Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Rev 2Config
1
Ao anjo da igreja de Éfeso, escreve: Estas coisas diz aquele que segura as sete estrelas em sua mão direita, o que anda no meio dos sete candelabros de ouro: Ap 2:1
Essas sete igrejas realmente existiram na Ásia Menor. Apesar disso, observa-se o retrato de uma certa seqüência de degradação espiritual e moral da igreja, ao longo da história, que chega até a completa apatia exemplificada pela igreja de Laodicéia. Jesus revela um padrão de advertência que se aplica aos vários perfis da igreja em todas as épocas até sua volta: elogio pelas boas atitudes; admoestação contra os erros e faltas; disciplina e correção. Éfeso era um dos principais centros urbanos do Império e jactava-se de sua cultura e religiosidade pagã, ostentando o templo de Ártemis (Diana), uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Essas sete igrejas realmente existiram na Ásia Menor. Apesar disso, observa-se o retrato de uma certa seqüência de degradação espiritual e moral da igreja, ao longo da história, que chega até a completa apatia exemplificada pela igreja de Laodicéia. Jesus revela um padrão de advertência que se aplica aos vários perfis da igreja em todas as épocas até sua volta: elogio pelas boas atitudes; admoestação contra os erros e faltas; disciplina e correção. Éfeso era um dos principais centros urbanos do Império e jactava-se de sua cultura e religiosidade pagã, ostentando o templo de Ártemis (Diana), uma das sete maravilhas do mundo antigo.
2
Eu conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e como tu não podes suportar os que são maus, e tens provado os que dizem ser apóstolos e não o são, e descobriste que são mentirosos; Ap 2:2
A igreja primitiva cultivava o hábito de pôr à prova os mestres e suas doutrinas, a fim de verificar sua correção e fidedignidade bíblica. Haja vista a grande quantidade de místicos, judaizantes e falsos mestres que surgiram nos primeiros séculos após a ressurreição de Cristo (1Co 14.29; 1Ts 5.21; 1Jo 4.1).
A igreja primitiva cultivava o hábito de pôr à prova os mestres e suas doutrinas, a fim de verificar sua correção e fidedignidade bíblica. Haja vista a grande quantidade de místicos, judaizantes e falsos mestres que surgiram nos primeiros séculos após a ressurreição de Cristo (1Co 14.29; 1Ts 5.21; 1Jo 4.1).
4
Todavia, eu tenho algo contra ti, porque deixaste o teu primeiro amor. Ap 2:4
Todas as igrejas da província da Ásia haviam experimentado grande amor por Jesus Cristo (pelo Evangelho) e cooperavam fraternalmente uns com os outros, demonstrando a plenitude e a alegria do amor cristão nos primeiros anos de suas conversões. Com o passar do tempo, a chegada das muitas provações e tentações, esse amor foi se esfriando. Um alerta para a igreja dos nossos dias.
Todas as igrejas da província da Ásia haviam experimentado grande amor por Jesus Cristo (pelo Evangelho) e cooperavam fraternalmente uns com os outros, demonstrando a plenitude e a alegria do amor cristão nos primeiros anos de suas conversões. Com o passar do tempo, a chegada das muitas provações e tentações, esse amor foi se esfriando. Um alerta para a igreja dos nossos dias.
5
Lembra-te, portanto, de onde tu caíste, e arrepende-te, e fazes as primeiras obras; senão eu virei a ti rapidamente e removerei teu candelabro de seu lugar, se não te arrependeres. Ap 2:5
O termo grego, aqui traduzido por “arrepende-te”, significa: “transforma o teu pensamento e tuas ações”. Assim também, a expressão grega: “em breve virei contra ti” prenuncia uma visitação divina, especial e urgente, para julgamento imediato.
O termo grego, aqui traduzido por “arrepende-te”, significa: “transforma o teu pensamento e tuas ações”. Assim também, a expressão grega: “em breve virei contra ti” prenuncia uma visitação divina, especial e urgente, para julgamento imediato.
6
Mas isto tu tens: Odeias os atos dos nicolaítas, que eu também odeio. Ap 2:6
A tradição indica a seita herética dos nicolaítas com Nicolau, um prosélito de Antioquia e um dos sete primeiros diáconos da igreja em Jerusalém (Atos 6.5). Na época de João, contudo, o sincretismo religioso e filosófico já era tão avassalador nas regiões da Ásia Menor, que um grupo em Pérgamo, que defendia as idéias de Balaão (Ap 2.14,15), e alguns outros heréticos em Tiatira, que seguiam a Jezabel (Ap 2.20), aderiram ao movimento dos nicolaítas, pois que estes também estimulavam o paganismo e a libertinagem.
A tradição indica a seita herética dos nicolaítas com Nicolau, um prosélito de Antioquia e um dos sete primeiros diáconos da igreja em Jerusalém (Atos 6.5). Na época de João, contudo, o sincretismo religioso e filosófico já era tão avassalador nas regiões da Ásia Menor, que um grupo em Pérgamo, que defendia as idéias de Balaão (Ap 2.14,15), e alguns outros heréticos em Tiatira, que seguiam a Jezabel (Ap 2.20), aderiram ao movimento dos nicolaítas, pois que estes também estimulavam o paganismo e a libertinagem.
7
Aquele que tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Àquele que vencer eu darei de comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus. Ap 2:7
Neste livro, a expressão “vencer” se refere aos “cristãos que permanecem fiéis ao Senhor apesar das muitas provações e tentações” (Ap 15.2). Alimentar-se da “árvore da vida” (Gn 2.9; Ap 22.2) simboliza o participar da plenitude da vida eterna. O termo persa “paraíso”, incorporado ao vocabulário hebraico, significa “jardim particular” e tem a ver com a promessa de Jesus (Lc 23.43; 2Co 12.2) e a Jerusalém celestial que, em breve, nos será plenamente revelada (Ap 21.10; 22.2).
Neste livro, a expressão “vencer” se refere aos “cristãos que permanecem fiéis ao Senhor apesar das muitas provações e tentações” (Ap 15.2). Alimentar-se da “árvore da vida” (Gn 2.9; Ap 22.2) simboliza o participar da plenitude da vida eterna. O termo persa “paraíso”, incorporado ao vocabulário hebraico, significa “jardim particular” e tem a ver com a promessa de Jesus (Lc 23.43; 2Co 12.2) e a Jerusalém celestial que, em breve, nos será plenamente revelada (Ap 21.10; 22.2).
8
E ao anjo da igreja de Esmirna escreve: Estas coisas diz o primeiro e o último, o que estava morto, e está vivo:
9
Eu conheço as tuas obras, e a tribulação, e a pobreza (mas tu és rico), e eu conheço a blasfêmia dos que dizem que são judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás.
10
Não temas estas coisas que tu sofrerás; eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis tribulação por dez dias. Sê fiel até a morte, e eu te darei a coroa da vida. Ap 2:10
A “coroa” aqui não se refere à coroa de rei, mas a uma espécie de grinalda de folhas, presenteada aos “vencedores” nas batalhas e jogos olímpicos (1Co 9.25). No contexto deste livro simboliza a vida eterna (Ap 4.4; 12.3; 13.1; 14.14; 19.2; Tg 1.12; 1Pe 5.4). O vocábulo grego diabolos significa “acusador” (em hebraico: “Satanás” – Zc 3.1; Jó 1:6 -12; 2:1 -7), e representa a principal artimanha do Diabo contra os filhos de Deus (Jo 15.20; 2Tm 3.12).
A “coroa” aqui não se refere à coroa de rei, mas a uma espécie de grinalda de folhas, presenteada aos “vencedores” nas batalhas e jogos olímpicos (1Co 9.25). No contexto deste livro simboliza a vida eterna (Ap 4.4; 12.3; 13.1; 14.14; 19.2; Tg 1.12; 1Pe 5.4). O vocábulo grego diabolos significa “acusador” (em hebraico: “Satanás” – Zc 3.1; Jó 1:6 -12; 2:1 -7), e representa a principal artimanha do Diabo contra os filhos de Deus (Jo 15.20; 2Tm 3.12).
11
Aquele que tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Aquele que vencer não será ferido pela segunda morte. Ap 2:11
Esmirna (hoje na região da Turquia) era uma colônia do Império romano. Econômica e culturalmente desenvolvida, absolutamente submissa a Roma e ao culto ao imperador. Além disso, a grande comunidade judaica que vivia na cidade era muito hostil aos cristãos. Policarpo, um dos mais famosos “pais da Igreja”, foi bispo cristão em Esmirna e martirizado por sua fé, sincera e corajosa no Senhor. A expressão “segunda morte” simboliza a condenação eterna (Ap 20.6,14; 21.8).
Esmirna (hoje na região da Turquia) era uma colônia do Império romano. Econômica e culturalmente desenvolvida, absolutamente submissa a Roma e ao culto ao imperador. Além disso, a grande comunidade judaica que vivia na cidade era muito hostil aos cristãos. Policarpo, um dos mais famosos “pais da Igreja”, foi bispo cristão em Esmirna e martirizado por sua fé, sincera e corajosa no Senhor. A expressão “segunda morte” simboliza a condenação eterna (Ap 20.6,14; 21.8).
12
E ao anjo da igreja em Pérgamo escreve: Estas coisas diz aquele que tem a espada afiada de dois gumes: Ap 2:12
Pérgamo (atual Bergama), antiga capital da Ásia Menor, seu nome significa “centro defensivo ou fortaleza”. Foram os primeiros a trabalhar o couro de cabras e ovelhas como material de base para escrita (pergaminho), dando origem ao formato (códice) que o livro tem hoje. Os dois gumes da espada simbolizam a julgamento de Deus: justo e inexorável (Ap 1.16).
Pérgamo (atual Bergama), antiga capital da Ásia Menor, seu nome significa “centro defensivo ou fortaleza”. Foram os primeiros a trabalhar o couro de cabras e ovelhas como material de base para escrita (pergaminho), dando origem ao formato (códice) que o livro tem hoje. Os dois gumes da espada simbolizam a julgamento de Deus: justo e inexorável (Ap 1.16).
13
Eu conheço as tuas obras, e onde tu habitas, onde Satanás está assentado; e tu reténs meu nome, e não negaste minha fé, mesmo naqueles dias em que Antipas foi meu mártir fiel, e foi morto entre vós, onde Satanás habita. Ap 2:13
Pérgamo acabou sendo uma espécie de centro oficial da religiosidade pagã e de adoração ao imperador de Roma. Segundo a tradição cristã, Antipas foi o primeiro mártir na Ásia, tendo sido cozido em azeite, num caldeirão de bronze, lentamente até morrer, por causa de professar publicamente sua fé em Jesus Cristo, durante o reinado de Domiciano.
Pérgamo acabou sendo uma espécie de centro oficial da religiosidade pagã e de adoração ao imperador de Roma. Segundo a tradição cristã, Antipas foi o primeiro mártir na Ásia, tendo sido cozido em azeite, num caldeirão de bronze, lentamente até morrer, por causa de professar publicamente sua fé em Jesus Cristo, durante o reinado de Domiciano.
14
Mas eu tenho umas poucas coisas contra ti, porque tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, que ensinava a Balaque a lançar uma pedra de tropeço diante dos filhos de Israel, para comerem coisas sacrificadas aos ídolos, e para cometerem fornicação. Ap 2:14
Balaão era mestre em confundir os assuntos espirituais e morais com seus interesses materiais. Chegou a ensinar às mulheres midianitas a seduzir os israelitas (Nm 22 – 24; 25.1,2; 31.16; Jd 8,11). Em Apocalipse, representa perfeitamente os falsos mestres espirituais (como os gnósticos na época de João), cada vez mais abundantes pela terra; cuja ganância, corrupção e arrogância levam seus seguidores ao engano religioso, mundanismo e à perdição (Atos 15.20,29).
Balaão era mestre em confundir os assuntos espirituais e morais com seus interesses materiais. Chegou a ensinar às mulheres midianitas a seduzir os israelitas (Nm 22 – 24; 25.1,2; 31.16; Jd 8,11). Em Apocalipse, representa perfeitamente os falsos mestres espirituais (como os gnósticos na época de João), cada vez mais abundantes pela terra; cuja ganância, corrupção e arrogância levam seus seguidores ao engano religioso, mundanismo e à perdição (Atos 15.20,29).
17
Aquele que tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer eu darei de comer do maná escondido, e lhe darei uma pedra branca, e escrito na pedra um novo nome, que nenhum homem conhece, senão aquele que o recebe. Ap 2:17
O “maná escondido” simboliza (Êx 16:14 -15), aqui, o privilégio incomparável que todos os cristãos sinceros têm de participar da grande festa celestial e messiânica chamada “a ceia das bodas do Cordeiro” (Ap 19.9). Um alimento divino somente disponível aos crentes no Senhor, em contraposição ao que é oferecido aos seguidores de líderes da estirpe de Balaão (Sl 78.24). Os juízes da época costumavam usar uma pedra branca para votar em benefício do réu. Na antigüidade, os escravos que conseguiam a alforria, ganhavam uma pedrinha branca como “atestado” de sua liberdade. Aqui, o simbolismo sugere um “ingresso”, patrocinado por Cristo, para a grandiosa solenidade das suas bodas com a Igreja. A salvação é uma convicção pessoal, verdadeiramente conhecida apenas entre o crente e o Senhor (Ap 19.12).
O “maná escondido” simboliza (Êx 16:14 -15), aqui, o privilégio incomparável que todos os cristãos sinceros têm de participar da grande festa celestial e messiânica chamada “a ceia das bodas do Cordeiro” (Ap 19.9). Um alimento divino somente disponível aos crentes no Senhor, em contraposição ao que é oferecido aos seguidores de líderes da estirpe de Balaão (Sl 78.24). Os juízes da época costumavam usar uma pedra branca para votar em benefício do réu. Na antigüidade, os escravos que conseguiam a alforria, ganhavam uma pedrinha branca como “atestado” de sua liberdade. Aqui, o simbolismo sugere um “ingresso”, patrocinado por Cristo, para a grandiosa solenidade das suas bodas com a Igreja. A salvação é uma convicção pessoal, verdadeiramente conhecida apenas entre o crente e o Senhor (Ap 19.12).
18
E ao anjo da igreja de Tiatira escreve: Estas coisas diz o Filho de Deus, que tem seus olhos semelhantes a chama de fogo, e os seus pés são semelhantes ao bronze polido. Ap 2:18
Tiatira (atual Akhisar) foi fundada por Seleuco (311 – 280 a.C) com o objetivo de ser um posto militar avançado. Lídia, vendedora de púrpura, era de Tiatira (Atos 16.14).
Tiatira (atual Akhisar) foi fundada por Seleuco (311 – 280 a.C) com o objetivo de ser um posto militar avançado. Lídia, vendedora de púrpura, era de Tiatira (Atos 16.14).
19
Eu conheço as tuas obras, e a caridade, e o serviço, e a fé, e a paciência, e que as tuas últimas obras são mais do que as primeiras.
20
Porém, eu tenho umas poucas coisas contra ti, porque toleras aquela mulher Jezabel, que chama a si mesma de profetisa, a ensinar e a seduzir os meus servos a cometerem fornicação, e a comerem das coisas sacrificadas aos ídolos. Ap 2:20
O nome de Jezabel é lembrado aqui como símbolo de uma mulher de destaque na sociedade, mas que subvertia a fidelidade a Deus, manipulando pessoas mediante a permissividade moral e a incorporação de práticas pagãs. A idolatria e o materialismo eram as mais expressivas tentações em Tiatira, um importante centro comercial da Ásia (1Rs 16.31; 2Rs 9:22 -37).
O nome de Jezabel é lembrado aqui como símbolo de uma mulher de destaque na sociedade, mas que subvertia a fidelidade a Deus, manipulando pessoas mediante a permissividade moral e a incorporação de práticas pagãs. A idolatria e o materialismo eram as mais expressivas tentações em Tiatira, um importante centro comercial da Ásia (1Rs 16.31; 2Rs 9:22 -37).
22
Eis que eu vou jogá-la em uma cama, e aqueles que cometem adultério com ela em grande tribulação, a não ser que eles se arrependam de seus atos.
23
E eu destruirei os seus filhos com a morte; e todas as igrejas saberão que eu sou o que esquadrinha os rins e os corações, e eu darei a cada um de vós conforme as vossas obras. Ap 2:23
A palavra grega original “seguidores” pode ser facilmente confundida com a expressão literal “filhos”, cujo sentido aqui tem a ver com “discípulos”. Jezabel é a mãe simbólica de todos os que seguem doutrinas espúrias e libertinas. O Senhor sonda, literalmente no original grego “os rins”, “as entranhas”. Isso significa que Deus conhece as nossas vontades (fomes) mais íntimas, e o centro das nossas decisões. Atualmente, costuma-se fazer referência ao “coração” para explicar os sentimentos, e à “mente” para a razão (Sl 7.9; 62.12; Pv 24.12; Jr 11.20; 17.10). As obras são conseqüências da fé (Mt 16.27; Rm 2.6; Ap 18.6; 20.12,13; 22.12).
A palavra grega original “seguidores” pode ser facilmente confundida com a expressão literal “filhos”, cujo sentido aqui tem a ver com “discípulos”. Jezabel é a mãe simbólica de todos os que seguem doutrinas espúrias e libertinas. O Senhor sonda, literalmente no original grego “os rins”, “as entranhas”. Isso significa que Deus conhece as nossas vontades (fomes) mais íntimas, e o centro das nossas decisões. Atualmente, costuma-se fazer referência ao “coração” para explicar os sentimentos, e à “mente” para a razão (Sl 7.9; 62.12; Pv 24.12; Jr 11.20; 17.10). As obras são conseqüências da fé (Mt 16.27; Rm 2.6; Ap 18.6; 20.12,13; 22.12).
24
Mas digo-vos, e aos demais em Tiatira, a todos que não têm esta doutrina, e que não têm conhecido as profundezas de Satanás, como eles falam: Eu não colocarei sobre vós nenhum outro fardo. Ap 2:24
O gnosticismo ensinava que, para derrotar Satanás e suas hostes, se fazia necessário entrar na fortaleza do Inimigo e ter profunda experiência com o mal. Esse princípio é observado até hoje por diversas seitas heréticas em todo mundo, especialmente por meio de iniciações e ensinos secretos e esotéricos.
O gnosticismo ensinava que, para derrotar Satanás e suas hostes, se fazia necessário entrar na fortaleza do Inimigo e ter profunda experiência com o mal. Esse princípio é observado até hoje por diversas seitas heréticas em todo mundo, especialmente por meio de iniciações e ensinos secretos e esotéricos.
27
E ele as governará com um cetro de ferro; como os vasos do oleiro elas serão quebradas em fragmentos, assim como eu a recebi de meu Pai.
29
Aquele que tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ap 2:29
O uso literal do verbo grego “pastoreará” comunica o sentido de “governar”; e a expressão “com cetro de ferro”, longe de uma alusão despótica, enfatiza o “governo poderoso” de Cristo (Ap 12.5; 19.15). A expressão “estrela da manhã” refere-se simbolicamente também à presença da pessoa do próprio Senhor Jesus entre os crentes, especialmente durante as grandes tribulações mundiais, prenunciando o glorioso retorno de Cristo e todas as bênçãos que aguardam os cristãos sinceros, justos e vencedores (Dn 12.3).
O uso literal do verbo grego “pastoreará” comunica o sentido de “governar”; e a expressão “com cetro de ferro”, longe de uma alusão despótica, enfatiza o “governo poderoso” de Cristo (Ap 12.5; 19.15). A expressão “estrela da manhã” refere-se simbolicamente também à presença da pessoa do próprio Senhor Jesus entre os crentes, especialmente durante as grandes tribulações mundiais, prenunciando o glorioso retorno de Cristo e todas as bênçãos que aguardam os cristãos sinceros, justos e vencedores (Dn 12.3).