Ozzuu Bible
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aos santos e irmãos fiéis em Cristo que estão em Colossos: Graça seja a vós e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo. Cl 1:2
A expressão “santo” é usada somente por causa da morte vicária de Jesus Cristo, o Filho de Deus, em benefício eterno de todo aquele que crê (crente, cristão) que, portanto, passa a ser abençoado pela habitação do Espírito Santo em sua alma, seu Advogado e Conselheiro. O Espírito de Cristo é também a nossa garantia (marca, selo) de filiação a Deus, e santificador do crente, separando-o dia a dia (processo de santificação) das garras desse sistema mundial dominado por Satanás e seus comandados. Portanto, “santo”, assim como “perfeito”, tem a ver com a maneira como Deus, nosso Pai, nos vê a partir da pessoa e da obra do Senhor Jesus, além de serem alvos para nossas vidas cristãs (Jo 1.12; 14:16 -24; 10.10; 1Co 13.13; 1Ts 1.3).
A expressão “santo” é usada somente por causa da morte vicária de Jesus Cristo, o Filho de Deus, em benefício eterno de todo aquele que crê (crente, cristão) que, portanto, passa a ser abençoado pela habitação do Espírito Santo em sua alma, seu Advogado e Conselheiro. O Espírito de Cristo é também a nossa garantia (marca, selo) de filiação a Deus, e santificador do crente, separando-o dia a dia (processo de santificação) das garras desse sistema mundial dominado por Satanás e seus comandados. Portanto, “santo”, assim como “perfeito”, tem a ver com a maneira como Deus, nosso Pai, nos vê a partir da pessoa e da obra do Senhor Jesus, além de serem alvos para nossas vidas cristãs (Jo 1.12; 14:16 -24; 10.10; 1Co 13.13; 1Ts 1.3).
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por causa da esperança que vos está reservada nos céus, da qual já, antes, ouvistes pela palavra da verdade do evangelho,
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que já chegou a vós, como também está em todo o mundo; e já produz fruto, como também o faz entre vós, desde o dia em que ouvistes e conhecestes a graça de Deus em verdade; Cl 1:6
Paulo usa uma figura de linguagem (hipérbole), com o objetivo de destacar a rápida propagação das boas novas do evangelho por todas as partes do vasto Império Romano, em apenas três décadas após o Pentecoste (Cl 1.23; Atos 2:1 -4; Rm 1.8; 10.18; 16.19). Mais de 2000 anos depois, o cristianismo se tornou, de fato, a maior religião do planeta, e Jesus Cristo continua a fazer discípulos em todo mundo por meio da graça do Espírito de Deus (Mt 28:18 -20).
Paulo usa uma figura de linguagem (hipérbole), com o objetivo de destacar a rápida propagação das boas novas do evangelho por todas as partes do vasto Império Romano, em apenas três décadas após o Pentecoste (Cl 1.23; Atos 2:1 -4; Rm 1.8; 10.18; 16.19). Mais de 2000 anos depois, o cristianismo se tornou, de fato, a maior religião do planeta, e Jesus Cristo continua a fazer discípulos em todo mundo por meio da graça do Espírito de Deus (Mt 28:18 -20).
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o qual nos declarou também o vosso amor no Espírito. Cl 1:8
Paulo sempre demonstrou grande consideração por todos os seus cooperadores; apreciava chamá-los de “conservos”, apresentando dessa maneira aqueles que compartilhavam com ele das bênçãos e lutas no ministério (Cl 1.4.7). Epafras estabeleceu as igrejas de Colossos, Laodicéia e Hierápolis, durante a jornada do apóstolo em Éfeso (Cl 4.13; Fm 23; Ap 3.14; Atos 19.10). O amor cristão, em toda a sua exuberância, somente é possível a partir da ação poderosa do Espírito Santo na vida do cristão humilde.
Paulo sempre demonstrou grande consideração por todos os seus cooperadores; apreciava chamá-los de “conservos”, apresentando dessa maneira aqueles que compartilhavam com ele das bênçãos e lutas no ministério (Cl 1.4.7). Epafras estabeleceu as igrejas de Colossos, Laodicéia e Hierápolis, durante a jornada do apóstolo em Éfeso (Cl 4.13; Fm 23; Ap 3.14; Atos 19.10). O amor cristão, em toda a sua exuberância, somente é possível a partir da ação poderosa do Espírito Santo na vida do cristão humilde.
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Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e desejar que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual;
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para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, sendo frutíferos em toda boa obra e crescendo no conhecimento de Deus;
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fortalecidos com todo o poder, segundo a sua gloriosa força, em toda a paciência e longanimidade, com alegria,
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Ele nos livrou do poder das trevas, e nos transferiu para o Reino do seu amado Filho, Cl 1:13
No original grego, a expressão “domínio ou império das trevas” tem a ver com o “poder total do Diabo e suas hostes malignas” (Lc 22.53; Ef 2.2; 6.12; Gl 1.4).
No original grego, a expressão “domínio ou império das trevas” tem a ver com o “poder total do Diabo e suas hostes malignas” (Lc 22.53; Ef 2.2; 6.12; Gl 1.4).
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O qual é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda criatura. Cl 1:15
Jesus Cristo é o nosso redentor, pois foi ele quem pagou, com sua morte vicária, o alto preço do resgate exigido pela Lei de Deus para a absolvição de todo pecador que crê sinceramente na pessoa e obra de Cristo. Paulo usa um conhecido hino da igreja primitiva (Cl 1:15 -20; 3.16) para ensinar sobre a supremacia de Cristo na Criação e na Redenção. Alguns teólogos, com base nesse texto, têm ensinado erroneamente que Cristo foi criado. Ele, entretanto, é o próprio Criador; a expressão exata do ser de Deus, sua imagem perfeita e resplendor, refletidos na pessoa do seu Filho, Deus-homem, o primogênito de toda a criação (herdeiro de todas as coisas). Paulo usa a antiga tradição cultural oriental, para demonstrar que assim como o filho primogênito tinha certos direitos e privilégios, semelhantemente Cristo, o Filho amado de Deus, herdou absoluta prioridade, preeminência e soberania (Gn 1.27; Mt 22.20; Rm 8.29; Cl 3.10; 2Co 4.4; Hb 1.3; Jo 1.18; 14.9).
Jesus Cristo é o nosso redentor, pois foi ele quem pagou, com sua morte vicária, o alto preço do resgate exigido pela Lei de Deus para a absolvição de todo pecador que crê sinceramente na pessoa e obra de Cristo. Paulo usa um conhecido hino da igreja primitiva (Cl 1:15 -20; 3.16) para ensinar sobre a supremacia de Cristo na Criação e na Redenção. Alguns teólogos, com base nesse texto, têm ensinado erroneamente que Cristo foi criado. Ele, entretanto, é o próprio Criador; a expressão exata do ser de Deus, sua imagem perfeita e resplendor, refletidos na pessoa do seu Filho, Deus-homem, o primogênito de toda a criação (herdeiro de todas as coisas). Paulo usa a antiga tradição cultural oriental, para demonstrar que assim como o filho primogênito tinha certos direitos e privilégios, semelhantemente Cristo, o Filho amado de Deus, herdou absoluta prioridade, preeminência e soberania (Gn 1.27; Mt 22.20; Rm 8.29; Cl 3.10; 2Co 4.4; Hb 1.3; Jo 1.18; 14.9).
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Porque nele todas as coisas foram criadas, nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam elas tronos, ou dominações, ou principados, ou potestades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele. Cl 1:16
Paulo ressalta a supremacia de Cristo sobre o universo, o tempo e tudo o que há, referindo-se aos direitos do Criador como absoluto dono e mestre, em contraste com a doutrina herética sobre anjos ministradores que os pensadores gnósticos tentavam ensinar aos colossenses, insistindo que Cristo era um anjo de luz de alto escalão na hierarquia angelical (Jo 1.1,2; 8.58).
Paulo ressalta a supremacia de Cristo sobre o universo, o tempo e tudo o que há, referindo-se aos direitos do Criador como absoluto dono e mestre, em contraste com a doutrina herética sobre anjos ministradores que os pensadores gnósticos tentavam ensinar aos colossenses, insistindo que Cristo era um anjo de luz de alto escalão na hierarquia angelical (Jo 1.1,2; 8.58).
18
E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em todas as coisas tenha a preeminência.
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Porque foi do agrado do Pai que nele toda a plenitude habitasse, Cl 1:19
A expressão grega pleroma era um termo técnico usado na filosofia, especialmente pelos gnósticos, para indicar a “plena deidade”, cujo sentido era a soma total das forças sobrenaturais que controlavam o destino das pessoas. Paulo usa parte do vocabulário gnóstico para afirmar que “plenitude”, na verdade, é a pessoa do Filho de Deus, Jesus Cristo (Cl 2.9).
A expressão grega pleroma era um termo técnico usado na filosofia, especialmente pelos gnósticos, para indicar a “plena deidade”, cujo sentido era a soma total das forças sobrenaturais que controlavam o destino das pessoas. Paulo usa parte do vocabulário gnóstico para afirmar que “plenitude”, na verdade, é a pessoa do Filho de Deus, Jesus Cristo (Cl 2.9).
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e que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas; por ele, digo, sejam coisas que estão na terra, ou coisas nos céus.
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E vós, que noutro tempo éreis alienados e inimigos em vossa mente pelas vossas obras más, agora, contudo, vos reconciliou,
22
no corpo da sua carne, pela morte, para vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis diante de seus olhos,
23
se permanecerdes fundados e firmes na fé e não vos moverdes da esperança do evangelho que tendes ouvido, e que foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me tornei um ministro.
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Regozijo-me, agora, no meu sofrimento por vós e cumpro o resto das aflições de Cristo na minha carne, por causa do seu corpo, que é a igreja; Cl 1:24
Paulo não está dizendo que havia alguma falta no sacrifício expiatório de Cristo. Pelo contrário, o apóstolo está reafirmando seu compromisso em cumprir sua cota de sacrifício, como cristão, para proclamar o Evangelho a um mundo hostil para com Deus e a verdade.
Paulo não está dizendo que havia alguma falta no sacrifício expiatório de Cristo. Pelo contrário, o apóstolo está reafirmando seu compromisso em cumprir sua cota de sacrifício, como cristão, para proclamar o Evangelho a um mundo hostil para com Deus e a verdade.
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da qual me tornei um ministro segundo a dispensação de Deus, que foi dada a mim para convosco, para cumprir a palavra de Deus:
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O mistério que esteve oculto desde todos os séculos e em todas as gerações e que, agora, foi manifesto aos seus santos; Cl 1:26
O mistério cristão não é um “conhecimento secreto”, exclusivo dos iniciados como nas seitas pagãs ou ordens gnósticas. É a revelação de verdades divinas, antes ocultas (especialmente aos não judeus), mas, agora, em Cristo, proclamada abertamente para todos os povos e nações (Rm 16.25; Ef 1.9; 3.9).
O mistério cristão não é um “conhecimento secreto”, exclusivo dos iniciados como nas seitas pagãs ou ordens gnósticas. É a revelação de verdades divinas, antes ocultas (especialmente aos não judeus), mas, agora, em Cristo, proclamada abertamente para todos os povos e nações (Rm 16.25; Ef 1.9; 3.9).
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aos quais Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória; Cl 1:27
O mais importante mistério revelado é o fato de Cristo morar nos corações dos não judeus (gentios) por intermédio do Espírito Santo de Deus, que é a absoluta garantia da glória do céu (Ef 3.6).
O mais importante mistério revelado é o fato de Cristo morar nos corações dos não judeus (gentios) por intermédio do Espírito Santo de Deus, que é a absoluta garantia da glória do céu (Ef 3.6).
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o qual pregamos, advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria; para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo Jesus; Cl 1:28
Os gnósticos usavam a expressão grega teleios, “perfeito”, para distinguir os filósofos que haviam passado a conhecer e praticar os grandes segredos da seita. Entretanto, Paulo assevera que todo cristão sincero tem a constante presença do Espírito de Deus junto à sua alma, e portanto, é um dos “perfeitos” em Cristo (Mt 28:19 -20).
Os gnósticos usavam a expressão grega teleios, “perfeito”, para distinguir os filósofos que haviam passado a conhecer e praticar os grandes segredos da seita. Entretanto, Paulo assevera que todo cristão sincero tem a constante presença do Espírito de Deus junto à sua alma, e portanto, é um dos “perfeitos” em Cristo (Mt 28:19 -20).