Ozzuu Bible
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1
E ele começou a falar-lhes por parábolas: Um certo homem plantou uma vinha, e a colocou em uma cerca viva, e cavou nela um lugar para o lagar, e edificou uma torre, e a deixou com uns lavradores, e foi para uma terra distante. Mc 12:1
Jesus continua a falar com os mesmos líderes religiosos de 11.27. Esta história ilustrativa e repleta de ensinamentos (parábola) fala dos homens que desconfiam da autoridade divina de Jesus. As expressões hebraicas: “plantou uma vinha”, “cerca ao redor”, “cavou um tanque”, “torre de vigia” vêm citadas na versão grega de Isaías 5.1,2, na tradução das Escrituras chamada Septuaginta ou, simplesmente “LXX”.
Jesus continua a falar com os mesmos líderes religiosos de 11.27. Esta história ilustrativa e repleta de ensinamentos (parábola) fala dos homens que desconfiam da autoridade divina de Jesus. As expressões hebraicas: “plantou uma vinha”, “cerca ao redor”, “cavou um tanque”, “torre de vigia” vêm citadas na versão grega de Isaías 5.1,2, na tradução das Escrituras chamada Septuaginta ou, simplesmente “LXX”.
2
E na estação, enviou um servo aos lavradores para que eles pudessem receber do fruto da vinha. Mc 12:2
A palavra “servo” aqui usada é doulos (em grego: escravo). Neste caso indica uma das grandes características do Profeta de Jeová, do AT: “obediente e submisso a Deus” (Jr 7.25; Am 3.7; Zc 1.4).
A palavra “servo” aqui usada é doulos (em grego: escravo). Neste caso indica uma das grandes características do Profeta de Jeová, do AT: “obediente e submisso a Deus” (Jr 7.25; Am 3.7; Zc 1.4).
4
E mais uma vez, ele enviou outro servo; e eles, apedrejando-o, feriram-no na cabeça, e o mandaram embora, completamente envergonhado.
5
E novamente ele enviou outro; e a este mataram, e a muitos outros, espancando a uns e matando a outros.
6
Tendo, portanto, ainda o seu filho amado, a este lhes enviou por último, dizendo: Eles respeitarão o meu filho. Mc 12:6
A derradeira possibilidade de reconciliação dos seres humanos com o Criador está na intermediação de Cristo, o Filho amado. A ênfase de todo o NT está na incomparabilidade de Jesus Cristo (Hb 1.1,2). Quem rejeitar o Filho fica sem qualquer esperança de aceitação da parte de Deus, o Pai.
A derradeira possibilidade de reconciliação dos seres humanos com o Criador está na intermediação de Cristo, o Filho amado. A ênfase de todo o NT está na incomparabilidade de Jesus Cristo (Hb 1.1,2). Quem rejeitar o Filho fica sem qualquer esperança de aceitação da parte de Deus, o Pai.
7
Mas aqueles lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, matemo-lo, e a herança será nossa. Mc 12:7
Pela lei judaica, em vigor na época, qualquer propriedade não reclamada por seu herdeiro legal passava a ser declarada “terra sem dono”, e poderia ser outorgada propriedade da primeira pessoa que se identificasse como dono dessas terras. Os vinicultores, embriagados pela avareza e cobiça, logo perceberam que assassinando o filho do dono poderiam tornar-se os novos e ricos proprietários das terras.
Pela lei judaica, em vigor na época, qualquer propriedade não reclamada por seu herdeiro legal passava a ser declarada “terra sem dono”, e poderia ser outorgada propriedade da primeira pessoa que se identificasse como dono dessas terras. Os vinicultores, embriagados pela avareza e cobiça, logo perceberam que assassinando o filho do dono poderiam tornar-se os novos e ricos proprietários das terras.
9
O que fará, portanto, o senhor da vinha? Ele virá e destruirá os lavradores, e dará a vinha a outros.
10
Ainda não lestes esta escritura: A pedra que os edificadores rejeitaram se tornou a cabeça do ângulo;
11
isso é obra do Senhor, e é maravilhosa aos nossos olhos? Mc 12:11
Esta passagem é composta integralmente com expressões extraídas da tradução grega Septuaginta (LXX) do Salmo 118.22,23. A pedra principal ou angular era a pedra que unia e completava as grandes construções da época (Atos 4.11; 1Pe 2.7,8). Deus permitiu o assassinato de seu Filho único, apenas para, em seguida, exaltá-lo como Senhor supremo e Juiz dos pecadores inveterados (Fp 2:6 -11).
Esta passagem é composta integralmente com expressões extraídas da tradução grega Septuaginta (LXX) do Salmo 118.22,23. A pedra principal ou angular era a pedra que unia e completava as grandes construções da época (Atos 4.11; 1Pe 2.7,8). Deus permitiu o assassinato de seu Filho único, apenas para, em seguida, exaltá-lo como Senhor supremo e Juiz dos pecadores inveterados (Fp 2:6 -11).
12
E eles buscavam prendê-lo, mas temiam as pessoas; porque sabiam que ele havia falado a parábola contra eles; e deixando-o, foram pelo seu caminho.
13
E eles enviaram-lhe alguns dos fariseus e dos herodianos, para surpreendê-lo em suas palavras. Mc 12:13
Este episódio ocorreu na terça-feira da Paixão, em um dos átrios do templo. Os herodianos eram partidários de Herodes Antipas, rei da Galiléia. O plano para matar Jesus, tramado logo depois do início do seu ministério na Galiléia, estava agora amadurecendo rapidamente e ganhava força nos meios religiosos e políticos de Jerusalém.
Este episódio ocorreu na terça-feira da Paixão, em um dos átrios do templo. Os herodianos eram partidários de Herodes Antipas, rei da Galiléia. O plano para matar Jesus, tramado logo depois do início do seu ministério na Galiléia, estava agora amadurecendo rapidamente e ganhava força nos meios religiosos e políticos de Jerusalém.
14
E, chegando eles, disseram-lhe: Mestre, nós sabemos que és verdadeiro, e não te preocupas por causa de nenhum homem; quanto mais a aparência dos homens, mas ensinas o caminho de Deus em verdade; é lícito dar tributo a César, ou não?
15
Nós daremos, ou não daremos? Mas ele, conhecendo a sua hipocrisia, disse-lhes: Por que me tentas? Trazei-me uma moeda, para que eu a veja.
16
E eles lha trouxeram. E ele disse-lhes: De quem é esta imagem e inscrição? E eles lhe disseram: De César.
17
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai a César as coisas que são de César, e a Deus as coisas que são de Deus. E maravilharam-se dele. Mc 12:17
O NT apresenta alguns princípios básicos referentes à nossa obediência ao Estado: 1) O Estado não é maior nem mais poderoso que o Senhor. Deve, portanto, ser submisso à vontade expressa de Deus (Rm 13.1). 2) O Estado tem deveres e direitos para com seu povo que, por sua vez, também deve cumprir com suas responsabilidades cívicas. Existem obrigações para com o Estado que não entram em choque com nossas obrigações prioritárias para com Deus (Rm 13:1 -7; 1Tm 2:1 -6; Tt 3.1,2; 1Pe 2:13 -17). 3) O limite dessas responsabilidades para com o Estado não deve ultrapassar a vontade de Deus, claramente expressa pelo Espírito Santo aos cristãos e escrita em Sua Palavra (Atos 4.19).8 Os saduceus representavam o partido judaico aristocrata dos sacerdotes e das classes ricas, na época subordinado aos romanos. Estabelecidos principalmente em Jerusalém, fizeram do templo e de sua administração seu interesse principal. Embora pequeno em número, na época de Jesus, esse grupo exerceu poderosa e decisiva influência política e religiosa em Israel, e até em Roma. Negavam a ressurreição dos mortos, aceitavam somente a autoridade divina dos primeiros cinco livros de Moisés (o Pentateuco ou a Torá), e rejeitavam totalmente a tradição oral dos judeus. Essas doutrinas geravam grande conflito entre os saduceus, os fariseus e a fé comum judaica.
O NT apresenta alguns princípios básicos referentes à nossa obediência ao Estado: 1) O Estado não é maior nem mais poderoso que o Senhor. Deve, portanto, ser submisso à vontade expressa de Deus (Rm 13.1). 2) O Estado tem deveres e direitos para com seu povo que, por sua vez, também deve cumprir com suas responsabilidades cívicas. Existem obrigações para com o Estado que não entram em choque com nossas obrigações prioritárias para com Deus (Rm 13:1 -7; 1Tm 2:1 -6; Tt 3.1,2; 1Pe 2:13 -17). 3) O limite dessas responsabilidades para com o Estado não deve ultrapassar a vontade de Deus, claramente expressa pelo Espírito Santo aos cristãos e escrita em Sua Palavra (Atos 4.19).8 Os saduceus representavam o partido judaico aristocrata dos sacerdotes e das classes ricas, na época subordinado aos romanos. Estabelecidos principalmente em Jerusalém, fizeram do templo e de sua administração seu interesse principal. Embora pequeno em número, na época de Jesus, esse grupo exerceu poderosa e decisiva influência política e religiosa em Israel, e até em Roma. Negavam a ressurreição dos mortos, aceitavam somente a autoridade divina dos primeiros cinco livros de Moisés (o Pentateuco ou a Torá), e rejeitavam totalmente a tradição oral dos judeus. Essas doutrinas geravam grande conflito entre os saduceus, os fariseus e a fé comum judaica.
18
Então se aproximaram dele os saduceus, que dizem não haver ressurreição, e eles perguntaram- lhe, dizendo:
19
Mestre, Moisés nos escreveu que, se morresse o irmão de um homem, e deixasse sua esposa e não deixasse filhos, que seu irmão tomasse a esposa dele, e levante descendência a seu irmão.
22
E os sete a possuíram, sem deixar descendência; por fim, depois de todos, morreu também a mulher.
23
Portanto, na ressurreição, quando eles ressuscitarem, de qual deles será a mulher? Porque os sete a tiveram por mulher.
24
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Porventura vós não errais em razão de não conhecerdes as escrituras, nem o poder de Deus? Mc 12:24
As doutrinas e pressuposições teológicas dos saduceus os incapacitavam de entender coerentemente (conhecer) o AT como um todo e não apenas o Pentateuco.
As doutrinas e pressuposições teológicas dos saduceus os incapacitavam de entender coerentemente (conhecer) o AT como um todo e não apenas o Pentateuco.
25
Porque, ao ressuscitarem dentre os mortos, eles nem se casam, nem se dão em casamento; mas são como os anjos que estão no céu.
26
E quanto aos mortos, que ressuscitarão; não lestes no livro de Moisés, como Deus lhe falou na sarça, dizendo: Eu sou o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó?
27
Ele não é o Deus dos mortos, mas é o Deus dos vivos; portanto, vós errais grandemente. Mc 12:27
Era comum os mestres judeus referirem-se ao evento da “sarça” ao falar do maravilhoso encontro de Deus com Moisés no deserto ou para lembrar o texto bíblico de Êx 3:1 -6 (ver Rm 11.2, em que “Elias” se refere a 1Rs 19:1 -10). Nesta passagem, Jesus confirma a inspiração e a historicidade do texto de Êx 3. Os planos do Criador e Fonte da vida não serão vencidos pela morte, nem pelo pecado (Sl 73.23). Deus é Senhor dos vivos, pois ainda que morramos, seremos ressuscitados e estaremos vivos para sempre.
Era comum os mestres judeus referirem-se ao evento da “sarça” ao falar do maravilhoso encontro de Deus com Moisés no deserto ou para lembrar o texto bíblico de Êx 3:1 -6 (ver Rm 11.2, em que “Elias” se refere a 1Rs 19:1 -10). Nesta passagem, Jesus confirma a inspiração e a historicidade do texto de Êx 3. Os planos do Criador e Fonte da vida não serão vencidos pela morte, nem pelo pecado (Sl 73.23). Deus é Senhor dos vivos, pois ainda que morramos, seremos ressuscitados e estaremos vivos para sempre.
28
E vindo um dos escribas, ouvindo-os discutirem, e percebendo que lhes havia respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? Mc 12:28
Os antigos rabinos judeus contavam 613 ordenanças da Lei e procuravam diferenciar entre mandamentos “pesados” ou “mais importantes” (graves), e aqueles considerados “leves” ou “menos importantes”. Os escribas eram fariseus, teólogos e eruditos da lei, criadores e transmissores da interpretação tradicional dos mandamentos de Deus.
Os antigos rabinos judeus contavam 613 ordenanças da Lei e procuravam diferenciar entre mandamentos “pesados” ou “mais importantes” (graves), e aqueles considerados “leves” ou “menos importantes”. Os escribas eram fariseus, teólogos e eruditos da lei, criadores e transmissores da interpretação tradicional dos mandamentos de Deus.
29
E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, ó Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor;
30
e tu amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, e com toda tua alma, e com toda a tua mente, e com toda a tua força; este é o primeiro mandamento. Mc 12:30
Jesus recita o Shema, em razão de ser a primeira palavra hebraica de Dt 6.4, que significa “Ouve” (preste atenção para praticar). Citar este trecho das Escrituras tornou-se uma espécie de confissão de fé judaica, recitada por judeus piedosos e consagrados, todas as manhãs e ao pôr-do-sol. Até hoje é usada para iniciar os cultos nas sinagogas em todo o mundo. No entanto, especialmente na vida dos líderes religiosos que combatiam Jesus, o Shema havia se tornado apenas uma “reza” ou “oráculo”, repetição meramente ritualística de palavras, as quais se imagina que possam tocar a divindade. Jesus resgatou o verdadeiro sentido do Shema e acrescentou-lhe o mandamento de Lv 19.18, para demonstrar que é impossível amar a Deus sem honrar ao próximo com o mesmo sentimento de cuidado que devotamos a nós mesmos. O amor a Deus tem como expressão natural o amor aos irmãos de raça e à terra em geral. O primeiro e o segundo mandamentos são inseparáveis (1Jo 4.20). Agostinho proclamou: “Ama a Deus e faze o que queres”, pois o amor sincero a Deus purifica todas as nossas intenções. A ênfase na unidade absoluta do Deus único é usada para negar qualquer idéia de politeísmo, comum a todos os povos não judeus da antigüidade.
Jesus recita o Shema, em razão de ser a primeira palavra hebraica de Dt 6.4, que significa “Ouve” (preste atenção para praticar). Citar este trecho das Escrituras tornou-se uma espécie de confissão de fé judaica, recitada por judeus piedosos e consagrados, todas as manhãs e ao pôr-do-sol. Até hoje é usada para iniciar os cultos nas sinagogas em todo o mundo. No entanto, especialmente na vida dos líderes religiosos que combatiam Jesus, o Shema havia se tornado apenas uma “reza” ou “oráculo”, repetição meramente ritualística de palavras, as quais se imagina que possam tocar a divindade. Jesus resgatou o verdadeiro sentido do Shema e acrescentou-lhe o mandamento de Lv 19.18, para demonstrar que é impossível amar a Deus sem honrar ao próximo com o mesmo sentimento de cuidado que devotamos a nós mesmos. O amor a Deus tem como expressão natural o amor aos irmãos de raça e à terra em geral. O primeiro e o segundo mandamentos são inseparáveis (1Jo 4.20). Agostinho proclamou: “Ama a Deus e faze o que queres”, pois o amor sincero a Deus purifica todas as nossas intenções. A ênfase na unidade absoluta do Deus único é usada para negar qualquer idéia de politeísmo, comum a todos os povos não judeus da antigüidade.
31
E o segundo é semelhante, a este: Tu amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.
32
E o escriba lhe disse: Bem, Mestre, tu disseste a verdade; pois há um único Deus, e não há outro além dele;
33
e de amá-lo com todo o coração, com toda a compreensão, e com toda a alma, e com toda a força, e de amar ao seu próximo como a si mesmo, é mais do que todas as ofertas queimadas e sacrifícios.
34
E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Tu não estás longe do reino de Deus. E nenhum homem depois disso ousou fazer-lhe pergunta alguma.
35
E, Jesus respondendo, dizia, ensinando no templo: Como dizem os escribas que Cristo é o filho de Davi?
36
O próprio Davi disse pelo Espírito Santo: O Senhor disse ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu faça os teus inimigos por escabelo. Mc 12:36
Jesus usa habilmente as Sagradas Escrituras para mostrar que o Cristo (o Messias) era mais que descendente de Davi. Era o Senhor de Davi (Sl 110.1).
Jesus usa habilmente as Sagradas Escrituras para mostrar que o Cristo (o Messias) era mais que descendente de Davi. Era o Senhor de Davi (Sl 110.1).
37
Porque, se Davi mesmo lhe chama Senhor, como é ele então seu filho? E pessoas comuns o ouvia de boa vontade.
38
E, ele dizia-lhes na sua doutrina: Guardai- vos dos escribas, que adoram andar com vestes compridas, e amam saudações nos mercados, Mc 12:38
Os escribas (mestres da lei) gostavam de usar túnicas compridas de linho branco com franjas que quase tocavam o chão. Colocavam boa parte de sua respeitabilidade na aparência exterior.
Os escribas (mestres da lei) gostavam de usar túnicas compridas de linho branco com franjas que quase tocavam o chão. Colocavam boa parte de sua respeitabilidade na aparência exterior.
39
e os principais assentos nas sinagogas, e os lugares mais altos nos banquetes; Mc 12:39
Os lugares mais destacados e importantes nas sinagogas ficavam em frente a uma réplica da “Arca” que era usada para guardar os rolos sagrados (cópias manuscritas dos originais). Aqueles que tinham o privilégio de sentar-se ali podiam ser vistos na sinagoga por toda a congregação.
Os lugares mais destacados e importantes nas sinagogas ficavam em frente a uma réplica da “Arca” que era usada para guardar os rolos sagrados (cópias manuscritas dos originais). Aqueles que tinham o privilégio de sentar-se ali podiam ser vistos na sinagoga por toda a congregação.
40
que devoram as casas das viúvas, e sob pretexto fazem longas orações; estes receberão maior condenação. Mc 12:40
Os mestres da lei não recebiam um salário fixo e regular. Dependiam de ofertas voluntárias dos irmãos judeus. As senhoras viúvas eram, em geral, as mais generosas e muitas vezes vítimas de exploração.
Os mestres da lei não recebiam um salário fixo e regular. Dependiam de ofertas voluntárias dos irmãos judeus. As senhoras viúvas eram, em geral, as mais generosas e muitas vezes vítimas de exploração.
41
E sentou-se Jesus defronte do cofre das ofertas, e observava como a multidão lançava dinheiro no cofre; e muitos ricos depositavam muito. Mc 12:41
Os gazofilácios ou caixas de ofertas ficavam no átrio das mulheres. Nele se achavam treze receptáculos em forma de trombeta para receber as contribuições trazidas pelos adoradores. De maneira curiosa, os homens tinham permissão para entrar nesse recinto, mas as mulheres não podiam ir a qualquer outra parte do templo.
Os gazofilácios ou caixas de ofertas ficavam no átrio das mulheres. Nele se achavam treze receptáculos em forma de trombeta para receber as contribuições trazidas pelos adoradores. De maneira curiosa, os homens tinham permissão para entrar nesse recinto, mas as mulheres não podiam ir a qualquer outra parte do templo.
42
E vindo ali uma viúva pobre, depositou dois leptos, que valem um quadrante. Mc 12:42
As moedas de cobre (em grego, lepta, “finas”) eram as menores em circulação em toda a Palestina e correspondiam ao mínimo valor monetário, valiam apenas 1/6 de um denário. Todavia Jesus observou o desprendimento da pobre senhora que ofereceu ao Senhor tudo o que tinha (2Co 8.12).
As moedas de cobre (em grego, lepta, “finas”) eram as menores em circulação em toda a Palestina e correspondiam ao mínimo valor monetário, valiam apenas 1/6 de um denário. Todavia Jesus observou o desprendimento da pobre senhora que ofereceu ao Senhor tudo o que tinha (2Co 8.12).
43
E ele chamando a si os seus discípulos, disse- lhes: Na verdade eu vos digo que esta pobre viúva deu mais do que todos os que depositaram ofertas no cofre;
44
porque todos eles depositaram da sua abundância; mas ela depositou tudo o que tinha, todo o seu meio de vida.