Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Luk 4Config
1
E Jesus, sendo cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão, e foi conduzido pelo Espírito ao deserto, Lc 4:1
Lucas é inspirado por Deus (aqui e no livro de Atos) para dar especial destaque à ação da terceira pessoa da Trindade – o Espírito Santo – no mover do coração do Senhor e de seus discípulos para fazerem a vontade do Pai (Lc 1.35; 41.7; 2:25 -27; 3.16,22; 4.14,18; 10.21; 11.13; 12.10,12). Durante toda a sua vida na terra, Jesus suportou fortes e complexas tentações, em algumas delas a Bíblia não nos revela os detalhes. Todavia, esse embate mereceu especial destaque, pois esteve em questão todo o futuro dos seres humanos. Os ataques do Diabo foram contra o Messias (o Ungido de Deus, Seu Filho), o cabeça da Nova Humanidade (Cl 2.15). Jesus foi tentado de forma extremamente sutil, ardilosa e não menos poderosa. Contudo, venceu por nós. Em contraste com Adão (em hebraico: homem – Gn 2.20, enquanto Eva, significa: humanidade), que se tornou o cabeça da Velha Humanidade, pois não conseguiu obedecer ao Criador, embora vivendo em condições ideais; e caiu, cometendo o primeiro pecado da humanidade, com conseqüências mortais, o qual acompanhará o gene de cada indivíduo humano, de geração em geração, até o final dos tempos. O Segundo Adão (Jesus – o Novo Homem), venceu o Diabo em total fraqueza da carne. Adão havia inaugurado a humanidade com toda a autoridade e glória do mundo (Gn 1:28 -30), enquanto Jesus foi glorificado através do sofrimento, da humilhação e da morte (Rm 1.4; Fp 2:9 -11). O primeiro Adão não aceitou cumprir a vontade de Deus e fez prevalecer os seus próprios desejos, rebelando-se contra a única restrição imposta a ele por Deus. O Segundo Adão, o Filho de Deus, aceitou, de livre vontade, cumprir todos os desejos do Pai (Gl 4.4; Fp 2:6 -8).
Lucas é inspirado por Deus (aqui e no livro de Atos) para dar especial destaque à ação da terceira pessoa da Trindade – o Espírito Santo – no mover do coração do Senhor e de seus discípulos para fazerem a vontade do Pai (Lc 1.35; 41.7; 2:25 -27; 3.16,22; 4.14,18; 10.21; 11.13; 12.10,12). Durante toda a sua vida na terra, Jesus suportou fortes e complexas tentações, em algumas delas a Bíblia não nos revela os detalhes. Todavia, esse embate mereceu especial destaque, pois esteve em questão todo o futuro dos seres humanos. Os ataques do Diabo foram contra o Messias (o Ungido de Deus, Seu Filho), o cabeça da Nova Humanidade (Cl 2.15). Jesus foi tentado de forma extremamente sutil, ardilosa e não menos poderosa. Contudo, venceu por nós. Em contraste com Adão (em hebraico: homem – Gn 2.20, enquanto Eva, significa: humanidade), que se tornou o cabeça da Velha Humanidade, pois não conseguiu obedecer ao Criador, embora vivendo em condições ideais; e caiu, cometendo o primeiro pecado da humanidade, com conseqüências mortais, o qual acompanhará o gene de cada indivíduo humano, de geração em geração, até o final dos tempos. O Segundo Adão (Jesus – o Novo Homem), venceu o Diabo em total fraqueza da carne. Adão havia inaugurado a humanidade com toda a autoridade e glória do mundo (Gn 1:28 -30), enquanto Jesus foi glorificado através do sofrimento, da humilhação e da morte (Rm 1.4; Fp 2:9 -11). O primeiro Adão não aceitou cumprir a vontade de Deus e fez prevalecer os seus próprios desejos, rebelando-se contra a única restrição imposta a ele por Deus. O Segundo Adão, o Filho de Deus, aceitou, de livre vontade, cumprir todos os desejos do Pai (Gl 4.4; Fp 2:6 -8).
2
sendo tentado pelo diabo durante quarenta dias. E naqueles dias ele não comeu nada; e terminados eles, teve fome.
3
E disse-lhe o diabo: Se tu és o Filho de Deus, ordene que esta pedra se transforme em pão. Lc 4:3
Após 40 dias em absoluto jejum, os originais hebraicos e gregos revelam que Jesus não apenas estava com “fome” (como consta em algumas versões), mas sim que ele estava sôfrego de fome (esfomeado). O Diabo nem sempre é horrível e violento, pois pode travestir-se de luz e justiça. Sua estratégia foi induzir Jesus a abdicar de sua condição humana, usar de seus poderes divinos, e deixar o caminho do sofrimento inevitável. O Diabo sempre fará as tentações parecerem irresistivelmente atraentes. Entretanto, Jesus – o Novo Homem - apegou-se à Palavra de Deus e, citando a Torá (Lei), mais precisamente, passagens em Deuteronômio (Lc 8.3; 6:13 -16), enfatiza que o pão e a fartura material nada valem sem a bênção de Deus. Jesus não diz que não podia fazer o que o Diabo lhe sugeria, mas sim que sua vontade maior era agradar ao Pai.
Após 40 dias em absoluto jejum, os originais hebraicos e gregos revelam que Jesus não apenas estava com “fome” (como consta em algumas versões), mas sim que ele estava sôfrego de fome (esfomeado). O Diabo nem sempre é horrível e violento, pois pode travestir-se de luz e justiça. Sua estratégia foi induzir Jesus a abdicar de sua condição humana, usar de seus poderes divinos, e deixar o caminho do sofrimento inevitável. O Diabo sempre fará as tentações parecerem irresistivelmente atraentes. Entretanto, Jesus – o Novo Homem - apegou-se à Palavra de Deus e, citando a Torá (Lei), mais precisamente, passagens em Deuteronômio (Lc 8.3; 6:13 -16), enfatiza que o pão e a fartura material nada valem sem a bênção de Deus. Jesus não diz que não podia fazer o que o Diabo lhe sugeria, mas sim que sua vontade maior era agradar ao Pai.
4
E Jesus lhe respondeu, dizendo: Está escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus.
6
E disse-lhe o diabo: Dar-te-ei todo este poder e a sua glória; porque foi entregue a mim, e o dou a quem eu quero.
7
Portanto, se tu me adorares, tudo será teu. Lc 4:7
Uma tentação aparentemente inteligente, considerando que Jesus veio para dominar sobre todos os reinos da terra. Depois deste lugar, Jesus foi conduzido ao canto sudeste da colunata do templo, o seu ponto mais alto (ou pináculo do templo), um declive de cerca de 30 metros para o vale do Cedrom. Todavia, o ardil de Satanás estava no fato de tentar fazer com que Jesus evitasse os sofrimentos do caminho da cruz, os quais veio especificamente suportar como única maneira, divinamente legal, de libertar a humanidade do estigma do pecado (Mc 10.45), herança do Velho Homem. Pecado esse que somente poderia ser pago (resgatado), com a morte (sacrifício) de um homem inocente (sem pecados). Uma vez que o Diabo não conseguiu iludir Jesus apelando para as suas necessidades físicas, tenta seduzi-lo com toda a glória e poder que este mundo pode oferecer e que estão (temporariamente) sob seu domínio, mas é novamente rechaçado (1Jo 5.19).
Uma tentação aparentemente inteligente, considerando que Jesus veio para dominar sobre todos os reinos da terra. Depois deste lugar, Jesus foi conduzido ao canto sudeste da colunata do templo, o seu ponto mais alto (ou pináculo do templo), um declive de cerca de 30 metros para o vale do Cedrom. Todavia, o ardil de Satanás estava no fato de tentar fazer com que Jesus evitasse os sofrimentos do caminho da cruz, os quais veio especificamente suportar como única maneira, divinamente legal, de libertar a humanidade do estigma do pecado (Mc 10.45), herança do Velho Homem. Pecado esse que somente poderia ser pago (resgatado), com a morte (sacrifício) de um homem inocente (sem pecados). Uma vez que o Diabo não conseguiu iludir Jesus apelando para as suas necessidades físicas, tenta seduzi-lo com toda a glória e poder que este mundo pode oferecer e que estão (temporariamente) sob seu domínio, mas é novamente rechaçado (1Jo 5.19).
8
E Jesus, respondendo, disse-lhe: Vai-te para trás de mim, Satanás; porque está escrito: Tu adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele tu servirás.
9
E ele o trouxe para Jerusalém, e o colocou sobre o pináculo do templo, e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te daqui para abaixo;
11
e eles te sustentarão em suas mãos, para que em algum momento o teu pé nunca tropece contra uma pedra. Lc 4:11
Satanás questiona a filiação de Jesus a Deus, cita as Escrituras corretamente (Sl 91:11 -12), porém aplica o ensino de forma tendenciosa e errônea, como fizera em Gn 3.1, e tenta fazer com que Jesus teste a fidelidade do seu Pai e chame a atenção do público sobre sua pessoa de forma espetacular. O príncipe do mal é afastado quando Jesus reafirma sua total humanidade ao usar a Palavra para confirmar que não cabe ao homem testar a Deus; e sua total divindade ao chamar a atenção de Satanás para o fato de que ele não deveria estar provocando a Deus. Entretanto, o Diabo continuou tentando ao Senhor (o arrogante é surdo) durante todo o seu ministério (Mc 8.33), até culminar com a prova maior, no Getsêmani (Jo 14.30; Lc 22.53).
Satanás questiona a filiação de Jesus a Deus, cita as Escrituras corretamente (Sl 91:11 -12), porém aplica o ensino de forma tendenciosa e errônea, como fizera em Gn 3.1, e tenta fazer com que Jesus teste a fidelidade do seu Pai e chame a atenção do público sobre sua pessoa de forma espetacular. O príncipe do mal é afastado quando Jesus reafirma sua total humanidade ao usar a Palavra para confirmar que não cabe ao homem testar a Deus; e sua total divindade ao chamar a atenção de Satanás para o fato de que ele não deveria estar provocando a Deus. Entretanto, o Diabo continuou tentando ao Senhor (o arrogante é surdo) durante todo o seu ministério (Mc 8.33), até culminar com a prova maior, no Getsêmani (Jo 14.30; Lc 22.53).
14
E Jesus retornou para a Galileia no poder do Espírito, e ali a sua fama saiu por toda a região ao redor.
16
E ele chegou a Nazaré, onde fora criado; e, segundo o seu costume, ele entrou na sinagoga no dia do shabat, e levantou-se para ler.
17
E ali foi-lhe entregue o livro do profeta Isaías. E, tendo aberto o livro, achou o lugar em que estava escrito: Lc 4:17
Jesus foi para Nazaré cerca de um ano depois do início do seu ministério. Os acontecimentos narrados por João, de Jo 1.19 até 4.42, foram sintetizados por Lucas em Lc 4:13 -14. Jesus voltou para sua terra natal apenas duas vezes (Mt 13:53 -58 e Mt 6:1 -6). Em ambos os casos se destaca a falta de fé daqueles que mais conviveram com Ele, mas o conheciam apenas como um jovem e bom judeu do interior, que ajudava seu pai José a manter a família como carpinteiro e construtor (pedreiro). Os livros do AT eram escritos em rolos de couro, guardados em lugar especial e honroso na sinagoga (como ainda ocorre em nossos dias), e oferecidos, por um funcionário, ao pregador do dia ou a um mestre visitante (no caso de Jesus naquele dia). Jesus leu o texto de Is 61.1,2 em hebraico e o pregou em aramaico, sua língua materna e de seus conterrâneos.
Jesus foi para Nazaré cerca de um ano depois do início do seu ministério. Os acontecimentos narrados por João, de Jo 1.19 até 4.42, foram sintetizados por Lucas em Lc 4:13 -14. Jesus voltou para sua terra natal apenas duas vezes (Mt 13:53 -58 e Mt 6:1 -6). Em ambos os casos se destaca a falta de fé daqueles que mais conviveram com Ele, mas o conheciam apenas como um jovem e bom judeu do interior, que ajudava seu pai José a manter a família como carpinteiro e construtor (pedreiro). Os livros do AT eram escritos em rolos de couro, guardados em lugar especial e honroso na sinagoga (como ainda ocorre em nossos dias), e oferecidos, por um funcionário, ao pregador do dia ou a um mestre visitante (no caso de Jesus naquele dia). Jesus leu o texto de Is 61.1,2 em hebraico e o pregou em aramaico, sua língua materna e de seus conterrâneos.
18
O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu para pregar o evangelho aos pobres; ele enviou-me para curar os de coração partido, para pregar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, e para pôr em liberdade os oprimidos,
20
E ele fechando o livro, e o deu novamente ao ministro, e assentou-se. E os olhos de todos que estavam na sinagoga estavam fixos nele.
21
E ele começou a dizer-lhes: Neste dia se cumpriu esta escritura em vossos ouvidos. Lc 4:21
O texto do AT lido por Jesus descreve o ministério do Messias, na emancipação dos pobres, através da riqueza que há no Evangelho (em grego: Boas Novas, Ef 1.3); dos cativos, através da libertação da Graça abundante (Gl 5.1,13); dos deficientes visuais (em todos os sentidos), através do seu jugo, pois Ele toma para si o nosso fardo (Mt 11:28 -30; 1Pe 5.7). Durante todo o Evangelho, Lucas demonstra que Jesus, o Cristo (o Messias) foi Ungido (escolhido, separado), não apenas por um ritual da tradição judaica (Êx 30:22 -31), mas pelo próprio Espírito de Deus. Sua missão foi proclamar um novo tempo da graça de Deus, no qual as pessoas de toda a terra alcançariam a salvação (vida eterna) ao receberem a Palavra de Jesus Cristo em seus corações com fé, amor e sinceridade (2Co 6.2). Jesus interrompe sua leitura antes de citar “o dia da vingança”, que ocorrerá com sua segunda vinda no futuro iminente. A expressão grega, transliterada por: dektos (que significa: “aceitável”, “bem recebido”), refere-se não a um ano civil de doze meses, mas a um período, a chamada Era Messiânica.
O texto do AT lido por Jesus descreve o ministério do Messias, na emancipação dos pobres, através da riqueza que há no Evangelho (em grego: Boas Novas, Ef 1.3); dos cativos, através da libertação da Graça abundante (Gl 5.1,13); dos deficientes visuais (em todos os sentidos), através do seu jugo, pois Ele toma para si o nosso fardo (Mt 11:28 -30; 1Pe 5.7). Durante todo o Evangelho, Lucas demonstra que Jesus, o Cristo (o Messias) foi Ungido (escolhido, separado), não apenas por um ritual da tradição judaica (Êx 30:22 -31), mas pelo próprio Espírito de Deus. Sua missão foi proclamar um novo tempo da graça de Deus, no qual as pessoas de toda a terra alcançariam a salvação (vida eterna) ao receberem a Palavra de Jesus Cristo em seus corações com fé, amor e sinceridade (2Co 6.2). Jesus interrompe sua leitura antes de citar “o dia da vingança”, que ocorrerá com sua segunda vinda no futuro iminente. A expressão grega, transliterada por: dektos (que significa: “aceitável”, “bem recebido”), refere-se não a um ano civil de doze meses, mas a um período, a chamada Era Messiânica.
22
E todos lhe davam testemunho, e se maravilhavam das palavras de graça que procediam de sua boca. E eles diziam: Não é este o filho de José?
23
E ele lhes disse: Certamente me direis este provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo; tudo o que nós temos ouvido do que tens feito em Cafarnaum, faze-o também aqui na tua terra. Lc 4:23
Embora Jesus tenha nascido em Belém, foi criado e passou toda a adolescência em Nazaré, na Galiléia (Lc 1.26; 2.39,51; Mt 2.23).
Embora Jesus tenha nascido em Belém, foi criado e passou toda a adolescência em Nazaré, na Galiléia (Lc 1.26; 2.39,51; Mt 2.23).
25
Mas em verdade eu vos digo que muitas viúvas existiam em Israel nos dias de Elias, quando o céu se fechou por três anos e seis meses, e houve grande fome por toda a terra;
26
mas a nenhuma delas Elias foi enviado, senão a Sarepta, uma cidade de Sidom, a uma mulher que era viúva. Lc 4:26
Sidom foi uma das mais antigas e importantes cidades da Fenícia, e localizava-se a cerca de 32 km ao norte de Tiro.
Sidom foi uma das mais antigas e importantes cidades da Fenícia, e localizava-se a cerca de 32 km ao norte de Tiro.
27
E muitos leprosos havia em Israel no tempo do profeta Eliseu, e nenhum deles foi purificado, senão Naamã, o sírio.
28
E todos na sinagoga, ouvindo estas coisas, ficaram cheios de ira. Lc 4:28
Jesus descreve a si como um dos profetas de Deus, que também haviam sido rejeitados pelos seus próprios e amados concidadãos. Lucas faz ainda questão de observar a referência feita por Jesus à graça dispensada por Deus a uma mulher e a um homem, ambos gentios, ou seja, que não eram judeus (1Rs 17:1 -15; 2Rs 5:1 -14). O que mais enfureceu os nazarenos, membros da sinagoga, foi o fato de Jesus dizer que, quando Israel rejeitou o mensageiro da redenção, especialmente mandado por Deus, este o enviou aos gentios, e que isso aconteceria uma vez mais, caso eles se recusassem a aceitar o ensino e a graça de Jesus (Lc 10:13 -15; Atos 14.46 Rm 9 e 11).
Jesus descreve a si como um dos profetas de Deus, que também haviam sido rejeitados pelos seus próprios e amados concidadãos. Lucas faz ainda questão de observar a referência feita por Jesus à graça dispensada por Deus a uma mulher e a um homem, ambos gentios, ou seja, que não eram judeus (1Rs 17:1 -15; 2Rs 5:1 -14). O que mais enfureceu os nazarenos, membros da sinagoga, foi o fato de Jesus dizer que, quando Israel rejeitou o mensageiro da redenção, especialmente mandado por Deus, este o enviou aos gentios, e que isso aconteceria uma vez mais, caso eles se recusassem a aceitar o ensino e a graça de Jesus (Lc 10:13 -15; Atos 14.46 Rm 9 e 11).
29
E, levantando-se, expulsaram-no da cidade, e o levaram até o cume do monte em que a sua cidade estava edificada, para poderem precipitá-lo dali.
30
Mas ele, passando pelo meio deles, seguiu o seu caminho. Lc 4:30
Lucas nos deixa em suspense quanto aos detalhes dessa saída de Jesus das garras de seus oponentes. Os originais revelam que Jesus “saiu andando e seguiu para onde devia ir”. Algumas versões apenas traduzem por “...passando por eles, retirou-se.” De qualquer forma, a grande lição deste evento é que o tempo de Jesus ainda não havia chegado, prova de que ele tinha plena consciência e controle do momento exato no qual ofereceria sua vida em prol da humanidade, ninguém seria capaz de tirar a vida do Senhor, ele, espontaneamente, a daria.
Lucas nos deixa em suspense quanto aos detalhes dessa saída de Jesus das garras de seus oponentes. Os originais revelam que Jesus “saiu andando e seguiu para onde devia ir”. Algumas versões apenas traduzem por “...passando por eles, retirou-se.” De qualquer forma, a grande lição deste evento é que o tempo de Jesus ainda não havia chegado, prova de que ele tinha plena consciência e controle do momento exato no qual ofereceria sua vida em prol da humanidade, ninguém seria capaz de tirar a vida do Senhor, ele, espontaneamente, a daria.
34
dizendo: Deixa-nos sozinho. O que temos nós para fazer contigo, ó Jesus de Nazaré? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: O Santo de Deus.
35
E Jesus o repreendeu, dizendo: Emudece, e sai dele! E o demônio, lançando- o por terra no meio deles, saiu dele sem lhe fazer mal.
36
E todos se admiraram, e falavam entre eles, dizendo: Que palavra é esta, porque com autoridade e poder ele ordena os espíritos imundos, e eles saem?
38
E ele levantando-se da sinagoga, entrou na casa de Simão. E a mãe da esposa de Simão estava acometida por uma febre alta, e eles pediram-lhe por ela. Lc 4:38
Ao contrário do que muitos teólogos pregam para defender especialmente a teoria do celibato, Pedro foi casado (1Co 9.5). Os três evangelhos sinóticos discorrem sobre esse milagre, mas apenas Lucas, por ser médico, acrescenta expressões tipicamente técnicas, como: “com muita febre” ou “febre alta”.
Ao contrário do que muitos teólogos pregam para defender especialmente a teoria do celibato, Pedro foi casado (1Co 9.5). Os três evangelhos sinóticos discorrem sobre esse milagre, mas apenas Lucas, por ser médico, acrescenta expressões tipicamente técnicas, como: “com muita febre” ou “febre alta”.
39
E, inclinando-se para ela, repreendeu a febre, e esta a deixou; e, levantando-se imediatamente, os serviu.
40
Ora, quando o sol estava se pondo, trouxeram- lhe todos que estavam doentes com diversas doenças; e ele colocando as mãos sobre cada um deles, os curava.
41
E também de muitos saíam demônios, gritando e dizendo: Tu és o Cristo, o Filho de Deus. E ele, repreendendo-os, não os deixava falar; porque sabiam que ele era o Cristo.
42
E quando já era dia, ele partiu e foi para um lugar deserto; e a multidão o procurava, e vindo a ele, e tentavam impedi-lo de retirar- se deles.
43
E ele disse-lhes: Eu também necessito pregar o reino de Deus para outras cidades; porque para isso eu fui enviado. Lc 4:43
Ao pôr-do-sol encerrava-se o Shabbãth (em hebraico: o sábado judaico), isso se dava por volta das 18h. Antes dessa hora, conforme a tradição dos anciãos, os judeus eram proibidos de viajar mais que um quilômetro de distância, ou sequer carregar um fardo. Somente a partir do entardecer do sábado as multidões podiam levar seus enfermos a Jesus, o que faziam ansiosa e confiantemente em Cafarnaum, sendo por isso abençoadas por Jesus, com curas e outros milagres em profusão. Entretanto, a missão do Senhor deveria continuar e sua graça ser estendida aos limites da terra. Os originais deixam transparecer o coração compassivo de Jesus em sua despedida.
Ao pôr-do-sol encerrava-se o Shabbãth (em hebraico: o sábado judaico), isso se dava por volta das 18h. Antes dessa hora, conforme a tradição dos anciãos, os judeus eram proibidos de viajar mais que um quilômetro de distância, ou sequer carregar um fardo. Somente a partir do entardecer do sábado as multidões podiam levar seus enfermos a Jesus, o que faziam ansiosa e confiantemente em Cafarnaum, sendo por isso abençoadas por Jesus, com curas e outros milagres em profusão. Entretanto, a missão do Senhor deveria continuar e sua graça ser estendida aos limites da terra. Os originais deixam transparecer o coração compassivo de Jesus em sua despedida.
44
E ele pregava nas sinagogas da Galileia. Lc 4:44
Algumas versões, utilizando manuscritos historicamente mais recentes, e os relatos paralelos de Mt 4.23; Mc 1.39, informam que Jesus se dirigiu para a Galiléia. Entretanto, originais mais antigos, trazem “Judéia”, no sentido de toda a região da Palestina, que inclui a Galiléia (Jo 2.13 – 4.3), e por isso o Comitê de Tradução da Bíblia King James optou por essa designação mais abrangente e fiel aos melhores originais.
Algumas versões, utilizando manuscritos historicamente mais recentes, e os relatos paralelos de Mt 4.23; Mc 1.39, informam que Jesus se dirigiu para a Galiléia. Entretanto, originais mais antigos, trazem “Judéia”, no sentido de toda a região da Palestina, que inclui a Galiléia (Jo 2.13 – 4.3), e por isso o Comitê de Tradução da Bíblia King James optou por essa designação mais abrangente e fiel aos melhores originais.