Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Rom 10Config
1
Irmãos, o desejo do meu coração e a oração a Deus por Israel é para que eles sejam salvos. Rm 10:1
Paulo volta ao principal tema da sua carta: revelar os dois caminhos da justiça. Um por meio das obras da Lei, numa busca incansável e insuficiente pela justiça como fruto do esforço próprio. Ou outro, defendido e ensinado pelo apóstolo: o caminho da justificação pela fé no Cristo ressurreto, o Messias prometido. Paulo tinha o hábito de orar muito pelas igrejas (Ef 1:15 -23; Cl 1.3; 1Ts 1.2,3; 2Ts 1.3). Entretanto, nesse momento, está suplicando pela salvação de seus compatriotas judeus.
Paulo volta ao principal tema da sua carta: revelar os dois caminhos da justiça. Um por meio das obras da Lei, numa busca incansável e insuficiente pela justiça como fruto do esforço próprio. Ou outro, defendido e ensinado pelo apóstolo: o caminho da justificação pela fé no Cristo ressurreto, o Messias prometido. Paulo tinha o hábito de orar muito pelas igrejas (Ef 1:15 -23; Cl 1.3; 1Ts 1.2,3; 2Ts 1.3). Entretanto, nesse momento, está suplicando pela salvação de seus compatriotas judeus.
2
Porque eu lhes dou testemunho de que eles têm zelo de Deus, mas não segundo o conhecimento. Rm 10:2
Não basta ser extremamente zeloso quanto ao cumprimento das leis divinas, nem realizar todo tipo de sacrifício em nome de Deus. O mais importante é saber qual é o único e verdadeiro Caminho (Jesus) preparado por Deus para a salvação da humanidade, qual a vontade de Deus (especialmente a revelada nas Escrituras), e como o próprio Deus deseja ser adorado e servido (em sinceridade de coração). Paulo, antes de ter sido convertido por Jesus, era apenas um judeu zeloso e fanático (Atos 21.20; 22.3; Gl 1.14).
Não basta ser extremamente zeloso quanto ao cumprimento das leis divinas, nem realizar todo tipo de sacrifício em nome de Deus. O mais importante é saber qual é o único e verdadeiro Caminho (Jesus) preparado por Deus para a salvação da humanidade, qual a vontade de Deus (especialmente a revelada nas Escrituras), e como o próprio Deus deseja ser adorado e servido (em sinceridade de coração). Paulo, antes de ter sido convertido por Jesus, era apenas um judeu zeloso e fanático (Atos 21.20; 22.3; Gl 1.14).
3
Porque ignorando a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus.
4
Porque Cristo é o fim da lei, para justiça de todo aquele que crê. Rm 10:4
O vocábulo grego original telos, aqui traduzido por “fim”, tem um duplo sentido: por um lado, refere-se à “finalidade” ou ao “objetivo a ser conquistado”; e por outro, “término” ou “ponto final”. Jesus Cristo corresponde a ambos, porquanto Ele é o alvo da Lei (Gl 4:1 -7), como também, o encerramento da Lei como maneira de conquistar a salvação e as bênçãos de Deus.
O vocábulo grego original telos, aqui traduzido por “fim”, tem um duplo sentido: por um lado, refere-se à “finalidade” ou ao “objetivo a ser conquistado”; e por outro, “término” ou “ponto final”. Jesus Cristo corresponde a ambos, porquanto Ele é o alvo da Lei (Gl 4:1 -7), como também, o encerramento da Lei como maneira de conquistar a salvação e as bênçãos de Deus.
6
Mas a justiça que é pela fé diz assim: Não digas em teu coração: Quem subirá ao céu? (isto é, para fazer Cristo descer),
8
Mas o que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que nós pregamos,
9
se confessares com a tua boca ao Senhor Jesus, e creres em teu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, tu serás salvo. Rm 10:9
Essa é a mais antiga confissão de fé cristã (1Co 12.3), usada na igreja primitiva durante os batismos. A expressão “Jesus é o Senhor” leva em consideração a tradução do nome sagrado de Deus (e, portanto, impronunciável, segundo a lei judaica): Yahweh, do hebraico antigo, para o grego Kyrios, ou seja, “Senhor”. Forma usada mais de seis mil vezes na Septuaginta (a tradução grega do AT hebraico). Ao conferir a Jesus este título, Paulo deixa muito claro que está atribuindo a Jesus toda a divindade de Deus. Sempre que as Escrituras se referem ao “coração” não se restringem ao centro das emoções e sentimentos, mas igualmente ao centro da razão e da vontade. Paulo, ainda, salienta uma outra doutrina de ouro do cristianismo: Jesus ressuscitou dentre os mortos e permanece absolutamente vivo hoje e eternamente (Lv 18.5; Dt 30:12 -14; 1Co 15.4,14,17; Atos 2.31,32; 3.15; 4.10; 10.40).
Essa é a mais antiga confissão de fé cristã (1Co 12.3), usada na igreja primitiva durante os batismos. A expressão “Jesus é o Senhor” leva em consideração a tradução do nome sagrado de Deus (e, portanto, impronunciável, segundo a lei judaica): Yahweh, do hebraico antigo, para o grego Kyrios, ou seja, “Senhor”. Forma usada mais de seis mil vezes na Septuaginta (a tradução grega do AT hebraico). Ao conferir a Jesus este título, Paulo deixa muito claro que está atribuindo a Jesus toda a divindade de Deus. Sempre que as Escrituras se referem ao “coração” não se restringem ao centro das emoções e sentimentos, mas igualmente ao centro da razão e da vontade. Paulo, ainda, salienta uma outra doutrina de ouro do cristianismo: Jesus ressuscitou dentre os mortos e permanece absolutamente vivo hoje e eternamente (Lv 18.5; Dt 30:12 -14; 1Co 15.4,14,17; Atos 2.31,32; 3.15; 4.10; 10.40).
12
Porque não há diferença entre judeu e grego; pois o mesmo Senhor de todos é rico para com todos os que o invocam.
13
Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Rm 10:13
É certo que Paulo, embora culto e abençoado com uma inteligência fora do comum, muito aprendeu com Pedro, um homem simples do povo, mas que caminhou com Deus. Paulo repete a citação de Pedro no Dia do Pentecostes (Jl 2.32, Atos 2.21, Is 28.16).
É certo que Paulo, embora culto e abençoado com uma inteligência fora do comum, muito aprendeu com Pedro, um homem simples do povo, mas que caminhou com Deus. Paulo repete a citação de Pedro no Dia do Pentecostes (Jl 2.32, Atos 2.21, Is 28.16).
14
Como então eles invocarão aquele em quem não creram? E como eles crerão naquele de quem não ouviram? E como eles ouvirão, se não há quem pregue?
15
E como eles pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que pregam o evangelho de paz, dos que trazem boas notícias de boas coisas. Rm 10:15
Paulo, usando uma seqüência de perguntas retóricas, demonstra que os judeus jamais poderão alegar que não tiveram uma chance justa, particular e clara de ouvir o Evangelho e aceitá-lo. Paulo usa uma linda e marcante analogia para revelar a importância vital dos pregadores na transmissão da Mensagem de Cristo (as boas novas). A citação é extraída de Is 52.7, e se refere aos mensageiros quando trouxeram aos exilados as boas notícias da sua iminente soltura do cativeiro babilônico. Dessa mesma forma, os pregadores do Evangelho são aqueles que trazem a maravilhosa mensagem de libertação e nova vida aos prisioneiros do império do pecado.
Paulo, usando uma seqüência de perguntas retóricas, demonstra que os judeus jamais poderão alegar que não tiveram uma chance justa, particular e clara de ouvir o Evangelho e aceitá-lo. Paulo usa uma linda e marcante analogia para revelar a importância vital dos pregadores na transmissão da Mensagem de Cristo (as boas novas). A citação é extraída de Is 52.7, e se refere aos mensageiros quando trouxeram aos exilados as boas notícias da sua iminente soltura do cativeiro babilônico. Dessa mesma forma, os pregadores do Evangelho são aqueles que trazem a maravilhosa mensagem de libertação e nova vida aos prisioneiros do império do pecado.
18
Mas eu digo: Eles não ouviram? Sim, verdadeiramente, o seu som saiu por toda a terra, e as suas palavras até os confins do mundo. Rm 10:18
Paulo relembra um conhecido trecho das Escrituras, cantado em verso e prosa por todos os judeus, referente ao testemunho dos céus a respeito da glória e da soberania de Deus (Sl 19.2). Há um grande perigo em amar mais os mandamentos de Deus do que o Deus dos mandamentos.
Paulo relembra um conhecido trecho das Escrituras, cantado em verso e prosa por todos os judeus, referente ao testemunho dos céus a respeito da glória e da soberania de Deus (Sl 19.2). Há um grande perigo em amar mais os mandamentos de Deus do que o Deus dos mandamentos.
19
Mas eu digo: Israel não o soube? Primeiramente diz Moisés: Vou provocá-los em ciúmes com aqueles que não são povo, e com a nação tola vos provocarei à ira. Rm 10:19
A citação que acompanha o raciocínio de Paulo (Dt 32.21) responde claramente a mais uma pergunta retórica de Paulo. Os gentios, considerados por todos os judeus como pessoas mal-educadas e sem sensibilidade espiritual, compreenderam a Mensagem da Salvação e se regozijaram nela. Portanto, a conclusão paulina é: “se os gentios entenderam, vocês tinham a obrigação de ter entendido ainda melhor”.
A citação que acompanha o raciocínio de Paulo (Dt 32.21) responde claramente a mais uma pergunta retórica de Paulo. Os gentios, considerados por todos os judeus como pessoas mal-educadas e sem sensibilidade espiritual, compreenderam a Mensagem da Salvação e se regozijaram nela. Portanto, a conclusão paulina é: “se os gentios entenderam, vocês tinham a obrigação de ter entendido ainda melhor”.
20
Mas Isaías é muito atrevido, e diz: Eu fui achado pelos que não me buscavam; fui manifestado aos que não perguntavam por mim.
21
Mas para Israel ele diz: Todo o dia eu estendi as minhas mãos a um povo desobediente e contradizente. Rm 10:21
A responsabilidade total pelo afastamento de Israel, como nação, de Deus é do próprio povo israelita (e por conseqüência de todos os incrédulos). Pois não cumpriram a condição sine quae non de Deus: a fé pura e sincera. É um perigo ter fé na fé, em vez de fé no doador da fé: o Senhor (Is 65:1 -2).
A responsabilidade total pelo afastamento de Israel, como nação, de Deus é do próprio povo israelita (e por conseqüência de todos os incrédulos). Pois não cumpriram a condição sine quae non de Deus: a fé pura e sincera. É um perigo ter fé na fé, em vez de fé no doador da fé: o Senhor (Is 65:1 -2).