Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Heb 9Config
1
Ora, verdadeiramente o primeiro pacto tinha também ordenanças de serviço divino, e um santuário terrestre.
2
Porque um tabernáculo foi preparado; o primeiro, no qual estavam o candeeiro, e a mesa, e os pães da proposição; esse é chamado de o santuário. Hb 9:2
A “parte da frente” é uma referência ao Santo Lugar do tabernáculo (tenda erguida por Moisés no deserto do Sinai), que fora separado do Santo dos Santos por um segundo véu (Hb 9.3). O primeiro véu apenas guardava a entrada. O candelabro era feito de ouro batido e colocado no lado sul do Lugar Santo (Êx 40.24), tinha sete lâmpadas, as quais eram mantidas acesas todas as noites (Êx 25:31 -40). A mesa da Proposição (Presença), construída com madeira de acácia e revestida de ouro puro, ficava no lado norte do Lugar Santo (Êx 40.22). Sobre ela se depositava doze pães, cuidadosamente dispostos em duas fileiras de seis (Lv 24.5,6).
A “parte da frente” é uma referência ao Santo Lugar do tabernáculo (tenda erguida por Moisés no deserto do Sinai), que fora separado do Santo dos Santos por um segundo véu (Hb 9.3). O primeiro véu apenas guardava a entrada. O candelabro era feito de ouro batido e colocado no lado sul do Lugar Santo (Êx 40.24), tinha sete lâmpadas, as quais eram mantidas acesas todas as noites (Êx 25:31 -40). A mesa da Proposição (Presença), construída com madeira de acácia e revestida de ouro puro, ficava no lado norte do Lugar Santo (Êx 40.22). Sobre ela se depositava doze pães, cuidadosamente dispostos em duas fileiras de seis (Lv 24.5,6).
4
que tinha o incensário de ouro, e a arca do pacto, toda coberta de ouro em redor; na qual estava um vaso de ouro, que continha o maná, e o cajado de Arão, que tinha brotado, e as tábuas do pacto. Hb 9:4
O altar do incenso se localizava no Lugar Santo, contudo, no Dia da Expiação, esse altar passava a fazer parte do Santo dos Santos por conta da retirada momentânea do véu. Havia, claro, um estreito relacionamento sacramental com o santuário interior com a arca da aliança (Êx 40.5; 1Rs 6.22). No Dia da Expiação, o sumo sacerdote levava incenso desse altar, juntamente com o sangue da oferta pelo pecado, para dentro do Santo dos Santos (Lv 16:12 -14).
O altar do incenso se localizava no Lugar Santo, contudo, no Dia da Expiação, esse altar passava a fazer parte do Santo dos Santos por conta da retirada momentânea do véu. Havia, claro, um estreito relacionamento sacramental com o santuário interior com a arca da aliança (Êx 40.5; 1Rs 6.22). No Dia da Expiação, o sumo sacerdote levava incenso desse altar, juntamente com o sangue da oferta pelo pecado, para dentro do Santo dos Santos (Lv 16:12 -14).
5
E sobre a arca os querubins da glória, que cobriam o propiciatório; sobre tais coisas não podemos falar agora particularmente. Hb 9:5
Esses querubins eram duas pequenas estátuas de seres alados, que formavam uma só peça com a tampa da arca e, de pé, em cada extremidade do propiciatório; feitas em ouro puro, representando dois anjos da “Presença” divina que exaltam e zelam pela reverência e santidade diante de Deus. Era entre essas figuras de anjos que aparecia a glória da “Presença” do Senhor (Êx 25:17 -22; Lv 16:12 -14). A tampa da arca da aliança era uma placa feita em ouro puro que se encaixava perfeitamente por cima da arca. Uma vez por ano, exatamente no décimo dia do sétimo mês, quando a congregação de Israel celebrava o Dia da Expiação (guardado pelos judeus até hoje como Yom Kippur), o sumo sacerdote aspergia sobre o povo, no tabernáculo e sobre a arca, o sangue como oferta pelo pecado (Lv 16.14,15,29,34).
Esses querubins eram duas pequenas estátuas de seres alados, que formavam uma só peça com a tampa da arca e, de pé, em cada extremidade do propiciatório; feitas em ouro puro, representando dois anjos da “Presença” divina que exaltam e zelam pela reverência e santidade diante de Deus. Era entre essas figuras de anjos que aparecia a glória da “Presença” do Senhor (Êx 25:17 -22; Lv 16:12 -14). A tampa da arca da aliança era uma placa feita em ouro puro que se encaixava perfeitamente por cima da arca. Uma vez por ano, exatamente no décimo dia do sétimo mês, quando a congregação de Israel celebrava o Dia da Expiação (guardado pelos judeus até hoje como Yom Kippur), o sumo sacerdote aspergia sobre o povo, no tabernáculo e sobre a arca, o sangue como oferta pelo pecado (Lv 16.14,15,29,34).
6
Quando estavam estas coisas assim ordenadas, os sacerdotes entravam sempre no primeiro tabernáculo, realizando o serviço de Deus.
7
Mas no segundo, apenas o sumo sacerdote, uma vez por ano, não sem sangue, o qual ele oferecia por si mesmo e pelos erros do povo.
8
Isto significando para o Espírito Santo que o caminho para o mais santo de todos ainda não se havia manifestado, enquanto o primeiro tabernáculo ainda estava de pé.
9
Isto é uma figura que se refere ao tempo presente, no qual se ofereciam tanto dons como sacrifícios que não podiam aperfeiçoar o que realizava o serviço, em relação à consciência,
10
que consistia apenas em comidas e bebidas, e diversas abluções, e ordenanças carnais, impostas sobre eles até o tempo da reforma.
11
Mas Cristo, ao vir como sumo sacerdote das coisas boas que virão, por meio de um tabernáculo maior e mais perfeito, não feito por mãos, isto é, não desta construção,
12
nem pelo sangue de bodes e novilhos, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez por todas no santo lugar, tendo obtido eterna redenção para nós. Hb 9:12
Apesar de o tabernáculo mosaico estar ultrapassado, continuava a simbolizar (inutilmente), uma volta à velha forma da Lei, uma vez que ela não podia livrar em definitivo o ser humano da condenação do pecado. Os sumos sacerdotes levíticos tinham que repetir todos os anos as cerimônias de purificação, mas Cristo ofereceu o sacrifício eficaz, pleno, único e eterno. Depois de obter a eterna redenção, subiu e adentrou ao perfeito santuário celestial.
Apesar de o tabernáculo mosaico estar ultrapassado, continuava a simbolizar (inutilmente), uma volta à velha forma da Lei, uma vez que ela não podia livrar em definitivo o ser humano da condenação do pecado. Os sumos sacerdotes levíticos tinham que repetir todos os anos as cerimônias de purificação, mas Cristo ofereceu o sacrifício eficaz, pleno, único e eterno. Depois de obter a eterna redenção, subiu e adentrou ao perfeito santuário celestial.
13
Porque se o sangue de bodes e de touros, e as cinzas de uma novilha espargidos sobre os impuros santificam trazendo a purificação da carne,
14
quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo? Hb 9:14
Esse é o versículo chave de Hebreus. Jesus Cristo foi ao mesmo tempo Sumo Sacerdote e Sacrifício imaculado; na inteireza da sua pessoa e não apenas de forma exterior, superficial e incompleta. O Espírito de Cristo, que habita no coração (tabernáculo) dos crentes, removerá totalmente a profunda e mortal marca do pecado gravada no âmago do nosso ser. É impossível servir ao Senhor de forma aceitável com a consciência maculada.
Esse é o versículo chave de Hebreus. Jesus Cristo foi ao mesmo tempo Sumo Sacerdote e Sacrifício imaculado; na inteireza da sua pessoa e não apenas de forma exterior, superficial e incompleta. O Espírito de Cristo, que habita no coração (tabernáculo) dos crentes, removerá totalmente a profunda e mortal marca do pecado gravada no âmago do nosso ser. É impossível servir ao Senhor de forma aceitável com a consciência maculada.
15
E por isso ele é o mediador do novo testamento, para que por meio da morte, para redenção das transgressões cometidas debaixo do primeiro testamento, os chamados possam recebam a promessa da herança eterna. Hb 9:15
Cristo é o único e suficiente mediador da Nova Aliança entre Deus e a humanidade, cuja “Promessa” é a herança eterna como filhos do Altíssimo (Hb 7.22; 8.6,13; 12.24; 1Tm 2.5 conforme Jr 31:31 -34). Por causa da morte expiatória de Cristo, essa herança se tornou realidade para todas as pessoas que crêem sinceramente (os chamados) em Deus (Rm 8.28). Ao entregar-se como sacrifício e ao aspergir seu sangue sobre o madeiro da cruz e sobre o povo presente, perante a Lei, pagou totalmente o preço necessário para libertar o ser humano pelos pecados cometidos, sob a primeira aliança, e quanto às violações dos mandamentos mosaicos (Mc 10.45).
Cristo é o único e suficiente mediador da Nova Aliança entre Deus e a humanidade, cuja “Promessa” é a herança eterna como filhos do Altíssimo (Hb 7.22; 8.6,13; 12.24; 1Tm 2.5 conforme Jr 31:31 -34). Por causa da morte expiatória de Cristo, essa herança se tornou realidade para todas as pessoas que crêem sinceramente (os chamados) em Deus (Rm 8.28). Ao entregar-se como sacrifício e ao aspergir seu sangue sobre o madeiro da cruz e sobre o povo presente, perante a Lei, pagou totalmente o preço necessário para libertar o ser humano pelos pecados cometidos, sob a primeira aliança, e quanto às violações dos mandamentos mosaicos (Mc 10.45).
16
Porque onde há testamento, necessário é que venha a morte do testador. Hb 9:16
O termo grego “testamento” pode ser traduzido por “aliança” na maioria das vezes, entretanto, aqui e em Hb 9.17, o vocábulo é usado especificamente no sentido de comunicar as últimas vontades de uma pessoa sobre a partilha da sua herança. O conceito de “aliança” volta à tona do Hb 9.18 em diante. Os beneficiários do testamento não têm direito legal à herança determinada antes da morte do testador. Nesse sentido, como a morte de Jesus Cristo foi devidamente comprovada na história, a promessa da herança eterna (Hb 9.15) já pode ser usufruída pelos seus beneficiários de acordo com a vontade expressa do Senhor.
O termo grego “testamento” pode ser traduzido por “aliança” na maioria das vezes, entretanto, aqui e em Hb 9.17, o vocábulo é usado especificamente no sentido de comunicar as últimas vontades de uma pessoa sobre a partilha da sua herança. O conceito de “aliança” volta à tona do Hb 9.18 em diante. Os beneficiários do testamento não têm direito legal à herança determinada antes da morte do testador. Nesse sentido, como a morte de Jesus Cristo foi devidamente comprovada na história, a promessa da herança eterna (Hb 9.15) já pode ser usufruída pelos seus beneficiários de acordo com a vontade expressa do Senhor.
17
Porque um testamento só tem efeito após a morte dos homens, do contrário não tem força alguma, enquanto o testador vive.
19
Pois quando Moisés anunciou cada preceito a todo o povo segundo a lei, tomou o sangue dos novilhos e dos bodes, com água, lã purpúrea e hissopo e aspergiu tanto o próprio livro como todo o povo,
22
E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.
23
Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão no céu fossem purificadas com tais sacrifícios, mas as coisas celestiais em si seriam purificadas com sacrifícios superiores a estes.
24
Porque Cristo não entrou em um santuário feito por mãos, que são figuras do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora aparecer na presença de Deus por nós.
25
Nem também para se oferecer com frequência, como o sumo sacerdote entrava no santo lugar de ano em ano com sangue alheio.
26
Porque antes necessário era que ele sempre sofresse desde a fundação do mundo; mas agora, na consumação dos séculos, uma vez por todas se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. Hb 9:26
A primeira vinda de Jesus Cristo, o Messias, deu início a grande era messiânica, na qual toda a história da humanidade tem transcorrido, aguardando o glorioso retorno de Cristo e o estabelecimento completo do Seu Reino, no qual viveremos eternamente em sua presença (Hb 1.2; 1Pe 1.20; Mc 10.45; Rm 8.3; Ap 20.6).
A primeira vinda de Jesus Cristo, o Messias, deu início a grande era messiânica, na qual toda a história da humanidade tem transcorrido, aguardando o glorioso retorno de Cristo e o estabelecimento completo do Seu Reino, no qual viveremos eternamente em sua presença (Hb 1.2; 1Pe 1.20; Mc 10.45; Rm 8.3; Ap 20.6).
28
Assim também Cristo ofereceu-se uma só vez para levar os pecados de muitos, e para aqueles que o buscam ele aparecerá pela segunda vez, sem pecado, para a salvação. Hb 9:28
Assim como os antigos israelitas aguardavam com expectação e ansiedade a volta do sumo sacerdote, enquanto estava no Santo dos Santos intercedendo pelo povo, no Dia da Expiação; da mesma maneira, os cristãos devem viver e esperar com fé, na expectativa da volta iminente do nosso Sumo Sacerdote (2Tm 4.8; Tt 2.13; Rm 8.29,30; Fl 3.20,21; 1Jo 3.2,3).
Assim como os antigos israelitas aguardavam com expectação e ansiedade a volta do sumo sacerdote, enquanto estava no Santo dos Santos intercedendo pelo povo, no Dia da Expiação; da mesma maneira, os cristãos devem viver e esperar com fé, na expectativa da volta iminente do nosso Sumo Sacerdote (2Tm 4.8; Tt 2.13; Rm 8.29,30; Fl 3.20,21; 1Jo 3.2,3).