Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Luk 2
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1 E aconteceu que, naqueles dias saiu um decreto de César Augusto, para que todo o mundo fosse tributado. Lc 2:1
Lucas procura sempre relacionar sua narrativa aos grandes fatos históricos de seu tempo. César Augusto (30 a.C. a 14 d.C) foi o primeiro e o maior dos imperadores romanos. Estabeleceu a chamada “Pax Romana”, trocou o sistema republicano por uma forma imperial de governo, conquistou todo o mundo civilizado do Mediterrâneo e estabeleceu a idade áurea das artes, arquitetura e literatura romanas. No ano 27 a.C. o senado romano lhe concedeu o título de “augusto”, que em latim significa: “exaltado” ou “digno de toda a reverência”. Embora os judeus estivessem isentos do serviço militar romano, e por isso não eram obrigados a atender às convocações militares, não estavam livres de pagar os impostos, e esse recenseamento ou cadastramento visava exatamente alistar todos os cidadãos e moradores sob o domínio romano, especialmente para recolhimento de impostos. Deus usou o decreto de um imperador pagão para cumprir a profecia de Mq 5.2.
2 (E esta tributação foi realizada pela primeira vez quando Quirino era governador da Síria). Lc 2:2
Quirino foi um oficial romano que coincidentemente trabalhou neste censo e em um segundo alistamento geral que ocorreu de 6 a 9 d.C., registrado por Lucas em Atos 5.37, no qual Judas se levantou contra o governo romano da época, alegando que Deus era o único e legítimo Rei de Israel, sendo, portanto, ilícito (um pecado) pagar impostos a qualquer outra autoridade.
3 E todos passaram a ser tributados, cada um à sua própria cidade.
4 E José também subiu da Galileia, da cidade de Nazaré, à Judeia, até a cidade de Davi, que é chamada Belém, (porque ele era da casa e da linhagem de Davi); Lc 2:4
Belém é a mesma cidade onde nasceu o rei Davi cerca de 1000 anos antes destes eventos (1Sm 17.12; 20.6) e se localizava a uma distância aproximada de 10 km ao sul de Jerusalém. Naquela época, uma viagem de pelo menos três dias até Nazaré. “Judéia”, era a maneira greco-romana de chamar a parte sul da Palestina, no passado abrangida pelo reino de Judá.
5 para ser tributado com Maria, sua esposa, que estava grávida. Lc 2:5
Na Síria, província romana na qual se localizava a Palestina, as mulheres acima de 12 anos deviam pagar um imposto individual ao governo, e para isso tinham de ser cadastradas (recenseadas). Maria também pertencia à casa de Davi.
6 E aconteceu que, estando eles ali, cumpriram- se os dias para o parto.
7 E deu à luz ao seu filho primogênito, e envolveu- o em faixas de pano, e deitou- o em uma manjedoura, porque não havia quarto para eles na estalagem. Lc 2:7
No ocidente e por motivos não históricos nos acostumamos a celebrar o natal (nascimento de Jesus Cristo) em dezembro. Entretanto, segundo muitos historiadores e arqueólogos de prestígio, a data mais provável deve ter sido na primavera palestina (entre maio e junho). Era costume entre as mães judias envolver os filhos recém-nascidos com tiras de tecido para que ficassem bem agasalhados e protegidos. A cidade estava lotada com pessoas de todas as partes vindas para ser arroladas no censo. Maria sentia as dores de parto e a única solução foi se acomodarem em um estábulo. Ao nascer, Jesus foi posto em uma manjedoura, uma espécie de cocho onde se colocava o alimento dos animais.
8 E havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, vigiando durante a noite o seu rebanho.
9 E, eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor brilhou ao seu redor; e eles ficaram com medo.
10 E o anjo lhes disse: Não temais; porque eis que vos trago boa nova de grande alegria, que será para todo o povo.
11 Porque vos nasceu neste dia, na cidade de Davi, um Salvador, que é Cristo, o Senhor. Lc 2:11
Os líderes religiosos e o povo judeu estavam divididos em suas expectativas quanto à obra do Messias prometido. Uns esperavam que ele fosse um grande líder militar e os livrasse do domínio romano. Outros desejavam cura para as enfermidades e os muitos sofrimentos físicos. E, outros ainda, ambicionavam um Messias que os livrasse da fome e da pobreza. Contudo, a missão prioritária do Cristo, anunciada pelos anjos, é que Ele viria resgatar a humanidade, pagando o preço pelo pecado: a morte (Mt 1.21; Jo 4.42). A pessoa e a obra de Cristo neste mundo significam: maior glorificação de Deus Pai nos céus (Lc 17.4,5) e paz divina eterna para todos os habitantes da terra que receberem seu Espírito com amor e sinceridade (Lc 2.14; Rm 5.1,2). A expressão hebraica: “Senhor”, até a vinda de Cristo, era usada exclusivamente para se referir a Deus (Atos 2.36; Fp 2.11).
12 E isto vos será por sinal: Achareis o bebê envolto em faixas de pano, deitado em uma manjedoura.
13 E, de repente, estava ali com o anjo uma multidão dos exércitos celestes, louvando a Deus, e dizendo:
14 Glória a Deus nas alturas, e paz na terra, boa vontade para com os homens. Lc 2:14
Um grande coral de anjos entoou um cântico de louvor a Deus. As primeiras palavras deste pequeno hino, registrado em latim na Vulgata, são: Gloria in exelsis Deo! Os anjos exaltam a majestade de Deus em todo o universo, nos céus, onde Deus habita (Mt 6.9). O mundo da época vivia sob a Pax romana, uma paz exterior e temporária, imposta por um imperador humano. Os anjos anunciam a “Paz de Deus”, eterna e absoluta, garantida a todos quantos se agradam (recebem com gratidão, sinceridade e lealdade) a graça de Deus ( Lucas usa a palavra “agrado” em vários momentos 3.22; 10.21; 12.32). A “Paz de Deus” só pode ser recebida por quem crer que Ele é o Único doador e Salvador. Em resumo: é um ato de fé (Rm 5.1). O Messias davídico era chamado de “Príncipe da Paz” (Is 9.6). De outro lado, embora Cristo tenha prometido essa Paz aos seus discípulos (Jo 14.27), Ele deixou bem claro que haveria lutas, aflições e tensões (Mt 10:34 -36; Lc 12.49; Jo 16.33), pois manter a paz com Deus significa viver em oposição diária a Satanás e seus ardis (Tg 4.4).
15 E aconteceu que, quando os anjos foram embora para o céu, disseram os pastores uns aos outros: Vamos agora até Belém, e vejamos estas coisas que aconteceram, e que o Senhor nos fez saber.
16 E eles foram apressadamente, e acharam Maria, e José, e o bebê deitado na manjedoura.
17 E, vendo-o, eles o fizeram saber a palavra, que foi contado sobre esta criança.
18 E todos os que ouviram se maravilharam das coisas que foram contadas pelos pastores.
19 Mas Maria guardava todas estas coisas, meditando-as em seu coração.
20 E os pastores voltaram, glorificando e louvando a Deus por todas as coisas que eles tinham ouvido e visto, como lhes fora contado.
21 E, ao completarem-se os oito dias para circuncidar o menino, seu nome foi chamado de Jesus, que pelo anjo lhe fora nomeado antes de ser concebido no ventre. Lc 2:21
Jesus, o Filho de Deus, relacionou-se de perto com a Lei e a Velha Aliança. Nasceu, cresceu e foi educado sob a Lei para resgatar todos os que estavam sob a Lei e suas conseqüências. Obedeceu a Lei e foi além, para nos ensinar a viver sob o espírito da lei; ou seja, livres da formalidade da letra, mas conduzidos pelo Espírito de Deus, nosso Advogado e Orientador quanto ao que devemos fazer para agradar ao Pai Celestial (Jo 14:25 -27; Gl 4:4 -5). Lucas usa muitas vezes a expressão “louvando ao Senhor” (Lc 1.64; 2.13,28; 5.25,26; 7.16; 13.13; 17.15,18; 18.43; 19.37; 23.47; 24.53).
22 E, cumprindo-se os dias da sua purificação, segundo a lei de Moisés, eles o levaram para Jerusalém, para apresentá-lo ao Senhor, Lc 2:22
Depois de dar à luz a um filho, a mãe judia, precisava aguardar 40 dias (resguardo), para dirigir-se ao templo e oferecer os sacrifícios chamados de “purificação”. Se fosse pobre e não pudesse comprar um cordeiro e uma rolinha (espécie de pombo pequeno), como ocorreu com José e Maria, eram aceitáveis dois pombinhos (Lv 12:2 -8; 5.11).
23 (conforme está escrito na lei do Senhor: Todo homem que abrir o ventre será chamado de santo ao Senhor);
24 e para oferecerem um sacrifício de acordo com o que foi dito na lei do Senhor: Um par de rolas ou dois pombinhos. Lc 2:24
Belém distava de Jerusalém cerca de 10 km. Todos os primogênitos dos seres humanos e dos animais deviam, pela Lei, serem consagrados (dedicados) ao Senhor (Êx 13:12 -13). Os animais eram sacrificados, pois somente o sangue e a morte dos inocentes podia pagar o preço dos pecados humanos. Cristo tomou sobre si esta penalidade (Is 53.6; 2Co 5.21) e se deu em sacrifício único, suficiente e perpétuo. Os primogênitos humanos eram simbolicamente oferecidos aos cuidados do Senhor (Rm 8.29), e seus pais se obrigavam a educá-los para adorar e servir a Deus. Os filhos deviam seguir a fé dos pais durante toda a vida, mas eram os levitas quem, de fato, dedicavam suas vidas inteiras ao serviço religioso diário, como ministros, representando a adoração de todos os primogênitos masculinos de Israel (Nm 3:11 -13; 8.17,18).
25 E, eis que havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e piedoso, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. Lc 2:25
A consolação que os judeus piedosos (fiéis e adoradores sinceros de Deus) aguardavam era a vinda do Messias (Cristo, em grego) e a implantação de um Reino de justiça, paz e felicidade (Lc 2.26,38; 23.51; 24.21; Is 40.1,2; Mt 5.4). O Espírito Santo, antes do evento de Pentecostes, vinha “sobre” as pessoas e as agraciava com sua presença por algum tempo. Após a ascensão de Cristo, o Espírito vem “habitar”, ou, como no sentido original do AT, “tabernacular” permanentemente na vida do crente (Jo 14:16 -18). Lucas dá grande atenção em seus textos à pessoa e ao tríplice ministério do Espírito Santo: Primeiro como condutor da graça preveniente e sensibilizadora que leva o ser humano a buscar a Deus (Jo 16.8), em seguida, revelando a Cristo e iniciando a obra salvadora do Senhor (Jo 3.5; Rm 8.9), e santificando a vida do crente e o preparando para herdar a vida eterna com Cristo (Rm 8.14).
26 E lhe fora revelado pelo Espírito Santo, que ele não morreria antes de ter visto o Cristo do Senhor.
27 E pelo Espírito ele foi ao templo, e quando os pais trouxeram o menino Jesus para fazerem com ele segundo o costume da lei,
28 então tomou-o em seus braços, e bendisse a Deus, e disse:
29 Senhor, agora despedes o teu servo em paz, de acordo com a tua palavra;
30 porque os meus olhos têm visto a tua salvação, Lc 2:30
Todo aquele que tem uma fé viva e verdadeira na pessoa e na obra de Cristo pode, com toda a certeza e tranqüilidade, morrer em plena paz (1Jo 1.1 em relação a Gn 15.15). Simeão declama um salmo que se tornaria um hino da Igreja conhecido como: Nunc dimittis, que são as primeiras palavras deste cântico em latim, como aparece na Vulgata, e significam: “Agora despede”. Lucas, não sendo judeu, teve o cuidado de ressaltar a verdade de que a Salvação é uma graça disponível também aos gentios e não apenas aos judeus (Lc 2.32; Mt 24.14; Mc 13.10; Ap 7.9).
31 a qual tu preparaste perante a face de todos os povos:
32 luz para iluminar os gentios, e para a glória de teu povo Israel.
33 E José, e sua mãe, se maravilharam das coisas que eram faladas sobre ele.
34 E Simeão os abençoou, e disse a Maria, sua mãe: Eis que este menino é posto para a queda e o levantamento de muitos em Israel, e para um sinal que será contraditado
35 (sim, e uma espada traspassará também a tua própria alma), para que os pensamentos de muitos corações possam ser revelados. Lc 2:35
Cristo veio para reabilitar o caído, consolar os que sofrem e restaurar os que se consideram perdidos. Aos que não se acham necessitados, Cristo veio para, literalmente, “derrubar a casa” (em grego, ptõsis), pois Jesus é pedra de tropeço para os incrédulos (Lc 20:17 -18; 1Co 1.23; 1Pe 2:6 -8). Jesus causa divisão entre o que prefere viver nas trevas e aqueles que atendem ao apelo do seu amor (Jo 3.19), e entre o criminoso arrependido e o blasfemo (Lc 23:39 -43). Lucas, pela primeira vez, fala sobre os sofrimentos e o martírio de Cristo, salientando que sua mãe sofreria tanto quanto Ele, como se uma espada varasse seu coração. No entanto não se tem notícia de que Maria tivesse ficado amargurada, ressentida com Deus ou amaldiçoasse seu destino.
36 E estava ali Ana, a profetisa, filha de Fanuel, da tribo de Aser; ela era de idade avançada, e tinha vivido com o marido sete anos, desde a sua virgindade; Lc 2:36
A Bíblia apresenta outras profetizas: Miriã (Êx 15.20), Débora (Jz 4.4), Hulda (2 Rs 22.14) e as filhas de Filipe (Atos 21.9). Curiosamente, essa Ana do NT louvou a Deus pelo menino Jesus, assim como, a Ana do AT exaltou ao Senhor pelo menino Samuel. Ambas foram divinamente inspiradas para revelar a Palavra de Deus. O nome “Ana” significa em hebraico antigo: “misericordiosa” (1Sm 2:1 -10).
37 e era viúva, de quase oitenta e quatro anos, e não se afastava do templo, servindo dia e noite a Deus, com jejuns e orações.
38 E, vindo ela naquele momento, também deu graças ao Senhor, e falava dele a todos os que consideravam a redenção em Jerusalém. Lc 2:38
Jerusalém é a cidade santa do povo escolhido de Deus (Is 40.2; 52.9). Neste texto representa a nação de Israel como um todo.
39 E, havendo concluído todas as coisas segundo a lei do Senhor, eles voltaram à Galileia, para a sua própria cidade, Nazaré.
40 E o menino crescia, e se fortalecia no espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. Lc 2:40
Lucas não menciona a vinda dos magos (astrônomos), o perigo da parte de Herodes, nem ainda a fuga para o Egito e a viagem de retorno de lá (Mt 2:1 -23).
41 Ora, seus pais iam todos os anos para Jerusalém à festa da Páscoa.
42 E quando ele tinha doze anos, eles subiram para Jerusalém segundo o costume da festa. Lc 2:42
José e Maria tinham o zelo de cumprir tudo quanto a Lei requeria, e assim educavam o menino Jesus. Aos doze anos, a tradição judaica considerava o jovem menino como “filho da lei”, e seu dever era aprender os preceitos mais amplos da Lei, para no ano seguinte começar a cumprir as exigências cerimoniais relacionadas às festas, jejuns, orações e estudos teológicos. Jesus estava certo de que seus pais sabiam da necessidade que ele tinha – no ano em que completava doze anos – de dedicar-se a esse aprendizado e aprofundamento na cultura judaica junto aos rabinos e mestres da Lei do seu tempo.
43 E quando haviam cumprido os dias, enquanto eles retornavam, o menino Jesus ficou para trás em Jerusalém, e José e sua mãe não souberam.
44 Mas, supondo que ele estivesse na companhia, andaram uma jornada de um dia, e procuravam-no entre os seus parentes e conhecidos.
45 E não tendo-o encontrado, retornaram para Jerusalém em busca dele.
46 E aconteceu que, após três dias, eles o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e dirigindo-lhes perguntas.
47 E todos os que o ouviam se admiravam com o seu entendimento e com as suas respostas. Lc 2:47
Na época de Jesus as aulas eram gravadas na memória e no coração dos alunos, não havia as facilidades modernas dos muitos livros, cadernos e computadores. As respostas orais dos alunos às seguidas perguntas dos mestres demonstravam o quanto do ensino havia sido retido e compreendido. Jesus assombrou até os doutores de seu tempo com seu saber e carisma pessoal.
48 E quando eles o viram, ficaram maravilhados; e disse-lhe sua mãe: Filho, por que tu tens tratado assim para conosco? Eis que teu pai e eu, aflitos, te procurávamos.
49 E ele lhes disse: Por que procurastes por mim? Não sabeis que eu devo estar sobre os negócios de meu Pai?
50 E eles não entenderam as palavras que lhes dissera. Lc 2:50
Jesus tentou gentilmente lembrar seus pais terrenos sobre seu compromisso de obediência ainda maior a Seu Pai celeste, e por isso contrapôs a expressão: “teu pai”, usada por Maria, com a frase: “meu Pai”. Ao doze anos Jesus já tinha grande compreensão sobre quem Ele era e qual sua missão na terra. Sua mãe, entretanto, procurou compreender o que havia se passado ponderando tudo silenciosamente em seu coração, e assim agiria durante toda a vida de seu filho na terra. Lucas faz questão de frisar que Jesus foi obediente aos seus pais e os seguiu para casa. Na época em que Lucas estava escrevendo seu Evangelho (entre 60 e 70 d.C.), muitas lendas sobre a adolescência e a primeira juventude de Jesus circulavam por todo o império romano. Uma delas dizia que Jesus passou por uma fase de rebeldia contra seus pais, bem como transformava pequenas peças de barro em pássaros apenas para demonstrar seu poder. O problema, como sempre, é que muitos acreditaram mais na ficção do que na realidade.
51 E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito; mas sua mãe guardava todas estes dizeres no seu coração.
52 E Jesus crescia em sabedoria e estatura, e na graça para com Deus e os homens. Lc 2:52
Lucas afirma a perfeita e completa humanidade pela qual Deus passou ao encarnar-se em Jesus de Nazaré, seu Filho. Como qualquer pessoa, Cristo passou pelas diversas fases do desenvolvimento humano, porém sempre de forma brilhante, perfeito e sem pecado. José, o pai terreno de Jesus, morreu quando Ele era ainda muito jovem, deixando para Ele toda a responsabilidade de cuidar de Maria, sua mãe, e dos demais irmãos. E Jesus ajudou a sustentar sua família por muito tempo, trabalhando como carpinteiro e pedreiro (Mc 6.3).