Ozzuu Bible
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1
E eu vi um novo céu, e uma nova terra; porque o primeiro céu e a primeira terra haviam passado, e não havia mais mar. Ap 21:1
O termo grego original kaino;n kainos significa “novo” em qualidade, ineditismo e temporalidade (Ap 20.11). Somente Deus é capaz de criar o absolutamente novo. A terra e a humanidade ingressarão num novo Universo, onde não mais dependeremos da força e energia de astros como o sol, a lua e as estrelas (Ap 21.23). O mar, na tradição judaica sempre simbolizou o caos (entropia) e a malignidade. Na nova ordem, não haverá qualquer sombra de maldade, e o mar físico pode desaparecer do planeta como um sinal da total implantação do Reino de Cristo sobre a terra (Rm 8:19 -22).
O termo grego original kaino;n kainos significa “novo” em qualidade, ineditismo e temporalidade (Ap 20.11). Somente Deus é capaz de criar o absolutamente novo. A terra e a humanidade ingressarão num novo Universo, onde não mais dependeremos da força e energia de astros como o sol, a lua e as estrelas (Ap 21.23). O mar, na tradição judaica sempre simbolizou o caos (entropia) e a malignidade. Na nova ordem, não haverá qualquer sombra de maldade, e o mar físico pode desaparecer do planeta como um sinal da total implantação do Reino de Cristo sobre a terra (Rm 8:19 -22).
2
E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, descendo do céu, da parte de Deus, preparada como uma noiva adornada para o seu marido. Ap 21:2
A “Cidade Santa” é a Nova Jerusalém, a Igreja de Cristo, adornada como uma noiva perfeita (bonita, amorosa e fiel). O enlace matrimonial do Senhor com sua Igreja (seu povo salvo e santo) é uma metáfora judaica antiga do amor de Deus pela humanidade (Ap 19.7; Ef 5:26 -27). A “Cidade Santa” reúne em si os principais elementos de Jerusalém, do Templo e do Jardim do Éden. A drástica separação que houve, fruto da infidelidade humana, agora está completamente perdoada e superada em Cristo (Gn 3; Hb 9.15; 12.24).
A “Cidade Santa” é a Nova Jerusalém, a Igreja de Cristo, adornada como uma noiva perfeita (bonita, amorosa e fiel). O enlace matrimonial do Senhor com sua Igreja (seu povo salvo e santo) é uma metáfora judaica antiga do amor de Deus pela humanidade (Ap 19.7; Ef 5:26 -27). A “Cidade Santa” reúne em si os principais elementos de Jerusalém, do Templo e do Jardim do Éden. A drástica separação que houve, fruto da infidelidade humana, agora está completamente perdoada e superada em Cristo (Gn 3; Hb 9.15; 12.24).
3
E eu ouvi uma grande voz do céu, dizendo: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, e ele habitará com eles, e eles serão o seu povo, e o próprio Deus estará com eles, e será o seu Deus. Ap 21:3
Desde a libertação do povo de Deus do Egito que a figura do Tabernáculo significa a presença do Espírito de Deus junto dos seus filhos amados. Finalmente, eternamente, agora, essa convivência será perfeita (Jo 1.14). O Senhor fez de seus filhos Reino e Sacerdócio, e estes receberam o direito de viver na presença do Pai (Lv 26:11 -12; Ez 37.27; 2Co 6.16).
Desde a libertação do povo de Deus do Egito que a figura do Tabernáculo significa a presença do Espírito de Deus junto dos seus filhos amados. Finalmente, eternamente, agora, essa convivência será perfeita (Jo 1.14). O Senhor fez de seus filhos Reino e Sacerdócio, e estes receberam o direito de viver na presença do Pai (Lv 26:11 -12; Ez 37.27; 2Co 6.16).
4
E Deus enxugará todas as lágrimas de seus olhos; e não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem haverá mais dor; porque as coisas antigas são passadas. Ap 21:4
Todos os males, tristezas e dores vivenciados no mundo atual serão superados e consolados no novo mundo, onde impera o Reino de Cristo (Ap 7.17; Is 25.8; 1Jo 3.2).
Todos os males, tristezas e dores vivenciados no mundo atual serão superados e consolados no novo mundo, onde impera o Reino de Cristo (Ap 7.17; Is 25.8; 1Jo 3.2).
5
E aquele que está assentado sobre o trono disse: Eis eu que faço novas todas as coisas. E ele disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis.
6
E ele disse-me: Está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. Àquele que estiver sedento eu darei gratuitamente da fonte da água da vida.
8
Mas os medrosos, e incrédulos, e os abomináveis, e assassinos, e devassos, e feiticeiros, e idólatras e todos os mentirosos, terão sua parte no lago que arde com fogo e enxofre; que é a segunda morte. Ap 21:8
Em geral, pessoas que vivem na prática obstinada desses erros e pecados são as mesmas que negam que Jesus Cristo é o Messias e o Filho de Deus. Os crentes sinceros entregam o controle de suas vontades e atitudes ao Espírito do Senhor, e jamais desistem de buscar a santificação (1Jo 2.22).
Em geral, pessoas que vivem na prática obstinada desses erros e pecados são as mesmas que negam que Jesus Cristo é o Messias e o Filho de Deus. Os crentes sinceros entregam o controle de suas vontades e atitudes ao Espírito do Senhor, e jamais desistem de buscar a santificação (1Jo 2.22).
9
E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das sete últimas pragas, e falou comigo, dizendo: Vem aqui, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro. Ap 21:9
Os sete últimos flagelos ou pragas da justa ira divina (Ap 15.1). A “esposa do Cordeiro” e a “Cidade Santa” são símbolos usados para representar a cidade que Abraão aguardava pela fé obediente em Deus (Hb 11:10 -16, de acordo com Ap 21:22 -24).
Os sete últimos flagelos ou pragas da justa ira divina (Ap 15.1). A “esposa do Cordeiro” e a “Cidade Santa” são símbolos usados para representar a cidade que Abraão aguardava pela fé obediente em Deus (Hb 11:10 -16, de acordo com Ap 21:22 -24).
10
E levou-me em espírito a uma grande e alta montanha, e mostrou-me aquela grande cidade, a santa Jerusalém, descendo do céu, da parte de Deus. Ap 21:10
Ver notas sobre a expressão “no Espírito” em Ap 1.10; Ap 4.2 e Ap 17.3
Ver notas sobre a expressão “no Espírito” em Ap 1.10; Ap 4.2 e Ap 17.3
11
Tendo a glória de Deus; e a sua luz era semelhante a mais preciosa pedra, semelhante a pedra de jaspe, clara como o cristal; Ap 21:11
A beleza exuberante de uma jóia rara, pura e muito valiosa simboliza a santificação dos crentes que agora compartilham alegremente da glória de Deus Pai, que já descreveu a sua glória como o esplendor das mais ricas gemas de diamante e jaspe (Ap 4.3; Ez 43.5).
A beleza exuberante de uma jóia rara, pura e muito valiosa simboliza a santificação dos crentes que agora compartilham alegremente da glória de Deus Pai, que já descreveu a sua glória como o esplendor das mais ricas gemas de diamante e jaspe (Ap 4.3; Ez 43.5).
12
e tinha um muro grande e alto, e tinha doze portões, e nos portões doze anjos, e nomes escritos sobre eles, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel; Ap 21:12
Os doze portais ou portas ornamentadas com requinte e arte representam o ingresso dos salvos no Reino, o número simbólico, completo e generoso de 144.000 de 7:4 -8. A cifra 12, representando abundância, graça, completeza e perfeição, faz uma menção honrosa às doze tribos de Israel, e ressalta o vínculo que há entre o AT e o NT ao mencionar os doze apóstolos nos fundamentos da Cidade (Ap 21.14; Ez 48:30 -35).
Os doze portais ou portas ornamentadas com requinte e arte representam o ingresso dos salvos no Reino, o número simbólico, completo e generoso de 144.000 de 7:4 -8. A cifra 12, representando abundância, graça, completeza e perfeição, faz uma menção honrosa às doze tribos de Israel, e ressalta o vínculo que há entre o AT e o NT ao mencionar os doze apóstolos nos fundamentos da Cidade (Ap 21.14; Ez 48:30 -35).
15
E aquele que falava comigo tinha uma cana de ouro para medir a cidade, e os seus portões, e o seu muro.
16
E a cidade está em um quadrado; e o seu comprimento é tão grande quanto a largura. E ele mediu a cidade com a cana até doze mil estádios. Seu comprimento, largura e altura são iguais. Ap 21:16
Para os antigos gregos, o cubo era a forma geométrica (quadrangular) que simbolizava a perfeição, pois nele, comprimento, largura e altura têm a mesma medida. Para os judeus, o cubo era lembrado como o formato geral dos Santos dos Santos no Tabernáculo e no Templo. Em Ap 11, as medidas foram tomadas como garantia de proteção; aqui, são uma clara demonstração da beleza, simetria, perfeição e amplitude impressionante da graça divina. A medida grega citada no texto original é o “estádio”, que equivale a 185 metros, correspondendo a um total de “doze mil estádios”. O Senhor Deus é o Edificador do seu povo e da perfeita habitação dos crentes sinceros (Ef 2:19 -22).
Para os antigos gregos, o cubo era a forma geométrica (quadrangular) que simbolizava a perfeição, pois nele, comprimento, largura e altura têm a mesma medida. Para os judeus, o cubo era lembrado como o formato geral dos Santos dos Santos no Tabernáculo e no Templo. Em Ap 11, as medidas foram tomadas como garantia de proteção; aqui, são uma clara demonstração da beleza, simetria, perfeição e amplitude impressionante da graça divina. A medida grega citada no texto original é o “estádio”, que equivale a 185 metros, correspondendo a um total de “doze mil estádios”. O Senhor Deus é o Edificador do seu povo e da perfeita habitação dos crentes sinceros (Ef 2:19 -22).
17
E ele mediu o seu muro, de cento e quarenta e quatro côvados, de acordo com a medida de um homem, isto é, de um anjo.
18
E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade era ouro puro, semelhante ao vidro límpido. Ap 21:18
A medida original grega do muro é de 144 côvados. O côvado era uma medida linear equivalente a cerca de 45 centímetros. O cristal de jaspe ou diamante simboliza a pureza, resistência, beleza, riqueza e perenidade das obras realizadas pelo Senhor. O ouro límpido e cintilante como o vidro revela a absoluta ausência de contaminação e corrupção. Satanás jamais conseguirá seduzir o povo de Deus nem induzir o ser humano ao erro (Ap 21.27; Gn 3:1 -7).
A medida original grega do muro é de 144 côvados. O côvado era uma medida linear equivalente a cerca de 45 centímetros. O cristal de jaspe ou diamante simboliza a pureza, resistência, beleza, riqueza e perenidade das obras realizadas pelo Senhor. O ouro límpido e cintilante como o vidro revela a absoluta ausência de contaminação e corrupção. Satanás jamais conseguirá seduzir o povo de Deus nem induzir o ser humano ao erro (Ap 21.27; Gn 3:1 -7).
19
E os fundamentos do muro da cidade estavam decorados de todo tipo de pedras preciosas. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda;
20
o quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista.
21
E os doze portões eram doze pérolas; cada respectivo portão era de uma pérola; e a rua da cidade era de ouro puro, como se fosse vidro transparente.
22
E eu não vi nela templo, porque o Senhor Deus Todo-Poderoso e o Cordeiro são o templo dela. Ap 21:22
A constante presença do Tabernáculo, e depois do Templo em Jerusalém, sempre foi um símbolo de reverência e encorajamento quanto à presença amorosa e poderosa do Deus de Israel, e uma lembrança perpétua de que todo ser humano é pecador e carece da graça, do perdão e da glória do Senhor (Rm 3:23 -24). Entrar no Santo dos Santos de forma indigna significava a morte imediata do transgressor. Nos dias atuais, para desalento dos judeus, sobre as ruínas do último Templo cintila a cúpula dourada da mesquita islâmica de Omar, que também, com seu formato cúbico, resiste em Jerusalém desde o séc. VII. A “Cidade Santa”, entretanto, será habitada somente pelos salvos e santos. O relacionamento com Deus será franqueado e ininterrupto, pois na Nova Terra, todo lugar é lugar de abundante e alegre comunhão entre o Pai e seus filhos remidos (Ap 22.3).
A constante presença do Tabernáculo, e depois do Templo em Jerusalém, sempre foi um símbolo de reverência e encorajamento quanto à presença amorosa e poderosa do Deus de Israel, e uma lembrança perpétua de que todo ser humano é pecador e carece da graça, do perdão e da glória do Senhor (Rm 3:23 -24). Entrar no Santo dos Santos de forma indigna significava a morte imediata do transgressor. Nos dias atuais, para desalento dos judeus, sobre as ruínas do último Templo cintila a cúpula dourada da mesquita islâmica de Omar, que também, com seu formato cúbico, resiste em Jerusalém desde o séc. VII. A “Cidade Santa”, entretanto, será habitada somente pelos salvos e santos. O relacionamento com Deus será franqueado e ininterrupto, pois na Nova Terra, todo lugar é lugar de abundante e alegre comunhão entre o Pai e seus filhos remidos (Ap 22.3).
23
E a cidade não tem necessidade de sol, nem de lua, para que nela brilhem, porque a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua luz. Ap 21:23
Cristo é toda a exuberância da glória de Deus-Pai manifesta ao mundo (Jo 1.14). Portanto, na nova existência celestial não serão necessárias outras fontes de energia que não sejam a própria presença gloriosa do Senhor (Is 60.19).
Cristo é toda a exuberância da glória de Deus-Pai manifesta ao mundo (Jo 1.14). Portanto, na nova existência celestial não serão necessárias outras fontes de energia que não sejam a própria presença gloriosa do Senhor (Is 60.19).
24
E as nações daqueles que são salvos andarão em sua luz; e os reis da terra trazem- lhe sua glória e honra.
27
E não entrará nela coisa alguma que contamine, nem o que quer que pratique abominação, ou crie mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro. Ap 21:27
A “Cidade Santa” não conhecerá a escuridão ou as trevas, e jamais será ameaçada por qualquer perigo ou ação maligna (Is 11:9 -10).
A “Cidade Santa” não conhecerá a escuridão ou as trevas, e jamais será ameaçada por qualquer perigo ou ação maligna (Is 11:9 -10).