Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Eph 4Config
1
Portanto eu, o preso do Senhor, rogo-vos que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados, Ef 4:1
Paulo ensinou como Deus resgatou judeus e não judeus (gentios) para um novo e maravilhoso relacionamento com Ele, e como sua Igreja (união de todos os cristãos da terra num único Corpo). Agora, o apóstolo passa a mostrar como os crentes em Cristo devem se desenvolver e amadurecer na fé. Somos chamados a viver de tal modo exemplar que o mundo não possa negar que somos filhos de Deus e cidadãos do céu. As qualidades do Ef 4.2 são imprescindíveis (Fl 2:1 -4).
Paulo ensinou como Deus resgatou judeus e não judeus (gentios) para um novo e maravilhoso relacionamento com Ele, e como sua Igreja (união de todos os cristãos da terra num único Corpo). Agora, o apóstolo passa a mostrar como os crentes em Cristo devem se desenvolver e amadurecer na fé. Somos chamados a viver de tal modo exemplar que o mundo não possa negar que somos filhos de Deus e cidadãos do céu. As qualidades do Ef 4.2 são imprescindíveis (Fl 2:1 -4).
3
Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Ef 4:3
Os cristãos têm a máxima responsabilidade de evitar que a unidade da Igreja, produzida por Deus mediante o sacrifício expiatório de Cristo, seja de alguma forma perturbada ou difamada (Ef 2:14 -22).
Os cristãos têm a máxima responsabilidade de evitar que a unidade da Igreja, produzida por Deus mediante o sacrifício expiatório de Cristo, seja de alguma forma perturbada ou difamada (Ef 2:14 -22).
4
Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; Ef 4:4
A esperança tem diversos aspectos, mas não deixa de ser uma só, basicamente vinculada ao futuro triunfante e glorioso de Cristo e sua Igreja (Ef 1.5,10; 2.7). Paulo não se refere exatamente ao batismo no Espírito (1Co 12.13), que é sempre um milagre interior e, portanto, invisível. Considerando que Paulo está ensinando sobre o novo símbolo de iniciação consciente à verdadeira fé em Deus (abolindo a circuncisão e qualquer outro), o qual identifica todos os crentes como irmãos; naturalmente, está também fazendo referência ao mandamento eclesiástico, segundo o qual todo novo convertido deveria participar publicamente. Na época de Paulo, essa cerimônia e testemunho públicos representavam, mais do que hoje, uma marca evidente de novo nascimento e discipulado em Cristo. Um dos motivos era que tal manifestação pública, certamente, implicaria em perseguições de todo tipo e grande risco de vida.
A esperança tem diversos aspectos, mas não deixa de ser uma só, basicamente vinculada ao futuro triunfante e glorioso de Cristo e sua Igreja (Ef 1.5,10; 2.7). Paulo não se refere exatamente ao batismo no Espírito (1Co 12.13), que é sempre um milagre interior e, portanto, invisível. Considerando que Paulo está ensinando sobre o novo símbolo de iniciação consciente à verdadeira fé em Deus (abolindo a circuncisão e qualquer outro), o qual identifica todos os crentes como irmãos; naturalmente, está também fazendo referência ao mandamento eclesiástico, segundo o qual todo novo convertido deveria participar publicamente. Na época de Paulo, essa cerimônia e testemunho públicos representavam, mais do que hoje, uma marca evidente de novo nascimento e discipulado em Cristo. Um dos motivos era que tal manifestação pública, certamente, implicaria em perseguições de todo tipo e grande risco de vida.
8
Pelo que ele diz: Quando subiu ao alto, levou cativo o cativeiro e deu dons aos homens. Ef 4:8
O AT fala do reinado triunfante de Deus no templo de Jerusalém, uma figura do trono do Senhor nos céus (Sl 68.18). Paulo amplia esse conceito ao falar da ascensão de Jesus Cristo ao céu. A expressão em hebraico “receber” ou “trazer” era interpretada pelos antigos rabinos em seu sentido espiritual: “dar e receber” ou “trazer e levar”, como uma pista de duas mãos (Gn 15.9; 18.5; 27.13; Êx 25.2; 1Rs 17.10,11).
O AT fala do reinado triunfante de Deus no templo de Jerusalém, uma figura do trono do Senhor nos céus (Sl 68.18). Paulo amplia esse conceito ao falar da ascensão de Jesus Cristo ao céu. A expressão em hebraico “receber” ou “trazer” era interpretada pelos antigos rabinos em seu sentido espiritual: “dar e receber” ou “trazer e levar”, como uma pista de duas mãos (Gn 15.9; 18.5; 27.13; Êx 25.2; 1Rs 17.10,11).
9
(Ora, que ele subiu, o que é, senão que também tinha descido primeiro às partes mais baixas da terra?
10
Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas).
11
E ele mesmo deu alguns para apóstolos, e alguns para profetas, e alguns para evangelistas, e alguns para pastores e professores,
12
para o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo,
13
até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura da plenitude de Cristo.
14
Para que não sejamos mais crianças, atiradas para lá e para cá, e carregadas por todo vento de doutrina, pela artimanha e astúcia dos homens que ficam à espreita para enganar. Ef 4:14
O surgimento de falsos mestres não é apenas um fenômeno atual, nem exclusivo ao final dos tempos; Paulo e mesmo Jesus já lutavam contra pregadores de má índole, que não eram inocentes mal-orientados, mas pessoas perversas, egoístas, avarentas e fraudulentas; cujo objetivo maior era afastar os crentes imaturos do Caminho do Senhor por meio de sofismas e heresias bem engendradas (deduções falsas e mentirosas a partir de algumas bases reais e verdadeiras). Paulo usa uma figura de linguagem da área náutica para comparar o comportamento confuso e inseguro e de certos cristãos instáveis como pequenas embarcações em meio ao mar revolto (1Tm 4.1,2).
O surgimento de falsos mestres não é apenas um fenômeno atual, nem exclusivo ao final dos tempos; Paulo e mesmo Jesus já lutavam contra pregadores de má índole, que não eram inocentes mal-orientados, mas pessoas perversas, egoístas, avarentas e fraudulentas; cujo objetivo maior era afastar os crentes imaturos do Caminho do Senhor por meio de sofismas e heresias bem engendradas (deduções falsas e mentirosas a partir de algumas bases reais e verdadeiras). Paulo usa uma figura de linguagem da área náutica para comparar o comportamento confuso e inseguro e de certos cristãos instáveis como pequenas embarcações em meio ao mar revolto (1Tm 4.1,2).
16
do qual todo o corpo, bem ajustado e compactado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a eficaz operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor.
17
E, portanto, digo isto e testifico no Senhor, para que não andeis mais como andam também os outros gentios, na vaidade da sua mente. Ef 4:17
Os seres humanos foram criados por Deus para exercer ao máximo e livremente sua capacidade intelectual. Entretanto, quando o uso da inteligência e da criatividade é realizado longe do amor e da direção do Espírito de Deus, torna-se inócuo, frustrante e, muitas vezes, perigoso (Rm 1.21; Ec 1.2). Paulo acaba de considerar a unidade e a maturidade Ef 4.13, (literalmente no original grego “homem maduro”), como objetivos gêmeos e simultâneos para o ministério do Corpo de Cristo: a Igreja, a qual Deus gerou pela morte e ressurreição de Cristo. Agora, o apóstolo do Senhor, passa a demonstrar que a pureza também é essencial entre os que pertencem a Deus (Ef 4.17 – 5.20).
Os seres humanos foram criados por Deus para exercer ao máximo e livremente sua capacidade intelectual. Entretanto, quando o uso da inteligência e da criatividade é realizado longe do amor e da direção do Espírito de Deus, torna-se inócuo, frustrante e, muitas vezes, perigoso (Rm 1.21; Ec 1.2). Paulo acaba de considerar a unidade e a maturidade Ef 4.13, (literalmente no original grego “homem maduro”), como objetivos gêmeos e simultâneos para o ministério do Corpo de Cristo: a Igreja, a qual Deus gerou pela morte e ressurreição de Cristo. Agora, o apóstolo do Senhor, passa a demonstrar que a pureza também é essencial entre os que pertencem a Deus (Ef 4.17 – 5.20).
18
Com seu entendimento obscurecido, separados da vida de Deus, pela ignorância que há neles, pela cegueira do seu coração,
19
os quais, havendo perdido todo o sentimento, se entregaram à lascívia, para cometerem toda impureza com ganância.
21
Se é que o tendes ouvido e por ele fostes ensinados, como a verdade está em Jesus, Ef 4:21
Paulo se refere a Cristo (que é a tradução grega do título hebraico “Messias”), por seu nome humano, Jesus, personificando “a verdade” na vida terrena e no exemplo de Jesus Cristo. Ele incorpora “a verdade” (Jo 14.6), deu testemunho da “verdade” (Jo 18.37) e é a fonte de toda a certeza e de todos os benefícios do Evangelho.
Paulo se refere a Cristo (que é a tradução grega do título hebraico “Messias”), por seu nome humano, Jesus, personificando “a verdade” na vida terrena e no exemplo de Jesus Cristo. Ele incorpora “a verdade” (Jo 14.6), deu testemunho da “verdade” (Jo 18.37) e é a fonte de toda a certeza e de todos os benefícios do Evangelho.
22
que, quanto ao procedimento anterior, vos despojeis do velho homem, que é corrupto segundo as concupiscências do engano;
24
e vos revistais do novo homem, que, segundo Deus, é criado em justiça e verdadeira santidade. Ef 4:24
As palavras “despirdes” e “revestirdes” lembram a forma do batismo primitivo. Os velhos trajes (figuradamente imundos) do batizando eram abandonados para se vestir novos trajes brancos (como a santidade). Os tempos verbais, no original grego, indicam que se referem a atos definitivos; ao passo que o “serdes renovados” comunica a idéia de um processo diário e permanente. Somente pela renovação contínua promovida no coração do crente pelo Espírito Santo, é possível viver a vida cristã de uma maneira vitoriosa e gloriosa, apesar das fraquezas naturais e das tribulações (Cl 3:8 -12).
As palavras “despirdes” e “revestirdes” lembram a forma do batismo primitivo. Os velhos trajes (figuradamente imundos) do batizando eram abandonados para se vestir novos trajes brancos (como a santidade). Os tempos verbais, no original grego, indicam que se referem a atos definitivos; ao passo que o “serdes renovados” comunica a idéia de um processo diário e permanente. Somente pela renovação contínua promovida no coração do crente pelo Espírito Santo, é possível viver a vida cristã de uma maneira vitoriosa e gloriosa, apesar das fraquezas naturais e das tribulações (Cl 3:8 -12).
25
Por isso deixai a mentira e falai a verdade cada um com o seu vizinho; porque somos membros uns dos outros.
27
Nem deis lugar ao diabo. Ef 4:27
O ser humano não é desprovido de suas emoções naturais quando se torna um cristão convicto e fiel. Todavia, há uma bênção poderosa reservada para os crentes que confiam na direção do Espírito Santo e submetem aos seus cuidados todos os sentimentos e vontades. O pecado em geral se deve aos nossos maus desejos, regados à vaidade, egoísmo, avareza e arrogância, muito mais do que às tentações promovidas diretamente pelo Diabo e seus demônios. No entanto, é evidente que Satanás se vale das nossas fraquezas e da falta de sabedoria em agir sob a iluminação do Espírito, e nunca apenas de acordo com nossos próprios sentimentos (Tg 1.14). A ira (com suas filhas: amargura e vingança) tem sido, ao longo da história, uma das principais fraquezas humanas catalisadas pelas forças diabólicas. Por isso, Paulo exorta os cristãos a terem cuidado com a raiva e o furor, os quais devem ter sua expressão purificada pelo Espírito antes de provocarem mais destruição, pois nossa tendência natural é sempre pagar em dobro pelo mal que nos causaram. Portanto, os crentes são advertidos a exercerem a humildade e a paciência (como demonstrações de fé na perfeita ação de Deus) e a não deixarem que sua indignação ultrapasse o período máximo de um dia (Sl 4.4; Mt 5.22).
O ser humano não é desprovido de suas emoções naturais quando se torna um cristão convicto e fiel. Todavia, há uma bênção poderosa reservada para os crentes que confiam na direção do Espírito Santo e submetem aos seus cuidados todos os sentimentos e vontades. O pecado em geral se deve aos nossos maus desejos, regados à vaidade, egoísmo, avareza e arrogância, muito mais do que às tentações promovidas diretamente pelo Diabo e seus demônios. No entanto, é evidente que Satanás se vale das nossas fraquezas e da falta de sabedoria em agir sob a iluminação do Espírito, e nunca apenas de acordo com nossos próprios sentimentos (Tg 1.14). A ira (com suas filhas: amargura e vingança) tem sido, ao longo da história, uma das principais fraquezas humanas catalisadas pelas forças diabólicas. Por isso, Paulo exorta os cristãos a terem cuidado com a raiva e o furor, os quais devem ter sua expressão purificada pelo Espírito antes de provocarem mais destruição, pois nossa tendência natural é sempre pagar em dobro pelo mal que nos causaram. Portanto, os crentes são advertidos a exercerem a humildade e a paciência (como demonstrações de fé na perfeita ação de Deus) e a não deixarem que sua indignação ultrapasse o período máximo de um dia (Sl 4.4; Mt 5.22).
28
Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com suas mãos aquilo que é bom, para que tenha o que dar ao que tiver necessidade.
29
Que nenhuma comunicação corrupta proceda de vossa boca, mas aquilo que é bom para promover a edificação, para que ministre graça aos que a ouvem. Ef 4:29
O cristão é uma criação de Deus absolutamente nova e diferente do ser humano natural. Por isso, ao crente não basta abandonar as práticas imorais e irracionais do “velho homem”, mas cooperar de todas as formas (palavras e atitudes práticas) para a transformação desse sistema mundial decaído e fadado a destruição. Quem roubava ou extorquia, agora, como cristão, deve deixar-se levar pelo Espírito à prática de boas obras. Aquele que usa a palavra para expressar rancor e impropriedades, não apenas cessa com esse mau costume, mas passa a conhecer o poder da palavra e usá-la de forma assertiva, construtiva e abençoadora (Rm 12.5; Cl 3.9).
O cristão é uma criação de Deus absolutamente nova e diferente do ser humano natural. Por isso, ao crente não basta abandonar as práticas imorais e irracionais do “velho homem”, mas cooperar de todas as formas (palavras e atitudes práticas) para a transformação desse sistema mundial decaído e fadado a destruição. Quem roubava ou extorquia, agora, como cristão, deve deixar-se levar pelo Espírito à prática de boas obras. Aquele que usa a palavra para expressar rancor e impropriedades, não apenas cessa com esse mau costume, mas passa a conhecer o poder da palavra e usá-la de forma assertiva, construtiva e abençoadora (Rm 12.5; Cl 3.9).
30
E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção. Ef 4:30
O verbo grego original aqui usado demonstra que o Espírito Santo é uma pessoa, não meramente uma energia, sentimento ou influência, porquanto somente uma pessoa pode ser “entristecida”. São nossas palavras e atitudes (Ef 4.29,31) que podem alegrar ou entristecer o Espírito de Deus que vive em nós, por causa de Cristo, como garantia eterna (selo) de que somos novas criações e já estamos separados para habitarmos o novo mundo que se iniciará com o iminente e glorioso retorno do Senhor (Ap 21:1 -4).
O verbo grego original aqui usado demonstra que o Espírito Santo é uma pessoa, não meramente uma energia, sentimento ou influência, porquanto somente uma pessoa pode ser “entristecida”. São nossas palavras e atitudes (Ef 4.29,31) que podem alegrar ou entristecer o Espírito de Deus que vive em nós, por causa de Cristo, como garantia eterna (selo) de que somos novas criações e já estamos separados para habitarmos o novo mundo que se iniciará com o iminente e glorioso retorno do Senhor (Ap 21:1 -4).
31
Toda amargura, e ira, e cólera, e tumulto, e blasfêmias, e toda a malícia seja tirada de entre vós.
32
E sede amáveis uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou por causa de Cristo.