Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Col 3Config
1
Então, se ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Cl 3:1
Paulo conclama os cristãos sinceros a exercerem na vida prática diária tudo o que eles já são posicionalmente em Cristo (Rm 6:1 -13).
Paulo conclama os cristãos sinceros a exercerem na vida prática diária tudo o que eles já são posicionalmente em Cristo (Rm 6:1 -13).
4
Quando Cristo, que é a nossa vida, aparecer, então, também vós aparecereis com ele em glória. Cl 3:4
Sendo que já morremos com Cristo, a nossa nova vida está oculta nele e Ele em Deus. Assim que Cristo retornar, o nosso estado glorioso será manifesto (1Jo 3.2).
Sendo que já morremos com Cristo, a nossa nova vida está oculta nele e Ele em Deus. Assim que Cristo retornar, o nosso estado glorioso será manifesto (1Jo 3.2).
5
Mortificai, portanto, os vossos membros que estão sobre a terra: a fornicação, a impureza, a afeição desordenada, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria; Cl 3:5
Quando o ser humano reconhece sua natureza pecaminosa (velho homem) e aceita o sacrifício de Cristo (Deus-homem) na cruz do Calvário, crucificando sua “velha natureza” com Cristo e, simbolicamente, solidarizando-se com Ele no batismo (Cl 2.13), recebe a graça do novo nascimento e da salvação eterna, cuja garantia é a habitação do Espírito de Deus em sua nova natureza (novo homem – a Imagem de Deus é recriada no crente – Gn 1.27); aprenderá, então, a ser guiado pelo Espírito Santo, e não apenas pela razão e emoções humanas. A expressão original grega nekrõsate indica que o “velho homem” deverá ser “morto” (aniquilado) diariamente, em seu poder de determinar nosso estilo de vida. É sempre a “velha natureza” que se manifesta nos desejos ilícitos e pecados da língua (Cl 3.8,9; Tg 3:1 -12), e sua mortificação se dá pela consagração da nossa “nova natureza” que, vencendo o “velho homem”, pelo poder do Espírito, nos leva à obediência de Cristo e, portanto, a tomar nossa cruz e seguir nosso Salvador, Senhor e Mestre: Jesus Cristo (Mc 8.34). Somente nos é possível despojar o “velho homem” porque Cristo despojou o “corpo da carne” (Cl 2.11) e as autoridades e poderes malignos (Cl 2.15).
Quando o ser humano reconhece sua natureza pecaminosa (velho homem) e aceita o sacrifício de Cristo (Deus-homem) na cruz do Calvário, crucificando sua “velha natureza” com Cristo e, simbolicamente, solidarizando-se com Ele no batismo (Cl 2.13), recebe a graça do novo nascimento e da salvação eterna, cuja garantia é a habitação do Espírito de Deus em sua nova natureza (novo homem – a Imagem de Deus é recriada no crente – Gn 1.27); aprenderá, então, a ser guiado pelo Espírito Santo, e não apenas pela razão e emoções humanas. A expressão original grega nekrõsate indica que o “velho homem” deverá ser “morto” (aniquilado) diariamente, em seu poder de determinar nosso estilo de vida. É sempre a “velha natureza” que se manifesta nos desejos ilícitos e pecados da língua (Cl 3.8,9; Tg 3:1 -12), e sua mortificação se dá pela consagração da nossa “nova natureza” que, vencendo o “velho homem”, pelo poder do Espírito, nos leva à obediência de Cristo e, portanto, a tomar nossa cruz e seguir nosso Salvador, Senhor e Mestre: Jesus Cristo (Mc 8.34). Somente nos é possível despojar o “velho homem” porque Cristo despojou o “corpo da carne” (Cl 2.11) e as autoridades e poderes malignos (Cl 2.15).
8
Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da blasfêmia, da comunicação obscena da vossa boca.
10
e vos vestistes de novo homem, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou; Cl 3:10
Paulo explica que a razão principal para o abandono dos maus caminhos está na simbologia do batismo. A frase original começa com o particípio grego apekdusamenoi, “tendo despido” (Cl 3.9), que é complementado por um particípio aoristo correspondente endusamenoi, “tendo vestido” (Cl 3.10). Os verbos confirmam que há uma analogia em relação ao ato batismal, que pode ser compreendida a partir do costume da época de despir-se para a cerimônia do batismo; quando o novo convertido entrava na água, e de vestir-se logo depois (Gl 3.27; Rm 13.12,14; Ef 4.24). A personalidade de Cristo é criada no cristão sincero por meio do Espírito de Deus (Gl 2.20). Desta forma é recriada a Imagem de Deus (em latim Imago Dei), segundo a qual Adão foi originalmente criado. O pecado, entretanto, desfez essa imagem divina; a nova vida em Cristo (a perfeita imagem de Deus) a refaz na pessoa do crente fiel.
Paulo explica que a razão principal para o abandono dos maus caminhos está na simbologia do batismo. A frase original começa com o particípio grego apekdusamenoi, “tendo despido” (Cl 3.9), que é complementado por um particípio aoristo correspondente endusamenoi, “tendo vestido” (Cl 3.10). Os verbos confirmam que há uma analogia em relação ao ato batismal, que pode ser compreendida a partir do costume da época de despir-se para a cerimônia do batismo; quando o novo convertido entrava na água, e de vestir-se logo depois (Gl 3.27; Rm 13.12,14; Ef 4.24). A personalidade de Cristo é criada no cristão sincero por meio do Espírito de Deus (Gl 2.20). Desta forma é recriada a Imagem de Deus (em latim Imago Dei), segundo a qual Adão foi originalmente criado. O pecado, entretanto, desfez essa imagem divina; a nova vida em Cristo (a perfeita imagem de Deus) a refaz na pessoa do crente fiel.
11
onde não há grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, servo ou livre; mas Cristo é tudo em todos. Cl 3:11
A expressão original “bárbaro” era usada, pelos gregos, para indicar uma pessoa que não falava grego e, portanto, era considerada não civilizada para os padrões da época. Os “citas” eram provenientes de algumas tribos ao redor do mar Negro, ao sul de onde, hoje, se localiza a Rússia, e considerados quase como animais selvagens. Em Cristo, todas essas distinções foram abolidas, pois Jesus transcende todas as barreiras e unifica pessoas de todas as culturas, raças e nações.
A expressão original “bárbaro” era usada, pelos gregos, para indicar uma pessoa que não falava grego e, portanto, era considerada não civilizada para os padrões da época. Os “citas” eram provenientes de algumas tribos ao redor do mar Negro, ao sul de onde, hoje, se localiza a Rússia, e considerados quase como animais selvagens. Em Cristo, todas essas distinções foram abolidas, pois Jesus transcende todas as barreiras e unifica pessoas de todas as culturas, raças e nações.
12
Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, Cl 3:12
O título outorgado a Israel passou também a significar a Igreja de Cristo (Dt 4.37; 1Pe 2.9). A eleição divina é sempre apresentada nas cartas de Paulo, porém, as Escrituras, não deixam de destacar a responsabilidade de cada pessoa em relação às suas decisões e atitudes. Paulo reforça que, exatamente por ter sido eleito, o cristão convicto e fiel deve dedicar todo o seu esforço a fim de viver em conformidade com o chamado de Deus. Os apóstolos e principais discípulos de Cristo foram grandes exemplos desse conceito teológico (Ef 1.4).
O título outorgado a Israel passou também a significar a Igreja de Cristo (Dt 4.37; 1Pe 2.9). A eleição divina é sempre apresentada nas cartas de Paulo, porém, as Escrituras, não deixam de destacar a responsabilidade de cada pessoa em relação às suas decisões e atitudes. Paulo reforça que, exatamente por ter sido eleito, o cristão convicto e fiel deve dedicar todo o seu esforço a fim de viver em conformidade com o chamado de Deus. Os apóstolos e principais discípulos de Cristo foram grandes exemplos desse conceito teológico (Ef 1.4).
13
suportando-vos uns aos outros e perdoando- vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.
15
E a paz de Deus domine em vossos corações, para a qual também fostes chamados em um corpo; e sede agradecidos.
16
A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando- vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais; cantando com graça em vosso coração ao Senhor.
17
E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando graças a Deus Pai por ele. Cl 3:17
Esse versículo é melhor compreendido à luz do encorajamento oferecido aos escravos (e a todos aqueles que prestam serviço a um patrão) nos versos 23 e 24. A frase no original grego significa falar e agir como representantes dignos do excelso Nome de Jesus Cristo, o Filho de Deus, o Messias; assim como um filho é reconhecido e deve dignificar o nome do seu pai e, portanto, de sua família.
Esse versículo é melhor compreendido à luz do encorajamento oferecido aos escravos (e a todos aqueles que prestam serviço a um patrão) nos versos 23 e 24. A frase no original grego significa falar e agir como representantes dignos do excelso Nome de Jesus Cristo, o Filho de Deus, o Messias; assim como um filho é reconhecido e deve dignificar o nome do seu pai e, portanto, de sua família.
18
Esposas, sede submissas a vosso próprio marido, como convém no Senhor. Cl 3:18
O temor (devoção e humilde obediência) ao Senhor deve regular a atitude e o relacionamento pessoal do crente com Deus, com sua família, em relação a todos os membros do Corpo de Cristo (a Igreja), e no modo de tratar os que “são de fora” (versos de 18 a 4.6; Ef 5.21).
O temor (devoção e humilde obediência) ao Senhor deve regular a atitude e o relacionamento pessoal do crente com Deus, com sua família, em relação a todos os membros do Corpo de Cristo (a Igreja), e no modo de tratar os que “são de fora” (versos de 18 a 4.6; Ef 5.21).
22
Servos, obedecei em todas as coisas a vossos senhores segundo a carne, não servindo só na aparência, como para agradar aos homens, mas em simplicidade de coração, temendo a Deus.