Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Luk 17Config
1
Então ele disse aos discípulos: É impossível que não venham ofensas; mas ai daquele por quem elas vierem!
2
Melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e que ele fosse lançado ao mar, do que ofender um destes pequeninos. Lc 17:2
Jesus se refere especialmente aos líderes religiosos e previne seus discípulos para evitarem qualquer escândalo (em grego: skandala – que significa literalmente, “tentações ao pecado”). Lucas coloca esse texto numa seqüência de advertências sobre o uso das riquezas e o correto ensino das Escrituras. Todos os cristãos devem cuidar-se para não se tornarem “pedra de tropeço”. Ou seja, motivo de desânimo espiritual ou pecado que afaste os mais novos na fé (de qualquer idade) ou os imaturos do Caminho do Senhor (Lc 17.23; 21.8; Mt 18.6; Mc 9.43; Rm 14.13).
Jesus se refere especialmente aos líderes religiosos e previne seus discípulos para evitarem qualquer escândalo (em grego: skandala – que significa literalmente, “tentações ao pecado”). Lucas coloca esse texto numa seqüência de advertências sobre o uso das riquezas e o correto ensino das Escrituras. Todos os cristãos devem cuidar-se para não se tornarem “pedra de tropeço”. Ou seja, motivo de desânimo espiritual ou pecado que afaste os mais novos na fé (de qualquer idade) ou os imaturos do Caminho do Senhor (Lc 17.23; 21.8; Mt 18.6; Mc 9.43; Rm 14.13).
3
Tomai cuidado de vós mesmos, se teu irmão peca contra ti, repreende-o; e, se ele se arrepender, perdoa-lhe; Lc 17:3
A palavra original, aqui traduzida por “repreende-o” tem o sentido de “corrigir com amor”. Jesus ensina que seus seguidores devem perdoar tudo, em todos, e sempre (Mt 18.21). Como cristãos temos não somente a obrigação, mas o poder de perdoar o arrependido, assim como Deus perdoa (Lc 15:1 -32; Mt 6.14,15). Apesar de todas as dificuldades para cumprir esse mandamento do Senhor, sua prática produz enormes, profundas e eternas bênçãos. Evidentemente, a fé é tão essencial para perdoar quanto para pedir e receber perdão.
A palavra original, aqui traduzida por “repreende-o” tem o sentido de “corrigir com amor”. Jesus ensina que seus seguidores devem perdoar tudo, em todos, e sempre (Mt 18.21). Como cristãos temos não somente a obrigação, mas o poder de perdoar o arrependido, assim como Deus perdoa (Lc 15:1 -32; Mt 6.14,15). Apesar de todas as dificuldades para cumprir esse mandamento do Senhor, sua prática produz enormes, profundas e eternas bênçãos. Evidentemente, a fé é tão essencial para perdoar quanto para pedir e receber perdão.
4
e, se ele peca contra ti sete vezes em um dia, e sete vezes em um dia retornar a ti, dizendo: Eu me arrependo, tu lhe perdoarás.
5
E os apóstolos disseram ao Senhor: Aumenta a nossa fé. Lc 17:5
Os apóstolos imediatamente pediram mais fé ao Senhor para conseguirem cumprir o mandamento do perdão. Jesus nos ensina que para cumprir essa ordenança e viver a vida cristã com coerência e frutos espirituais (abundância, plenitude, Jo 10.10), não é necessário uma grande fé, mas fé em um grande Deus. Jesus usa a figura do grão (semente) de mostarda – que era proverbial por causa do seu pequeno tamanho – e substitui o conceito de maior ou menor fé, para a realidade de uma fé genuína. Se há uma fé real, sem dúvida, os seus efeitos a seguirão. Jesus refere-se à figura da amoreira negra, muito usada pelos fariseus como metáfora de solidez e tradição arraigada (diziam que as raízes desta árvore eram enormes e viviam até 600 anos) e assegura que a fé pura e verdadeira poderia removê-la e plantá-la em pleno mar.
Os apóstolos imediatamente pediram mais fé ao Senhor para conseguirem cumprir o mandamento do perdão. Jesus nos ensina que para cumprir essa ordenança e viver a vida cristã com coerência e frutos espirituais (abundância, plenitude, Jo 10.10), não é necessário uma grande fé, mas fé em um grande Deus. Jesus usa a figura do grão (semente) de mostarda – que era proverbial por causa do seu pequeno tamanho – e substitui o conceito de maior ou menor fé, para a realidade de uma fé genuína. Se há uma fé real, sem dúvida, os seus efeitos a seguirão. Jesus refere-se à figura da amoreira negra, muito usada pelos fariseus como metáfora de solidez e tradição arraigada (diziam que as raízes desta árvore eram enormes e viviam até 600 anos) e assegura que a fé pura e verdadeira poderia removê-la e plantá-la em pleno mar.
6
E disse o Senhor: Se tiverdes fé como um grão de semente de mostarda, podeis dizer a esta amoreira: Desarraiga-te daqui e planta- te no mar, e ela vos obedecerá.
7
Mas qual de vós, tendo um servo lavrando ou apascentando o gado, lhe dirá, ao voltar ele do campo: Chega-te e assenta-te à mesa?
8
E não lhe dirá antes: Prepara-me a ceia, e cinge-te, e serve-me, até que eu tenha comido e bebido, e depois tu comerás e beberás!
10
Assim também vós, quando tiverdes feito as coisas que vos for mandado, dizei: Nós somos servos inúteis, fizemos o que era nosso dever fazer. Lc 17:10
Muitas são as pessoas que imaginam que Deus pode se tornar nosso devedor por causa de boas obras praticadas, sacrifícios, ofertas ou promessas cumpridas. Na verdade, nossa alegria deve estar em sermos recebidos como servos (escravos). Jesus previne seus discípulos quanto ao uso correto da fé. Ou seja, com humildade. Não esquecendo da nossa condição primeira de escravos sem direito. A palavra grega original: achreioi (inúteis), significa “que não dá dividendos”, isso quer dizer: “não há como barganhar com Deus” (Mt 5.48; 1Co 9.16). Jesus relata como era a vida normal dos senhores e seus criados, mas ele próprio agia com muito mais generosidade (Lc 12.37; 22.27).
Muitas são as pessoas que imaginam que Deus pode se tornar nosso devedor por causa de boas obras praticadas, sacrifícios, ofertas ou promessas cumpridas. Na verdade, nossa alegria deve estar em sermos recebidos como servos (escravos). Jesus previne seus discípulos quanto ao uso correto da fé. Ou seja, com humildade. Não esquecendo da nossa condição primeira de escravos sem direito. A palavra grega original: achreioi (inúteis), significa “que não dá dividendos”, isso quer dizer: “não há como barganhar com Deus” (Mt 5.48; 1Co 9.16). Jesus relata como era a vida normal dos senhores e seus criados, mas ele próprio agia com muito mais generosidade (Lc 12.37; 22.27).
11
E aconteceu que, indo ele para Jerusalém, passou pelo meio de Samaria e da Galileia; Lc 17:11
A partir deste trecho Jesus segue sua jornada até Jerusalém, passando pela Peréia e ministrando ao longo do caminho até chegar ao seu destino final (Lc 9.51; 13.22).
A partir deste trecho Jesus segue sua jornada até Jerusalém, passando pela Peréia e ministrando ao longo do caminho até chegar ao seu destino final (Lc 9.51; 13.22).
12
e, entrando ele em uma certa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez homens leprosos, os quais ficaram parados de longe;
14
E ele, vendo-os, disse-lhes: Ide e mostrai- vos aos sacerdotes. E aconteceu que, enquanto iam, eles foram purificados. Lc 17:14
Caminhar sob o comando do Senhor é sempre a prova da fé pura e verdadeira que remove obstáculos (2Rs 5:10 -15). Jesus não queria chamar atenção sobre si, nem quebrar a Lei. Porém, é importante observar que somente depois de curadas as pessoas deviam ser apresentadas diante dos sacerdotes para a entrega de ofertas de gratidão a Deus (Lv 13.2,3; 14:2 -32).
Caminhar sob o comando do Senhor é sempre a prova da fé pura e verdadeira que remove obstáculos (2Rs 5:10 -15). Jesus não queria chamar atenção sobre si, nem quebrar a Lei. Porém, é importante observar que somente depois de curadas as pessoas deviam ser apresentadas diante dos sacerdotes para a entrega de ofertas de gratidão a Deus (Lv 13.2,3; 14:2 -32).
18
Não se achou quem retornasse para dar glória a Deus, senão este estrangeiro. Lc 17:18
Os nove leprosos ingratos representam a atitude da maioria do povo judaico diante da pessoa e missão de Cristo. Os judeus não suportavam os samaritanos há muito tempo (Jo 4.9). Contudo a doença e as crises sempre aproximam os inimigos. A maneira agradecida e feliz com que o samaritano volta para louvar ao Senhor é um prenúncio do Evangelho chegando a todos os povos da terra não judeus (gentios).
Os nove leprosos ingratos representam a atitude da maioria do povo judaico diante da pessoa e missão de Cristo. Os judeus não suportavam os samaritanos há muito tempo (Jo 4.9). Contudo a doença e as crises sempre aproximam os inimigos. A maneira agradecida e feliz com que o samaritano volta para louvar ao Senhor é um prenúncio do Evangelho chegando a todos os povos da terra não judeus (gentios).
19
E ele disse-lhe: Levanta-te e vai pelo teu caminho; a tua fé te curou. Lc 17:19
Jesus costumava abençoar as pessoas com essa frase, cuja palavra “curar”, também pode ser traduzida como “salvar”, ou ainda “livrar”. Jesus gostava de usar o sentido ampliado dessa expressão em sua língua original para dar ênfase ao significado completo da salvação trazida por ele. Os nove judeus também tiveram fé, pois foram curados. Mas esse homem teve fé e gratidão e recebeu cura para o corpo e salvação para a alma. Ou seja, foi plenamente restaurado (Lc 7.50; 8.48,50; Mt 9.22).
Jesus costumava abençoar as pessoas com essa frase, cuja palavra “curar”, também pode ser traduzida como “salvar”, ou ainda “livrar”. Jesus gostava de usar o sentido ampliado dessa expressão em sua língua original para dar ênfase ao significado completo da salvação trazida por ele. Os nove judeus também tiveram fé, pois foram curados. Mas esse homem teve fé e gratidão e recebeu cura para o corpo e salvação para a alma. Ou seja, foi plenamente restaurado (Lc 7.50; 8.48,50; Mt 9.22).
20
E, sendo interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o reino de Deus, ele respondeu- lhes, e disse: O reino de Deus não vem com advertência; Lc 17:20
Jesus usa a palavra parateresis, que no original grego quer dizer: “sinais” ou “ritos de culto” (Gl 4.10) para ensinar que sua chegada e seu Reino não dependem de grandes manifestações exteriores como ocorreu na noite de Páscoa (Êx 12.42). Deste momento em diante, as pessoas em todo o mundo receberiam Deus para habitar (tabernacular) em seus corações, sem quaisquer ritos ou grandes manifestações cerimoniais. O sangue da salvação no madeiro, seria o do próprio Deus encarnado: Jesus Cristo.
Jesus usa a palavra parateresis, que no original grego quer dizer: “sinais” ou “ritos de culto” (Gl 4.10) para ensinar que sua chegada e seu Reino não dependem de grandes manifestações exteriores como ocorreu na noite de Páscoa (Êx 12.42). Deste momento em diante, as pessoas em todo o mundo receberiam Deus para habitar (tabernacular) em seus corações, sem quaisquer ritos ou grandes manifestações cerimoniais. O sangue da salvação no madeiro, seria o do próprio Deus encarnado: Jesus Cristo.
21
nem eles dirão: Ei-lo aqui! Ou: Ei-lo ali! Porque eis que o reino de Deus está dentro de vós. Lc 17:21
Jesus faz muitas vezes uso de expressões enigmáticas, para que apenas aqueles cuja alma for tocada por Deus, o sigam e obtenham a revelação. Assim, neste trecho, a expressão “entre vós” significa, ao mesmo tempo, que a experiência de receber o Reino de Deus é um milagre que ocorre no interior do ser humano (Mt 23.26), e que o Reino já havia chegado e estava bem ali na pessoa do seu Rei (Lc 19.11; 21.7; Atos 1.6). Jesus declara que não está no meio dos fariseus incrédulos; mas sim, que o Filho de Deus já estava agindo no meio deles, convocando seus súditos e proclamando sua volta em poder e glória no final dos tempos.
Jesus faz muitas vezes uso de expressões enigmáticas, para que apenas aqueles cuja alma for tocada por Deus, o sigam e obtenham a revelação. Assim, neste trecho, a expressão “entre vós” significa, ao mesmo tempo, que a experiência de receber o Reino de Deus é um milagre que ocorre no interior do ser humano (Mt 23.26), e que o Reino já havia chegado e estava bem ali na pessoa do seu Rei (Lc 19.11; 21.7; Atos 1.6). Jesus declara que não está no meio dos fariseus incrédulos; mas sim, que o Filho de Deus já estava agindo no meio deles, convocando seus súditos e proclamando sua volta em poder e glória no final dos tempos.
22
E ele disse aos discípulos: Dias virão em que desejareis ver um dos dias do Filho do homem e não o vereis. Lc 17:22
Quando os exércitos de Roma invadiram Jerusalém e massacraram o povo judeu (cerca de 70 d.C), muitos discípulos suplicaram desesperadamente pela volta de Cristo. Em épocas de guerras e grandes crises, os crentes desejam ver o grande Dia do Senhor, pois isso significará para os cristãos de todas as raças, povos e nações, o fim do sofrimento, das angústias, privações e perseguições.
Quando os exércitos de Roma invadiram Jerusalém e massacraram o povo judeu (cerca de 70 d.C), muitos discípulos suplicaram desesperadamente pela volta de Cristo. Em épocas de guerras e grandes crises, os crentes desejam ver o grande Dia do Senhor, pois isso significará para os cristãos de todas as raças, povos e nações, o fim do sofrimento, das angústias, privações e perseguições.
23
E eles vos dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; não vades, nem os sigais, Lc 17:23
Jesus prevê que os dias que antecederem ao seu glorioso retorno – repentino e brilhante como um relâmpago que corta os céus – a situação espiritual e moral das pessoas será de absoluta indiferença. O mundo viverá uma completa permissividade e apenas o poder econômico será reverenciado. A religiosidade da verdadeira teologia bíblica será esvaziada. Muitos destes sinais já são observados em países da Europa e em algumas partes dos Estados Unidos, conhecidos por sua tradição cristã reformada e protestante, e como um dos maiores centros evangélicos do mundo. Nessa época, vários falsos profetas surgirão e enganarão a muitos.
Jesus prevê que os dias que antecederem ao seu glorioso retorno – repentino e brilhante como um relâmpago que corta os céus – a situação espiritual e moral das pessoas será de absoluta indiferença. O mundo viverá uma completa permissividade e apenas o poder econômico será reverenciado. A religiosidade da verdadeira teologia bíblica será esvaziada. Muitos destes sinais já são observados em países da Europa e em algumas partes dos Estados Unidos, conhecidos por sua tradição cristã reformada e protestante, e como um dos maiores centros evangélicos do mundo. Nessa época, vários falsos profetas surgirão e enganarão a muitos.
24
porque, como o relâmpago ilumina desde uma extremidade inferior do céu até a outra extremidade, assim será também o Filho do homem no seu dia.
25
Mas primeiro é necessário que ele sofra muitas coisas, e que seja rejeitado por esta geração. Lc 17:25
Mas os tempos seriam marcados pelo sangue de Cristo. Antes que a história continuasse até seu epílogo, era impreterível o sacrifício do Filho de Deus para salvação do seu povo, e Jesus fez muitas vezes menção a esse ato histórico e decisivo na vida dos discípulos e da Igreja por todas as gerações até a sua volta (Lc 5.35; 9.22,43; 12.50; 13.32,33; 18.32; 24.7 de acordo com Mt 16.21).
Mas os tempos seriam marcados pelo sangue de Cristo. Antes que a história continuasse até seu epílogo, era impreterível o sacrifício do Filho de Deus para salvação do seu povo, e Jesus fez muitas vezes menção a esse ato histórico e decisivo na vida dos discípulos e da Igreja por todas as gerações até a sua volta (Lc 5.35; 9.22,43; 12.50; 13.32,33; 18.32; 24.7 de acordo com Mt 16.21).
27
Eles comiam, bebiam, casavam e davam- se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio, e destruiu a todos.
28
Semelhante também como aconteceu nos dias de Ló; eles comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam;
30
Assim será no dia em que o Filho do homem for revelado. Lc 17:30
Os dias de Ló (Gn 18.16 – 19.28) se repetirão, porém não de forma localizada, mas sobre todo o planeta. Então o Filho de Deus aparecerá claramente visível para todas as pessoas, em todas as partes da terra (1Co 1.7; 2 Ts 1.7; 1Pe 1.7,13; 4.13). Os cristãos sinceros imediatamente estarão com Cristo, os demais, infelizmente, continuarão a história de afastamento de Deus e danação que escolheram trilhar (Jo 1. 11-14).
Os dias de Ló (Gn 18.16 – 19.28) se repetirão, porém não de forma localizada, mas sobre todo o planeta. Então o Filho de Deus aparecerá claramente visível para todas as pessoas, em todas as partes da terra (1Co 1.7; 2 Ts 1.7; 1Pe 1.7,13; 4.13). Os cristãos sinceros imediatamente estarão com Cristo, os demais, infelizmente, continuarão a história de afastamento de Deus e danação que escolheram trilhar (Jo 1. 11-14).
31
Naquele dia, quem estiver no telhado, tendo os seus bens em casa, não desça para tirá-los; e o que estiver no campo, semelhantemente, não volte para trás. Lc 17:31
Na medida em que os dias se aproximam do glorioso retorno do Senhor, a sociedade relativisa e romanceia os princípios e mandamentos da Palavra de Deus, e a fé tende à apostasia, mais vigilância e consagração serão necessárias aos cristãos fiéis. A importância vital dessa preparação prévia para o grande Dia é um dos principais temas do ensino de Jesus Cristo sobre o final dos tempos (Lc 12:35 -48; Mt 25:1 -3). Vigilância é a constante e disciplinada concentração no Senhor e na prática diária da sua Palavra. Qualquer distração espiritual pode ser fatal, como ocorreu com a mulher de Ló. Nos tempos de Cristo, era costume subir nas lajes planas das casas para descansar à brisa amena dos finais de tarde na Palestina. Entretanto, no dia da volta de Cristo, não haverá tempo para buscar qualquer pertence. Tudo acontecerá num só instante. Mateus e Marcos se referiram da mesma forma à queda de Jerusalém e de modo indireto ao final dos tempos (Mt 24.17,18; Mc 13.15). Entretanto, o texto se refere aqui ao glorioso retorno de Jesus (Lc 17.30 de acordo com 21.21).
Na medida em que os dias se aproximam do glorioso retorno do Senhor, a sociedade relativisa e romanceia os princípios e mandamentos da Palavra de Deus, e a fé tende à apostasia, mais vigilância e consagração serão necessárias aos cristãos fiéis. A importância vital dessa preparação prévia para o grande Dia é um dos principais temas do ensino de Jesus Cristo sobre o final dos tempos (Lc 12:35 -48; Mt 25:1 -3). Vigilância é a constante e disciplinada concentração no Senhor e na prática diária da sua Palavra. Qualquer distração espiritual pode ser fatal, como ocorreu com a mulher de Ló. Nos tempos de Cristo, era costume subir nas lajes planas das casas para descansar à brisa amena dos finais de tarde na Palestina. Entretanto, no dia da volta de Cristo, não haverá tempo para buscar qualquer pertence. Tudo acontecerá num só instante. Mateus e Marcos se referiram da mesma forma à queda de Jerusalém e de modo indireto ao final dos tempos (Mt 24.17,18; Mc 13.15). Entretanto, o texto se refere aqui ao glorioso retorno de Jesus (Lc 17.30 de acordo com 21.21).
33
Qualquer que procurar salvar a sua vida perdê-la-á, e qualquer que a perder a sua vida preserva- la-á.
35
Duas mulheres estarão juntas moendo; uma será tomada, e outra será deixada. Lc 17:35
Independentemente do quanto duas pessoas sejam íntimas e da mesma família, não há qualquer garantia de que ambas venham a ter o mesmo destino eterno. Uma pode ser levada ao Juízo e à condenação eterna, e a outra, à salvação e à vida eterna com Cristo. A certeza da salvação deve estar no coração de cada pessoa que um dia aceitou sinceramente o sacrifício do Senhor por seu resgate pessoal.
Independentemente do quanto duas pessoas sejam íntimas e da mesma família, não há qualquer garantia de que ambas venham a ter o mesmo destino eterno. Uma pode ser levada ao Juízo e à condenação eterna, e a outra, à salvação e à vida eterna com Cristo. A certeza da salvação deve estar no coração de cada pessoa que um dia aceitou sinceramente o sacrifício do Senhor por seu resgate pessoal.
37
E, eles respondendo, disseram-lhe: Onde, Senhor? E ele lhes disse: Onde estiver o corpo, aí se ajuntarão as águias. Lc 17:37
Jesus cita um antigo provérbio judaico em resposta à pergunta dos discípulos afirmando que esses eventos ocorrerão em todas as partes do mundo. Os abutres percebem o cheiro de carniça a quilômetros de distância, muito tempo antes do último suspiro de suas vítimas. Assim sendo, mesmo com o céu azul e limpo, os abutres já começam a se aproximar dos cadáveres dos incrédulos para seu banquete final. Todavia, quando essa hora chegar, os cristãos sinceros já estarão na glória do Senhor, salvos e exultantes. Uma alusão à carnificina que ocorrerá por ocasião do Armagedom (Ap 19:17 -19).
Jesus cita um antigo provérbio judaico em resposta à pergunta dos discípulos afirmando que esses eventos ocorrerão em todas as partes do mundo. Os abutres percebem o cheiro de carniça a quilômetros de distância, muito tempo antes do último suspiro de suas vítimas. Assim sendo, mesmo com o céu azul e limpo, os abutres já começam a se aproximar dos cadáveres dos incrédulos para seu banquete final. Todavia, quando essa hora chegar, os cristãos sinceros já estarão na glória do Senhor, salvos e exultantes. Uma alusão à carnificina que ocorrerá por ocasião do Armagedom (Ap 19:17 -19).