de raciocínio e corrige essas duas doutrinas errôneas.
20 Mas, agora Cristo ressuscitou dos mortos, tornando-se as primícias dos que dormem.
21 Pois desde que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos.
22 Porque, assim como em Adão todos morrem, igualmente também em Cristo todos serão vivificados. 1Co 15:22
Negar a ressurreição de Cristo seria reduzir o cristianismo a uma simples lenda religiosa. E não haveria remissão dos pecados (Rm 4.25). E ressurreição de Cristo é o âmago da fé dos cristãos (1Pe 1.3). Paulo apela para a tradição histórica dos judeus e afirma que, assim como o primeiro molho da colheita (as primícias) era dedicado ao Senhor, em sinal de que toda a colheita pertencia a Ele e lhe seria dedicada por meio de todas as vidas que dependiam do fruto da terra (Lv 23:10 -20), assim também, Jesus Cristo, que foi ressuscitado, é a garantia plena de ressurreição e vida eterna de todo o salvo (redimido) por Deus (1Ts 4:13 -18). A morte veio à Terra por meio de um só homem, Adão (Gn 3:17 -19). Da mesma forma, a ressurreição e a vida eterna nos foram concedidas por um só homem: Cristo, “o último Adão” (Rm 5:12 -21; Jo 5.25; 1Ts 4.16,17; Ap 20.6). Não há espaço na teologia de Paulo para a doutrina da salvação universal. Nem todos serão salvos, somente aqueles que aceitarem o sacrifício de Cristo e tiverem seus corações sinceramente convertidos ao Senhor, e, portanto, podem compartilhar da Sua natureza e serão vivificados (2Pe 1.4).
23 Mas cada homem em sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois os que são de Cristo, na sua vinda. 1Co 15:23
O termo grego original parousia (vinda) era usado para comunicar a chegada de uma visita real. No NT, tem o sentido técnico e denota a volta gloriosa de Cristo.
24 Então virá o fim, quando ele tiver entregue o Reino a Deus, ao Pai, e quando ele tiver derrubado todo o governo, e toda a autoridade, e poder. 1Co 15:24
A expressão original “o fim” tem a ver com a segunda e gloriosa volta de Cristo e todos os grandiosos acontecimentos profetizados nas Escrituras que a acompanharão. O início do Reino de Cristo ocorre no momento da sua glorificação (Atos 2.32; Ef 1:19 -23). Por meio da Igreja, o Senhor consolida sua vitória sobre todas as forças e inimigos do universo (Cl 2.15). Ao final dos tempos, havendo cumprido cabalmente sua missão, entregará o Reino ao Pai.
25 Porque ele deverá reinar até que tenha colocado todos os inimigos debaixo de seus pés.
26 O último inimigo que será destruído é a morte. 1Co 15:26
O verso 25 é uma alusão ao Sl 110.1, conforme Mt 22.44. A Morte (em grego thanatos), personificada como arquiinimiga da vida, será aniquilada no fim dos eventos que acompanharão a volta triunfante de Cristo (Ap 19:11 -21; 20:5 -14), no julgamento do grande trono branco (quando a Morte e o Hades serão lançados no eterno lago de fogo).
27 Porque ele colocou todas as coisas debaixo de seus pés. Mas, quando ele diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, está claro que exclui-se aquele que colocou todas as coisas sob ele.
28 E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então o mesmo Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus possa ser tudo em todos. 1Co 15:28
As três pessoas da trindade são iguais em divindade e em dignidade. A subordinação que se estabelece é apenas quanto à função de cada pessoa. Deus-Pai é o Senhor e cabeça supremo da trindade. Deus-Filho tem a função de cumprir a vontade soberana do Pai, na criação como na plena redenção da raça humana. Deus-Espírito é enviado pelo Filho como selo da salvação e poder espiritual para habitar e capacitar o crente a fazer a vontade do Pai, com o objetivo de que Deus seja tudo em todos.
29 Do contrário, o que farão os que são batizados pelos mortos, se os mortos de todo não são ressuscitados? Por que, então, eles se batizam, pelos mortos? 1Co 15:29
Paulo faz referência a mais uma prática equivocada e antibíblica dos coríntios com a principal finalidade de evidenciar a contradição que há nas pessoas que dizem não crer na ressurreição ou na vida após a morte, mas que ao mesmo tempo participam de rituais envolvendo o além. Há mais de 50 interpretações sobre esse texto publicadas em comentários teológicos em todo mundo, porém o mesmo continua envolto em certa obscuridade.
30 E por que estamos nós em perigo a toda hora?
31 Pela glória que tenho de vós em Cristo Jesus, Senhor nosso, cada dia morro.
32 Se da maneira do homem eu lutei contra animais em Éfeso, que vantagem tenho, se os mortos não são ressuscitados? Comamos e bebamos, pois amanhã morreremos. 1Co 15:32
Paulo, como cidadão romano, jamais foi obrigado a lutar contra feras (Atos 19), como ocorreu com milhares de cristãos gentios ou judeus por ordem do Império nas arenas de Roma. Paulo se refere metaforicamente aos próprios líderes judeus e romanos que o perseguiram acirradamente “como feras” em Éfeso (2Co 1.8, conforme Sl 22:12 -21). Paulo apela novamente para o raciocínio lógico dos coríntios, ao afirmar que seria um total contrasenso sofrer todo tipo de perseguições e humilhações para proclamar a ressurreição de Cristo se esta não fosse um fato verídico (2Co 11:23 -29). Paulo usa um antigo e conhecido ditado popular para enfatizar a idéia de que se Cristo não houvesse ressuscitado, a vida terminaria mesmo no túmulo, e, então, o melhor seria gozar os dias de forma hedonista, ou seja, buscando o prazer (Is 22.13).
33 Não se deixem enganar: As comunicações malignas corrompem as boas maneiras. 1Co 15:33
Paulo está convencido de que tem argumentos poderosos para rebater a filosofia grega. Por isso, cita a conhecida e apreciada comédia grega Thais, escrita pelo antigo poeta grego Menandro, a fim de advertir os próprios cristãos gregos para não se deixarem levar pelos falsos argumentos e vãs filosofias (Pv 13.20).
34 Despertai para a justiça e não pequeis; porque alguns não têm o conhecimento de Deus; eu falo isto para vossa vergonha. 1Co 15:34
A situação na igreja de Corinto era de tal mundanismo que muitos freqüentadores não eram cristãos de fato, apenas apreciavam a comunhão dos crentes. Paulo afirma que isso é vergonhoso para todos.
35 Mas alguns homens dirão: Como são ressuscitados os mortos, e com que corpo eles virão?
36 Tolo; o que tu semeias não é despertado, se não morrer.
37 E, quando tu semeias, não semeias o corpo que será; mas um grão desnudo, pode ser de trigo ou de algum outro grão;
38 mas Deus dá-lhe o corpo como lhe agrada, e a cada semente o seu próprio corpo.
39 Nem toda carne é a mesma carne; mas há um tipo de carne dos homens, e outra carne dos animais, outra dos peixes, e outra das aves.
40 Há também corpos celestes, e corpos terrestres, mas a glória dos celestes é uma, e a glória dos terrestres é outra.
41 Há uma glória do sol, e outra glória da lua, e outra glória das estrelas; porque uma estrela difere de outra em glória.
42 Assim também é a ressurreição dos mortos. É semeado na corrupção, e ressuscitado em incorrupção;
43 é semeado na desonra, e ressuscitado em glória. É semeado na fraqueza, e ressuscitado em poder;
44 é semeado no corpo natural, e ressuscitado no corpo espiritual. Se há um corpo natural, há corpo espiritual. 1Co 15:44
Paulo usa uma série de analogias para demonstrar que, no caso da ressurreição, Deus tomará um corpo “natural” (em grego psuchikon), perecível (corruptível), fraco e pecaminoso, e o transformará – na ressurreição – num corpo “espiritual” (em grego pneumatikon), glorioso, imperecível (incorruptível), poderoso e sem pecado. Não se trata de um corpo imaterial ou totalmente diferente do corpo natural; contudo, preparado para viver a eternidade com Deus numa dimensão celestial (2Pe 3:10 -13).
45 E assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão, foi feito em espírito vivificante.
46 Mas não é primeiro o que é espiritual, mas o que é natural; e depois o que é espiritual.
47 O primeiro homem é da terra, terreno; o segundo homem é o Senhor, do céu.
48 Tal qual o terreno, tais são também os terrenos; e tal qual o celestial, tais são também os celestiais.
49 E assim como temos portado a imagem do terreno, assim também portaremos a imagem do celestial. 1Co 15:49
O primeiro homem, criado a partir do pó da terra (Gn 2.7), foi feito “alma vivente” (no original grego psuchen- zosan), ou seja, Adão recebeu um corpo psicossomático que transmitiu geneticamente para toda a raça humana até nossos dias. O “ultimo Adão”, Cristo, o espírito vivificante (Jo 5.26) que proporcionará aos crentes remidos, em seu glorioso retorno, um corpo físico especial, poderoso, sem pecado e imperecível (Fp 3.21). Um corpo semelhante ao de Cristo: ressurreto e glorificado (Lc 24:36 -43).
50 Agora digo-vos isto, irmãos: Que carne e sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.
51 Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, 1Co 15:51
O corpo e o sangue não são elementos pecaminosos em si mesmos, mas constituem a natureza psicossomática dos seres humanos, que necessita ser transformada para que possa viver eternamente no ambiente celestial com Cristo (Hb 2.14; 5.9). Paulo revela que o grande evento da ressurreição mundial se dará numa fração de tempo (no original grego atomos – a menor unidade referencial de tempo e matéria). Todos os crentes, quer vivos por ocasião do glorioso retorno de Cristo, quer já mortos, receberão instantaneamente novos corpos gloriosos. Esse será o grande som da trombeta profetizado (Mt 24.31; 1Ts 4.16; Ap 11.15). Paulo vivia cada dia de sua vida numa espécie de antegozo espiritual pela certeza absoluta que tinha do glorioso retorno de Cristo, da ressurreição e da vida eterna de todos os crentes.
52 em um momento, em um piscar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados.
53 Porque é necessário que este corruptível seja revestido de incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade.
54 E, quando este corruptível tiver sido revestido de incorruptibilidade, e este mortal tiver sido revestido de imortalidade, então se cumprirá provérbio, que está escrito: A morte foi tragada em vitória.
55 Ó morte, onde está o teu ferrão? Ó sepultura, onde está a tua vitória?
56 O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. 1Co 15:56
Foi o pecado (desobediência) de Adão que nos sujeitou ao poder da morte (Gn 3, Rm 5.12). O aguilhão (no original grego kentron) é como o ferrão do escorpião ou do marimbondo. O aguilhão não é a morte, mas sim o pecado inoculando seu veneno letal na alma e no corpo de quem não se arrepende diante de Cristo, e, portanto, não é perdoado (Ap 9.10). A Lei de Deus é clara em relação ao pecador que não se arrepende (A conversão - o único antídoto eficaz) e à pena de morte eterna (Is 25.8; Os 13.14).
57 Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1Co 15:57
Cristo é a única possibilidade de vitória e vida eterna sobre o poder do pecado, a morte eterna a partir do sepulcro, e a condenação final e eterna pelo pecado, conforme a Lei (Rm 4.25).
58 Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor. 1Co 15:58
O maior e melhor investimento do crente está em servir (ministrar) ao Senhor e à Igreja. Todos os esforços na adoração ao Senhor e na proclamação da Palavra ao mundo serão regiamente recompensados por Jesus Cristo em seu glorioso e iminente retorno (Mt 25.21 de acordo com Lc 19.17).