Ozzuu Bible
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1
Segui a caridade, e desejai os dons espirituais, mas principalmente que profetizeis. 1Co 14:1
O amor (Agape) é o ambiente ideal em que os dons espirituais devem ser expressos e ganham plena eficácia, especialmente o dom de profecia (1Co 12.10).
O amor (Agape) é o ambiente ideal em que os dons espirituais devem ser expressos e ganham plena eficácia, especialmente o dom de profecia (1Co 12.10).
2
Porque o que fala em uma língua desconhecida não fala aos homens, mas a Deus; porque nenhum homem o entende, sendo que em espírito fala de mistérios. 1Co 14:2
O termo grego original, aqui traduzido por “línguas estranhas”, se refere tanto a um idioma humano desconhecido por determinado povo ou cultura, como a língua extática dos seres celestiais. Deus compreende bem todas as manifestações do espírito humano, assim como o próprio Espírito Santo intercede em nós ao Pai com “gemidos impossíveis de serem expressos por meio de palavras” (Rm 8.26). Os ouvintes não conseguem entender alguém que fale uma língua assim; por isso, é mistério. E, portanto, sua expressão pública somente é aprovada e útil à Igreja quando há quem possa interpretá-la para o vernáculo dos ouvintes.
O termo grego original, aqui traduzido por “línguas estranhas”, se refere tanto a um idioma humano desconhecido por determinado povo ou cultura, como a língua extática dos seres celestiais. Deus compreende bem todas as manifestações do espírito humano, assim como o próprio Espírito Santo intercede em nós ao Pai com “gemidos impossíveis de serem expressos por meio de palavras” (Rm 8.26). Os ouvintes não conseguem entender alguém que fale uma língua assim; por isso, é mistério. E, portanto, sua expressão pública somente é aprovada e útil à Igreja quando há quem possa interpretá-la para o vernáculo dos ouvintes.
3
Mas o que profetiza fala aos homens para edificação, exortação e consolação. 1Co 14:3
A verdadeira palavra profética é estimulante, confirmada pelo Espírito que habita nos cristãos e se alegra com a verdade; é também encorajadora (no original grego paraklesin). A mesma função do Espírito Santo: exortar, animar e aconselhar o crente, como um sábio e dedicado advogado faria para com seu protegido (1Jo 2.2; 12.7).
A verdadeira palavra profética é estimulante, confirmada pelo Espírito que habita nos cristãos e se alegra com a verdade; é também encorajadora (no original grego paraklesin). A mesma função do Espírito Santo: exortar, animar e aconselhar o crente, como um sábio e dedicado advogado faria para com seu protegido (1Jo 2.2; 12.7).
4
O que fala em uma língua desconhecida edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja. 1Co 14:4
A própria pessoa que fala uma língua estranha não a compreende por meio de qualquer capacidade intelectual. Mesmo que ela tenha o dom de interpretar, este será sempre um poder espiritual (virtude, dádiva) e não uma propriedade da mente ou do saber. Portanto, a edificação é pessoal e na área emocional, fortalecendo a fé, estimulando a dedicação e inspirando mais amor para com Deus e o Seu Reino.
A própria pessoa que fala uma língua estranha não a compreende por meio de qualquer capacidade intelectual. Mesmo que ela tenha o dom de interpretar, este será sempre um poder espiritual (virtude, dádiva) e não uma propriedade da mente ou do saber. Portanto, a edificação é pessoal e na área emocional, fortalecendo a fé, estimulando a dedicação e inspirando mais amor para com Deus e o Seu Reino.
5
Eu quero que todos vós faleis em línguas; mas antes que profetizeis, porque maior é o que profetiza do que o que fala em línguas, a não ser que as interprete, para que a igreja receba edificação.
6
Agora, irmãos, se eu for até vós falando em línguas, de que vos aproveitarei? A não ser que vos fale, ou por revelação, ou por conhecimento, ou por profecia, ou por doutrina? 1Co 14:6
A expressão “revelação”, neste texto, vem do termo grego original apocalypsis, significando uma “mensagem direta de Deus”. Por isso, a Bíblia King James, em inglês desde 1611, denomina o último livro da NT como Revelation.
A expressão “revelação”, neste texto, vem do termo grego original apocalypsis, significando uma “mensagem direta de Deus”. Por isso, a Bíblia King James, em inglês desde 1611, denomina o último livro da NT como Revelation.
7
E até as coisas sem vida que transmitem som, seja flauta, seja harpa, não formarem sons distintos, como se saberá o que está sendo tocado ou dedilhado?
9
Assim também vós, a não ser que transmitais com a língua palavras bem- articuladas, como se entenderá o que é falado? Porque estareis falando ao ar. 1Co 14:9
A flauta, a harpa (um tipo de cítara) e a trombeta eram instrumentos musicais bem conhecidos pelos gregos da época de Paulo. O soar das trombetas e os vários toques de guerra eram familiares desde os grandes clássicos da literatura: Ilíada e Odisséia, escritos pelo maior poeta grego Homero (por volta do séc. IX a.C.). Os judeus tinham na Torá e na memória dos antepassados o vívido som produzido a partir dos chifres de carneiro (Nm 10.9; Js 6.4,9). Para que alguém reconheça uma melodia, a compreenda e lhe dê valor, deve haver uma variedade de notas musicais, organizadas de tal maneira que produzam um som harmonioso e significativo. Uma só nota, repetida de forma monótona, não conseguiria transmitir uma mensagem interessante; apenas causaria desconforto e irritação.
A flauta, a harpa (um tipo de cítara) e a trombeta eram instrumentos musicais bem conhecidos pelos gregos da época de Paulo. O soar das trombetas e os vários toques de guerra eram familiares desde os grandes clássicos da literatura: Ilíada e Odisséia, escritos pelo maior poeta grego Homero (por volta do séc. IX a.C.). Os judeus tinham na Torá e na memória dos antepassados o vívido som produzido a partir dos chifres de carneiro (Nm 10.9; Js 6.4,9). Para que alguém reconheça uma melodia, a compreenda e lhe dê valor, deve haver uma variedade de notas musicais, organizadas de tal maneira que produzam um som harmonioso e significativo. Uma só nota, repetida de forma monótona, não conseguiria transmitir uma mensagem interessante; apenas causaria desconforto e irritação.
11
Portanto, se eu não conhecer o significado da voz, serei, para aquele a quem falo, bárbaro, e o que fala será um bárbaro para mim.
12
Assim também vós, que sois zelosos dos dons espirituais, procurai tê-los em abundância, para a edificação da igreja.
14
Porque, se eu orar em língua desconhecida, o meu espírito ora, mas o meu entendimento é infrutífero. 1Co 14:14
O princípio básico do ensino de Paulo sobre os dons espirituais é que sejam usados para a edificação (em grego pneumatõn) do Corpo de Cristo (1Co 14.12). Em Corinto, uma importante cidade portuária, era comum se ouvir muitos idiomas estrangeiros. Entretanto, Paulo explica que o dom de línguas não é fruto da mente ou da habilidade no aprendizado de outros idiomas, mas um mistério espiritual, não compreendido nem mesmo por quem fala. Por isso, maior valor está no dom de compreender e traduzir essa linguagem espiritual para o vernáculo dos ouvintes.
O princípio básico do ensino de Paulo sobre os dons espirituais é que sejam usados para a edificação (em grego pneumatõn) do Corpo de Cristo (1Co 14.12). Em Corinto, uma importante cidade portuária, era comum se ouvir muitos idiomas estrangeiros. Entretanto, Paulo explica que o dom de línguas não é fruto da mente ou da habilidade no aprendizado de outros idiomas, mas um mistério espiritual, não compreendido nem mesmo por quem fala. Por isso, maior valor está no dom de compreender e traduzir essa linguagem espiritual para o vernáculo dos ouvintes.
15
Que farei, pois? Eu orarei com o espírito, e também orarei com o entendimento; eu cantarei com o espírito, e também cantarei com o entendimento. 1Co 14:15
Orar (no grego original proseuchomai) deve incluir expressões sinceras de louvor e gratidão ao Senhor. A adoração cristã é mais do que um exercício intelectual, estético ou emocional. A espontânea improvisação de um hino ou cântico de louvor em línguas estranhas só teria valor para a edificação da igreja se todos pudessem compreender a mensagem (1Cr 16.36; Ne 5.13; 8.6; Sl 104.33; 136.1; 148.1; Rm 11.36; Ef. 5:18 -20; Cl 3.16).
Orar (no grego original proseuchomai) deve incluir expressões sinceras de louvor e gratidão ao Senhor. A adoração cristã é mais do que um exercício intelectual, estético ou emocional. A espontânea improvisação de um hino ou cântico de louvor em línguas estranhas só teria valor para a edificação da igreja se todos pudessem compreender a mensagem (1Cr 16.36; Ne 5.13; 8.6; Sl 104.33; 136.1; 148.1; Rm 11.36; Ef. 5:18 -20; Cl 3.16).
16
Do contrário, se tu abençoares com o espírito, como dirá amém o indouto sobre a tua ação de graças, já que não sabe o que dizes?
17
Porque realmente tu dás bem as graças, mas o outro não é edificado. 1Co 14:17
Era costume, desde as antigas sinagogas, os ouvintes dizerem: “amém” (que significa literalmente em hebraico: assim seja) quando concordavam com uma determinada oração e desejavam também fazer suas aquelas palavras (Dt 27.15; Ne 8.6).
Era costume, desde as antigas sinagogas, os ouvintes dizerem: “amém” (que significa literalmente em hebraico: assim seja) quando concordavam com uma determinada oração e desejavam também fazer suas aquelas palavras (Dt 27.15; Ne 8.6).
19
todavia, eu antes quero falar na igreja cinco palavras no meu entendimento, para que pela minha voz eu possa também ensinar os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida.
20
Irmãos, não sejais crianças no entendimento, na malícia, sede crianças, mas no entendimento sede homem.
21
Na lei está escrito: Através de homens de outras línguas e por outros lábios, eu falarei a este povo; e ainda por todos os que não me ouvirem, diz o Senhor.
22
Portanto as línguas são um sinal, não para os que creem, mas para os que não creem; mas a profecia não serve para os não creem, mas para os que creem. 1Co 14:22
O capítulo 28 de Isaías revela que a língua assíria era uma espécie de sinal de condenação para os judeus incrédulos, pois soberbamente se achavam o único povo de Deus. Por isso, Paulo destaca esse aspecto do dom de línguas: ser um sinal para os não crentes (Pedro pregou em aramaico em Atos 2, mas cada estrangeiro ouviu a Palavra em seu próprio idioma). Da mesma maneira, a profecia era imprescindível para os cristãos que, naquela época, ainda não tinham o NT. O dom de profecia sempre transmite verdades reveladoras aos que se dispõem a recebê-las com humildade e fé (Mt 13:11 -16).
O capítulo 28 de Isaías revela que a língua assíria era uma espécie de sinal de condenação para os judeus incrédulos, pois soberbamente se achavam o único povo de Deus. Por isso, Paulo destaca esse aspecto do dom de línguas: ser um sinal para os não crentes (Pedro pregou em aramaico em Atos 2, mas cada estrangeiro ouviu a Palavra em seu próprio idioma). Da mesma maneira, a profecia era imprescindível para os cristãos que, naquela época, ainda não tinham o NT. O dom de profecia sempre transmite verdades reveladoras aos que se dispõem a recebê-las com humildade e fé (Mt 13:11 -16).
23
Se, pois, toda a igreja se congregar num lugar, e todos falarem em línguas, e entrarem aqueles que são iletrados ou os incrédulos, não dirão que estais loucos?
24
Mas se todos profetizarem, e entrar um que não crê ou um iletrado, por todos é convencido, por todos é julgado.
25
E assim, os segredos do seu coração ficarão manifestos, e assim, prostrando-se sobre a sua face, ele adorará a Deus, relatando que Deus está verdadeiramente entre vós. 1Co 14:25
Paulo não enfatizava o uso do dom de línguas na evangelização, mas sim o contato pessoal, a amizade que se desenvolvia ao longo das experiências da vida diária (discipulado). A expressão “não instruídos” diz respeito aos gentios simpatizantes ou interessados, mas não iniciados na doutrina dos apóstolos, também chamados de “indoutos”. Já o termo “incrédulo” era uma referência clara aos judeus céticos e arrogantes.
Paulo não enfatizava o uso do dom de línguas na evangelização, mas sim o contato pessoal, a amizade que se desenvolvia ao longo das experiências da vida diária (discipulado). A expressão “não instruídos” diz respeito aos gentios simpatizantes ou interessados, mas não iniciados na doutrina dos apóstolos, também chamados de “indoutos”. Já o termo “incrédulo” era uma referência clara aos judeus céticos e arrogantes.
26
Como é então, irmãos? Quando vos reunis, cada um de vós tem um salmo, tem uma doutrina, tem uma língua, tem uma revelação, tem uma interpretação. Que todas as coisas sejam feitas para a edificação. 1Co 14:26
Paulo revela, em linhas gerais, como se desenvolvia o culto na igreja cristã primitiva (1Co 14.23; 11:17 -20). Alguns desses elementos (como o salmo e a palavra de ensino) provinham do costume judaico de se adorar a Deus no AT, e que fora assimilado pelas sinagogas (Mt 26.30; Lc 4 16.22). O termo “salmo” se refere a poemas e músicas compostos por membros da igreja ou recitações de antigos salmistas de Deus, como Davi (o mais apreciado). A mensagem de ensino ou instrução tem a ver com a exposição da boa doutrina (teologia bíblica); a revelação diz respeito às profecias e, finalmente, as expressões de louvor e adoração por meio de línguas estranhas, sempre acompanhadas de interpretação para a devida compreensão de todos os ouvintes.
Paulo revela, em linhas gerais, como se desenvolvia o culto na igreja cristã primitiva (1Co 14.23; 11:17 -20). Alguns desses elementos (como o salmo e a palavra de ensino) provinham do costume judaico de se adorar a Deus no AT, e que fora assimilado pelas sinagogas (Mt 26.30; Lc 4 16.22). O termo “salmo” se refere a poemas e músicas compostos por membros da igreja ou recitações de antigos salmistas de Deus, como Davi (o mais apreciado). A mensagem de ensino ou instrução tem a ver com a exposição da boa doutrina (teologia bíblica); a revelação diz respeito às profecias e, finalmente, as expressões de louvor e adoração por meio de línguas estranhas, sempre acompanhadas de interpretação para a devida compreensão de todos os ouvintes.
27
Se algum homem falar em uma língua desconhecida, que sejam por dois, ou no máximo em três, e a seu turno, e que alguém interprete.
28
Mas se não houver intérprete, permaneça em silêncio na igreja, e fale consigo mesmo e com Deus. 1Co 14:28
A igreja em Corinto não estava sabendo lidar coerentemente com o dom de línguas em função do seu objetivo maior: a edificação do Corpo de Cristo. Por isso, Paulo os adverte e impõe três restrições ao seu uso nas assembléias da igreja: 1) Somente duas ou três pessoas devem falar por reunião; 2) Deve falar uma de cada vez; 3) Cada mensagem ou expressão proferida deve ter sua respectiva interpretação para o vernáculo dos ouvintes (1Co 14.28).
A igreja em Corinto não estava sabendo lidar coerentemente com o dom de línguas em função do seu objetivo maior: a edificação do Corpo de Cristo. Por isso, Paulo os adverte e impõe três restrições ao seu uso nas assembléias da igreja: 1) Somente duas ou três pessoas devem falar por reunião; 2) Deve falar uma de cada vez; 3) Cada mensagem ou expressão proferida deve ter sua respectiva interpretação para o vernáculo dos ouvintes (1Co 14.28).
31
Porque todos vós podeis profetizar um após o outro, para que todos aprendam e todos sejam consolados.
32
E os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas. 1Co 14:32
Os crentes que têm o dom de profecia, assim como os que têm o dom de línguas, não deveriam superar três pessoas a falar por reunião. Na época de Paulo, eram comuns os excessos e reuniões que se prolongavam por várias horas até a exaustão. Os próprios profetas deveriam julgar o conteúdo bíblico e espiritual das mensagens pregadas pelos demais profetas, pois mesmo os crentes com dom de profecia ou quaisquer líderes espirituais não são infalíveis e, portanto, devem ser avaliados com sabedoria (com o dom de discernimento – 12.10) por toda a igreja (37; Atos 20.30; 1Ts 5.20). O dom de revelação no AT era expresso através dos profetas do Senhor, nos tempos do NT, por meio dos apóstolos e seus discípulos mais próximos. Paulo, nos capítulos de 12 a 14 se refere a dons que são concedidos a qualquer membro da Igreja de Cristo. Podia ser uma predição, como no caso de Ágabo (Atos 11.28; 21:10 -11), uma orientação específica da parte de Deus (Atos 13.1,2) ou mensagens de edificação, exortação e consolo (1Co 14.3). Paulo enfatiza que o dom de profecia, assim como o de línguas estranhas, não são produto de qualquer êxtase emocional ou psíquico, mas são capacitações espirituais totalmente sob controle do crente.
Os crentes que têm o dom de profecia, assim como os que têm o dom de línguas, não deveriam superar três pessoas a falar por reunião. Na época de Paulo, eram comuns os excessos e reuniões que se prolongavam por várias horas até a exaustão. Os próprios profetas deveriam julgar o conteúdo bíblico e espiritual das mensagens pregadas pelos demais profetas, pois mesmo os crentes com dom de profecia ou quaisquer líderes espirituais não são infalíveis e, portanto, devem ser avaliados com sabedoria (com o dom de discernimento – 12.10) por toda a igreja (37; Atos 20.30; 1Ts 5.20). O dom de revelação no AT era expresso através dos profetas do Senhor, nos tempos do NT, por meio dos apóstolos e seus discípulos mais próximos. Paulo, nos capítulos de 12 a 14 se refere a dons que são concedidos a qualquer membro da Igreja de Cristo. Podia ser uma predição, como no caso de Ágabo (Atos 11.28; 21:10 -11), uma orientação específica da parte de Deus (Atos 13.1,2) ou mensagens de edificação, exortação e consolo (1Co 14.3). Paulo enfatiza que o dom de profecia, assim como o de línguas estranhas, não são produto de qualquer êxtase emocional ou psíquico, mas são capacitações espirituais totalmente sob controle do crente.
33
Porque Deus não é o autor da confusão, mas da paz, como em todas as igrejas dos santos. 1Co 14:33
Em todo o NT, a expressão “em todas as assembléias (ou congregações) dos santos” é usada somente aqui e enfatiza a universalidade e a harmonia de toda a Igreja visível de Jesus Cristo, o Filho de Deus, na Terra. Portanto, todas as igrejas cristãs devem obedecer às orientações aqui expressas, a fim de que o poder e a glória do culto cristão estejam na pessoa de Cristo e não no carisma individual dos membros da igreja. Um culto sem ordem, tumultuado, e sem coerência teológica (bíblica) pode colocar o nome de Deus em descrédito diante daqueles que ainda não foram salvos. A paz e a união dos crentes em Cristo é um poderoso testemunho ao mundo (1Ts 5.23).
Em todo o NT, a expressão “em todas as assembléias (ou congregações) dos santos” é usada somente aqui e enfatiza a universalidade e a harmonia de toda a Igreja visível de Jesus Cristo, o Filho de Deus, na Terra. Portanto, todas as igrejas cristãs devem obedecer às orientações aqui expressas, a fim de que o poder e a glória do culto cristão estejam na pessoa de Cristo e não no carisma individual dos membros da igreja. Um culto sem ordem, tumultuado, e sem coerência teológica (bíblica) pode colocar o nome de Deus em descrédito diante daqueles que ainda não foram salvos. A paz e a união dos crentes em Cristo é um poderoso testemunho ao mundo (1Ts 5.23).
34
Vossas mulheres estejam em silêncio nas igrejas, porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas à obediência, como também diz a lei.
35
E, se elas desejarem aprender alguma coisa, perguntem a seus maridos em casa; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja. 1Co 14:35
Deus criou o homem primeiro e lhe entregou a responsabilidade de amar e orientar sua esposa (1Tm 2:11 -14; Ef 5.25). A mulher foi criada a partir do corpo do homem, a fim de lhe ser a melhor companhia (auxiliadora) ao longo de toda a vida (Gn 2:20 -24). Alguns povos interpretam erroneamente esse princípio bíblico e submetem suas mulheres a uma condição humilhante e desumana. Outras culturas contrariam a ordem de Deus e impõem sobre a mulher um peso de responsabilidade, autoridade e liberdade para o qual ela não foi concebida. Paulo, no entanto, está menos preocupado em definir o papel da mulher e mais em evidenciar o respeito cristão que deve haver entre o povo de Deus. Para Paulo, era natural que as mulheres pudessem orar e profetizar nos cultos públicos (1Co 11.5). Contudo, tudo deveria ser feito com decência e respeito (bom senso cristão). Na época de Paulo, e especialmente em Corinto, conviviam muitas culturas, cada qual com suas regras sociais. Paulo orienta a igreja a ser sensível às várias culturas e, nesses casos, se em alguns grupos sociais é tradicional a mulher manter-se em silêncio, que seja assim. Por outro lado, para culturas mais abertas à participação feminina nas reuniões, que não houvesse o exagero (muito comum nas igrejas orientais) de as mulheres se entregarem a discussões intermináveis e em voz alta, atrapalhando o desenvolvimento geral do culto.
Deus criou o homem primeiro e lhe entregou a responsabilidade de amar e orientar sua esposa (1Tm 2:11 -14; Ef 5.25). A mulher foi criada a partir do corpo do homem, a fim de lhe ser a melhor companhia (auxiliadora) ao longo de toda a vida (Gn 2:20 -24). Alguns povos interpretam erroneamente esse princípio bíblico e submetem suas mulheres a uma condição humilhante e desumana. Outras culturas contrariam a ordem de Deus e impõem sobre a mulher um peso de responsabilidade, autoridade e liberdade para o qual ela não foi concebida. Paulo, no entanto, está menos preocupado em definir o papel da mulher e mais em evidenciar o respeito cristão que deve haver entre o povo de Deus. Para Paulo, era natural que as mulheres pudessem orar e profetizar nos cultos públicos (1Co 11.5). Contudo, tudo deveria ser feito com decência e respeito (bom senso cristão). Na época de Paulo, e especialmente em Corinto, conviviam muitas culturas, cada qual com suas regras sociais. Paulo orienta a igreja a ser sensível às várias culturas e, nesses casos, se em alguns grupos sociais é tradicional a mulher manter-se em silêncio, que seja assim. Por outro lado, para culturas mais abertas à participação feminina nas reuniões, que não houvesse o exagero (muito comum nas igrejas orientais) de as mulheres se entregarem a discussões intermináveis e em voz alta, atrapalhando o desenvolvimento geral do culto.
36
Porventura, a Palavra de Deus partiu de vós, ou somente chegou até vós? 1Co 14:36
Algumas pessoas torceram o nariz para as argumentações de Paulo, obrigando o apóstolo a usar de ironia em suas perguntas, mostrando aos coríntios que eles estavam desenvolvendo e seguindo uma “doutrina particular” nessas questões, em vez de aceitarem e se ajustarem à eterna Palavra de Deus.
Algumas pessoas torceram o nariz para as argumentações de Paulo, obrigando o apóstolo a usar de ironia em suas perguntas, mostrando aos coríntios que eles estavam desenvolvendo e seguindo uma “doutrina particular” nessas questões, em vez de aceitarem e se ajustarem à eterna Palavra de Deus.
37
Se algum homem pensa ser profeta ou espiritual, reconheça que as coisas que eu vos escrevo são mandamentos do Senhor. 1Co 14:37
Paulo deixa claro que suas orientações são mandamentos expressos do Senhor, devendo ser obedecidos. Já que a discussão dos coríntios era sobre os dons e capacitações espirituais, Paulo enfatiza que quem de verdade recebeu suas virtudes (poderes) do Senhor saberá reconhecer com humildade a autoridade que o apóstolo recebeu de Deus.
Paulo deixa claro que suas orientações são mandamentos expressos do Senhor, devendo ser obedecidos. Já que a discussão dos coríntios era sobre os dons e capacitações espirituais, Paulo enfatiza que quem de verdade recebeu suas virtudes (poderes) do Senhor saberá reconhecer com humildade a autoridade que o apóstolo recebeu de Deus.
38
Mas, se algum homem o ignora, é ignorado. 1Co 14:38
O desobediente e renitente passará a ser considerado pelo apóstolo e por toda a igreja como incrédulo, na expectativa de que, verdadeiramente, venha a conhecer a Salvação.
O desobediente e renitente passará a ser considerado pelo apóstolo e por toda a igreja como incrédulo, na expectativa de que, verdadeiramente, venha a conhecer a Salvação.
40
Todas as coisas sejam feitas decentemente e com ordem. 1Co 14:40
Os membros das comunidades cristãs devem ter a liberdade de exercer o dom espiritual de línguas, com decência e ordem (bom senso cristão), segundo a clara doutrina de Cristo, ensinada pelo apóstolo Paulo (1Co 14:26 -35). A prática de qualquer dom, fora dos princípios da Palavra de Deus, se constitui em personalismo, arrogância, egoísmo e, portanto, em pecado.
Os membros das comunidades cristãs devem ter a liberdade de exercer o dom espiritual de línguas, com decência e ordem (bom senso cristão), segundo a clara doutrina de Cristo, ensinada pelo apóstolo Paulo (1Co 14:26 -35). A prática de qualquer dom, fora dos princípios da Palavra de Deus, se constitui em personalismo, arrogância, egoísmo e, portanto, em pecado.