Ozzuu Bible
pt_kjfiel - 1Pe 1Config
1
Pedro, um apóstolo de Jesus Cristo, aos estrangeiros dispersos por todo o Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia. 1Pe 1:1
A expressão “peregrinos” é aplicada aos cristãos como pessoas que residem temporariamente na terra, porém são cidadãos do céu, onde têm assegurado seu lar eterno (1Cr 29.15; Sl 39.12; Hb 13.14). Pedro dirige sua carta aos crentes, especialmente, “aos dispersos”: cristãos judeus e gentios espalhados por quase toda Ásia Menor. Muitos desses crentes estavam em Jerusalém no Dia de Pentecostes (Atos 2:9 -11). O apóstolo Paulo também anunciou o Evangelho em muitas dessas províncias (Atos 16.6; 18.23; 19.10,26).
A expressão “peregrinos” é aplicada aos cristãos como pessoas que residem temporariamente na terra, porém são cidadãos do céu, onde têm assegurado seu lar eterno (1Cr 29.15; Sl 39.12; Hb 13.14). Pedro dirige sua carta aos crentes, especialmente, “aos dispersos”: cristãos judeus e gentios espalhados por quase toda Ásia Menor. Muitos desses crentes estavam em Jerusalém no Dia de Pentecostes (Atos 2:9 -11). O apóstolo Paulo também anunciou o Evangelho em muitas dessas províncias (Atos 16.6; 18.23; 19.10,26).
2
Eleitos segundo a presciência de Deus, o Pai, através da santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas. 1Pe 1:2
Pedro demonstra como as três pessoas da Trindade participam do plano de salvação da humanidade (Rm 8.29). O Espírito Santo é a pessoa que nos chama das trevas em que jaz toda a terra, para a maravilhosa luz e vida eterna em Cristo, segundo a vontade (eleição, escolha) de Deus (1Co 7.14; 2Ts 2.13). O processo de santificação, através do qual o Espírito Santo nos conduz, produz em nosso ser o verdadeiro e sincero arrependimento e uma nova mente espiritual: ensinável e obediente à Palavra de Deus e à direção do Espírito. O sangue de Cristo é a purificação e o selo da nova aliança de Deus com seu povo (Nm 19.9; Hb 9:11 -28; 12.24; Êx 24:3 -8; Is 52.15; Jonas 4.2; Jo 14.27; 20.19; Gl 1.3; Ef 1.2).
Pedro demonstra como as três pessoas da Trindade participam do plano de salvação da humanidade (Rm 8.29). O Espírito Santo é a pessoa que nos chama das trevas em que jaz toda a terra, para a maravilhosa luz e vida eterna em Cristo, segundo a vontade (eleição, escolha) de Deus (1Co 7.14; 2Ts 2.13). O processo de santificação, através do qual o Espírito Santo nos conduz, produz em nosso ser o verdadeiro e sincero arrependimento e uma nova mente espiritual: ensinável e obediente à Palavra de Deus e à direção do Espírito. O sangue de Cristo é a purificação e o selo da nova aliança de Deus com seu povo (Nm 19.9; Hb 9:11 -28; 12.24; Êx 24:3 -8; Is 52.15; Jonas 4.2; Jo 14.27; 20.19; Gl 1.3; Ef 1.2).
3
Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, conforme a sua abundante misericórdia, nos gerou novamente para uma esperança viva, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos; 1Pe 1:3
A esperança para o cristão sincero não é apenas um desejo ilusório ou expectativa idealista, mas a “absoluta convicção” (fé) quanto à ação de Deus em sua vida pessoal e na história. O crente tem o privilégio de ter quantas audiências particulares com Deus desejar (oração), e a qualquer momento ser ouvido atentamente pelo Senhor, sem que com isso o Criador deixe de administrar todos os demais detalhes do Universo. Para os cristãos, o sofrimento é uma prova a essa fé inabalável gravada em seus corações pelo Espírito de Cristo (1Pe 1.6,13,21; 2.12, 18-25; 3:5 -18; 4.1,4,12-19; 5.1,7-10).
A esperança para o cristão sincero não é apenas um desejo ilusório ou expectativa idealista, mas a “absoluta convicção” (fé) quanto à ação de Deus em sua vida pessoal e na história. O crente tem o privilégio de ter quantas audiências particulares com Deus desejar (oração), e a qualquer momento ser ouvido atentamente pelo Senhor, sem que com isso o Criador deixe de administrar todos os demais detalhes do Universo. Para os cristãos, o sofrimento é uma prova a essa fé inabalável gravada em seus corações pelo Espírito de Cristo (1Pe 1.6,13,21; 2.12, 18-25; 3:5 -18; 4.1,4,12-19; 5.1,7-10).
5
que estais guardados pelo poder de Deus, através da fé, para a salvação que já está pronta para ser revelada no último tempo, 1Pe 1:5
A Salvação tem três aspectos: a justificação, quando aceitamos a graça salvadora do sacrifício vicário de Cristo; a santificação, o processo de nos tornarmos mais semelhantes ao nosso Senhor ao longo de nossa caminhada na terra, e, finalmente, a glorificação: o encontro definitivo e eterno com nosso Salvador e Senhor Jesus Cristo (2Tm 1.9; Tt 3.5; 1Co 1.18; Rm 8.23,30; 13.11). O verbo grego original phroureõ, que significa “protegidos” ou “guardados”, usado no tempo passivo, é uma clara constatação do poder de Deus dirigido ao cuidado e à preservação dos santos (2Co 11.32; Gl 3.23; Fp 4.7).
A Salvação tem três aspectos: a justificação, quando aceitamos a graça salvadora do sacrifício vicário de Cristo; a santificação, o processo de nos tornarmos mais semelhantes ao nosso Senhor ao longo de nossa caminhada na terra, e, finalmente, a glorificação: o encontro definitivo e eterno com nosso Salvador e Senhor Jesus Cristo (2Tm 1.9; Tt 3.5; 1Co 1.18; Rm 8.23,30; 13.11). O verbo grego original phroureõ, que significa “protegidos” ou “guardados”, usado no tempo passivo, é uma clara constatação do poder de Deus dirigido ao cuidado e à preservação dos santos (2Co 11.32; Gl 3.23; Fp 4.7).
6
na qual vos alegrais grandemente, embora agora, por um tempo, sendo necessário, estejais sob opressão por causa das muitas tentações,
7
para que a prova da vossa fé, sendo muito mais preciosa do que o ouro que perece, mesmo que provado com fogo, possa ser achada em louvor e honra e glória, na aparição de Jesus Cristo;
8
ao qual, não o havendo visto, amais; em quem, embora não o vejais agora, e mesmo assim crendo, vos alegrais com gozo inenarrável e pleno de glória. 1Pe 1:8
O próprio Jesus, após sua ressurreição e na presença dos apóstolos, já havia congratulado as pessoas que no futuro, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente nem terem visto suas obras maravilhosas, pela fé, iriam crer em sua pessoa e Palavra, convertendo- se de todo coração a Deus (Jo 20.29).
O próprio Jesus, após sua ressurreição e na presença dos apóstolos, já havia congratulado as pessoas que no futuro, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente nem terem visto suas obras maravilhosas, pela fé, iriam crer em sua pessoa e Palavra, convertendo- se de todo coração a Deus (Jo 20.29).
9
Recebendo o fim de vossa fé, a salvação das vossas almas. 1Pe 1:9
Pedro usa o termo grego original yuw§n (transliterado por psichon), que muitas versões traduzem apenas como “alma”, mas cujo sentido amplo pode ser melhor compreendido pela expressão “pessoa”, ou seja, todo o nosso ser. Pedro não está excluindo o corpo físico renovado do céu. Esse termo aparece seis vezes nesta carta (1Pe 1.22; 2.11; 2.25; 3.20; 4.19).
Pedro usa o termo grego original yuw§n (transliterado por psichon), que muitas versões traduzem apenas como “alma”, mas cujo sentido amplo pode ser melhor compreendido pela expressão “pessoa”, ou seja, todo o nosso ser. Pedro não está excluindo o corpo físico renovado do céu. Esse termo aparece seis vezes nesta carta (1Pe 1.22; 2.11; 2.25; 3.20; 4.19).
10
Salvação sobre a qual inquiriram os profetas e a buscaram diligentemente os que profetizaram sobre a graça que viria sobre vós.
11
Buscando o tempo ou que ocasião de tempo o Espírito de Cristo, que estava neles, indicava, quando testificava de antemão os sofrimentos de Cristo, e a glória que se seguiria. 1Pe 1:11
Pedro se refere ao Espírito Santo como Espírito de Cristo porque Cristo o enviou (Jo 16.7) e realizou sua obra na terra por meio dele (Lc 4.14,18). Os sofrimentos e aflições vivenciados por Jesus Cristo em sua peregrinação pela terra são uma ilustração viva dos nossos desafios e provações. Contudo, todos os crentes sinceros, ligados à Videira, são beneficiados com a companhia diuturna de Deus e todas as glórias reservadas aos seus filhos, assim como Jesus já vive na glória do Pai. O sofrimento passageiro e a glória eterna fazem o tema central desta carta (1Pe 1:18 -21; 3.8,17-22; 4:12 -16; 5.1,5,9,10).
Pedro se refere ao Espírito Santo como Espírito de Cristo porque Cristo o enviou (Jo 16.7) e realizou sua obra na terra por meio dele (Lc 4.14,18). Os sofrimentos e aflições vivenciados por Jesus Cristo em sua peregrinação pela terra são uma ilustração viva dos nossos desafios e provações. Contudo, todos os crentes sinceros, ligados à Videira, são beneficiados com a companhia diuturna de Deus e todas as glórias reservadas aos seus filhos, assim como Jesus já vive na glória do Pai. O sofrimento passageiro e a glória eterna fazem o tema central desta carta (1Pe 1:18 -21; 3.8,17-22; 4:12 -16; 5.1,5,9,10).
12
A eles foi revelado que, não para si mesmos, mas para nós ministravam eles estas coisas que agora vos são anunciadas por aqueles que vos pregaram o evangelho, pelo Espírito Santo enviado do céu; e a estas coisas os próprios anjos desejam contemplar. 1Pe 1:12
Pedro estabelece um paralelo entre os 1Pe 1.11 e 12, entre a geração dos profetas do AT e da Igreja no NT. O Espírito e a Mensagem são os mesmos; no AT, como “promessa”, e no NT, como “cumprimento”. O Evangelho engloba a mensagem profética junto com sua realização histórica. Todo esse processo é tão impressionante que Pedro usa a expressão grega original epithymusin para descrever o sentimento de “grande ansiedade” dos anjos que, conforme o termo original seguinte parakypsai (perscrutar), agem como “alguém que, observando os fatos do alto de uma sacada, encurva-se para mais atentamente acompanhar o desenrolar dos acontecimentos”. Os anjos nos contemplam na expectativa de nossa perseverança, e glória na fé em Cristo, diante dos sofrimentos e os desafios de um mundo que se afasta de Deus (1Pe 5.12).
Pedro estabelece um paralelo entre os 1Pe 1.11 e 12, entre a geração dos profetas do AT e da Igreja no NT. O Espírito e a Mensagem são os mesmos; no AT, como “promessa”, e no NT, como “cumprimento”. O Evangelho engloba a mensagem profética junto com sua realização histórica. Todo esse processo é tão impressionante que Pedro usa a expressão grega original epithymusin para descrever o sentimento de “grande ansiedade” dos anjos que, conforme o termo original seguinte parakypsai (perscrutar), agem como “alguém que, observando os fatos do alto de uma sacada, encurva-se para mais atentamente acompanhar o desenrolar dos acontecimentos”. Os anjos nos contemplam na expectativa de nossa perseverança, e glória na fé em Cristo, diante dos sofrimentos e os desafios de um mundo que se afasta de Deus (1Pe 5.12).
13
Portanto, cingindo os lombos de vossa mente, sede sóbrios, e esperai até o fim pela graça que vos será trazida na revelação de Jesus Cristo;
14
como filhos obedientes, não vos moldando às concupiscências anteriores de vossa ignorância. 1Pe 1:14
Os cristãos sinceros são filhos do Pai celestial, adotados na família de Deus e herdeiros, com Cristo (o Primogênito), de toda a glória eterna e bênçãos celestiais reservadas para o povo do Senhor de todos os tempos, etnias e culturas (1Pe 1.17,23). Os cristãos são os únicos que recebem a autoridade filial e podem orar: “Pai nosso, que estás nos céus!” (Mt 6.9; Rm 8.15).
Os cristãos sinceros são filhos do Pai celestial, adotados na família de Deus e herdeiros, com Cristo (o Primogênito), de toda a glória eterna e bênçãos celestiais reservadas para o povo do Senhor de todos os tempos, etnias e culturas (1Pe 1.17,23). Os cristãos são os únicos que recebem a autoridade filial e podem orar: “Pai nosso, que estás nos céus!” (Mt 6.9; Rm 8.15).
15
Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver.
16
Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo. 1Pe 1:16
Deus é santo, quer dizer, absolutamente separado de qualquer aparência do mal. Essa característica do divino, de profunda aversão à perversidade, deve inspirar seus filhos a persistirem em seu processo diário de santificação, afastando-se da impureza e do pecado (Hc 1.13).
Deus é santo, quer dizer, absolutamente separado de qualquer aparência do mal. Essa característica do divino, de profunda aversão à perversidade, deve inspirar seus filhos a persistirem em seu processo diário de santificação, afastando-se da impureza e do pecado (Hc 1.13).
17
E se invocais como Pai aquele que, sem acepção de pessoas julga segundo a obra de cada homem, andai durante o tempo da vossa peregrinação aqui em temor. 1Pe 1:17
A expressão grega aqui traduzida por “temor reverente” tem, de fato, esse sentido de um respeito absoluto a um Pai que é grandioso em amor e poder, e ao mesmo tempo, severo e intransigente quanto ao que é saudável, bom e correto (Pv 1.7; 8.13; 16.6).
A expressão grega aqui traduzida por “temor reverente” tem, de fato, esse sentido de um respeito absoluto a um Pai que é grandioso em amor e poder, e ao mesmo tempo, severo e intransigente quanto ao que é saudável, bom e correto (Pv 1.7; 8.13; 16.6).
18
Porquanto vós sabeis que não fostes redimidos com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, de vossa vã maneira de viver, a qual recebestes dos vossos pais. 1Pe 1:18
Nas Escrituras, o termo “resgatar” significa livrar alguém da escravidão ou de alguma condenação, mediante o pagamento de alta multa ou fiança (Êx 21.30 com Êx 13.13). No mundo grego, os escravos podiam ser redimidos por fiança ou substituição por outra pessoa com características físicas e intelectuais semelhantes. É assim que Jesus Cristo redime os crentes da condenação da Lei (Gl 3.13), bem como de toda a maldade que tanto assedia o ser humano em sua jornada sobre a terra (Tt 2.14). Não há moeda ou bem suficientes para o pagamento deste resgate, somente o sangue do Cordeiro é capaz de substituir nossa condenação à morte (afastamento eterno de Deus) por uma vida sem fim em sua presença (1Pe 1.19; Ef 1.7; Ap 5.9; Mt 20.28; Mc 10.45; Hb 9.15; Gl 3.13; Cl 1.14; Rm 3.24).
Nas Escrituras, o termo “resgatar” significa livrar alguém da escravidão ou de alguma condenação, mediante o pagamento de alta multa ou fiança (Êx 21.30 com Êx 13.13). No mundo grego, os escravos podiam ser redimidos por fiança ou substituição por outra pessoa com características físicas e intelectuais semelhantes. É assim que Jesus Cristo redime os crentes da condenação da Lei (Gl 3.13), bem como de toda a maldade que tanto assedia o ser humano em sua jornada sobre a terra (Tt 2.14). Não há moeda ou bem suficientes para o pagamento deste resgate, somente o sangue do Cordeiro é capaz de substituir nossa condenação à morte (afastamento eterno de Deus) por uma vida sem fim em sua presença (1Pe 1.19; Ef 1.7; Ap 5.9; Mt 20.28; Mc 10.45; Hb 9.15; Gl 3.13; Cl 1.14; Rm 3.24).
19
Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem defeito e sem mancha, 1Pe 1:19
Os sacrifícios de sangue oferecidos a Deus no AT constituem-se em prefigurações do sacrifício vicário de Jesus Cristo, o derradeiro e eficaz, única ação legal e libertadora capaz de satisfazer completamente a Lei instituída pelo próprio Deus. Portanto, Cristo é o Cordeiro pascal dos crentes (1Co 5.7). Ele é o único que tira o pecado do mundo (Jo 1.29), o qual é sem qualquer mancha ou imperfeição (Hb 9.14).
Os sacrifícios de sangue oferecidos a Deus no AT constituem-se em prefigurações do sacrifício vicário de Jesus Cristo, o derradeiro e eficaz, única ação legal e libertadora capaz de satisfazer completamente a Lei instituída pelo próprio Deus. Portanto, Cristo é o Cordeiro pascal dos crentes (1Co 5.7). Ele é o único que tira o pecado do mundo (Jo 1.29), o qual é sem qualquer mancha ou imperfeição (Hb 9.14).
20
o qual foi verdadeiramente predestinado antes da fundação do mundo, porém manifestado nestes últimos tempos por vós. 1Pe 1:20
O apóstolo Pedro afirma que Cristo estava com Deus desde a fundação do Universo, aguardando o desenrolar da história e o momento mais oportuno para revelar seu Filho, como única possibilidade de salvação da humanidade (Atos 2.17; 1Tm 4.1; 2Tm 3.1; Hb 1.1; 1Jo 2.18).
O apóstolo Pedro afirma que Cristo estava com Deus desde a fundação do Universo, aguardando o desenrolar da história e o momento mais oportuno para revelar seu Filho, como única possibilidade de salvação da humanidade (Atos 2.17; 1Tm 4.1; 2Tm 3.1; Hb 1.1; 1Jo 2.18).
21
E por ele credes em Deus, que o ressuscitou dentre os mortos, e lhe deu glória, para que a vossa fé e esperança estivessem em Deus.
22
Visto que vós tendes purificado as vossas almas pela obediência à verdade através do Espírito, para um amor fraternal não fingido, cuidai para que ameis uns aos outros ardentemente e com um coração puro. 1Pe 1:22
Eco de uma ordem expressa de Jesus (Jo 13.34,35; 1Ts 4.9,10).
Eco de uma ordem expressa de Jesus (Jo 13.34,35; 1Ts 4.9,10).
23
Tendo nascido novamente, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, que vive e permanece para sempre. 1Pe 1:23
O novo nascimento (a regeneração) é um milagre promovido pelo Espírito Santo de Deus nas vidas das pessoas que recebem com gratidão e sinceridade esse dom de Deus (Tt 3.5; Jo 1.13; 3.5). A Palavra de Deus é o anúncio do Evangelho (a própria pessoa do Cristo) e conclama o pecador ao arrependimento e à salvação (1Pe 1.25; Tg 1.18). Neste contexto, “a semente” é a eterna Palavra de Deus, que uma vez pregada, jamais volta vazia (Is 55.11); que é incorruptível (não passa nem se desvanece pela ação do tempo ou qualquer intempérie), viva, eficaz e perene.
O novo nascimento (a regeneração) é um milagre promovido pelo Espírito Santo de Deus nas vidas das pessoas que recebem com gratidão e sinceridade esse dom de Deus (Tt 3.5; Jo 1.13; 3.5). A Palavra de Deus é o anúncio do Evangelho (a própria pessoa do Cristo) e conclama o pecador ao arrependimento e à salvação (1Pe 1.25; Tg 1.18). Neste contexto, “a semente” é a eterna Palavra de Deus, que uma vez pregada, jamais volta vazia (Is 55.11); que é incorruptível (não passa nem se desvanece pela ação do tempo ou qualquer intempérie), viva, eficaz e perene.
24
Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva. A erva seca e a sua flor cai. 1Pe 1:24
Pedro usa a palavra grega original doxa “glória”, para revelar poeticamente o estado frágil, temporário, e passageiro de tudo aquilo que uma pessoa possa ostentar e se orgulhar (Is 40:6 -8). Entretanto, aqueles que confiam na Palavra do Senhor conhecem seus limites e a graça de Deus que os sustenta todos os dias, como os lírios do campo (Mt 6.28,29). Os crentes são como as mais belas e perfumadas flores: quanto mais esmagados pelo mundo e provados, mais exalam o bom perfume de Cristo (2Co 2.15). A Palavra que deu origem a tudo, que é a própria pessoa do Cristo (Jo 1:1 -3), também jamais se desvanecerá ou ofuscará sua glória excelsa (Mt 24.35).
Pedro usa a palavra grega original doxa “glória”, para revelar poeticamente o estado frágil, temporário, e passageiro de tudo aquilo que uma pessoa possa ostentar e se orgulhar (Is 40:6 -8). Entretanto, aqueles que confiam na Palavra do Senhor conhecem seus limites e a graça de Deus que os sustenta todos os dias, como os lírios do campo (Mt 6.28,29). Os crentes são como as mais belas e perfumadas flores: quanto mais esmagados pelo mundo e provados, mais exalam o bom perfume de Cristo (2Co 2.15). A Palavra que deu origem a tudo, que é a própria pessoa do Cristo (Jo 1:1 -3), também jamais se desvanecerá ou ofuscará sua glória excelsa (Mt 24.35).
25
Mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que pelo evangelho vos é pregada.