Ozzuu Bible
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1
Paulo e Timóteo, servos de Jesus Cristo, a todos os santos em Cristo Jesus que estão em Filipos, com os bispos e diáconos: Fp 1:1
A primeira igreja cristã na Europa foi fundada na casa de Lídia, a partir de sua conversão, em Filipos, uma das principais colônias do Império Romano (chamada em latim de Colonia Augusta Philippensis), localizada na principal estrada (via Egnácia) que ligava as províncias orientais com a cidade de Roma. Na Igreja em Filipos, ministravam vários bispos (em grego episkopoi, que significa “supervisores” ou “presbíteros” – Atos 20:17 -28), entre eles Lucas, o autor de um dos evangelhos e do livro de Atos dos Apóstolos (Atos 16:13 -17; 20.6).
A primeira igreja cristã na Europa foi fundada na casa de Lídia, a partir de sua conversão, em Filipos, uma das principais colônias do Império Romano (chamada em latim de Colonia Augusta Philippensis), localizada na principal estrada (via Egnácia) que ligava as províncias orientais com a cidade de Roma. Na Igreja em Filipos, ministravam vários bispos (em grego episkopoi, que significa “supervisores” ou “presbíteros” – Atos 20:17 -28), entre eles Lucas, o autor de um dos evangelhos e do livro de Atos dos Apóstolos (Atos 16:13 -17; 20.6).
5
pela vossa cooperação no evangelho desde o primeiro dia até agora. Fp 1:5
O grande júbilo do apóstolo do Senhor era constatar que as igrejas recebiam suas cartas e conselhos como Palavra de Deus e se entregavam à prática do Evangelho (Rm 1.8; 1Co 1.4; Cl 1.3; 1Ts 1.2; 2Ts 1.3; 2Tm 1.3; Fm 4). Paulo era agradecido a Deus pelo apoio permanente dos filipenses, desde seus primeiros discípulos (Atos 16.12) até agora, perto do final do seu primeiro período de prisão em Roma (Fp 2.24; Atos 28:16 -31). A palavra original grega koinonia, normalmente associada a idéia de “comunhão” ou “participação ativa no progresso de vida de alguém”, aqui tem o sentido de “cooperação generosa”. Paulo e a igreja dos filipenses “compartilhavam” as bênçãos e os sofrimentos pela causa de Cristo.
O grande júbilo do apóstolo do Senhor era constatar que as igrejas recebiam suas cartas e conselhos como Palavra de Deus e se entregavam à prática do Evangelho (Rm 1.8; 1Co 1.4; Cl 1.3; 1Ts 1.2; 2Ts 1.3; 2Tm 1.3; Fm 4). Paulo era agradecido a Deus pelo apoio permanente dos filipenses, desde seus primeiros discípulos (Atos 16.12) até agora, perto do final do seu primeiro período de prisão em Roma (Fp 2.24; Atos 28:16 -31). A palavra original grega koinonia, normalmente associada a idéia de “comunhão” ou “participação ativa no progresso de vida de alguém”, aqui tem o sentido de “cooperação generosa”. Paulo e a igreja dos filipenses “compartilhavam” as bênçãos e os sofrimentos pela causa de Cristo.
6
Sendo confiante nisto mesmo: que aquele que começou a boa obra em vós a realizará até o dia de Jesus Cristo.
7
Como tenho por justo pensar isto de vós todos, porque vos tenho em meu coração; pois, tanto nas minhas prisões como na defesa e confirmação do evangelho, todos vós fostes participantes da minha graça.
8
Porque Deus me é testemunha da grande saudade que tenho de todos vós, em entranhável afeição de Jesus Cristo.
10
Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros e sem ofensa alguma até o dia de Cristo,
11
sendo cheios de frutos da justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus. Fp 1:11
O alvo dos cristãos é viver acima da mediocridade dos embaraços e da mistura com o mal, até a volta gloriosa de Cristo, quando todo o processo de salvação (que inclui regeneração, santificação e glorificação) será concluído (Fp 1.10; 2.16; 1Co 1.8; 5.5; 2Co 1.14). É Deus quem toma a iniciativa da salvação, é Ele mesmo quem lhe dá continuidade e um dia a levará à consumação, quando os cristãos haverão de prestar contas dos seus atos na Terra, antes de usufruírem todos os benefícios da glória eterna com Cristo (2Co 5.10). Deus espera que os crentes demonstrem ao mundo uma vida verdadeiramente justa (Am 6.12; Mt 5:20 -48; Hb 12.11; Tg 3.18; Gl 5.22), fruto este, produzido por Jesus Cristo, mediante a obra diária do Espírito Santo (Jo 15.5; Ef 2.10), com o objetivo maior de louvar e glorificar a Deus (Ef 1:6 -14).
O alvo dos cristãos é viver acima da mediocridade dos embaraços e da mistura com o mal, até a volta gloriosa de Cristo, quando todo o processo de salvação (que inclui regeneração, santificação e glorificação) será concluído (Fp 1.10; 2.16; 1Co 1.8; 5.5; 2Co 1.14). É Deus quem toma a iniciativa da salvação, é Ele mesmo quem lhe dá continuidade e um dia a levará à consumação, quando os cristãos haverão de prestar contas dos seus atos na Terra, antes de usufruírem todos os benefícios da glória eterna com Cristo (2Co 5.10). Deus espera que os crentes demonstrem ao mundo uma vida verdadeiramente justa (Am 6.12; Mt 5:20 -48; Hb 12.11; Tg 3.18; Gl 5.22), fruto este, produzido por Jesus Cristo, mediante a obra diária do Espírito Santo (Jo 15.5; Ef 2.10), com o objetivo maior de louvar e glorificar a Deus (Ef 1:6 -14).
12
Mas quero que saibais, irmãos, que as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho.
13
De maneira que as minhas prisões em Cristo se tornaram conhecidas em todo o palácio, e em todos os demais lugares. Fp 1:13
Paulo soube, pelo poder do Espírito Santo em sua vida, transformar uma situação – aparentemente vexatória, humilhante e dolorosa – em grande testemunho e oportunidade para pregar o Evangelho aos soldados e oficiais da famosa guarda pretoriana que, em Roma, somava mais de 9000 homens.
Paulo soube, pelo poder do Espírito Santo em sua vida, transformar uma situação – aparentemente vexatória, humilhante e dolorosa – em grande testemunho e oportunidade para pregar o Evangelho aos soldados e oficiais da famosa guarda pretoriana que, em Roma, somava mais de 9000 homens.
14
E muitos dos irmãos no Senhor, adquirindo confiança com as minhas prisões, estão muito mais corajosos para falar a palavra, sem temor.
16
Uns pregam a Cristo por contenção, não sinceramente, julgando acrescentar aflição às minhas prisões.
18
Mas que importa? Contanto que de toda a maneira, ou com fingimento ou em verdade, Cristo seja anunciado, nisto me regozijo e me regozijarei ainda. Fp 1:18
Muitos mestres cristãos reconheciam os verdadeiros motivos das perseguições, açoites e prisões de Paulo e pregavam o Evangelho ainda com mais amor, lealdade e bravura. Outros, porém, dando vazão à inveja que alimentavam contra o apóstolo, usavam esses fatos de forma fraudulenta e maldosa, com o propósito de destruir a reputação de Paulo e fazer prevalecer seus ensinos sobre Cristo, projetar suas próprias imagens e conquistar ambições meramente egoístas. Paulo usa a expressão grega “aumentar o sofrimento”, que significa literalmente “fricção”, numa figura de linguagem sugerida pelo “atrito” das algemas em suas mãos e pés. Contudo, o apóstolo do Senhor não se deixava deprimir, pois sabia que a Mensagem é sempre maior do que o mensageiro. Alegria é a palavra-chave dessa carta de Paulo, aparecendo no texto (como sinônimos, verbos e substantivos) mais de 15 vezes.
Muitos mestres cristãos reconheciam os verdadeiros motivos das perseguições, açoites e prisões de Paulo e pregavam o Evangelho ainda com mais amor, lealdade e bravura. Outros, porém, dando vazão à inveja que alimentavam contra o apóstolo, usavam esses fatos de forma fraudulenta e maldosa, com o propósito de destruir a reputação de Paulo e fazer prevalecer seus ensinos sobre Cristo, projetar suas próprias imagens e conquistar ambições meramente egoístas. Paulo usa a expressão grega “aumentar o sofrimento”, que significa literalmente “fricção”, numa figura de linguagem sugerida pelo “atrito” das algemas em suas mãos e pés. Contudo, o apóstolo do Senhor não se deixava deprimir, pois sabia que a Mensagem é sempre maior do que o mensageiro. Alegria é a palavra-chave dessa carta de Paulo, aparecendo no texto (como sinônimos, verbos e substantivos) mais de 15 vezes.
19
Porque sei que disto me resultará salvação, pela vossa oração e pelo socorro do Espírito de Jesus Cristo.
20
Segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei envergonhado; antes, com toda a ousadia, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, ou pela morte. Fp 1:20
Paulo tem absoluta certeza da sua “salvação” (tradução literal da palavra “libertação”) eterna em Cristo (Rm 8.28; Jó 13.16,18) e fé em seu livramento da prisão, por meio das orações dos filipenses e da vontade do Espírito Santo (Fp 1.25; 2.24).
Paulo tem absoluta certeza da sua “salvação” (tradução literal da palavra “libertação”) eterna em Cristo (Rm 8.28; Jó 13.16,18) e fé em seu livramento da prisão, por meio das orações dos filipenses e da vontade do Espírito Santo (Fp 1.25; 2.24).
23
Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, o que é muito melhor. Fp 1:23
A fonte de inspiração e alegria de viver de Paulo era a presença do Deus vivo em sua alma por intermédio do Espírito Santo de Cristo. Todos os cristãos sinceros gozam desse mesmo privilégio e, por isso, devem aprender a ouvir e a seguir os conselhos do Espírito Santo, a fim de sentirem as mesmas alegrias e consolações de Paulo. As circunstâncias adversas e o sofrimento são tentações para que desistamos do Evangelho, e, assim, deixemos de fazer o que sabemos que é correto. Entretanto, Paulo nos ensina a perseverar pela fé e nos regozijarmos em Cristo, mantendo nosso testemunho durante todo o tempo em que estivermos nessa Terra. Paulo afirma objetivamente, que ao fecharmos nossos olhos para esse mundo e abandonarmos esse corpo fraco e mortal, estaremos na presença de Cristo para sempre (2Co 5:6 -8).
A fonte de inspiração e alegria de viver de Paulo era a presença do Deus vivo em sua alma por intermédio do Espírito Santo de Cristo. Todos os cristãos sinceros gozam desse mesmo privilégio e, por isso, devem aprender a ouvir e a seguir os conselhos do Espírito Santo, a fim de sentirem as mesmas alegrias e consolações de Paulo. As circunstâncias adversas e o sofrimento são tentações para que desistamos do Evangelho, e, assim, deixemos de fazer o que sabemos que é correto. Entretanto, Paulo nos ensina a perseverar pela fé e nos regozijarmos em Cristo, mantendo nosso testemunho durante todo o tempo em que estivermos nessa Terra. Paulo afirma objetivamente, que ao fecharmos nossos olhos para esse mundo e abandonarmos esse corpo fraco e mortal, estaremos na presença de Cristo para sempre (2Co 5:6 -8).
25
E, tendo esta confiança, sei que permanecerei e continuarei com todos vós para proveito vosso e alegria da fé,
26
para que o vosso regozijo seja mais abundante por mim em Cristo Jesus, pela minha nova ida a vós.
27
Que a vossa conversa seja digna, conforme o evangelho de Cristo, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que estais num mesmo espírito, com uma só mente, combatendo juntamente pela fé do evangelho.
28
E em nada vos aterrorizeis pelos vossos adversários, o que para eles, na verdade, é indicio de perdição, mas, para vós, de salvação, e isto de Deus.
29
Porque a vós vos foi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, mas também sofrer por ele. Fp 1:29
A verdadeira vida cristã é constituída de fé, alegrias e sofrimentos; experiências oferecidas pelo Senhor aos seus filhos como bênçãos, jamais com maldições ou castigos, pois fomos chamados não apenas para crer, mas para sermos co-participantes dos sofrimentos que o próprio Cristo enfrentou e venceu (Mt 5.11,12; Atos 5.41; Tg 1.2; 1Pe 4.14). Os filipenses haviam visto o testemunho de Paulo e Silas, em sua primeira viagem a Filipos, quando foram presos por causa da proclamação verdadeira do Evangelho (Atos 16:19 -40).
A verdadeira vida cristã é constituída de fé, alegrias e sofrimentos; experiências oferecidas pelo Senhor aos seus filhos como bênçãos, jamais com maldições ou castigos, pois fomos chamados não apenas para crer, mas para sermos co-participantes dos sofrimentos que o próprio Cristo enfrentou e venceu (Mt 5.11,12; Atos 5.41; Tg 1.2; 1Pe 4.14). Os filipenses haviam visto o testemunho de Paulo e Silas, em sua primeira viagem a Filipos, quando foram presos por causa da proclamação verdadeira do Evangelho (Atos 16:19 -40).