Ozzuu Bible
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Mat 13:25
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25
mas δέG1161, enquanto ἔνG1722 os homens ἄνθρωποςG444 dormiamG2518 καθεύδωG2518G5721, veio ἔρχομαιG2064G5627 o inimigoG2190 ἐχθρόςG2190 dele αὐτόςG846, semeouG4687 σπείρωG4687G5656 o joioG2215 ζιζάνιονG2215 no meioG303 ἀνάG303G3319 μέσοςG3319 do trigoG4621 σίτοςG4621 e καίG2532 retirou-se ἀπέρχομαιG565G5627.
25
Entretanto, quando todos dormiam, chegou o inimigo dele, lançou o joio no meio do trigo, e seguiu o seu caminho.
25
mas, enquanto dormiam os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e foi no seu caminho. Mt 13:25
O propósito desta parábola é revelar o método por meio do qual Deus está agindo no mundo durante a era (tempo) do Evangelho (das Boas Novas de Cristo). Jesus raramente interpretava suas histórias enigmáticas (parábolas). Isso porque sabia que todas as pessoas que verdadeiramente amavam a Deus entenderiam sua mensagem. Mas, para que nada faltasse aos discípulos, ele explica algumas delas (18-23; 36-43). O joio é uma erva daninha, também chamada de cizânia ou centeio falso, que enquanto está crescendo é muito semelhante ao trigo. Apenas quando as espigas se formam é que é possível fazer uma distinção correta. A farinha de trigo feita com a mistura desse centeio falso é venenosa. A semente de mostarda era a menor semente que os agricultores da Palestina, na época de Cristo, costumavam semear. Em condições favoráveis, essas “plantas” (no original grego lachanôn) podiam alcançar cerca de três metros de altura. Jesus aproveita essa ilustração da árvore para lembrar as Escrituras (Ez 17.23, 31.5; Sl 104.12; Dn 4.12,21). Em Ez 17, por exemplo, a “árvore” é o “Novo Israel”, mas em Ez 41 e Dn 4, a árvore representa os impérios dos gentios: Assíria e Babilônia (região onde hoje se situa o Iraque). Dessa maneira, a parábola antecipa o desenvolvimento da Igreja de Cristo. Entretanto, as aves (Mt 13.19), como figura do Maligno, completam o quadro da Igreja visível (na terra) em sua apostasia (tempo de frieza espiritual da Igreja) e revelam aos discípulos que o Reino de Deus, tendo um início tão humilde quanto a menor das sementes, se expandiria até atingir domínio mundial, envolvendo pessoas de todas as nações (Dn 2:35 -45; 7.27; Ap 11.15). Nas Escrituras, o fermento quase sempre é um símbolo de algo perverso ou impuro. Nesta parábola, entretanto, significa: crescimento, progresso. A expressão “uma medida” vem do hebraico seah (no original grego: sata) e corresponde a cerca de seis litros. Ou seja, assim como o bom fermento se alastra pela massa, dessa mesma maneira, o Reino de Deus envolve a alma da pessoa que recebe o Espírito Santo, e vai moldando seu caráter à imagem de Cristo (2Co 4:1 -15). No Mt 13.35, a citação bíblica vem do Sl 78:2 -3, sendo que a primeira parte é tirada da Septuaginta (tradução grega do AT) e a segunda parte, do hebraico. Mateus interpreta esse texto como mais uma profecia sobre Jesus Cristo. A palavra “filhos” neste contexto e no original significa: “aqueles que pertencem”. No Mt 13.41 há uma alusão ao texto hebraico de Sf 1.3, sendo que a palavra grega anomian, traduzida algumas vezes por “iniqüidade”, e aqui por “mal”, também significa: “ilegalidade”. A expressão “consumação do século” como aparece em algumas versões, aqui traduzida por “final desta era”, como base a tradução dos melhores originais; nos quais, a palavra grega, éon, significa mais propriamente: um período de tempo marcante na história da humanidade, ou seja, uma era. Literalmente: “finalização do éon” ou do período que vai do nascimento de Cristo à sua volta triunfante (Mt 24; 25; Mc 13). A expressão: “fornalha ardente”, mencionada muitas vezes nos textos apocalípticos (Ap 19.20; 20.14), ocorre mais cinco vezes em Mateus (Mt 8.12; 13.50; 22.13; 24.51; 25.30) e em nenhuma outra parte do NT. Não compete à Igreja de Jesus Cristo arrogar-se o direito de julgar e condenar pessoas antes do Dia do Juízo (a grande colheita). Essa parábola não se aplica às questões da disciplina comunitária que é tratada em Mt 18; mas, sim, da necessária e inevitável convivência que deve haver entre cristãos e descrentes enquanto estivermos neste mundo, até a segunda vinda do Senhor (1Co 4.5; 2Co 10.4). Não devemos nos preocupar em destruir o joio, mas em levar a todos a Palavra da graça salvadora de Jesus Cristo e assim brilharemos por toda a eternidade (Dn 12.3).
O propósito desta parábola é revelar o método por meio do qual Deus está agindo no mundo durante a era (tempo) do Evangelho (das Boas Novas de Cristo). Jesus raramente interpretava suas histórias enigmáticas (parábolas). Isso porque sabia que todas as pessoas que verdadeiramente amavam a Deus entenderiam sua mensagem. Mas, para que nada faltasse aos discípulos, ele explica algumas delas (18-23; 36-43). O joio é uma erva daninha, também chamada de cizânia ou centeio falso, que enquanto está crescendo é muito semelhante ao trigo. Apenas quando as espigas se formam é que é possível fazer uma distinção correta. A farinha de trigo feita com a mistura desse centeio falso é venenosa. A semente de mostarda era a menor semente que os agricultores da Palestina, na época de Cristo, costumavam semear. Em condições favoráveis, essas “plantas” (no original grego lachanôn) podiam alcançar cerca de três metros de altura. Jesus aproveita essa ilustração da árvore para lembrar as Escrituras (Ez 17.23, 31.5; Sl 104.12; Dn 4.12,21). Em Ez 17, por exemplo, a “árvore” é o “Novo Israel”, mas em Ez 41 e Dn 4, a árvore representa os impérios dos gentios: Assíria e Babilônia (região onde hoje se situa o Iraque). Dessa maneira, a parábola antecipa o desenvolvimento da Igreja de Cristo. Entretanto, as aves (Mt 13.19), como figura do Maligno, completam o quadro da Igreja visível (na terra) em sua apostasia (tempo de frieza espiritual da Igreja) e revelam aos discípulos que o Reino de Deus, tendo um início tão humilde quanto a menor das sementes, se expandiria até atingir domínio mundial, envolvendo pessoas de todas as nações (Dn 2:35 -45; 7.27; Ap 11.15). Nas Escrituras, o fermento quase sempre é um símbolo de algo perverso ou impuro. Nesta parábola, entretanto, significa: crescimento, progresso. A expressão “uma medida” vem do hebraico seah (no original grego: sata) e corresponde a cerca de seis litros. Ou seja, assim como o bom fermento se alastra pela massa, dessa mesma maneira, o Reino de Deus envolve a alma da pessoa que recebe o Espírito Santo, e vai moldando seu caráter à imagem de Cristo (2Co 4:1 -15). No Mt 13.35, a citação bíblica vem do Sl 78:2 -3, sendo que a primeira parte é tirada da Septuaginta (tradução grega do AT) e a segunda parte, do hebraico. Mateus interpreta esse texto como mais uma profecia sobre Jesus Cristo. A palavra “filhos” neste contexto e no original significa: “aqueles que pertencem”. No Mt 13.41 há uma alusão ao texto hebraico de Sf 1.3, sendo que a palavra grega anomian, traduzida algumas vezes por “iniqüidade”, e aqui por “mal”, também significa: “ilegalidade”. A expressão “consumação do século” como aparece em algumas versões, aqui traduzida por “final desta era”, como base a tradução dos melhores originais; nos quais, a palavra grega, éon, significa mais propriamente: um período de tempo marcante na história da humanidade, ou seja, uma era. Literalmente: “finalização do éon” ou do período que vai do nascimento de Cristo à sua volta triunfante (Mt 24; 25; Mc 13). A expressão: “fornalha ardente”, mencionada muitas vezes nos textos apocalípticos (Ap 19.20; 20.14), ocorre mais cinco vezes em Mateus (Mt 8.12; 13.50; 22.13; 24.51; 25.30) e em nenhuma outra parte do NT. Não compete à Igreja de Jesus Cristo arrogar-se o direito de julgar e condenar pessoas antes do Dia do Juízo (a grande colheita). Essa parábola não se aplica às questões da disciplina comunitária que é tratada em Mt 18; mas, sim, da necessária e inevitável convivência que deve haver entre cristãos e descrentes enquanto estivermos neste mundo, até a segunda vinda do Senhor (1Co 4.5; 2Co 10.4). Não devemos nos preocupar em destruir o joio, mas em levar a todos a Palavra da graça salvadora de Jesus Cristo e assim brilharemos por toda a eternidade (Dn 12.3).
25
Mas uma noite, enquanto os servos dormiam, veio o seu inimigo que semeou joio entre o trigo.
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Durante, porém, o dormir dos homens, veio o inimigo dele, e semeou joioS no meio do trigO, e retirou-se;
25
but while people were sleeping, his enemy came and sowed weeds among the wheat, then went away.
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But while men slept, his enemy came and sowed tares among the wheat, and went his way.
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but while men slept, his enemy came and sowed tares also among the wheat, and went away.
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Na hora, porém, em que os homens repousavam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e partiu.
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Enquanto todos dormiam, veio o seu inimigo e semeou o joio no meio do trigo e foi-se embora.
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And when men slept, his enemy came, and sowed above tares in the middle of [the] wheat, and went away.[3]
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And when men slept, his enemy came, and sowed above tares, [or darnels, or cockles], in the middle of wheat, and went away.
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“Mas uma noite, enquanto ele dormia, seu inimigo veio e semeou espinhos entre o trigo”.
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Mas, enquanto os homens dormiam, seu inimigo veio, semeou joio no meio do trigo e retirou-se.
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mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou joio no meio do trigo, e retirou-se.
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Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se.
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Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se.
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mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou joio no meio do trigo, e retirou-se.
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Enquanto todos dormiam, veio o seu inimigo e semeou o joio no meio do trigo e foi se embora.
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Uma noite, quando todos dormiam, veio o inimigo dele, semeou joio no meio do trigo, e foi embora.
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Mas, quando os trabalhadores adormecem, vêm o seu inimigo e semeia joio no meio do trigo, afastando-se depois.
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mas, enquanto os homens dormiam, veio o adversário dele, semeou joio no meio do trigo, e retirou-se.
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Mas enquanto toda a gente dormia, veio o inimigo desse homem, semeou joio no meio do trigo e foi-se embora.
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Mas enquanto toda a gente dormia, veio o inimigo desse homem, semeou joio no meio do trigo e foi-se embora.
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mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou o joio no meio do trigo, e retirou-se.
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Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se.
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Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi embora.
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Ora, enquanto os seus homens dormiam, veio o inimigo, semeou joio no meio do trigo e afastou-se.
25
But while men slept, his enemy came and sowed tares among the wheat, and went his way.