Ozzuu Bible
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2
e grandes multidões se reuniram a ele, de modo que, entrando ele em um barco, assentou- se, e toda a multidão estava em pé na praia.
3
E falou-lhes muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que um semeador saiu a semear; Mt 13:3
Jesus saiu da casa de Simão e André, em Cafarnaum (Mt 8.14), e dirigiu-se às margens do “mar da Galiléia”, chamado também de “o grande lago”. Os hebreus não tinham apreço pelo mar, pois as antigas crenças semíticas diziam que a profundidade (abismo) personificava o poder do mal que combatia contra Deus. Para Israel, entretanto, Deus era o criador do mar e seu controlador, fazendo que o mar coopere para o bem da humanidade (Gn 1.9; Gn 49.25; Êx 14,15; Dt 33.13; Sl 104:7 -9; Sl 148.7; Mt 14:25 -33; Atos 4.24). O triunfo final de Deus será acompanhado pelo desaparecimento total do mar (Ap 21.1). A expressão “parábola” vem do original grego paraboles, que significa, colocar coisas semelhantes, lado a lado, para estabelecer comparação, estudo e tirar um ensinamento. Em nossa língua, a parábola é uma figura de linguagem em que uma verdade moral ou espiritual é ilustrada por uma analogia derivada da experiência cotidiana. Com essa parábola, conhecida como “do semeador” Jesus inicia o primeiro grupo de histórias didáticas sobre o Reino de Deus, registradas em Mateus. Os evangelhos sinóticos contêm cerca de trinta parábolas. O evangelho segundo João não apresenta parábolas, mas emprega outras figuras de linguagem.
Jesus saiu da casa de Simão e André, em Cafarnaum (Mt 8.14), e dirigiu-se às margens do “mar da Galiléia”, chamado também de “o grande lago”. Os hebreus não tinham apreço pelo mar, pois as antigas crenças semíticas diziam que a profundidade (abismo) personificava o poder do mal que combatia contra Deus. Para Israel, entretanto, Deus era o criador do mar e seu controlador, fazendo que o mar coopere para o bem da humanidade (Gn 1.9; Gn 49.25; Êx 14,15; Dt 33.13; Sl 104:7 -9; Sl 148.7; Mt 14:25 -33; Atos 4.24). O triunfo final de Deus será acompanhado pelo desaparecimento total do mar (Ap 21.1). A expressão “parábola” vem do original grego paraboles, que significa, colocar coisas semelhantes, lado a lado, para estabelecer comparação, estudo e tirar um ensinamento. Em nossa língua, a parábola é uma figura de linguagem em que uma verdade moral ou espiritual é ilustrada por uma analogia derivada da experiência cotidiana. Com essa parábola, conhecida como “do semeador” Jesus inicia o primeiro grupo de histórias didáticas sobre o Reino de Deus, registradas em Mateus. Os evangelhos sinóticos contêm cerca de trinta parábolas. O evangelho segundo João não apresenta parábolas, mas emprega outras figuras de linguagem.
5
algumas caíram em lugares pedregosos, onde não havia muita terra; e imediatamente elas brotaram, porque não havia terra profunda; Outra parte caiu em terreno rochoso, onde havia uma fina camada de terra, e logo brotou, pois o solo não era profundo.
8
Mas outras caíram em boa terra, e deram fruto, algumas cem vezes, outras a sessenta vezes e outras a trinta vezes.
11
Ele respondendo, disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino do céu, mas a eles não lhes é dado. Mt 13:11
A expressão original grega, aqui traduzida por “mistérios”, refere-se a revelações especiais a que somente os devotos (crentes, consagrados) a Jesus Cristo têm acesso. O Mt 13.12 anuncia um princípio básico do mundo espiritual: quem aceita a Palavra de Deus, com humildade e reverência, receberá muitas outras bênçãos do Senhor, mas aos arrogantes e incrédulos, até a parcela de fé e bênçãos que lhes foi concedida será retirada. Veja os exemplos do “filho pródigo” (Lc 15:17 -24) e o que aconteceu com o Faraó do Egito depois de ter feito pouco caso do aviso de Moisés (Êx 8:1 -32; 9:1 -12). As coisas de Deus não fazem sentido para aqueles dotados apenas de crítica racional. Precisam ser iluminados em sua compreensão espiritual e isso é dom de Deus (Rm 5.15,16; 1Co 2:14 -16; Ef 2.8). Os versos 14 e 15 são copiados, palavra por palavra, da Septuaginta (Is 6.9,10), que descreve o chamado do profeta Isaías, a mensagem que deveria pregar e o estado de calamidade espiritual do povo. Como no tempo de Isaías, assim também na época de Cristo, os judeus fecharam os olhos à verdade (Mc 4.12). Jesus e Sua Igreja são as últimas grandes luzes a brilhar neste mundo para todo aquele que quiser abrir os olhos (Ef 3:2 -5; 1Pe 1:10 -12).
A expressão original grega, aqui traduzida por “mistérios”, refere-se a revelações especiais a que somente os devotos (crentes, consagrados) a Jesus Cristo têm acesso. O Mt 13.12 anuncia um princípio básico do mundo espiritual: quem aceita a Palavra de Deus, com humildade e reverência, receberá muitas outras bênçãos do Senhor, mas aos arrogantes e incrédulos, até a parcela de fé e bênçãos que lhes foi concedida será retirada. Veja os exemplos do “filho pródigo” (Lc 15:17 -24) e o que aconteceu com o Faraó do Egito depois de ter feito pouco caso do aviso de Moisés (Êx 8:1 -32; 9:1 -12). As coisas de Deus não fazem sentido para aqueles dotados apenas de crítica racional. Precisam ser iluminados em sua compreensão espiritual e isso é dom de Deus (Rm 5.15,16; 1Co 2:14 -16; Ef 2.8). Os versos 14 e 15 são copiados, palavra por palavra, da Septuaginta (Is 6.9,10), que descreve o chamado do profeta Isaías, a mensagem que deveria pregar e o estado de calamidade espiritual do povo. Como no tempo de Isaías, assim também na época de Cristo, os judeus fecharam os olhos à verdade (Mc 4.12). Jesus e Sua Igreja são as últimas grandes luzes a brilhar neste mundo para todo aquele que quiser abrir os olhos (Ef 3:2 -5; 1Pe 1:10 -12).
12
Porque àquele que tem, para ele se dará, e terá mais em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.
13
Portanto lhes falo por parábolas; porque eles vendo, não veem; e ouvindo, não ouvem nem compreendem.
14
E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, e não compreendereis, e, vendo, vereis, e não percebereis.
15
Porque o coração deste povo se fez pesado, e os seus ouvidos ouvem pesadamente, e eles fecharam seus olhos; para que em nenhum momento vejam com os seus olhos, e ouçam com os seus ouvidos, e compreendam com o seu coração, e se convertam, e eu os cure.
17
Porque em verdade eu vos digo que muitos profetas e homens justos desejaram ver estas coisas que vós vedes, e não o viram; e ouvir estas coisas que vós ouvis, e não o ouviram.
19
Quando alguém ouve a palavra do reino, e não a compreende, então vem o perverso, e afasta o que foi semeado no seu coração; este é o que recebeu a semente junto do caminho.
20
Mas o que recebeu a semente em lugares pedregosos, é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria;
21
mas ele não tem raiz em sim mesmo, apenas dura um tempo; pois quando vem tribulação ou perseguição por causa da palavra, imediatamente se ofende.
22
E também o que recebeu a semente entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo e o engano das riquezas, sufocam a palavra, e ela fica infrutífera.
23
Mas o que recebeu a semente em boa terra é o que ouve a palavra e compreende-a; e também dá fruto, e um produz cem vezes, outro sessenta vezes, e outro trinta vezes.
24
Apresentou-lhe outra parábola, dizendo: O reino do céu é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo;
25
mas, enquanto dormiam os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e foi no seu caminho. Mt 13:25
O propósito desta parábola é revelar o método por meio do qual Deus está agindo no mundo durante a era (tempo) do Evangelho (das Boas Novas de Cristo). Jesus raramente interpretava suas histórias enigmáticas (parábolas). Isso porque sabia que todas as pessoas que verdadeiramente amavam a Deus entenderiam sua mensagem. Mas, para que nada faltasse aos discípulos, ele explica algumas delas (18-23; 36-43). O joio é uma erva daninha, também chamada de cizânia ou centeio falso, que enquanto está crescendo é muito semelhante ao trigo. Apenas quando as espigas se formam é que é possível fazer uma distinção correta. A farinha de trigo feita com a mistura desse centeio falso é venenosa. A semente de mostarda era a menor semente que os agricultores da Palestina, na época de Cristo, costumavam semear. Em condições favoráveis, essas “plantas” (no original grego lachanôn) podiam alcançar cerca de três metros de altura. Jesus aproveita essa ilustração da árvore para lembrar as Escrituras (Ez 17.23, 31.5; Sl 104.12; Dn 4.12,21). Em Ez 17, por exemplo, a “árvore” é o “Novo Israel”, mas em Ez 41 e Dn 4, a árvore representa os impérios dos gentios: Assíria e Babilônia (região onde hoje se situa o Iraque). Dessa maneira, a parábola antecipa o desenvolvimento da Igreja de Cristo. Entretanto, as aves (Mt 13.19), como figura do Maligno, completam o quadro da Igreja visível (na terra) em sua apostasia (tempo de frieza espiritual da Igreja) e revelam aos discípulos que o Reino de Deus, tendo um início tão humilde quanto a menor das sementes, se expandiria até atingir domínio mundial, envolvendo pessoas de todas as nações (Dn 2:35 -45; 7.27; Ap 11.15). Nas Escrituras, o fermento quase sempre é um símbolo de algo perverso ou impuro. Nesta parábola, entretanto, significa: crescimento, progresso. A expressão “uma medida” vem do hebraico seah (no original grego: sata) e corresponde a cerca de seis litros. Ou seja, assim como o bom fermento se alastra pela massa, dessa mesma maneira, o Reino de Deus envolve a alma da pessoa que recebe o Espírito Santo, e vai moldando seu caráter à imagem de Cristo (2Co 4:1 -15). No Mt 13.35, a citação bíblica vem do Sl 78:2 -3, sendo que a primeira parte é tirada da Septuaginta (tradução grega do AT) e a segunda parte, do hebraico. Mateus interpreta esse texto como mais uma profecia sobre Jesus Cristo. A palavra “filhos” neste contexto e no original significa: “aqueles que pertencem”. No Mt 13.41 há uma alusão ao texto hebraico de Sf 1.3, sendo que a palavra grega anomian, traduzida algumas vezes por “iniqüidade”, e aqui por “mal”, também significa: “ilegalidade”. A expressão “consumação do século” como aparece em algumas versões, aqui traduzida por “final desta era”, como base a tradução dos melhores originais; nos quais, a palavra grega, éon, significa mais propriamente: um período de tempo marcante na história da humanidade, ou seja, uma era. Literalmente: “finalização do éon” ou do período que vai do nascimento de Cristo à sua volta triunfante (Mt 24; 25; Mc 13). A expressão: “fornalha ardente”, mencionada muitas vezes nos textos apocalípticos (Ap 19.20; 20.14), ocorre mais cinco vezes em Mateus (Mt 8.12; 13.50; 22.13; 24.51; 25.30) e em nenhuma outra parte do NT. Não compete à Igreja de Jesus Cristo arrogar-se o direito de julgar e condenar pessoas antes do Dia do Juízo (a grande colheita). Essa parábola não se aplica às questões da disciplina comunitária que é tratada em Mt 18; mas, sim, da necessária e inevitável convivência que deve haver entre cristãos e descrentes enquanto estivermos neste mundo, até a segunda vinda do Senhor (1Co 4.5; 2Co 10.4). Não devemos nos preocupar em destruir o joio, mas em levar a todos a Palavra da graça salvadora de Jesus Cristo e assim brilharemos por toda a eternidade (Dn 12.3).
O propósito desta parábola é revelar o método por meio do qual Deus está agindo no mundo durante a era (tempo) do Evangelho (das Boas Novas de Cristo). Jesus raramente interpretava suas histórias enigmáticas (parábolas). Isso porque sabia que todas as pessoas que verdadeiramente amavam a Deus entenderiam sua mensagem. Mas, para que nada faltasse aos discípulos, ele explica algumas delas (18-23; 36-43). O joio é uma erva daninha, também chamada de cizânia ou centeio falso, que enquanto está crescendo é muito semelhante ao trigo. Apenas quando as espigas se formam é que é possível fazer uma distinção correta. A farinha de trigo feita com a mistura desse centeio falso é venenosa. A semente de mostarda era a menor semente que os agricultores da Palestina, na época de Cristo, costumavam semear. Em condições favoráveis, essas “plantas” (no original grego lachanôn) podiam alcançar cerca de três metros de altura. Jesus aproveita essa ilustração da árvore para lembrar as Escrituras (Ez 17.23, 31.5; Sl 104.12; Dn 4.12,21). Em Ez 17, por exemplo, a “árvore” é o “Novo Israel”, mas em Ez 41 e Dn 4, a árvore representa os impérios dos gentios: Assíria e Babilônia (região onde hoje se situa o Iraque). Dessa maneira, a parábola antecipa o desenvolvimento da Igreja de Cristo. Entretanto, as aves (Mt 13.19), como figura do Maligno, completam o quadro da Igreja visível (na terra) em sua apostasia (tempo de frieza espiritual da Igreja) e revelam aos discípulos que o Reino de Deus, tendo um início tão humilde quanto a menor das sementes, se expandiria até atingir domínio mundial, envolvendo pessoas de todas as nações (Dn 2:35 -45; 7.27; Ap 11.15). Nas Escrituras, o fermento quase sempre é um símbolo de algo perverso ou impuro. Nesta parábola, entretanto, significa: crescimento, progresso. A expressão “uma medida” vem do hebraico seah (no original grego: sata) e corresponde a cerca de seis litros. Ou seja, assim como o bom fermento se alastra pela massa, dessa mesma maneira, o Reino de Deus envolve a alma da pessoa que recebe o Espírito Santo, e vai moldando seu caráter à imagem de Cristo (2Co 4:1 -15). No Mt 13.35, a citação bíblica vem do Sl 78:2 -3, sendo que a primeira parte é tirada da Septuaginta (tradução grega do AT) e a segunda parte, do hebraico. Mateus interpreta esse texto como mais uma profecia sobre Jesus Cristo. A palavra “filhos” neste contexto e no original significa: “aqueles que pertencem”. No Mt 13.41 há uma alusão ao texto hebraico de Sf 1.3, sendo que a palavra grega anomian, traduzida algumas vezes por “iniqüidade”, e aqui por “mal”, também significa: “ilegalidade”. A expressão “consumação do século” como aparece em algumas versões, aqui traduzida por “final desta era”, como base a tradução dos melhores originais; nos quais, a palavra grega, éon, significa mais propriamente: um período de tempo marcante na história da humanidade, ou seja, uma era. Literalmente: “finalização do éon” ou do período que vai do nascimento de Cristo à sua volta triunfante (Mt 24; 25; Mc 13). A expressão: “fornalha ardente”, mencionada muitas vezes nos textos apocalípticos (Ap 19.20; 20.14), ocorre mais cinco vezes em Mateus (Mt 8.12; 13.50; 22.13; 24.51; 25.30) e em nenhuma outra parte do NT. Não compete à Igreja de Jesus Cristo arrogar-se o direito de julgar e condenar pessoas antes do Dia do Juízo (a grande colheita). Essa parábola não se aplica às questões da disciplina comunitária que é tratada em Mt 18; mas, sim, da necessária e inevitável convivência que deve haver entre cristãos e descrentes enquanto estivermos neste mundo, até a segunda vinda do Senhor (1Co 4.5; 2Co 10.4). Não devemos nos preocupar em destruir o joio, mas em levar a todos a Palavra da graça salvadora de Jesus Cristo e assim brilharemos por toda a eternidade (Dn 12.3).
27
Assim, os servos do dono da casa vieram, e disseram a ele: Senhor, tu não semeaste boa semente no teu campo? De onde então tem esse joio?
28
E ele disse-lhes: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres, então, que vamos e o colhamos?
30
Deixai-os crescer juntos até a colheita; e, no tempo da colheita, eu direi aos ceifeiros: Colhei juntos primeiro o joio, e amarrai-o em fardos para ser queimado, mas o trigo recolhei no meu celeiro.
31
Apresentou-lhes outra parábola, dizendo: O reino do céu é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou, e semeou no seu campo;
32
que, na verdade, é a menor de todas as sementes; mas quando crescido, é a maior entre as plantas, torna-se uma árvore, de modo que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos.
33
Outra parábola lhes disse: O reino do céu é semelhante ao fermento, que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.
35
para que pudesse se cumprir o que fora dito pelo profeta, dizendo: Eu abrirei a minha boca em parábolas; proferirei coisas mantidas em segredo desde a fundação do mundo.
36
Então Jesus mandando embora a multidão, entrou na casa. E vieram até ele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo.
41
O Filho do Homem enviará os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo que escandaliza, e os que praticam a iniquidade;
44
Novamente, o reino do céu é semelhante a um tesouro escondido no campo, que um homem achou e escondeu; e, para sua alegria, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.
48
e, estando cheia, puxam para a praia; e, assentando-se, ajuntam os bons em cestos, mas lançam para longe os ruins.
52
Então ele disse-lhes: Portanto, todo o escriba que é instruído acerca do reino do céu é semelhante a um homem que é chefe da família, e tira do seu tesouro coisas novas e velhas. Mt 13:52
Depois que os judeus blasfemaram contra o Espírito Santo (Mt 12:24 -30) e começaram a tramar seu assassinato (Mt 12.14), Jesus passa a revelar aspectos mais profundos sobre o Reino de Deus, apenas aos seus discípulos, preparando-os para continuar sua obra. O termo grego grammateus (escriba), significa “escrivão” ou “letrado”. Poucos sabiam ler e escrever naquela época e lugar. Os escribas eram responsáveis por copiar e arquivar as leis e tradições judaicas, e assim se tornaram mestres, doutores e advogados (Lc 5.21), pois não havia distinção entre a lei de Deus e a dos homens. A sinagoga era a principal instituição religiosa judaica daqueles dias e podia ser estabelecida em qualquer cidade com mais de dez judeus casados. Teve origem no exílio e servia de local onde os judeus podiam estudar as Escrituras e adorar a Deus. Jesus, como também Paulo (Atos 13.15; 14.1; 17.2; 18.4), aproveitou o costume judaico de convidar mestres visitantes para pregar nas sinagogas locais e lhes anunciou a chegada do Reino de Deus: O Evangelho de Cristo. No original grego, a palavra aqui traduzida por “carpinteiro” é a mesma usada para identificar o trabalho do “pedreiro”. Jesus, como filho mais velho da família, era o principal ajudante do pai nos trabalhos com madeira e alvenaria, ofício que desempenhou para cooperar com o sustento da família, após a morte de José (Mc 6.3; Lc 8.19).
Depois que os judeus blasfemaram contra o Espírito Santo (Mt 12:24 -30) e começaram a tramar seu assassinato (Mt 12.14), Jesus passa a revelar aspectos mais profundos sobre o Reino de Deus, apenas aos seus discípulos, preparando-os para continuar sua obra. O termo grego grammateus (escriba), significa “escrivão” ou “letrado”. Poucos sabiam ler e escrever naquela época e lugar. Os escribas eram responsáveis por copiar e arquivar as leis e tradições judaicas, e assim se tornaram mestres, doutores e advogados (Lc 5.21), pois não havia distinção entre a lei de Deus e a dos homens. A sinagoga era a principal instituição religiosa judaica daqueles dias e podia ser estabelecida em qualquer cidade com mais de dez judeus casados. Teve origem no exílio e servia de local onde os judeus podiam estudar as Escrituras e adorar a Deus. Jesus, como também Paulo (Atos 13.15; 14.1; 17.2; 18.4), aproveitou o costume judaico de convidar mestres visitantes para pregar nas sinagogas locais e lhes anunciou a chegada do Reino de Deus: O Evangelho de Cristo. No original grego, a palavra aqui traduzida por “carpinteiro” é a mesma usada para identificar o trabalho do “pedreiro”. Jesus, como filho mais velho da família, era o principal ajudante do pai nos trabalhos com madeira e alvenaria, ofício que desempenhou para cooperar com o sustento da família, após a morte de José (Mc 6.3; Lc 8.19).
54
E, chegando à sua terra, ele ensinava- os na sinagoga deles, de modo que eles se maravilhavam, e diziam: De onde veio a este homem sabedoria, e estas obras poderosas?
55
Não é este o filho do carpinteiro? E não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e Judas?
57
E eles se ofendiam dele. Mas Jesus lhes disse: Não há profeta sem honra, a não ser na sua própria terra e na sua própria casa.
58
E ele não fez ali muitas obras poderosas, por causa da incredulidade deles. Mt 13:58
Existe uma clara correlação entre a fé e a realização dos milagres de Jesus em Mateus (Mt 8.10,13; 9.2,22,28,29). A arrogância dos teólogos e líderes religiosos e a presunção dos que pensavam conhecer a Jesus desde criança, fizeram com que eles perdessem a maravilhosa oportunidade de receber as preciosas revelações e bênçãos do Messias, o Filho de Deus em pessoa: Jesus Cristo.
Existe uma clara correlação entre a fé e a realização dos milagres de Jesus em Mateus (Mt 8.10,13; 9.2,22,28,29). A arrogância dos teólogos e líderes religiosos e a presunção dos que pensavam conhecer a Jesus desde criança, fizeram com que eles perdessem a maravilhosa oportunidade de receber as preciosas revelações e bênçãos do Messias, o Filho de Deus em pessoa: Jesus Cristo.