Ozzuu Bible
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1
Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, o Senhor da glória, em acepção de pessoas. Tg 2:1
Os cristãos sinceros, que receberam a glória de Cristo, quer dizer, foram abençoados com a shekiná (em hebraico: “a iluminação da presença de Deus entre os seus”), devem receber todas as pessoas com carinho e respeito, sem qualquer discriminação, preconceito ou favoritismo, pois Deus, nosso Pai, recebe todos os crentes como filhos.
Os cristãos sinceros, que receberam a glória de Cristo, quer dizer, foram abençoados com a shekiná (em hebraico: “a iluminação da presença de Deus entre os seus”), devem receber todas as pessoas com carinho e respeito, sem qualquer discriminação, preconceito ou favoritismo, pois Deus, nosso Pai, recebe todos os crentes como filhos.
2
Porque se vier à vossa assembleia um homem com um anel de ouro, em bons trajes, e entrar também um homem pobre com traje sórdido, Tg 2:2
Tiago usa uma antiga expressão hebraica mô’?dh (lugar santo – Sl 74.8), como fora traduzida na Septuaginta (tradução grega do AT), isto é, synagoge, porém não com o sentido de atribuir santidade ao edifício, mas às pessoas que ali se reúnem para adorar a Deus. Assim, a expressão hebraica mais próxima do termo “sinagoga” seria ken?seth (assembléia).
Tiago usa uma antiga expressão hebraica mô’?dh (lugar santo – Sl 74.8), como fora traduzida na Septuaginta (tradução grega do AT), isto é, synagoge, porém não com o sentido de atribuir santidade ao edifício, mas às pessoas que ali se reúnem para adorar a Deus. Assim, a expressão hebraica mais próxima do termo “sinagoga” seria ken?seth (assembléia).
3
e mostrardes respeito ao que traz o bom traje, e lhe disserdes: Assenta-te tu aqui em um bom lugar; e disserdes ao pobre: Fica tu em pé, ou assenta-te abaixo do meu estrado.
5
Ouvi, meus amados irmãos: Porventura não escolheu Deus aos pobres deste mundo para serem ricos na fé, e herdeiros do reino que prometeu àqueles que o amam?
7
Porventura não blasfemam eles o nome digno pelo qual fostes chamados? Tg 2:7
Na cerimônia do batismo cristão, o nome de Cristo é invocado sobre o novo convertido (neófito) como um sinal de bênção (Mt 28.19; Atos 2.38). Assim como no AT, os antigos homens de Deus abençoavam suas descendências em o Nome do Senhor, como fez Jacó (Gn 48.16).
Na cerimônia do batismo cristão, o nome de Cristo é invocado sobre o novo convertido (neófito) como um sinal de bênção (Mt 28.19; Atos 2.38). Assim como no AT, os antigos homens de Deus abençoavam suas descendências em o Nome do Senhor, como fez Jacó (Gn 48.16).
8
Se cumprirdes a lei real, conforme a Escritura: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, fazeis bem. Tg 2:8
A lei do amor é chamada de “real” ou “régia” por ser a suprema origem e síntese de todos os demais mandamentos e ordenanças. Seu Autor é o Rei do Universo e inclui todas as leis que regulam as relações humanas (Lv 19.18; Mt 22:36 -40; Rm 13:8 -10).
A lei do amor é chamada de “real” ou “régia” por ser a suprema origem e síntese de todos os demais mandamentos e ordenanças. Seu Autor é o Rei do Universo e inclui todas as leis que regulam as relações humanas (Lv 19.18; Mt 22:36 -40; Rm 13:8 -10).
9
Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois condenados pela lei como transgressores.
10
Porque qualquer que guardar toda a lei, e errar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Tg 2:10
A impossibilidade de algum ser humano guardar toda a Lei de Deus (muito menos da forma como Jesus a interpretou), só nos deixa uma solução: confiar de todo coração naquele que foi o único capaz de cumprir plenamente a vontade do Pai, vencer a morte e nos legar vida eterna em seu Nome. É em Jesus Cristo que a compaixão e a graça de Deus triunfam sobre o juízo que merecemos (Tg 2.13; Êx 20.13; Dt 5.17,18; Mt 5.18,19; 23.23; Hb 7.26,27).
A impossibilidade de algum ser humano guardar toda a Lei de Deus (muito menos da forma como Jesus a interpretou), só nos deixa uma solução: confiar de todo coração naquele que foi o único capaz de cumprir plenamente a vontade do Pai, vencer a morte e nos legar vida eterna em seu Nome. É em Jesus Cristo que a compaixão e a graça de Deus triunfam sobre o juízo que merecemos (Tg 2.13; Êx 20.13; Dt 5.17,18; Mt 5.18,19; 23.23; Hb 7.26,27).
11
Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Ora, se tu pois não cometeres adultério, mas matares, és transgressor da lei.
13
Porque receberá o juízo sem misericórdia, aquele que não mostrou misericórdia; e a misericórdia se gloria contra o juízo. Tg 2:13
Esta passagem é um dos vários exemplos de citações dos ensinos de Jesus Cristo nessa carta (Mt 5.7; 18:33 -35).
Esta passagem é um dos vários exemplos de citações dos ensinos de Jesus Cristo nessa carta (Mt 5.7; 18:33 -35).
14
Pois qual é o proveito, meus irmãos, se um homem disser que tem fé, e não tiver as obras? Poderá a fé salvá-lo? Tg 2:14
O autor não está afirmando que as boas obras podem salvar algum ser humano, interpretação equivocada que induziu Lutero rejeitar essa carta como canônica por algum tempo. Tiago afirma que a fé sincera e viva se manifesta, naturalmente, por meio de boas obras, assim como a vida no corpo se demonstra a partir do trabalho da respiração, no bater do coração e tantas outras funções do organismo vivo (Ef 2.10; Rm 3.24).
O autor não está afirmando que as boas obras podem salvar algum ser humano, interpretação equivocada que induziu Lutero rejeitar essa carta como canônica por algum tempo. Tiago afirma que a fé sincera e viva se manifesta, naturalmente, por meio de boas obras, assim como a vida no corpo se demonstra a partir do trabalho da respiração, no bater do coração e tantas outras funções do organismo vivo (Ef 2.10; Rm 3.24).
16
e algum de vós lhe disser: Parti vós em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, qual será o proveito? Tg 2:16
Essa ilustração sobre uma fé inócua forma um instrutivo paralelo com a ilustração do falso amor, apresentada pelo apóstolo João em sua primeira carta. Enquanto Tiago conclama cada cristão a colocar sua fé em prática, João – da mesma forma – nos exorta a amar não apenas com palavras, mas mediante atitudes concretas (1Jo 3.17).
Essa ilustração sobre uma fé inócua forma um instrutivo paralelo com a ilustração do falso amor, apresentada pelo apóstolo João em sua primeira carta. Enquanto Tiago conclama cada cristão a colocar sua fé em prática, João – da mesma forma – nos exorta a amar não apenas com palavras, mas mediante atitudes concretas (1Jo 3.17).
18
Porquanto o homem pode dizer: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
19
Tu crês que há um só Deus; fazes bem; os demônios também o creem, e tremem. Tg 2:19
Tiago demonstra toda a sua formação judaica ao expressar sua fé monoteísta, o mais importante dos credos do judaísmo, conhecido em hebraico como: shema, o grande convite para que a humanidade “Ouça!” que há um Único e Todo-poderoso Deus: Yahweh (Dt 6.4; Mc 12.29).
Tiago demonstra toda a sua formação judaica ao expressar sua fé monoteísta, o mais importante dos credos do judaísmo, conhecido em hebraico como: shema, o grande convite para que a humanidade “Ouça!” que há um Único e Todo-poderoso Deus: Yahweh (Dt 6.4; Mc 12.29).
21
Porventura não foi Abraão, nosso pai, justificado pelas obras, quando ofereceu Isaque, o seu filho, sobre o altar? Tg 2:21
Ao analisarmos esse versículo dentro do contexto fica claro que Tiago está usando um fato histórico, reverenciado por toda a comunidade judaica, para reforçar seu argumento de que a fé genuína tem como resultado natural o bom procedimento e as boas obras. É importante notar que o ato de fé de Abraão ocorreu antes de responder afirmativamente à solicitação de Deus, comprovando que a fé que já habitava no coração de Abraão era pura e verdadeira (Gn 15.6; Gn 22:1 -14). A fé salvadora produz atitudes divinas (Gl 5.6).
Ao analisarmos esse versículo dentro do contexto fica claro que Tiago está usando um fato histórico, reverenciado por toda a comunidade judaica, para reforçar seu argumento de que a fé genuína tem como resultado natural o bom procedimento e as boas obras. É importante notar que o ato de fé de Abraão ocorreu antes de responder afirmativamente à solicitação de Deus, comprovando que a fé que já habitava no coração de Abraão era pura e verdadeira (Gn 15.6; Gn 22:1 -14). A fé salvadora produz atitudes divinas (Gl 5.6).
23
E a Escritura cumpriu-se, a qual diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e ele foi chamado o Amigo de Deus. Tg 2:23
O grande propósito de Deus é que o ser humano seja seu amigo, de forma voluntária e sincera. Abraão foi uma dessas pessoas (2Cr 20.7), e nós também podemos ser amigos de Deus mediante nossa fé em Jesus Cristo, seu Filho (Jo 15.14).
O grande propósito de Deus é que o ser humano seja seu amigo, de forma voluntária e sincera. Abraão foi uma dessas pessoas (2Cr 20.7), e nós também podemos ser amigos de Deus mediante nossa fé em Jesus Cristo, seu Filho (Jo 15.14).
24
Vede então como que, pelas obras, o homem é justificado, e não pela fé somente. Tg 2:24
Infelizmente algumas pessoas afirmam que crêem em Deus apenas para dar seguimento a uma tradição familiar, por mera compreensão intelectual ou conveniência. A fé legitima e aceita por Deus, nasce do arrependimento, brota no coração, floresce por toda alma e produz frutos de justiça que são as boas obras e atitudes (Mt 3.8; 7.16; Jo 15.2).
Infelizmente algumas pessoas afirmam que crêem em Deus apenas para dar seguimento a uma tradição familiar, por mera compreensão intelectual ou conveniência. A fé legitima e aceita por Deus, nasce do arrependimento, brota no coração, floresce por toda alma e produz frutos de justiça que são as boas obras e atitudes (Mt 3.8; 7.16; Jo 15.2).
25
E de igual modo, não foi também Raabe, a meretriz, justificada pelas obras, quando recebeu os mensageiros, e os enviou por outro caminho?
26
Porque assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta. Tg 2:26
Evidentemente, Tiago não está aprovando a condição de vida de Raabe anterior à sua conversão. Pelo contrário, ele está enfatizando a graça de Deus, pregando a boa nova de que, em Cristo, todos nós podemos encontrar uma nova vida e razão para viver. Tiago aponta para a fé operosa de Raabe, que não apenas reconheceu a misericórdia e o poder do Senhor, mas tornou-se cooperadora com Deus (Js 2; Hb 11.31).
Evidentemente, Tiago não está aprovando a condição de vida de Raabe anterior à sua conversão. Pelo contrário, ele está enfatizando a graça de Deus, pregando a boa nova de que, em Cristo, todos nós podemos encontrar uma nova vida e razão para viver. Tiago aponta para a fé operosa de Raabe, que não apenas reconheceu a misericórdia e o poder do Senhor, mas tornou-se cooperadora com Deus (Js 2; Hb 11.31).