Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Mat 23Config
2
dizendo: Na cadeira de Moisés se assentam os escribas e os fariseus. Mt 23:2
Os escribas, doutores e mestres da Lei, bem como os fariseus, partido político religioso que defendia a observância literal da Torah (Lei) e mais uma série de ordenanças e preceitos por eles criados para situações não diretamente cobertas pela Torah. Convencidos de que possuíam a correta interpretação da vontade de Deus, afirmavam que a tradição dos anciãos, a lei oral (tôrâ shebe‘al peh) vinha de Moisés e desde o monte Sinai. Fariseus e escribas eram, portanto, os sucessores autorizados da tradição de Moisés como mestres da Lei.
Os escribas, doutores e mestres da Lei, bem como os fariseus, partido político religioso que defendia a observância literal da Torah (Lei) e mais uma série de ordenanças e preceitos por eles criados para situações não diretamente cobertas pela Torah. Convencidos de que possuíam a correta interpretação da vontade de Deus, afirmavam que a tradição dos anciãos, a lei oral (tôrâ shebe‘al peh) vinha de Moisés e desde o monte Sinai. Fariseus e escribas eram, portanto, os sucessores autorizados da tradição de Moisés como mestres da Lei.
3
Tudo, pois, o que vos disserem, isso observai e fazei; porém não façais segundo as suas obras, porque eles dizem, e não fazem.
4
Porque eles atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem nos ombros dos homens; mas eles nem com seu dedo querem movê-los.
5
Mas todas as suas obras eles fazem para serem vistos pelos homens; eles fazem alargar os seus filactérios, e aumentam as orlas das suas vestes, Mt 23:5
Os filactérios ou tefilins eram pequenos rolos ou caixinhas de couro que os judeus religiosos usavam presos à testa, perto do coração, e no braço esquerdo. Essas pequenas cápsulas continham quatro passagens da Torah: Êx 13:1 -10 e 11-16; Dt 6:4 -9 e Dt 11:13 -21. Com o passar do tempo, os judeus começaram a respeitar e honrar esses pequenos recipientes, tanto quanto as Escrituras, e seu tamanho era considerado um sinal de zelo espiritual de quem os ostentava. Os fariseus acreditavam que o próprio Deus usava filactérios. Por isso, eram considerados como amuletos de boa sorte e proteção contra o mal. As “franjas” eram as borlas descritas em Nm 15:37 -41 que todo judeu deveria usar. Jesus também as usava nas quatro pontas de seu manto (em Mt 9.20 são chamadas de “orla”), essas borlas eram um tipo de madeixas de lã, branca e azul, e tinham a singela função de declarar o amor de quem as usava a Yahweh (o Senhor) e a vontade do seu coração de cumprir a Torah (ou Torá, a Lei) da maneira mais fiel possível. As borlas tinham o tamanho médio de até 10 cm; entretanto, os fariseus as alongavam muito mais em sinal de maior espiritualidade. O que Deus criou para ser apenas um lembrete de fé e marca de devoção, tornou-se objeto de adoração e ostentação (fetiche).
Os filactérios ou tefilins eram pequenos rolos ou caixinhas de couro que os judeus religiosos usavam presos à testa, perto do coração, e no braço esquerdo. Essas pequenas cápsulas continham quatro passagens da Torah: Êx 13:1 -10 e 11-16; Dt 6:4 -9 e Dt 11:13 -21. Com o passar do tempo, os judeus começaram a respeitar e honrar esses pequenos recipientes, tanto quanto as Escrituras, e seu tamanho era considerado um sinal de zelo espiritual de quem os ostentava. Os fariseus acreditavam que o próprio Deus usava filactérios. Por isso, eram considerados como amuletos de boa sorte e proteção contra o mal. As “franjas” eram as borlas descritas em Nm 15:37 -41 que todo judeu deveria usar. Jesus também as usava nas quatro pontas de seu manto (em Mt 9.20 são chamadas de “orla”), essas borlas eram um tipo de madeixas de lã, branca e azul, e tinham a singela função de declarar o amor de quem as usava a Yahweh (o Senhor) e a vontade do seu coração de cumprir a Torah (ou Torá, a Lei) da maneira mais fiel possível. As borlas tinham o tamanho médio de até 10 cm; entretanto, os fariseus as alongavam muito mais em sinal de maior espiritualidade. O que Deus criou para ser apenas um lembrete de fé e marca de devoção, tornou-se objeto de adoração e ostentação (fetiche).
7
e as saudações nos mercados, e serem chamados pelos homens: Rabi, Rabi. Mt 23:7
Os mestres da Lei e os fariseus gostavam de ocupar os melhores e mais importantes assentos na sinagoga, aqueles que ficam defronte à representação da arca e que continha os rolos das Escrituras Sagradas. Além disso, os que se assentavam ali podiam ser facilmente vistos por toda a congregação. Eles também apreciavam muito ouvir as pessoas os chamarem, insistentemente, aos gritos e em público (nas praças do mercado) de Rabbei (em grego), que significa literalmente em hebraico: “meu professor, meu mestre!”
Os mestres da Lei e os fariseus gostavam de ocupar os melhores e mais importantes assentos na sinagoga, aqueles que ficam defronte à representação da arca e que continha os rolos das Escrituras Sagradas. Além disso, os que se assentavam ali podiam ser facilmente vistos por toda a congregação. Eles também apreciavam muito ouvir as pessoas os chamarem, insistentemente, aos gritos e em público (nas praças do mercado) de Rabbei (em grego), que significa literalmente em hebraico: “meu professor, meu mestre!”
8
Mas vós não sereis chamados de Rabi, porque um só é o vosso Mestre, Cristo, e todos vós sois irmãos.
10
Nem vos chameis de mestres, porque um só é o vosso Mestre, Cristo. Mt 23:10
A expressão “pai” ou “padre” (em hebraico ’abh) não deve ser usada como título de qualquer autoridade religiosa. Jesus faz uma séria advertência quanto à busca desenfreada por reconhecimento e prestígio, coisas que alimentam a soberba humana. Entretanto, devemos ter cautela com possíveis aplicações de literalismo insensato dessas passagens. Jesus está ensinando princípios de vida espiritual a quem só conseguia enxergar regras exatas de comportamento religioso. Os cristãos, líderes (em grego kathegetai, guias ou dirigentes) ou não, devem ser conhecidos por um espírito e atitudes diaconais (em grego diakonos, servo).
A expressão “pai” ou “padre” (em hebraico ’abh) não deve ser usada como título de qualquer autoridade religiosa. Jesus faz uma séria advertência quanto à busca desenfreada por reconhecimento e prestígio, coisas que alimentam a soberba humana. Entretanto, devemos ter cautela com possíveis aplicações de literalismo insensato dessas passagens. Jesus está ensinando princípios de vida espiritual a quem só conseguia enxergar regras exatas de comportamento religioso. Os cristãos, líderes (em grego kathegetai, guias ou dirigentes) ou não, devem ser conhecidos por um espírito e atitudes diaconais (em grego diakonos, servo).
12
E aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado; e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado.
13
Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque fechais o reino do céu contra os homens; e vós não entrais, nem deixais entrar os que estão entrando. Mt 23:13
“Ai” é uma expressão de profunda tristeza e indignação da parte de Deus, expressa através dos lábios do seu Filho contra a falsidade (hipocrisia) dos maiores conhecedores das Sagradas Escrituras da época e líderes religiosos dos judeus, o povo do Cristo (Messias). Essa atitude apenas legalista, arrogante, soberba e desprovida de sincero amor a Deus e às pessoas, fazia que os “prosélitos” (pagãos e gentios que se convertiam ao judaísmo) se tornassem ainda piores que seus mestres e não tivessem verdadeira comunhão com Deus, o Pai (em aramaico: abba). Esses líderes religiosos e juízes de direito, eram tão dissimulados que chegavam a usar suas posições como juristas para processar viúvas ricas ou para fazer que elas lhes legassem suas propriedades.
“Ai” é uma expressão de profunda tristeza e indignação da parte de Deus, expressa através dos lábios do seu Filho contra a falsidade (hipocrisia) dos maiores conhecedores das Sagradas Escrituras da época e líderes religiosos dos judeus, o povo do Cristo (Messias). Essa atitude apenas legalista, arrogante, soberba e desprovida de sincero amor a Deus e às pessoas, fazia que os “prosélitos” (pagãos e gentios que se convertiam ao judaísmo) se tornassem ainda piores que seus mestres e não tivessem verdadeira comunhão com Deus, o Pai (em aramaico: abba). Esses líderes religiosos e juízes de direito, eram tão dissimulados que chegavam a usar suas posições como juristas para processar viúvas ricas ou para fazer que elas lhes legassem suas propriedades.
14
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque devorais as casas das viúvas, e sob pretexto fazeis longas orações; por isso recebereis maior condenação.
15
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito, e depois de o terdes feito, o fazeis duas vezes mais filho do inferno do que vós.
16
Ai de vós, guias cegos, que dizeis: Quem jurar pelo templo, isso nada é; mas o que jurar pelo ouro do templo, esse é um devedor.
18
E aquele que jurar pelo altar, isso nada é; mas aquele que jurar pela oferta que está sobre ele, esse é um devedor.
22
E, o que jurar pelo céu, jura pelo trono de Deus, e por aquele que está assentado sobre ele. Mt 23:22
Com relação aos juramentos, Jesus argumenta com os mestres fariseus, com seus próprios pressupostos em relação à Lei, para lhes revelar o verdadeiro espírito da Lei e a vontade de Deus (Mt 5:33 -37).
Com relação aos juramentos, Jesus argumenta com os mestres fariseus, com seus próprios pressupostos em relação à Lei, para lhes revelar o verdadeiro espírito da Lei e a vontade de Deus (Mt 5:33 -37).
23
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque pagam o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido as questões importantes da lei, juízo, misericórdia e fé; essas coisas devíeis ter feito, e não deixar as outras por fazer. Mt 23:23
Oferecer ao Senhor a décima parte (o dízimo) de diversas ervas era uma prática religiosa baseada em Lv 27.30. Embora o dízimo dos grãos, frutos, vinho e azeite fosse o exigido, dos judeus, pela Lei (Nm 18.12; Dt 14:22 -23), os escribas e fariseus haviam ampliado a lista dos itens especificados na Lei, para incluir o dízimo das menores e mais simples hortaliças. A hortelã era usada como tempero e para adornar o chão das casas e sinagogas. O endro era usado como medicamento e para perfumar ambientes. O cominho, que são as sementes de erva-doce, tinha vários usos culinários. Entretanto, o valor comercial dessas ervas era mínimo; mas os fariseus desejavam mostrar ao povo um zelo religioso que, na verdade, não fazia parte de suas vidas com Deus e com seus próximos.
Oferecer ao Senhor a décima parte (o dízimo) de diversas ervas era uma prática religiosa baseada em Lv 27.30. Embora o dízimo dos grãos, frutos, vinho e azeite fosse o exigido, dos judeus, pela Lei (Nm 18.12; Dt 14:22 -23), os escribas e fariseus haviam ampliado a lista dos itens especificados na Lei, para incluir o dízimo das menores e mais simples hortaliças. A hortelã era usada como tempero e para adornar o chão das casas e sinagogas. O endro era usado como medicamento e para perfumar ambientes. O cominho, que são as sementes de erva-doce, tinha vários usos culinários. Entretanto, o valor comercial dessas ervas era mínimo; mas os fariseus desejavam mostrar ao povo um zelo religioso que, na verdade, não fazia parte de suas vidas com Deus e com seus próximos.
24
Guias cegos, que coais um mosquito, e engolis um camelo. Mt 23:24
Os escribas e fariseus coavam com muito cuidado toda água que bebiam através de um pano branco, bem tecido, para ter certeza de não engolir nenhum pequeno mosquito; considerado pelos religiosos como o menor ser vivo impuro. Entretanto, figuradamente, engoliam um camelo inteiro, um dos maiores animais impuros para os judeus, ao praticarem uma série de fraudes, atrocidades e pecados.
Os escribas e fariseus coavam com muito cuidado toda água que bebiam através de um pano branco, bem tecido, para ter certeza de não engolir nenhum pequeno mosquito; considerado pelos religiosos como o menor ser vivo impuro. Entretanto, figuradamente, engoliam um camelo inteiro, um dos maiores animais impuros para os judeus, ao praticarem uma série de fraudes, atrocidades e pecados.
25
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque limpais o lado de fora do copo e do prato, mas por dentro estão cheios de extorsão e excesso.
26
Tu fariseu cego! Limpa primeiro o que está dentro do copo e do prato, para que também o lado de fora fique limpo.
27
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos de homens mortos e de toda a sujeira. Mt 23:27
Por ocasião da celebração da Páscoa, época em que os peregrinos de várias partes da Palestina iam a Jerusalém, e momento no qual Jesus está falando, era costume pintar, várias vezes, toda a parte exterior dos sepulcros (túmulos) com cal. Isso para que os túmulos pudessem ser vistos inclusive à noite, uma vez que, pela Lei, se alguém pisasse sobre um túmulo ou área de sepultura tornava-se instantaneamente impuro (Nm 19.16). Por isso, todos pareciam iguais, limpos, belos e puros; mas em seu interior jazia a morte, o mau cheiro e a podridão.
Por ocasião da celebração da Páscoa, época em que os peregrinos de várias partes da Palestina iam a Jerusalém, e momento no qual Jesus está falando, era costume pintar, várias vezes, toda a parte exterior dos sepulcros (túmulos) com cal. Isso para que os túmulos pudessem ser vistos inclusive à noite, uma vez que, pela Lei, se alguém pisasse sobre um túmulo ou área de sepultura tornava-se instantaneamente impuro (Nm 19.16). Por isso, todos pareciam iguais, limpos, belos e puros; mas em seu interior jazia a morte, o mau cheiro e a podridão.
28
Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.
29
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque edificais os túmulos dos profetas e enfeitam os sepulcros dos justos;
30
e dizeis: Se existíssemos nos dias de nossos pais, não teríamos sido com eles cúmplices no sangue dos profetas.
34
Portanto, eis que eu vos envio profetas, homens sábios e escribas; a alguns deles matareis e crucificareis; e a outros açoitareis nas vossas sinagogas e os perseguireis de cidade em cidade;
35
para que sobre vós possa vir todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel até o sangue de Zacarias, filho de Baraquias, que matastes entre o templo e o altar. Mt 23:35
Os líderes religiosos judaicos no tempo de Jesus estavam acrescentando pecados sobre pecados à longa lista de seus pais (antepassados) históricos. Jesus também seria um dos profetas martirizados. Seus apóstolos não seriam igualmente aceitos (Mt 10.17,23). E Jesus resume a história dos martírios no AT citando o assassinato de Abel (Gn 4.8; Hb 11.4) e o martírio do profeta Zacarias registrado no livro de Crônicas. Na Bíblia Hebraica, o último livro do AT (2Cr 24:20 -22).
Os líderes religiosos judaicos no tempo de Jesus estavam acrescentando pecados sobre pecados à longa lista de seus pais (antepassados) históricos. Jesus também seria um dos profetas martirizados. Seus apóstolos não seriam igualmente aceitos (Mt 10.17,23). E Jesus resume a história dos martírios no AT citando o assassinato de Abel (Gn 4.8; Hb 11.4) e o martírio do profeta Zacarias registrado no livro de Crônicas. Na Bíblia Hebraica, o último livro do AT (2Cr 24:20 -22).
37
Ó Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados, quantas vezes eu quis ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e tu não quiseste! Mt 23:37
O próprio Jesus reconhece que os seus próprios irmãos não o receberam. Deus tem feito tudo para seu povo, mas a rejeição de Israel ilustra o coração empedernido da raça humana, em relação ao seu Criador (Jo 1.11).
O próprio Jesus reconhece que os seus próprios irmãos não o receberam. Deus tem feito tudo para seu povo, mas a rejeição de Israel ilustra o coração empedernido da raça humana, em relação ao seu Criador (Jo 1.11).
38
Eis que a vossa casa é deixada desolada; Mt 23:38
Jesus faz referência a 1Rs 9:7 -8; Jr 12.7; 22.5 e adverte seu povo. No ano 70 d.C. toda a nação de Israel e, em especial, a cidade de Jerusalém, foram assoladas e profanadas pelos exércitos pagãos de Roma.
Jesus faz referência a 1Rs 9:7 -8; Jr 12.7; 22.5 e adverte seu povo. No ano 70 d.C. toda a nação de Israel e, em especial, a cidade de Jerusalém, foram assoladas e profanadas pelos exércitos pagãos de Roma.
39
Porque eu vos digo que desde agora não me vereis mais, até que digais: Bendito seja o que vem em nome do Senhor. Mt 23:39
Jesus se despede de Jerusalém e do seu povo, declarando que não os ensinaria mais em público até sua volta em glória no final dos tempos, quando Israel o receberá como o Messias que fora rejeitado (Zc 12.10). De agora em diante a salvação dos judeus, como de qualquer outra pessoa sobre a face da terra, do mais alto líder religioso ou político ao mais simples ser humano, só tem uma única possibilidade: a confissão do Senhor Jesus Cristo, como Salvador, Senhor e Filho de Deus (Mt 21.9, Sl 118.26).
Jesus se despede de Jerusalém e do seu povo, declarando que não os ensinaria mais em público até sua volta em glória no final dos tempos, quando Israel o receberá como o Messias que fora rejeitado (Zc 12.10). De agora em diante a salvação dos judeus, como de qualquer outra pessoa sobre a face da terra, do mais alto líder religioso ou político ao mais simples ser humano, só tem uma única possibilidade: a confissão do Senhor Jesus Cristo, como Salvador, Senhor e Filho de Deus (Mt 21.9, Sl 118.26).