Ozzuu Bible
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3
Ouvi, ó reis! príncipes, prestai atenção! Eu, eu quero cantar ao SENHOR, um hino ao SENHOR, Deus de Israel.
4
SENHOR, quando saíste de Seir, quando partiste das estepes de Edom, a terra tremeu, os céus se dissolveram, as nuvens se desfizeram em água.
6
No tempo de Samgar filho de Anat, no tempo de Jael, os caminhos estavam desertos, os viandantes andavam por desvios tortuosos.
7
Cessaram os valentes, sumiram de Israel, até que tu, Débora, te ergueste, erguendo-te como mãe em Israel.
8
O povo escolheu novos deuses: eis a guerra estando às portas. Não se via um escudo, uma lança, entre os quarenta mil de Israel.
11
Pela voz que ressoa junto aos bebedouros, lá se contam as justas ações do SENHOR, as justas ações, suas proezas em Israel. Então o povo do SENHOR desce às portas † da cidade.
12
Desperta, desperta, Débora! Desperta, desperta, entoa um cântico! Avante, Barac! leva teus prisioneiros, filho de Abinoem!
14
De Efraim vêm os que têm raiz em Amalec, atrás de ti vem Benjamim, entre as tuas tropas. De Maquir desceram os comandantes, de Zabulon, os que empunham o cetro de comando.
15
Com Débora estão os príncipes de Issacar, e Barac se precipita ao vale com seus pedestres. Nas partes de Rúben são grandes os planos.
16
Por que ficas sentado no meio dos currais ouvindo flautas de pastores? Nas partes de Rúben são grandes os planos.
17
Galaad habita no além-Jordão, e Dã, por que mora nos navios? Aser reside na orla do mar, acomodado nas enseadas.
19
Vieram os reis para o combate; os reis de Canaã combateram em Tanac, junto às águas de Meguido, mas sem butim de prata à vista.
21
A torrente do Quison os arrastou, a torrente da batalha, a torrente do Quison. Avante, minh’alma, com força!
23
Amaldiçoai Meroz, diz o anjo do SENHOR. Amaldiçoai seus habitantes, porque não vieram em socorro do SENHOR, em auxílio do SENHOR com seus heróis.
24
Seja bendita entre as mulheres, Jael, a mulher de Héber, o quenita. Bendita sobre as mulheres das tendas!
26
Com a esquerda agarrou um cravo, com a direita um pesado martelo. A marteladas esmagou a cabeça de Sísara, partiu e atravessou-lhe as têmporas.
27
Ele tombou a seus pés, caiu, ficou deitado; ficou estendido a seus pés, onde caiu, jazendo sem vida.
28
A mãe de Sísara olha pela janela, por trás das venezianas ela lamenta: ‘Por que seu carro demora a vir? Por que é tão lenta a marcha dos carros? ’
30
‘Decerto repartem os despojos encontrados, para cada guerreiro uma moça ou duas; um par de vestes coloridas como presa para Sísara, despojos coloridos e recamados, vestes coloridas, enfeites para o pescoço.
31
Assim pereçam todos os teus inimigos, SENHOR. Mas os que te amam sejam como o sol que se levanta com fulgor”.