Ozzuu Bible
pt_kjfiel - 1Co 10Config
1
Além disso, irmãos, eu não quero que ignoreis que todos os nossos pais estiveram debaixo da nuvem; e todos passaram pelo mar, 1Co 10:1
Paulo fala sobre os pais (ancestrais) daquela geração de israelitas. Milhares de pessoas que foram testemunhas oculares dos portentosos feitos de Deus, quando libertou Seu povo da escravidão do Egito. Os antepassados dos judeus tiveram o privilégio de andar debaixo (sob a nuvem) da direção pessoal de Deus no deserto (Êx 13.21,22; 14.19; Nm 9:15 -23; 14.14; Dt 1.33; Sl 78.14) e provar a redenção ao atravessar o mar rumo à Terra Prometida (Êx 14:21 -29).
Paulo fala sobre os pais (ancestrais) daquela geração de israelitas. Milhares de pessoas que foram testemunhas oculares dos portentosos feitos de Deus, quando libertou Seu povo da escravidão do Egito. Os antepassados dos judeus tiveram o privilégio de andar debaixo (sob a nuvem) da direção pessoal de Deus no deserto (Êx 13.21,22; 14.19; Nm 9:15 -23; 14.14; Dt 1.33; Sl 78.14) e provar a redenção ao atravessar o mar rumo à Terra Prometida (Êx 14:21 -29).
2
e todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar, 1Co 10:2
Paulo enfatiza que “todos”, sem exceção, viram e experimentaram os milagres de Deus. É preciso uma fé genuína, confirmada pela perseverança, para receber a Salvação e o Reino de Deus. Nem o batismo nem a ceia garantem a salvação daqueles que participam desses atos simbólicos e cerimoniais de fé. Mesmo a atuação pessoal e sobrenatural de Deus não assegurou que os israelitas, contemporâneos de Moisés, chegassem à Terra Prometida. Essa é uma grande lição para a Igreja de hoje.
Paulo enfatiza que “todos”, sem exceção, viram e experimentaram os milagres de Deus. É preciso uma fé genuína, confirmada pela perseverança, para receber a Salvação e o Reino de Deus. Nem o batismo nem a ceia garantem a salvação daqueles que participam desses atos simbólicos e cerimoniais de fé. Mesmo a atuação pessoal e sobrenatural de Deus não assegurou que os israelitas, contemporâneos de Moisés, chegassem à Terra Prometida. Essa é uma grande lição para a Igreja de hoje.
4
e beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque eles bebiam da Rocha espiritual que os seguia; e a Rocha era Cristo. 1Co 10:4
O maná (pão), alimento espiritual que descia do céu, e a água pura e refrescante, que brotava em abundância da Rocha (Êx 16:2 -36; 17:1 -7; Nm 20:2 -11; 21.16), saciando a todo o povo, era o Cristo pré-existente: Pão e Água da vida – nosso alimento espiritual (Jo 4.14; 6:30 -35), que nos acompanha em nossa jornada.
O maná (pão), alimento espiritual que descia do céu, e a água pura e refrescante, que brotava em abundância da Rocha (Êx 16:2 -36; 17:1 -7; Nm 20:2 -11; 21.16), saciando a todo o povo, era o Cristo pré-existente: Pão e Água da vida – nosso alimento espiritual (Jo 4.14; 6:30 -35), que nos acompanha em nossa jornada.
5
Mas de muitos deles Deus não se agradou, pois ficaram estendidos no deserto. 1Co 10:5
Desde o Éden, Deus tem procurado ensinar o princípio da obediência – como prova do amor sincero e da fidelidade – dos seres humanos (criação) para com Seu Pai (Criador). Entretanto, o Diabo – ao longo da história – tenta levar a humanidade a ignorar essa lei divina e afrontar a Deus por meio da desobediência à Sua Palavra. De todos os adultos que saíram do Egito, apenas Calebe e Josué tiveram permissão de entrar em Canaã (Nm 14:22 -35; Js 1.1,2). Nem sempre a maioria tem razão (Hb 3:14 -19).
Desde o Éden, Deus tem procurado ensinar o princípio da obediência – como prova do amor sincero e da fidelidade – dos seres humanos (criação) para com Seu Pai (Criador). Entretanto, o Diabo – ao longo da história – tenta levar a humanidade a ignorar essa lei divina e afrontar a Deus por meio da desobediência à Sua Palavra. De todos os adultos que saíram do Egito, apenas Calebe e Josué tiveram permissão de entrar em Canaã (Nm 14:22 -35; Js 1.1,2). Nem sempre a maioria tem razão (Hb 3:14 -19).
6
Ora, estas coisas foram exemplos para nós, a fim de não cobiçarmos coisas más, como eles cobiçaram.
7
Nem sejais idólatras, como foram alguns deles; conforme está escrito: O povo assentava- se para comer e a beber, e levantava- se para se divertir. 1Co 10:7
Os coríntios estavam raciocinando como os israelitas do passado, assim como a sociedade mundial de nosso tempo. Israel, no deserto, se enjoou do maná e queria carne (Nm 11.4,34: Sl 78.27). Israel ergueu um deus de ouro, segundo suas vontades e interesses mesquinhos (Êx 32:1 -6), assim como ocorre no mundo de hoje, e ficará mais evidente à medida que nos aproximamos rapidamente do final dos tempos.
Os coríntios estavam raciocinando como os israelitas do passado, assim como a sociedade mundial de nosso tempo. Israel, no deserto, se enjoou do maná e queria carne (Nm 11.4,34: Sl 78.27). Israel ergueu um deus de ouro, segundo suas vontades e interesses mesquinhos (Êx 32:1 -6), assim como ocorre no mundo de hoje, e ficará mais evidente à medida que nos aproximamos rapidamente do final dos tempos.
8
Nem cometamos fornicação, como alguns deles cometeram, e caíram em um dia vinte e três mil. 1Co 10:8
Paulo faz referência à participação do povo israelita nos cerimoniais moabitas de adoração ao deus Baal-Peor (Nm 25:1 -9), que incluía todo o tipo de imoralidades sexuais com as jovens que cultuavam esse deus espúrio. O templo da deusa Vênus em Corinto abrigava cerca de 1000 prostitutas ritualistas. Os textos hebraicos e a Septuaginta (texto grego do AT) registram 24 mil mortos. Os autores do NT não tinham a mesma preocupação com a exatidão dos números quanto os teólogos atuais, e muitas vezes os citavam de forma aproximada. A tradição judaica, na antiguidade, acreditava que os números traziam informações espirituais em si mesmos (Js 6; Jó 1 e 42).
Paulo faz referência à participação do povo israelita nos cerimoniais moabitas de adoração ao deus Baal-Peor (Nm 25:1 -9), que incluía todo o tipo de imoralidades sexuais com as jovens que cultuavam esse deus espúrio. O templo da deusa Vênus em Corinto abrigava cerca de 1000 prostitutas ritualistas. Os textos hebraicos e a Septuaginta (texto grego do AT) registram 24 mil mortos. Os autores do NT não tinham a mesma preocupação com a exatidão dos números quanto os teólogos atuais, e muitas vezes os citavam de forma aproximada. A tradição judaica, na antiguidade, acreditava que os números traziam informações espirituais em si mesmos (Js 6; Jó 1 e 42).
9
Nem tentemos a Cristo, como alguns deles também tentaram, e foram destruídos pelas serpentes. 1Co 10:9
Insensata e tola é a pessoa que tenta desafiar os princípios estabelecidos por Deus. É inútil lutar contra o Senhor (Cristo), denominado Javé (Jeová) no AT (Nm 14:2 -36; 16.11,41; 21.5). Uma das principais expressões de falta de fé e incredulidade é a reclamação sistemática (queixas contínuas). Paulo faz uma associação entre o anjo que trouxe a peste registrada em Nm 16.46- 50, por causa da murmuração contra os servos do Senhor (Moisés e Arão – Nm 16.41), e o anjo exterminador (Êx 12.23; 2Sm 24.16).
Insensata e tola é a pessoa que tenta desafiar os princípios estabelecidos por Deus. É inútil lutar contra o Senhor (Cristo), denominado Javé (Jeová) no AT (Nm 14:2 -36; 16.11,41; 21.5). Uma das principais expressões de falta de fé e incredulidade é a reclamação sistemática (queixas contínuas). Paulo faz uma associação entre o anjo que trouxe a peste registrada em Nm 16.46- 50, por causa da murmuração contra os servos do Senhor (Moisés e Arão – Nm 16.41), e o anjo exterminador (Êx 12.23; 2Sm 24.16).
11
Ora, todas estas coisas lhes aconteceram como exemplos, e elas estão escritas para nossa admoestação, sobre os quais o fim do mundo está chegando. 1Co 10:11
As Escrituras Sagradas foram legadas por Deus para nossa instrução na fé, crescimento espiritual e advertência (Rm 15.4). O período histórico chamado de “o final dos tempos” teve início com a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, o Filho de Deus, prolongando-se até a Sua volta em glória e restauração completa da Igreja (Hb 1.1). Vivemos a “época da graça” quando o Evangelho está sendo pregado e a grande e derradeira oportunidade de salvação está à disposição de todos os interessados em todo o mundo. Esse tempo, entretanto, está passando muito rapidamente e logo se encerrará (1Ts 4:13 -18).
As Escrituras Sagradas foram legadas por Deus para nossa instrução na fé, crescimento espiritual e advertência (Rm 15.4). O período histórico chamado de “o final dos tempos” teve início com a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, o Filho de Deus, prolongando-se até a Sua volta em glória e restauração completa da Igreja (Hb 1.1). Vivemos a “época da graça” quando o Evangelho está sendo pregado e a grande e derradeira oportunidade de salvação está à disposição de todos os interessados em todo o mundo. Esse tempo, entretanto, está passando muito rapidamente e logo se encerrará (1Ts 4:13 -18).
13
Não vos tem sobrevindo tentação que não seja comum aos homens; mas Deus é fiel, o qual não permitirá que sejais tentados acima do que sois capazes; mas também com a tentação fará um caminho para escapar, para que sejam capazes de suportá-la. 1Co 10:13
É Deus quem permite que sejamos tentados segundo as ambições e fraquezas humanas. A tentação em si não é pecado, pois o próprio Cristo foi tentado, mas não pecou (Mt 4:1 -11). As tentações põem nossa fé e lealdade ao Senhor à prova e nos ensinam a depender da proteção e direção do Espírito Santo (1Co 1.9; 1Ts 5.24; Lm 3.23). Deus não permite que sejamos tentados com a intenção de nos ver cair em pecado, mas sim, para fortalecer nossa fé por meio das provas (Mt 6.13; Tg 1.13; Hb 11.17). O livramento ou escape é a capacitação divina que nos é concedida em cada situação específica, a fim de que possamos resistir e vencer todas as tentações e provas. Entretanto, mesmo as nossas quedas e falhas são transformadas por Deus em ensino e força para nosso desenvolvimento espiritual (1Jo 1.9).
É Deus quem permite que sejamos tentados segundo as ambições e fraquezas humanas. A tentação em si não é pecado, pois o próprio Cristo foi tentado, mas não pecou (Mt 4:1 -11). As tentações põem nossa fé e lealdade ao Senhor à prova e nos ensinam a depender da proteção e direção do Espírito Santo (1Co 1.9; 1Ts 5.24; Lm 3.23). Deus não permite que sejamos tentados com a intenção de nos ver cair em pecado, mas sim, para fortalecer nossa fé por meio das provas (Mt 6.13; Tg 1.13; Hb 11.17). O livramento ou escape é a capacitação divina que nos é concedida em cada situação específica, a fim de que possamos resistir e vencer todas as tentações e provas. Entretanto, mesmo as nossas quedas e falhas são transformadas por Deus em ensino e força para nosso desenvolvimento espiritual (1Jo 1.9).
16
O cálice de bênção que nós abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que nós partimos não é a comunhão do corpo de Cristo? 1Co 10:16
O cálice da bênção era o terceiro cálice do qual se tomava o vinho nas antigas celebrações judaicas da Páscoa. Foi numa tradicional celebração de Páscoa que Jesus instituiu Sua Ceia como memorial cristão (Mt 26:17 -30; Mc 14:12 -26; Lc 22:7 -23). Ao erguer o terceiro cálice e abençoá-lo (ao agradecer a Deus por coisas simples as estamos consagrando e abençoando), Jesus criou um símbolo para que seus discípulos, de todas as partes e épocas, recordassem o dia do seu sacrifício (derramamento do sangue inocente do Cordeiro de Deus) em benefício de todos os que crêem. Jesus não estava dizendo que o vinho bebido se transformaria em seu sangue, até porque quando celebrou a primeira Ceia seu sangue ainda não havia sido derramado. Mas usou uma forte metáfora para ilustrar a nossa comunhão (em grego: koinõnia) com seus sofrimentos, a cruz e a vida eterna (1Co 11.25).
O cálice da bênção era o terceiro cálice do qual se tomava o vinho nas antigas celebrações judaicas da Páscoa. Foi numa tradicional celebração de Páscoa que Jesus instituiu Sua Ceia como memorial cristão (Mt 26:17 -30; Mc 14:12 -26; Lc 22:7 -23). Ao erguer o terceiro cálice e abençoá-lo (ao agradecer a Deus por coisas simples as estamos consagrando e abençoando), Jesus criou um símbolo para que seus discípulos, de todas as partes e épocas, recordassem o dia do seu sacrifício (derramamento do sangue inocente do Cordeiro de Deus) em benefício de todos os que crêem. Jesus não estava dizendo que o vinho bebido se transformaria em seu sangue, até porque quando celebrou a primeira Ceia seu sangue ainda não havia sido derramado. Mas usou uma forte metáfora para ilustrar a nossa comunhão (em grego: koinõnia) com seus sofrimentos, a cruz e a vida eterna (1Co 11.25).
17
Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo; porque todos somos participantes de um só pão. 1Co 10:17
O ato cerimonial de muitos crentes, participando de um mesmo pão, simboliza a união e a unidade que deve prevalecer no Corpo de Cristo, onde não deve haver distinções raciais, políticas, culturais, sociais, econômicas ou denominacionais. A comunhão vertical (com Deus) não existe em plenitude, sem a comunhão horizontal (com os irmãos, a Igreja – 1Jo 1:5 -7).
O ato cerimonial de muitos crentes, participando de um mesmo pão, simboliza a união e a unidade que deve prevalecer no Corpo de Cristo, onde não deve haver distinções raciais, políticas, culturais, sociais, econômicas ou denominacionais. A comunhão vertical (com Deus) não existe em plenitude, sem a comunhão horizontal (com os irmãos, a Igreja – 1Jo 1:5 -7).
19
O que eu digo então? Que o ídolo é alguma coisa? Ou o que é oferecido em sacrifício aos ídolos é alguma coisa?
20
Mas eu digo, que as coisas que os gentios sacrificam, eles sacrificam aos demônios e não a Deus. E eu não quero que tenhais amizade com os demônios.
21
Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.
22
Provocaremos o ciúme do Senhor? Somos mais fortes do que ele? 1Co 10:22
Paulo nega que os ídolos sejam alguma coisa, tampouco que haja deuses. Na verdade, são demônios que se travestem de deuses, aterrorizam e iludem as pessoas, e delas pedem sacrifícios e adoração. O povo de Deus é advertido a não participar de festas pagãs dessa natureza, pois isso seria ter comunhão com os demônios. Todo tipo de idolatria é entrar em acordo com os demônios, e isso é provocar o zelo (ciúme) de Deus (Êx 20.5; Dt 32.21; Sl 78.58).
Paulo nega que os ídolos sejam alguma coisa, tampouco que haja deuses. Na verdade, são demônios que se travestem de deuses, aterrorizam e iludem as pessoas, e delas pedem sacrifícios e adoração. O povo de Deus é advertido a não participar de festas pagãs dessa natureza, pois isso seria ter comunhão com os demônios. Todo tipo de idolatria é entrar em acordo com os demônios, e isso é provocar o zelo (ciúme) de Deus (Êx 20.5; Dt 32.21; Sl 78.58).
23
Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.
24
Ninguém busque o proveito próprio; antes, mas cada homem a riqueza do outro. 1Co 10:24
Os coríntios haviam aprendido de Paulo acerca da liberdade que temos em Cristo, mas estavam usando esse conceito saudável e comunitário para dar vazão ao egoísmo e às imoralidades pessoais. Paulo concorda que somos livres para fazer tudo o que for agradável a Deus, ao nosso próximo e a nós mesmos. Temos toda a liberdade para fazer e promover o bem sobre a terra e para com todos. A liberdade para o erro e o mal é pecado (Gl 6.2; Rm 14.19; 15.2; 1Co 3:9 -17; 8.1).
Os coríntios haviam aprendido de Paulo acerca da liberdade que temos em Cristo, mas estavam usando esse conceito saudável e comunitário para dar vazão ao egoísmo e às imoralidades pessoais. Paulo concorda que somos livres para fazer tudo o que for agradável a Deus, ao nosso próximo e a nós mesmos. Temos toda a liberdade para fazer e promover o bem sobre a terra e para com todos. A liberdade para o erro e o mal é pecado (Gl 6.2; Rm 14.19; 15.2; 1Co 3:9 -17; 8.1).
25
Comei de tudo o que se vende no matadouro, não perguntando pela procedência, por causa da consciência;
26
porque a terra é do Senhor, e toda a sua plenitude. 1Co 10:26
Mesmo que as carnes e os alimentos tivessem sido sacrificados aos ídolos, no templo pagão, ao serem colocados no mercado público, perdiam totalmente seu significado religioso e místico, não podendo afetar a consciência e a fé dos cristãos, pois tudo pertence ao Senhor (Jo 1.1; Sl 24.1; Rm 14.14).
Mesmo que as carnes e os alimentos tivessem sido sacrificados aos ídolos, no templo pagão, ao serem colocados no mercado público, perdiam totalmente seu significado religioso e místico, não podendo afetar a consciência e a fé dos cristãos, pois tudo pertence ao Senhor (Jo 1.1; Sl 24.1; Rm 14.14).
27
Se algum descrente vos convidar para uma festa e quiserdes ir, comei de tudo o que se puser diante de vós, não perguntando nada, por causa da consciência.
28
Mas, se algum homem vos disser: Isto foi oferecido em sacrifício aos ídolos; não comais, por causa daquele que vos avisou e por causa da consciência; porque a terra é do Senhor e toda a sua plenitude; 1Co 10:28
Desenvolver um relacionamento social e amigo com incrédulos é interessante quando o objetivo maior é levá-los à Cristo. Nesse caso, deve-se comer com tranqüilidade de tudo quanto for posto à mesa, sem qualquer receio de um possível mal derivado de alimentos sacrificados. Entretanto, se alguém informar que aquela carne ou alimento foi oferecido a ídolos, o crente deve se abster devido à consciência das pessoas presentes, pois alguém poderia supor que um cristão está livre para participar de cultos e rituais pagãos, e isso serviria de escândalo ou confusão para muitos.
Desenvolver um relacionamento social e amigo com incrédulos é interessante quando o objetivo maior é levá-los à Cristo. Nesse caso, deve-se comer com tranqüilidade de tudo quanto for posto à mesa, sem qualquer receio de um possível mal derivado de alimentos sacrificados. Entretanto, se alguém informar que aquela carne ou alimento foi oferecido a ídolos, o crente deve se abster devido à consciência das pessoas presentes, pois alguém poderia supor que um cristão está livre para participar de cultos e rituais pagãos, e isso serviria de escândalo ou confusão para muitos.
29
À consciência, eu digo, não a tua própria, mas a do outro. Por que razão seria a minha liberdade julgada pela consciência de outro homem?
33
assim como eu agrado a todos os homens em todas as coisas, não buscando o meu próprio proveito, mas o proveito de muitos, para que possam ser salvos. 1Co 10:33
O princípio geral que orienta a exposição teológica de Paulo nos capítulos 8 a 10 é que todas as nossas palavras e atitudes podem glorificar ou profanar o Nome de Deus (1Co 6.20; Cl 3.17,23). Um coração agradecido consagra todas as coisas ao Senhor (1Tm 4.4; Rm 14.6; Ef 5.20).
O princípio geral que orienta a exposição teológica de Paulo nos capítulos 8 a 10 é que todas as nossas palavras e atitudes podem glorificar ou profanar o Nome de Deus (1Co 6.20; Cl 3.17,23). Um coração agradecido consagra todas as coisas ao Senhor (1Tm 4.4; Rm 14.6; Ef 5.20).