Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Mat 16Config
1
Vieram também os fariseus com os saduceus, para o tentarem, pediram que lhes mostrasse algum sinal do céu.
2
Mas ele, respondendo, disse-lhes: Quando é chegada a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está rubro.
3
E, pela manhã: Haverá tempo ruim hoje, pois o céu está de um vermelho sombrio. Hipócritas, podeis discernir a face do céu, mas não podeis discernir os sinais dos tempos?
4
Uma geração perversa e adúltera procura um sinal, e nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal do profeta Jonas. E, ele os deixando, partiu.
8
Quando Jesus percebeu isso, disse: Oh! pequena fé, por que arrazoais entre vós por não terdes trazido pão?
9
Não compreendeis ainda, nem vos lembrais dos cinco pães e dos cinco mil, e de quantos cestos recolhestes?
11
Como não compreendestes que eu não vos falei a respeito do pão, mas que tivessem cuidado do fermento dos fariseus e dos saduceus?
12
Então compreenderam de que não dissera que se guardassem do fermento do pão, mas da doutrina dos fariseus e dos saduceus.
13
Vindo Jesus às regiões de Cesareia de Filipe, perguntou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens, que eu, o Filho do homem, sou? Mt 16:13
A cidade de Cesaréia de Filipe ficava ao norte do mar da Galiléia, perto das encostas do monte Hermom. Seu nome antigo era JerusaPanéias (em homenagem ao deus grego Pan). O filho de Herodes, Filipe, reconstruiu essa cidade, como parte de sua tetrarquia, e lhe deu um novo nome, em homenagem a Tibério César e a si mesmo. Essa era, portanto, uma região extremamente pagã. Jesus costumava se intitular de “o Filho do homem”, expressão que aparece mais de 80 vezes no NT, jamais se referindo a qualquer outra pessoa. No AT, em Dn 7.13,14, esse título é usado para retratar a personalidade celestial a quem, no final dos tempos, Deus confiou toda a sua glória, honra e poder (soberania divina).
A cidade de Cesaréia de Filipe ficava ao norte do mar da Galiléia, perto das encostas do monte Hermom. Seu nome antigo era JerusaPanéias (em homenagem ao deus grego Pan). O filho de Herodes, Filipe, reconstruiu essa cidade, como parte de sua tetrarquia, e lhe deu um novo nome, em homenagem a Tibério César e a si mesmo. Essa era, portanto, uma região extremamente pagã. Jesus costumava se intitular de “o Filho do homem”, expressão que aparece mais de 80 vezes no NT, jamais se referindo a qualquer outra pessoa. No AT, em Dn 7.13,14, esse título é usado para retratar a personalidade celestial a quem, no final dos tempos, Deus confiou toda a sua glória, honra e poder (soberania divina).
14
E eles disseram: Alguns dizem que és João, o Batista; outros Elias, e outros Jeremias, ou um dos profetas.
16
E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Mt 16:16
Havia muitas lendas e superstições nessa época e lugar. O próprio Herodes cria na reencarnação de João Batista, que foi um profeta muito estimado pelo povo e até pelo rei. A volta de Elias foi profetizada em Ml 4.5 e muitos judeus ligavam o nome de Jeremias ao profeta prometido em Dt 18.15. Contudo, em meio a tantas idéias e correntes religiosas, Pedro (Bar-Jonas ou, melhor traduzido, filho de Jonas), que falou em nome dos discípulos (Mt 16.20), é agraciado com a maior das revelações que uma pessoa pode receber de Deus: a compreensão de que Jesus de Nazaré (o Jesus histórico) é o Filho Unigênito de Deus, o Cristo prometido (Messias, em hebraico), que significa,Ungido. Palavra que, no original hebraico, transmite a idéia de uma pessoa escolhida por Deus, separada (consagrada, santificada), e revestida de poder para a realização de uma missão divina e específica na terra (Êx 29.7,21; 1Sm 10.1,6; 16.13; 2Sm 1.14,16). No final do AT, essa palavra passou a ter uma conotação particular: referia-se a um rei ideal, ungido e capacitado por Deus para libertar os judeus dos inimigos pagãos e estabelecer um reino de justiça e paz (Dn 9.25,26). Por isso, na época de Cristo, o título Messias tendia a uma compreensão política, nacionalista, revolucionária e militar e isso fez que Jesus evitasse usar o termo em relação à sua pessoa e missão (Mc 8:27 -30; 14:61 -63). Pedro obteve de Deus a revelação de que Jesus é o Messias prometido desde a antiguidade, o Cristo. Essa é a pedra (o alicerce) sobre a qual a Igreja seria construída e nada poderia deter o seu avanço e o cumprimento da sua missão até o Dia do Senhor.
Havia muitas lendas e superstições nessa época e lugar. O próprio Herodes cria na reencarnação de João Batista, que foi um profeta muito estimado pelo povo e até pelo rei. A volta de Elias foi profetizada em Ml 4.5 e muitos judeus ligavam o nome de Jeremias ao profeta prometido em Dt 18.15. Contudo, em meio a tantas idéias e correntes religiosas, Pedro (Bar-Jonas ou, melhor traduzido, filho de Jonas), que falou em nome dos discípulos (Mt 16.20), é agraciado com a maior das revelações que uma pessoa pode receber de Deus: a compreensão de que Jesus de Nazaré (o Jesus histórico) é o Filho Unigênito de Deus, o Cristo prometido (Messias, em hebraico), que significa,Ungido. Palavra que, no original hebraico, transmite a idéia de uma pessoa escolhida por Deus, separada (consagrada, santificada), e revestida de poder para a realização de uma missão divina e específica na terra (Êx 29.7,21; 1Sm 10.1,6; 16.13; 2Sm 1.14,16). No final do AT, essa palavra passou a ter uma conotação particular: referia-se a um rei ideal, ungido e capacitado por Deus para libertar os judeus dos inimigos pagãos e estabelecer um reino de justiça e paz (Dn 9.25,26). Por isso, na época de Cristo, o título Messias tendia a uma compreensão política, nacionalista, revolucionária e militar e isso fez que Jesus evitasse usar o termo em relação à sua pessoa e missão (Mc 8:27 -30; 14:61 -63). Pedro obteve de Deus a revelação de que Jesus é o Messias prometido desde a antiguidade, o Cristo. Essa é a pedra (o alicerce) sobre a qual a Igreja seria construída e nada poderia deter o seu avanço e o cumprimento da sua missão até o Dia do Senhor.
17
E Jesus, respondendo, disse-lhe: Abençoado és tu, Simão Barjonas, pois carne e sangue não revelaram isso a ti, mas o meu Pai que está no céu.
18
E eu também te digo que tu és Pedro, e sobre esta rocha eu edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Mt 16:18
Jesus comemora a bênção da revelação de Deus a Simão (nome comum em Israel, com origem no AT) conferindo-lhe um sobrenome marcante. Jesus conviveu com várias pessoas com o nome de Simão: um dos filhos de José e Maria, seu irmão (Mt 13.55; Mc 6.3), um amigo leproso, na casa do qual foi ungido (Mt 26.6; Mc 14.3), um homem de Cirene, compelido a ajudá-lo a levar sua cruz e que, mais tarde, tornou-se cristão (Mc 15.21; Atos 13.1), um fariseu em cuja casa os pés de Jesus foram ungidos (Lc 7.40), Simão Iscariotes, pai de Judas (Jo 6.71; 12.4; 13.2). Na época dos apóstolos, houve um outro Simão, samaritano, ilusionista, feiticeiro e enganador, que misturava elementos de magia com ensinos helenísticos e judaicos. Foi o criador da doutrina gnóstica e alegava ser o principal representante de Deus na terra. Dizia-se convertido ao cristianismo, mas desejou comprar o poder dos apóstolos e recebeu enérgica repreensão de Simão Pedro (Atos 8:9 -24). Em Pedro, temos o exemplo de que Jesus nos concede um novo nome, a marca espiritual da salvação e da bravura cristã. O nome Pedro (em grego Petros) significa “pedra separada” ou “homem-pedra”. Na frase seguinte, Cristo usou a palavra grega petra (“sobre esta rocha”), que significa “leito de rocha resistente” e que não era um nome próprio. Jesus utilizou a arte dos significados das palavras para ampliar o poder do que desejava comunicar aos seus discípulos, e não apenas para aqueles dias. Ele não disse “sobre ti, Pedro” ou “sobre teus sucessores”, mas sim “sobre esta rocha” – sobre esta revelação de Deus e sobre este seu testemunho de fé em Jesus. O uso do tempo futuro do verbo demonstra que a formação da Igreja ainda estava por acontecer. E, de fato, a Igreja – como a conhecemos hoje – teve início no dia de Pentecostes (Atos 2). Nos Evangelhos a palavra Igreja (em grego ekkesia ou ekklesia; e em latim ecclesia) é usada somente por Mateus, aqui e duas vezes em 18.17. Na Septuaginta (o AT em grego), é usada para identificar a congregação (sinagoga) de Israel. Entre os gregos, nos tempos de Jesus, significava a assembléia dos cidadãos livres e votantes da cidade (Atos 19.32,39,41). Hades (em grego haidês, e no hebraico Sheol) é a palavra grega que consta nos originais das Escrituras neste texto e significa o lugar onde estão os espíritos dos que morreram. Onde, também, os salvos desfrutam de paz e os descrentes de aflições. Todos, no entanto, aguardam a volta de Jesus, quando os cristãos desfrutarão plenamente das bênçãos da vida eterna e os incrédulos (os que, na terra, rejeitaram a salvação) o Juízo e a pena da segunda morte: o afastamento eterno de Deus (Gn 37.35; Jó 17.16). Assim sendo, “as portas do Hades” significam “os poderes da morte” e todas as forças opostas a Cristo. Algumas versões usam a palavra “inferno” (em grego geena que deriva do hebraico gê’ hinnõm, e significa: lugar de punição para pecadores), como sinônimo de Hades.
Jesus comemora a bênção da revelação de Deus a Simão (nome comum em Israel, com origem no AT) conferindo-lhe um sobrenome marcante. Jesus conviveu com várias pessoas com o nome de Simão: um dos filhos de José e Maria, seu irmão (Mt 13.55; Mc 6.3), um amigo leproso, na casa do qual foi ungido (Mt 26.6; Mc 14.3), um homem de Cirene, compelido a ajudá-lo a levar sua cruz e que, mais tarde, tornou-se cristão (Mc 15.21; Atos 13.1), um fariseu em cuja casa os pés de Jesus foram ungidos (Lc 7.40), Simão Iscariotes, pai de Judas (Jo 6.71; 12.4; 13.2). Na época dos apóstolos, houve um outro Simão, samaritano, ilusionista, feiticeiro e enganador, que misturava elementos de magia com ensinos helenísticos e judaicos. Foi o criador da doutrina gnóstica e alegava ser o principal representante de Deus na terra. Dizia-se convertido ao cristianismo, mas desejou comprar o poder dos apóstolos e recebeu enérgica repreensão de Simão Pedro (Atos 8:9 -24). Em Pedro, temos o exemplo de que Jesus nos concede um novo nome, a marca espiritual da salvação e da bravura cristã. O nome Pedro (em grego Petros) significa “pedra separada” ou “homem-pedra”. Na frase seguinte, Cristo usou a palavra grega petra (“sobre esta rocha”), que significa “leito de rocha resistente” e que não era um nome próprio. Jesus utilizou a arte dos significados das palavras para ampliar o poder do que desejava comunicar aos seus discípulos, e não apenas para aqueles dias. Ele não disse “sobre ti, Pedro” ou “sobre teus sucessores”, mas sim “sobre esta rocha” – sobre esta revelação de Deus e sobre este seu testemunho de fé em Jesus. O uso do tempo futuro do verbo demonstra que a formação da Igreja ainda estava por acontecer. E, de fato, a Igreja – como a conhecemos hoje – teve início no dia de Pentecostes (Atos 2). Nos Evangelhos a palavra Igreja (em grego ekkesia ou ekklesia; e em latim ecclesia) é usada somente por Mateus, aqui e duas vezes em 18.17. Na Septuaginta (o AT em grego), é usada para identificar a congregação (sinagoga) de Israel. Entre os gregos, nos tempos de Jesus, significava a assembléia dos cidadãos livres e votantes da cidade (Atos 19.32,39,41). Hades (em grego haidês, e no hebraico Sheol) é a palavra grega que consta nos originais das Escrituras neste texto e significa o lugar onde estão os espíritos dos que morreram. Onde, também, os salvos desfrutam de paz e os descrentes de aflições. Todos, no entanto, aguardam a volta de Jesus, quando os cristãos desfrutarão plenamente das bênçãos da vida eterna e os incrédulos (os que, na terra, rejeitaram a salvação) o Juízo e a pena da segunda morte: o afastamento eterno de Deus (Gn 37.35; Jó 17.16). Assim sendo, “as portas do Hades” significam “os poderes da morte” e todas as forças opostas a Cristo. Algumas versões usam a palavra “inferno” (em grego geena que deriva do hebraico gê’ hinnõm, e significa: lugar de punição para pecadores), como sinônimo de Hades.
19
E eu te darei as chaves do reino do céu; e tudo quanto tu ligares na terra será ligado no céu, tudo quanto tu desligares na terra será desligado no céu. Mt 16:19
A partir daquele momento, Jesus estava concedendo a Pedro e aos demais discípulos, poder e autoridade para abrir as portas da cristandade aos judeus, prosélitos e mais tarde a todos os gentios e pagãos em todo o mundo. Pedro usou essas chaves com os judeus no dia de Pentecostes (Atos 2) e para os gentios na casa de Cornélio (Atos 10). Deus, e não os apóstolos ou discípulos, é quem inicia o “ligar” e o “desligar” nos céus. Os apóstolos devem proclamar tais fatos (Atos 5.3,9). Em Jo 20:22 -23 Jesus fala de pecados; aqui ele está falando de práticas. Veja um exemplo dessas práticas determinativas em Atos 15.20. Jesus pede aos discípulos sigilo quanto à confissão pública de Pedro. Isso porque uma multidão dos seus seguidores queria proclamá-lo libertador nacional e iniciar logo uma revolução contra Roma. Crescia a inveja dos doutores da lei e líderes religiosos, contra Jesus, e já planejavam sua morte. O Senhor queria completar sua missão, mas o entusiasmo de Pedro e dos apóstolos poderia precipitar os acontecimentos (Mt 9.30; 12.16; Mc 1.44; 5.43; 7.36; 8.4; Lc 8.56).
A partir daquele momento, Jesus estava concedendo a Pedro e aos demais discípulos, poder e autoridade para abrir as portas da cristandade aos judeus, prosélitos e mais tarde a todos os gentios e pagãos em todo o mundo. Pedro usou essas chaves com os judeus no dia de Pentecostes (Atos 2) e para os gentios na casa de Cornélio (Atos 10). Deus, e não os apóstolos ou discípulos, é quem inicia o “ligar” e o “desligar” nos céus. Os apóstolos devem proclamar tais fatos (Atos 5.3,9). Em Jo 20:22 -23 Jesus fala de pecados; aqui ele está falando de práticas. Veja um exemplo dessas práticas determinativas em Atos 15.20. Jesus pede aos discípulos sigilo quanto à confissão pública de Pedro. Isso porque uma multidão dos seus seguidores queria proclamá-lo libertador nacional e iniciar logo uma revolução contra Roma. Crescia a inveja dos doutores da lei e líderes religiosos, contra Jesus, e já planejavam sua morte. O Senhor queria completar sua missão, mas o entusiasmo de Pedro e dos apóstolos poderia precipitar os acontecimentos (Mt 9.30; 12.16; Mc 1.44; 5.43; 7.36; 8.4; Lc 8.56).
20
Então ele ordenou aos seus discípulos que não contassem a nenhum homem que ele era Jesus, o Cristo.
21
Desde esse tempo começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que ele deveria ir a Jerusalém, e sofrer muitas coisas dos anciãos, e dos principais sacerdotes e escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia.
22
E Pedro, tomando-o, começou a repreendê- lo, dizendo: Longe de ti, Senhor; isso não será para ti.
23
Mas ele, virando-se, disse a Pedro: Para trás de mim, Satanás; tu és uma ofensa a mim; porque não tens gosto das coisas que são de Deus, mas das que são dos homens. Mt 16:23
O Senhor reconheceu nas palavras de Pedro a influência de Satanás; a mesma artimanha que o Inimigo usou no deserto para tentar persuadi-lo a ter compaixão de si mesmo e trocar o alto custo da sua missão pela glória e os prazeres deste mundo. Jesus usa a palavra aramaica Enganador, não para dizer que Pedro estava endemoninhado, mas para alertar a todos que é muito fácil cairmos na ilusão do Diabo e começarmos a pensar com os valores, conceitos e argumentos do pai da mentira. Jesus recorre à força da linguagem (palavra) e usa a metáfora: “pedra de tropeço”, que no original significa: “rocha de ofensa” ou “motivo de escândalo” (Rm 9.33), para admoestar Pedro quanto à sua recente revelação, nova posição no Reino de Deus e missão. Assim como a palavra hebraica traduzida por “Satanás”, a palavra grega “Diabo” significa “Acusador” ou “Caluniador”. Em Jó, essa expressão (Jo 1.6), no original hebraico, vem sempre acompanhada do artigo definido (o Acusador, o Caluniador, ou ainda, o Enganador), mas com o passar do tempo essa palavra virou o nome próprio do Inimigo (1Cr 21.1 com 2Sm 24.1; 1Sm 16.14 com 2Sm 24.16; 1Co 5.5; 2Co 12.7; Hb 2.14; Ap 2.9).
O Senhor reconheceu nas palavras de Pedro a influência de Satanás; a mesma artimanha que o Inimigo usou no deserto para tentar persuadi-lo a ter compaixão de si mesmo e trocar o alto custo da sua missão pela glória e os prazeres deste mundo. Jesus usa a palavra aramaica Enganador, não para dizer que Pedro estava endemoninhado, mas para alertar a todos que é muito fácil cairmos na ilusão do Diabo e começarmos a pensar com os valores, conceitos e argumentos do pai da mentira. Jesus recorre à força da linguagem (palavra) e usa a metáfora: “pedra de tropeço”, que no original significa: “rocha de ofensa” ou “motivo de escândalo” (Rm 9.33), para admoestar Pedro quanto à sua recente revelação, nova posição no Reino de Deus e missão. Assim como a palavra hebraica traduzida por “Satanás”, a palavra grega “Diabo” significa “Acusador” ou “Caluniador”. Em Jó, essa expressão (Jo 1.6), no original hebraico, vem sempre acompanhada do artigo definido (o Acusador, o Caluniador, ou ainda, o Enganador), mas com o passar do tempo essa palavra virou o nome próprio do Inimigo (1Cr 21.1 com 2Sm 24.1; 1Sm 16.14 com 2Sm 24.16; 1Co 5.5; 2Co 12.7; Hb 2.14; Ap 2.9).
24
Então disse Jesus aos seus discípulos: Se algum homem quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me.
25
Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a sua vida por minha causa, achá-la-á.
26
Pois que vantagem tem o homem em ganhar o mundo inteiro, e perder a sua própria alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?
27
Porque o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então recompensará a cada um segundo as suas obras.
28
Em verdade eu vos digo, alguns dos que aqui estão não provarão a morte até que vejam o Filho do homem vindo em seu reino. Mt 16:28
Uma semana depois desses acontecimentos, Pedro, Tiago e João presenciam o cumprimento dessa profecia na experiência da transfiguração de Cristo (Mt 17:1 -8), que foi também uma antevisão da plenitude do Reino, com o Senhor aparecendo em glória (Dn 7:9 -14). A passagem bíblica de 16.13 a 17.8 trata do ministério do discipulado cristão. Os versículos de 13-20 falam da obra do Messias; de 21-23 tratam da expiação; 24-26 advertem para o custo da missão; 27-17.8 dizem respeito à escatologia com suas recompensas. Juntos, esses textos, tratam das verdades fundamentais da teologia bíblica do NT.
Uma semana depois desses acontecimentos, Pedro, Tiago e João presenciam o cumprimento dessa profecia na experiência da transfiguração de Cristo (Mt 17:1 -8), que foi também uma antevisão da plenitude do Reino, com o Senhor aparecendo em glória (Dn 7:9 -14). A passagem bíblica de 16.13 a 17.8 trata do ministério do discipulado cristão. Os versículos de 13-20 falam da obra do Messias; de 21-23 tratam da expiação; 24-26 advertem para o custo da missão; 27-17.8 dizem respeito à escatologia com suas recompensas. Juntos, esses textos, tratam das verdades fundamentais da teologia bíblica do NT.