Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Act 2Config
1
E tendo chegado o dia de Pentecostes, eles estavam todos concordemente em um só lugar. Atos 2:1
O qüinquagésimo dia após o sábado da semana da Páscoa, e, portanto, domingo, era considerado o Dia de Pentecoste (Lv 23.15,16). Pentecostes é o nome que se dava à Festa das Semanas, também chamada Festa da Colheita ou, ainda, Festa dos Primeiros Frutos (Dt 16.10). Nessa passagem, apóstolos e discípulos estavam no Templo, também chamado de “a Casa” (Atos 7.47), pois é sabido que os apóstolos reuniam-se constantemente no Templo, orando, ministrando e louvando ao Senhor (Lc 24.53).
O qüinquagésimo dia após o sábado da semana da Páscoa, e, portanto, domingo, era considerado o Dia de Pentecoste (Lv 23.15,16). Pentecostes é o nome que se dava à Festa das Semanas, também chamada Festa da Colheita ou, ainda, Festa dos Primeiros Frutos (Dt 16.10). Nessa passagem, apóstolos e discípulos estavam no Templo, também chamado de “a Casa” (Atos 7.47), pois é sabido que os apóstolos reuniam-se constantemente no Templo, orando, ministrando e louvando ao Senhor (Lc 24.53).
2
E, de repente, veio um som do céu, como de uma rajada de vento impetuoso e encheu toda a casa onde eles estavam assentados.
3
E lhes apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Atos 2:3
O vento impetuoso e estrepitante é símbolo do Espírito de Deus: poderoso, soberano e absolutamente livre (Ez 37.9,14; Jo 3.8). A expressão “línguas” é uma metáfora usada para explicar aquela situação inusitada, chamada de experiência extática, ou seja, de grande êxtase. Haja vista, que por milagre, uma multidão de pessoas, de nações, culturas e línguas totalmente diferentes umas das outras, puderam ouvir a Palavra de Deus, em sua própria língua materna, por meio da pregação dos apóstolos. O “fogo” é um outro símbolo metafórico da presença divina (Êx 3.2), também freqüentemente associado ao Juízo (Mt 3.2; Lc 3.16 e 1Ts 5.19).
O vento impetuoso e estrepitante é símbolo do Espírito de Deus: poderoso, soberano e absolutamente livre (Ez 37.9,14; Jo 3.8). A expressão “línguas” é uma metáfora usada para explicar aquela situação inusitada, chamada de experiência extática, ou seja, de grande êxtase. Haja vista, que por milagre, uma multidão de pessoas, de nações, culturas e línguas totalmente diferentes umas das outras, puderam ouvir a Palavra de Deus, em sua própria língua materna, por meio da pregação dos apóstolos. O “fogo” é um outro símbolo metafórico da presença divina (Êx 3.2), também freqüentemente associado ao Juízo (Mt 3.2; Lc 3.16 e 1Ts 5.19).
4
E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia falar. Atos 2:4
A Igreja de Cristo estava em formação. Unida e esperançosa quanto à volta do Senhor, passou pelo batismo do Espírito, conforme a promessa de Jesus (Atos 1.5), e dedicou-se à oração, comunhão e evangelização segundo as Escrituras. O Pentecostes significa para a Igreja: 1) A presença e ação do Espírito Santo habitando (tabernaculando) a alma do crente (Jo 14.17), e não apenas influenciando os aspectos religiosos e exteriores (Jz 6.34; 15.14; Ez 36.26); 2) O Espírito passa a ter presença contínua ao invés de eventual como foi no AT; 3) O Espírito veio para habitar toda a Igreja, não apenas alguns indivíduos especialmente selecionados para determinadas obras e ministérios como no AT (1Co 3.16; 12.12,13); 4) Ter coragem para confrontar esse mundo caído, com amor e sem medo (Atos 2.14); ganhar almas para o Reino de Cristo (Atos 2.41) e operar milagres, sinais e maravilhas, de acordo com a vontade e instrução do Espírito (Atos 2.43). Sendo assim, há apenas um batismo da Igreja (o Corpo vivo de Cristo) e de cada indivíduo, membro da Igreja; mas repetidas plenitudes para a adoração, o serviço cristão (Ef 5.18) e o exercício dos dons do Espírito (1Co 12:7 -11). O dom de línguas (em grego transliterado: heterais glõssais, que significa “línguas diversas”) foi um milagre que se deu no âmbito da expressão dos apóstolos e da audição das pessoas de várias línguas e dialetos naquele dia e local (1Co 14.23). Estas línguas “estrangeiras” anteciparam a chegada do Evangelho em toda nação, povo, raça, tribo e língua, unindo o mundo todo em torno do Senhor Jesus, num flagrante contraste com o julgamento em Babel (Gn 11:7 -9).
A Igreja de Cristo estava em formação. Unida e esperançosa quanto à volta do Senhor, passou pelo batismo do Espírito, conforme a promessa de Jesus (Atos 1.5), e dedicou-se à oração, comunhão e evangelização segundo as Escrituras. O Pentecostes significa para a Igreja: 1) A presença e ação do Espírito Santo habitando (tabernaculando) a alma do crente (Jo 14.17), e não apenas influenciando os aspectos religiosos e exteriores (Jz 6.34; 15.14; Ez 36.26); 2) O Espírito passa a ter presença contínua ao invés de eventual como foi no AT; 3) O Espírito veio para habitar toda a Igreja, não apenas alguns indivíduos especialmente selecionados para determinadas obras e ministérios como no AT (1Co 3.16; 12.12,13); 4) Ter coragem para confrontar esse mundo caído, com amor e sem medo (Atos 2.14); ganhar almas para o Reino de Cristo (Atos 2.41) e operar milagres, sinais e maravilhas, de acordo com a vontade e instrução do Espírito (Atos 2.43). Sendo assim, há apenas um batismo da Igreja (o Corpo vivo de Cristo) e de cada indivíduo, membro da Igreja; mas repetidas plenitudes para a adoração, o serviço cristão (Ef 5.18) e o exercício dos dons do Espírito (1Co 12:7 -11). O dom de línguas (em grego transliterado: heterais glõssais, que significa “línguas diversas”) foi um milagre que se deu no âmbito da expressão dos apóstolos e da audição das pessoas de várias línguas e dialetos naquele dia e local (1Co 14.23). Estas línguas “estrangeiras” anteciparam a chegada do Evangelho em toda nação, povo, raça, tribo e língua, unindo o mundo todo em torno do Senhor Jesus, num flagrante contraste com o julgamento em Babel (Gn 11:7 -9).
6
E, quando ocorreu este estrondo, ajuntou- se uma multidão, estavam confusos, porque cada homem os ouvia falar na sua própria língua.
7
E todos eles estavam atônitos e maravilhavam- se, dizendo uns aos outros: Vede, não são galileus todos estes que falam?
9
Partos e medos, elamitas e os que habitam a Mesopotâmia, a Judeia e a Capadócia, o Ponto e a Ásia,
10
a Frígia, a Panfília, o Egito e as partes da Líbia, junto a Cirene, e estrangeiros de Roma, judeus e prosélitos,
11
e cretenses, e árabes, todos os ouvimos falar em nossas próprias línguas as obras maravilhosas de Deus. Atos 2:11
Houve quatro classes de judeus da Dispersão: 1) Orientais ou babilônicos (região onde hoje se situa o Iraque). 2) Sírios; 3) Egípcios; 4) Romanos, que a exemplo do apóstolo Paulo, eram cidadãos do império, embora não originários de Roma, assim como a província romana da Ásia, citada em Atos 2.9, é a atual região da Turquia.
Houve quatro classes de judeus da Dispersão: 1) Orientais ou babilônicos (região onde hoje se situa o Iraque). 2) Sírios; 3) Egípcios; 4) Romanos, que a exemplo do apóstolo Paulo, eram cidadãos do império, embora não originários de Roma, assim como a província romana da Ásia, citada em Atos 2.9, é a atual região da Turquia.
13
E outros, zombando, diziam: Estes homens estão cheios de vinho. Atos 2:13
Algumas versões trazem simplesmente a expressão “estão embriagados!”. Entretanto, o texto original grego (aqui traduzido literalmente) enfatiza que os zombadores estavam acusando jocosamente os apóstolos de terem apressadamente se embebedado com os primeiros vinhos da colheita que se dava no mês de agosto e que produzia um “vinho doce”, ainda em processo de fermentação.
Algumas versões trazem simplesmente a expressão “estão embriagados!”. Entretanto, o texto original grego (aqui traduzido literalmente) enfatiza que os zombadores estavam acusando jocosamente os apóstolos de terem apressadamente se embebedado com os primeiros vinhos da colheita que se dava no mês de agosto e que produzia um “vinho doce”, ainda em processo de fermentação.
14
Mas Pedro, pondo-se em pé com os onze, levantou a sua voz e disse-lhes: Homens da Judeia, e todos vós que habitais em Jerusalém, seja-vos isto conhecido, e escutai as minhas palavras:
15
Porque estes não estão embriagados, como imaginais, sendo esta a terceira hora do dia. Atos 2:15
Os judeus costumavam tomar o desjejum às dez horas da manhã e no sábado, ao meio dia. Ainda mais num dia de festa religiosa como o Pentecoste, nenhum judeu se atreveria a quebrar o jejum às nove horas da manhã (literalmente em grego: “a terceira hora do dia”).
Os judeus costumavam tomar o desjejum às dez horas da manhã e no sábado, ao meio dia. Ainda mais num dia de festa religiosa como o Pentecoste, nenhum judeu se atreveria a quebrar o jejum às nove horas da manhã (literalmente em grego: “a terceira hora do dia”).
17
E acontecerá nos últimos dias, diz Deus, eu derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos homens jovens terão visões, e os vossos homens velhos sonharão sonhos; Atos 2:17
Pedro cita e interpreta a passagem profética de Joel 2:28 -32 como uma referência específica aos dias da nova aliança (Jr 31.33,34; Ez 36.26,27; 39.29) e inaugura a “cidade messiânica”. Pedro adverte também sobre os acontecimentos apocalípticos que serão os grandes sinais do iminente e glorioso retorno de Jesus Cristo e do Juízo final (Is 2.2; Os 3.5; Mq 4.1; 1Tm 4.1; 2Tm 3.1; Hb 1.1; 1Pe 1.20; 1Jo 2.18).
Pedro cita e interpreta a passagem profética de Joel 2:28 -32 como uma referência específica aos dias da nova aliança (Jr 31.33,34; Ez 36.26,27; 39.29) e inaugura a “cidade messiânica”. Pedro adverte também sobre os acontecimentos apocalípticos que serão os grandes sinais do iminente e glorioso retorno de Jesus Cristo e do Juízo final (Is 2.2; Os 3.5; Mq 4.1; 1Tm 4.1; 2Tm 3.1; Hb 1.1; 1Pe 1.20; 1Jo 2.18).
18
e sobre os meus servos e sobre as minhas servas, eu derramarei do meu Espírito naqueles dias, e eles profetizarão;
19
e eu mostrarei maravilhas em cima no céu, e sinais embaixo na terra: sangue, fogo e vapor de fumaça;
22
Homens de Israel, ouvi estas palavras: Jesus de Nazaré, homem aprovado por Deus entre vós com milagres, maravilhas e sinais, que Deus fez por ele no meio de vós, como também vós sabeis;
23
a este, entregado pelo determinado conselho e presciência de Deus, tomando- o vós, pelas mãos perversas o crucificastes e o matastes;
24
ao qual Deus ressuscitou, soltas as dores da morte, porque não era possível que ele fosse retido por ela.
25
Porque Davi fala a respeito dele: Eu via o Senhor sempre diante da minha face, porque ele está à minha direita, para que eu não seja abalado;
26
por isso o meu coração se regozijou, e a minha língua exultou; e além disto, a minha carne também repousará na esperança.
27
Porque tu não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção. Atos 2:27
Algumas versões traduzem a palavra grega hades (que se origina da expressão hebraica: sheol) por “morte, profundezas, ou ainda, inferno”. Entretanto, o Comitê de Tradução da Bíblia King James decidiu usar aqui seu sentido mais literal: “sepulcro” (túmulo). Davi refere-se, em última análise, ao fato de o corpo de Jesus, o Messias, não ter experimentado “deteriorização” alguma (Atos 2.31).
Algumas versões traduzem a palavra grega hades (que se origina da expressão hebraica: sheol) por “morte, profundezas, ou ainda, inferno”. Entretanto, o Comitê de Tradução da Bíblia King James decidiu usar aqui seu sentido mais literal: “sepulcro” (túmulo). Davi refere-se, em última análise, ao fato de o corpo de Jesus, o Messias, não ter experimentado “deteriorização” alguma (Atos 2.31).
29
Homens e irmãos, deixe-me falar-vos francamente do patriarca Davi, que ele morreu e foi sepultado, e a sua sepultura está entre nós até hoje. Atos 2:29
O túmulo de Davi podia ser visto em Jerusalém e ainda continha seus restos mortais. Mas em relação a Jesus Cristo, ninguém podia apontar para um sepulcro onde seu corpo estivesse depositado. As palavras de Davi no Sl 16:8 -11 aplicam-se mais completamente, e de forma profética, ao próprio Senhor Jesus. A expressão hebraica “Messias” corresponde à palavra “Cristo”, em grego, e ambas significam “Ungido”.
O túmulo de Davi podia ser visto em Jerusalém e ainda continha seus restos mortais. Mas em relação a Jesus Cristo, ninguém podia apontar para um sepulcro onde seu corpo estivesse depositado. As palavras de Davi no Sl 16:8 -11 aplicam-se mais completamente, e de forma profética, ao próprio Senhor Jesus. A expressão hebraica “Messias” corresponde à palavra “Cristo”, em grego, e ambas significam “Ungido”.
30
Portanto, sendo profeta, e sabendo que Deus lhe havia jurado com juramento que do fruto de seus lombos, segundo a carne, ele levantaria o Cristo, para o assentar sobre o seu trono;
31
Ele prevendo isto, falou da ressurreição de Cristo, que a sua alma não foi deixada no inferno, nem a sua carne viu a corrupção.
33
Portanto, tendo sido exaltado pela direita de Deus, e tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, ele derramou isto que vós agora vedes e ouvis.
34
Porque Davi não subiu aos céus, mas ele próprio diz: O Senhor disse ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita,
35
até eu fazer dos teus inimigos por escabelo de teus pés. Atos 2:35
Na expressão “O Senhor disse ao meu Senhor” (Sl 110.1), o primeiro “Senhor” traduz a palavra hebraica Yahweh (o nome sagrado e impronunciável de Deus), e o segundo Ãdõn (Senhor). Sendo assim, o Senhor (Deus) disse ao meu Senhor (o Filho de Davi, o Messias). De acordo com Pedro, Davi dirigiu-se ao seu descendente com o mais elevado respeito, pois Davi, por meio da inspiração do Espírito Santo, reconhecia a absoluta divindade desse descendente (Mt 22:41 -45). Porquanto, além da sua ressurreição da morte (Atos 2.31,32), também seria exaltado à direita de Deus, com todas as honras de Filho e Rei (Atos 2:33 -35). E sua excelsa presença estava ali revelada na pessoa do Espírito Santo, que chegara conforme prometido (Atos 2.33; Jo 7.39; 14.16,26; 16.7 de acordo com Sl 68.18).
Na expressão “O Senhor disse ao meu Senhor” (Sl 110.1), o primeiro “Senhor” traduz a palavra hebraica Yahweh (o nome sagrado e impronunciável de Deus), e o segundo Ãdõn (Senhor). Sendo assim, o Senhor (Deus) disse ao meu Senhor (o Filho de Davi, o Messias). De acordo com Pedro, Davi dirigiu-se ao seu descendente com o mais elevado respeito, pois Davi, por meio da inspiração do Espírito Santo, reconhecia a absoluta divindade desse descendente (Mt 22:41 -45). Porquanto, além da sua ressurreição da morte (Atos 2.31,32), também seria exaltado à direita de Deus, com todas as honras de Filho e Rei (Atos 2:33 -35). E sua excelsa presença estava ali revelada na pessoa do Espírito Santo, que chegara conforme prometido (Atos 2.33; Jo 7.39; 14.16,26; 16.7 de acordo com Sl 68.18).
36
Saiba, pois, com certeza, toda a casa de Israel, que a esse mesmo Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo. Atos 2:36
Esta afirmação corajosa de Pedro constitui-se no mais antigo Credo da Igreja de Jesus Cristo (Rm 10.9; 1Co 12.3; Fp 2.11).
Esta afirmação corajosa de Pedro constitui-se no mais antigo Credo da Igreja de Jesus Cristo (Rm 10.9; 1Co 12.3; Fp 2.11).
37
Ora, ouvindo isto, compungiram- se em seu coração e disseram a Pedro e aos demais apóstolos: Homens e irmãos, o que faremos?
38
Então, disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e seja batizado cada um de vós, no nome de Jesus Cristo para remissão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Atos 2:38
A mensagem de João Batista, o grande precursor do Reino, é reenfatizada por Pedro e será a marca das principais mensagens evangelísticas dos apóstolos para o recebimento de perdão e o novo nascimento (Mc 1.4; Lc 3.3). O mesmo destaque foi dado pelo próprio Jesus (Mc 1.5; Lc 13.3; Lc 24.47). Da mesma forma, o batismo era importante para João, Jesus e na Igreja primitiva sob direção dos apóstolos, pois esta ordenança sempre esteve associada à fé, à aceitação da Palavra, ao arrependimento e à busca de uma vida de adoração a Deus (Mt 28,19; Atos 8.12; 18.8). O ato do batismo em si não é capaz de perdoar o pecado original ou qualquer outro. O perdão total e definitivo dos nossos pecados ocorre por meio da graça de Deus que converte o coração humano e faz germinar a fé cristã (Rm 6.3,4). Depois do sacrifício de Jesus, duas dádivas são concedidas aos que crêem: o perdão dos pecados (Atos 22.16) e o Espírito Santo. A promessa do Espírito Santo de habitar no interior do ser humano é um presente e selo (marca divina) de Deus, garantido a todos os cristãos sinceros, indistintamente de suas posições teológicas ou doutrinárias (Atos 8:9 -11; 1Co 12.13). No Atos 2.39, Pedro refere-se aos que estão longe, os gentios, e aos filhos dos judeus presentes, às futuras gerações judaicas (Ef 2.13).
A mensagem de João Batista, o grande precursor do Reino, é reenfatizada por Pedro e será a marca das principais mensagens evangelísticas dos apóstolos para o recebimento de perdão e o novo nascimento (Mc 1.4; Lc 3.3). O mesmo destaque foi dado pelo próprio Jesus (Mc 1.5; Lc 13.3; Lc 24.47). Da mesma forma, o batismo era importante para João, Jesus e na Igreja primitiva sob direção dos apóstolos, pois esta ordenança sempre esteve associada à fé, à aceitação da Palavra, ao arrependimento e à busca de uma vida de adoração a Deus (Mt 28,19; Atos 8.12; 18.8). O ato do batismo em si não é capaz de perdoar o pecado original ou qualquer outro. O perdão total e definitivo dos nossos pecados ocorre por meio da graça de Deus que converte o coração humano e faz germinar a fé cristã (Rm 6.3,4). Depois do sacrifício de Jesus, duas dádivas são concedidas aos que crêem: o perdão dos pecados (Atos 22.16) e o Espírito Santo. A promessa do Espírito Santo de habitar no interior do ser humano é um presente e selo (marca divina) de Deus, garantido a todos os cristãos sinceros, indistintamente de suas posições teológicas ou doutrinárias (Atos 8:9 -11; 1Co 12.13). No Atos 2.39, Pedro refere-se aos que estão longe, os gentios, e aos filhos dos judeus presentes, às futuras gerações judaicas (Ef 2.13).
39
Porque a promessa é para vós, e para vossos filhos, e para todos os que estão longe, todos quantos o Senhor nosso Deus chamar.
40
E com muitas outras palavras ele testificava e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa.
41
Então, os que alegremente receberam a sua palavra foram batizados; e naquele dia acrescentaram-se em torno de três mil almas.
42
E eles continuaram firmemente na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. Atos 2:42
O ensino ou doutrina dos apóstolos incluía tudo o que o próprio Jesus ensinara (Mt 28.20), sendo o mais importante o Evangelho, o qual se firmava em sua vida e obra, morte e ressurreição (Atos 2.23,24; 3.15; 4.10; 1Co 15:1 -4). A ministração dos apóstolos era incomparável por ser inspirada por Deus e estar revestida de toda autoridade a eles outorgada pelo próprio Senhor Jesus (2Co 13.10; 1Ts 4.2). Em nossos dias, esse mesmo ensino dos apóstolos está à nossa disposição nas páginas das Escrituras Sagradas, especialmente do NT. O livro de Atos ressalta a importância da oração diária na vida dos cristãos, tanto em particular quanto em público (Atos 1.14; 3.1; 6.4; 10.4,31; 12.5; 16.13,16).
O ensino ou doutrina dos apóstolos incluía tudo o que o próprio Jesus ensinara (Mt 28.20), sendo o mais importante o Evangelho, o qual se firmava em sua vida e obra, morte e ressurreição (Atos 2.23,24; 3.15; 4.10; 1Co 15:1 -4). A ministração dos apóstolos era incomparável por ser inspirada por Deus e estar revestida de toda autoridade a eles outorgada pelo próprio Senhor Jesus (2Co 13.10; 1Ts 4.2). Em nossos dias, esse mesmo ensino dos apóstolos está à nossa disposição nas páginas das Escrituras Sagradas, especialmente do NT. O livro de Atos ressalta a importância da oração diária na vida dos cristãos, tanto em particular quanto em público (Atos 1.14; 3.1; 6.4; 10.4,31; 12.5; 16.13,16).
43
E sobrevinha temor a toda alma, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos. Atos 2:43
O temor (estado de adoração contínua) que existia no coração dos crentes daquela época era uma mistura de pavor, êxtase e perplexidade diante da presença majestosa de Deus, operando milagres, prodígios e sinais maravilhosos entre a multidão dos que iam sendo convertidos pelo Espírito Santo e acrescentados à Igreja.
O temor (estado de adoração contínua) que existia no coração dos crentes daquela época era uma mistura de pavor, êxtase e perplexidade diante da presença majestosa de Deus, operando milagres, prodígios e sinais maravilhosos entre a multidão dos que iam sendo convertidos pelo Espírito Santo e acrescentados à Igreja.
45
E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos os homens, conforme cada homem necessitava. Atos 2:45
A união e o amor com que os convertidos viviam a vida cristã era um testemunho poderoso em Jerusalém e em muitas outras partes. Além das diversas operações de milagres e curas realizadas pelos apóstolos todos os dias, a Igreja não permitia que a ninguém faltasse o necessário para viver. As colaborações eram voluntárias e generosas, regadas com muita oração, manifestações de louvor e satisfação. A alegria deve ser o estado de ânimo do crente, não apenas uma euforia eventual e passageira, como é próprio dos que não depositam sua fé e a própria vida aos cuidados do Senhor (Atos 16.34). A união e o compartilhar da Igreja são frutos do Espírito Santo. Muitos filósofos e pensadores, ao longo dos séculos, idealizaram comunidades e nações inteiras, cujos povos socializariam seus recursos humanos e materiais. Contudo, não obtiveram sucesso. Sem a plenitude do Espírito Santo, o homem tende ao pecado e ao engano (erro).
A união e o amor com que os convertidos viviam a vida cristã era um testemunho poderoso em Jerusalém e em muitas outras partes. Além das diversas operações de milagres e curas realizadas pelos apóstolos todos os dias, a Igreja não permitia que a ninguém faltasse o necessário para viver. As colaborações eram voluntárias e generosas, regadas com muita oração, manifestações de louvor e satisfação. A alegria deve ser o estado de ânimo do crente, não apenas uma euforia eventual e passageira, como é próprio dos que não depositam sua fé e a própria vida aos cuidados do Senhor (Atos 16.34). A união e o compartilhar da Igreja são frutos do Espírito Santo. Muitos filósofos e pensadores, ao longo dos séculos, idealizaram comunidades e nações inteiras, cujos povos socializariam seus recursos humanos e materiais. Contudo, não obtiveram sucesso. Sem a plenitude do Espírito Santo, o homem tende ao pecado e ao engano (erro).
46
E, perseverando todos os dias concordemente no templo, e partindo o pão de casa em casa, comiam o seu alimento com alegria e singeleza de coração. Atos 2:46
Judeus e gentios convertidos pelo Espírito a Jesus Cristo começavam a formar e desenvolver a Igreja primitiva. Os cultos que reuniam os crentes em Jerusalém se realizavam diariamente no Templo (Lc 24.53). Entretanto, a Ceia em memória ao Senhor Jesus, que na época coincidia com uma refeição de confraternização, era realizada nas casas dos cristãos em meio a uma celebração chamada “Agap?” (Festa do amor fraternal), na qual os irmãos exerciam a “comunhão” (em grego: koinonia), que tinha um sentido muito maior do que apenas aquecer a amizade: expressava a própria “vida de Cristo”, de uns para com os outros, com suas vitórias e desafios, alegrias e tristezas. A “koinonia” solidificava a intimidade espiritual dos crentes com o próprio Jesus (por meio do Espírito Santo) e entre si.
Judeus e gentios convertidos pelo Espírito a Jesus Cristo começavam a formar e desenvolver a Igreja primitiva. Os cultos que reuniam os crentes em Jerusalém se realizavam diariamente no Templo (Lc 24.53). Entretanto, a Ceia em memória ao Senhor Jesus, que na época coincidia com uma refeição de confraternização, era realizada nas casas dos cristãos em meio a uma celebração chamada “Agap?” (Festa do amor fraternal), na qual os irmãos exerciam a “comunhão” (em grego: koinonia), que tinha um sentido muito maior do que apenas aquecer a amizade: expressava a própria “vida de Cristo”, de uns para com os outros, com suas vitórias e desafios, alegrias e tristezas. A “koinonia” solidificava a intimidade espiritual dos crentes com o próprio Jesus (por meio do Espírito Santo) e entre si.
47
Louvando a Deus, e tendo o favor de todo o povo. E o Senhor acrescentava diariamente à igreja os que estavam sendo salvos.