Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Rom 4Config
1
Que diremos, pois, que Abraão, nosso pai, segundo a carne, encontrou? Rm 4:1
Alguns traduções trazem a expressão “antepassado” quando se referem à ascendência paterna. Entretanto a KJ, neste caso, preservou a forma clássica “pai”. Paulo, sabiamente, exalta a memória do grande patriarca da nação israelita e verdadeiro exemplo de pessoa justificada (Tg 2:21 -23) em sua carta aos judeus em Roma. Era comum, na época de Jesus, os mestres judeus citarem a vida de Abraão como exemplo de conquista do favor divino pelas obras. Entretanto, Paulo revela exatamente no pai dos judeus seu melhor exemplo de justificação pela fé (Gl 3:6 -9).
Alguns traduções trazem a expressão “antepassado” quando se referem à ascendência paterna. Entretanto a KJ, neste caso, preservou a forma clássica “pai”. Paulo, sabiamente, exalta a memória do grande patriarca da nação israelita e verdadeiro exemplo de pessoa justificada (Tg 2:21 -23) em sua carta aos judeus em Roma. Era comum, na época de Jesus, os mestres judeus citarem a vida de Abraão como exemplo de conquista do favor divino pelas obras. Entretanto, Paulo revela exatamente no pai dos judeus seu melhor exemplo de justificação pela fé (Gl 3:6 -9).
5
Mas, àquele que não trabalha, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé é imputada como justiça.
8
Abençoado é o homem a quem o Senhor não imputa o pecado. Rm 4:8
Deus continua considerando e se entristecendo com os pecados cometidos pelo pecador arrependido (convertido). Contudo, o Espírito de Deus move esse pecador a reconhecer os erros praticados e confessar seus pecados ao Senhor, que o perdoa e lhe restitui a alegria espiritual do salvo (Sl 32:1 -5; Ez 18.23,27,28,32; 33:14 -16).
Deus continua considerando e se entristecendo com os pecados cometidos pelo pecador arrependido (convertido). Contudo, o Espírito de Deus move esse pecador a reconhecer os erros praticados e confessar seus pecados ao Senhor, que o perdoa e lhe restitui a alegria espiritual do salvo (Sl 32:1 -5; Ez 18.23,27,28,32; 33:14 -16).
9
Vem, então, esta bem-aventurança só para a circuncisão, ou também sobre a incircuncisão? Pois dizemos que a fé foi imputada a Abraão como justiça.
10
Como lhe foi, então, imputada? Quando ele estava na circuncisão ou na incircuncisão? Não na circuncisão, mas na incircuncisão. Rm 4:10
Abraão foi declarado justo cerca de quatorze anos antes de ser circuncidado (Gn 15; 17; Gl 3.17). Dessa forma, Abraão é também o pai (antepassado) de todos os crentes gentios (aqueles que não passaram pela circuncisão), porquanto Abraão creu e foi plenamente justificado antes mesmo que o ritual da circuncisão (o sinal dos judeus) fosse instituído.
Abraão foi declarado justo cerca de quatorze anos antes de ser circuncidado (Gn 15; 17; Gl 3.17). Dessa forma, Abraão é também o pai (antepassado) de todos os crentes gentios (aqueles que não passaram pela circuncisão), porquanto Abraão creu e foi plenamente justificado antes mesmo que o ritual da circuncisão (o sinal dos judeus) fosse instituído.
11
E ele recebeu o sinal da circuncisão, um selo da justiça da fé quando ainda estava na incircuncisão, para que ele pudesse ser o pai de todos os que creem, embora eles não estivessem na incircuncisão; para que a justiça pudesse ser atribuída também;
12
e fosse o pai da circuncisão, daqueles que não somente são da circuncisão, mas também para os que andam nos passos daquela fé do nosso pai Abraão, que tivera ainda na incircuncisão.
13
Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão, ou à sua semente, mas pela justiça da fé. Rm 4:13
Abraão é o pai de todos os crentes fiéis (judeus ou gentios – Gn 12.3). O domínio completo do mundo pertence à descendência espiritual de Abraão (1Co 3.21, 6.2). Porém, a plena realização dessas promessas aguarda a consumação do Reino messiânico com o glorioso retorno de Jesus Cristo (Gn 12.7; 13.14,15; 15.7, 18.21; 17.8; Sl 37.9, 11, 22, 29, 34; Mt 5.5).
Abraão é o pai de todos os crentes fiéis (judeus ou gentios – Gn 12.3). O domínio completo do mundo pertence à descendência espiritual de Abraão (1Co 3.21, 6.2). Porém, a plena realização dessas promessas aguarda a consumação do Reino messiânico com o glorioso retorno de Jesus Cristo (Gn 12.7; 13.14,15; 15.7, 18.21; 17.8; Sl 37.9, 11, 22, 29, 34; Mt 5.5).
16
Portanto, é pela fé, para que seja por graça, a fim de que a promessa seja assegurada a toda a semente, não só à que é da lei, mas também à que é da fé de Abraão, que é o pai de todos nós,
17
(como está escrito: Eu te fiz pai de muitas nações) diante de Deus, em quem creu, que vivifica os mortos, e chama as coisas que não são como se elas fossem.
18
O qual contra a esperança, creu em esperança, para que pudesse se tornar o pai de muitas nações, conforme o que lhe fora dito: Assim será a tua semente.
19
E não enfraquecendo na fé, ele não considerou seu próprio corpo praticamente morto quando tinha já quase cem anos, nem ainda a morte do ventre de Sara. Rm 4:19
Abraão passou por momentos de preocupação e ansiedade (Gn 17.17,18), no entanto, o Senhor não viu nessas manifestações nada que pudesse comprometer a sinceridade da fé de Abraão. A fé madura e firme não se recusa a reconhecer a realidade das dificuldades, mas as enfrenta com a segurança de quem tem plena certeza de que o Senhor dos exércitos, que está à sua frente, é também seu Pai amoroso. Sara era dez anos mais nova que Abraão, todavia há muito passara da idade de gerar filhos. Paulo afirma que Deus é capaz de criar do nada (como fez com o próprio Universo) e dar vida aos mortos, uma alusão ao nascimento de Isaque, quando Abraão e Sara há muitos anos estavam estéreis (Gn 18.11). Paulo segue em seu raciocínio até comparar a ressurreição de Cristo à promessa da nossa ressurreição, pois Ele é o doador da vida e da eternidade (Rm 4.24,25).
Abraão passou por momentos de preocupação e ansiedade (Gn 17.17,18), no entanto, o Senhor não viu nessas manifestações nada que pudesse comprometer a sinceridade da fé de Abraão. A fé madura e firme não se recusa a reconhecer a realidade das dificuldades, mas as enfrenta com a segurança de quem tem plena certeza de que o Senhor dos exércitos, que está à sua frente, é também seu Pai amoroso. Sara era dez anos mais nova que Abraão, todavia há muito passara da idade de gerar filhos. Paulo afirma que Deus é capaz de criar do nada (como fez com o próprio Universo) e dar vida aos mortos, uma alusão ao nascimento de Isaque, quando Abraão e Sara há muitos anos estavam estéreis (Gn 18.11). Paulo segue em seu raciocínio até comparar a ressurreição de Cristo à promessa da nossa ressurreição, pois Ele é o doador da vida e da eternidade (Rm 4.24,25).
20
E não vacilou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi forte na fé, dando glória a Deus. Rm 4:20
As obras são a tentativa desesperada da humanidade para conquistar algum direito de reivindicar o favor de Deus. Abraão demonstrou que a fé é a simples e sincera disposição do coração do crente em dar glória a Deus: Primeiro, pelo que já recebeu. Segundo, pela resposta amorosa que virá do seu Pai. Um pai sábio e amoroso não dá tudo o que seu filho pede, mas procura proporcionar-lhe sempre o melhor.
As obras são a tentativa desesperada da humanidade para conquistar algum direito de reivindicar o favor de Deus. Abraão demonstrou que a fé é a simples e sincera disposição do coração do crente em dar glória a Deus: Primeiro, pelo que já recebeu. Segundo, pela resposta amorosa que virá do seu Pai. Um pai sábio e amoroso não dá tudo o que seu filho pede, mas procura proporcionar-lhe sempre o melhor.
24
mas também por nós, a quem será atribuída, aos que creem naquele que ressuscitou a Jesus nosso Senhor dentre os mortos.
25
O qual foi entregue por nossas ofensas, e ressuscitou para nossa justificação. Rm 4:25
A expressão grega paradidõmi, “entregar”, aparece duas vezes na Septuaginta e tem a ver com as passagens de Is 53.6 e 12. Cristo foi entregue para ser sacrificado, e, assim, expiar definitivamente os pecados de todos os que nele crêem. Da mesma maneira, ressuscitou para garantir a plena justificação do seu povo que herdará as promessas do Seu Reino. Essas palavras de Paulo se tornaram uma espécie de credo confessional da igreja cristã primitiva.
A expressão grega paradidõmi, “entregar”, aparece duas vezes na Septuaginta e tem a ver com as passagens de Is 53.6 e 12. Cristo foi entregue para ser sacrificado, e, assim, expiar definitivamente os pecados de todos os que nele crêem. Da mesma maneira, ressuscitou para garantir a plena justificação do seu povo que herdará as promessas do Seu Reino. Essas palavras de Paulo se tornaram uma espécie de credo confessional da igreja cristã primitiva.