Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Rev 16Config
1
E eu ouvi uma grande voz sair do templo, dizendo aos sete anjos: Ide pelos vossos caminhos, e derramai as taças da ira de Deus sobre a terra.
2
E foi o primeiro, e derramou a sua taça sobre a terra, e recaiu uma chaga fétida e dolorosa sobre os homens que tinham a marca da besta e sobre aqueles que adoravam a sua imagem. Ap 16:2
A exemplo do que ocorreu no passado, por ocasião do Êxodo do povo judaico, quando Deus enviou a sexta praga sobre o Egito (Êx 9:9 -11); agora, todos quantos compactuaram com a Besta, e usam seu símbolo ou marca (Ap 13.16), foram afligidos por uma série de cânceres e feridas. Literalmente: “úlceras dolorosas que emanam odor repugnante” (Jó 2:7 -13).
A exemplo do que ocorreu no passado, por ocasião do Êxodo do povo judaico, quando Deus enviou a sexta praga sobre o Egito (Êx 9:9 -11); agora, todos quantos compactuaram com a Besta, e usam seu símbolo ou marca (Ap 13.16), foram afligidos por uma série de cânceres e feridas. Literalmente: “úlceras dolorosas que emanam odor repugnante” (Jó 2:7 -13).
3
E o segundo anjo derramou a sua taça sobre mar; e este se tornou em sangue como o de um homem morto; e toda a alma vivente morreu no mar. Ap 16:3
A primeira vida animal criada por Deus ocorreu no mar (Gn 1.20). Agora, como na primeira praga de Deus contra os ímpios no Egito, as águas do mar deixaram de hospedar a vida e provocam morte e apodrecimento (Êx 7:17 -21).
A primeira vida animal criada por Deus ocorreu no mar (Gn 1.20). Agora, como na primeira praga de Deus contra os ímpios no Egito, as águas do mar deixaram de hospedar a vida e provocam morte e apodrecimento (Êx 7:17 -21).
4
E o terceiro anjo derramou a sua taça sobre os rios e nas fontes das águas, e eles se tornaram em sangue.
5
E eu ouvi o anjo das águas dizer: Tu és justo, ó Senhor, que és, e que eras, e serás, porque tu julgaste assim.
6
Porque eles derramaram o sangue de santos e profetas, e tu lhes deste sangue para beber; porque eles são dignos. Ap 16:6
Deus reluta, em sua santa longanimidade, em punir os ímpios; entretanto, quando esse momento chegar, o castigo será inexorável e proporcional às infrações e crimes de cada pecador (Is 49.26).
Deus reluta, em sua santa longanimidade, em punir os ímpios; entretanto, quando esse momento chegar, o castigo será inexorável e proporcional às infrações e crimes de cada pecador (Is 49.26).
7
E ouvi outro vindo do altar dizer: Ainda assim, Senhor Deus Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos.
8
E o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado poder para queimar os homens com fogo. Ap 16:8
Os incrédulos, ainda que sob intenso sofrimento global, não darão atenção à voz do Senhor. Suas peles serão queimadas violentamente pelos raios solares e, sabendo que Deus é o Senhor do Universo, blasfemarão contra o Criador e questionarão bondade para com a humanidade (Dt 28.22; 1Co 3.13; 2Pe 3.7). Embora a finalidade última das pragas e flagelos seja levar o ímpio ao arrependimento, isso, infelizmente, não ocorrerá (Am 4:6 -13).
Os incrédulos, ainda que sob intenso sofrimento global, não darão atenção à voz do Senhor. Suas peles serão queimadas violentamente pelos raios solares e, sabendo que Deus é o Senhor do Universo, blasfemarão contra o Criador e questionarão bondade para com a humanidade (Dt 28.22; 1Co 3.13; 2Pe 3.7). Embora a finalidade última das pragas e flagelos seja levar o ímpio ao arrependimento, isso, infelizmente, não ocorrerá (Am 4:6 -13).
9
E os homens foram queimados com grande calor, e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e eles não se arrependeram para lhe darem glória.
10
E o quinto anjo derramou a sua taça sobre o trono da besta, e o seu reino era cheio de trevas; eles mordiam suas línguas por causa da dor, Ap 16:10
A ira de Deus chega ao centro de comando do Diabo, numa analogia às trevas que caíram sobre o Egito por ocasião da nova praga (Êx 10:21 -23). A palavra original grega “trono” aparece neste livro 42 vezes, sendo que, apenas aqui e em 2.13, refere-se ao trono do Inimigo. Nas demais referências, 40 vezes o termo está ligado à posição de absoluta soberania de Deus.
A ira de Deus chega ao centro de comando do Diabo, numa analogia às trevas que caíram sobre o Egito por ocasião da nova praga (Êx 10:21 -23). A palavra original grega “trono” aparece neste livro 42 vezes, sendo que, apenas aqui e em 2.13, refere-se ao trono do Inimigo. Nas demais referências, 40 vezes o termo está ligado à posição de absoluta soberania de Deus.
11
e blasfemavam o Deus do céu por causa das suas dores e suas feridas, e não se arrependeram dos seus atos. Ap 16:11
Uma característica natural dos ímpios e incrédulos (assim como ocorreu com o Faraó do Egito), ainda que sejam cultos, é o fato de interpretarem as calamidades mundiais como indiferença ou impotência de Deus, e não como motivo de arrependimento por suas faltas e pecados contra o Senhor e sua Igreja.
Uma característica natural dos ímpios e incrédulos (assim como ocorreu com o Faraó do Egito), ainda que sejam cultos, é o fato de interpretarem as calamidades mundiais como indiferença ou impotência de Deus, e não como motivo de arrependimento por suas faltas e pecados contra o Senhor e sua Igreja.
12
E o sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a água dali secou-se, para que o caminho dos reis do leste pudesse ser preparado. Ap 16:12
Heródoto, o grande historiador da antigüidade, narra como os persas conseguiram fazer um desvio no rio Eufrates, que corria por baixo das muralhas da Babilônia, e o leito seco se transformou em estrada para a invasão dos exércitos de Ciro (539 a.C.). Esse fato histórico ilustra bem a forma inesperada e rápida como acontecerá o assalto militar à herdeira dessa civilização pagã (Ap 16.15; Is 11:15 -16). Seja ela, Roma ou alguma nação poderosa, dirigida pelos três grandes representantes do Mal (o Anticristo, a Besta e o Falso profeta).
Heródoto, o grande historiador da antigüidade, narra como os persas conseguiram fazer um desvio no rio Eufrates, que corria por baixo das muralhas da Babilônia, e o leito seco se transformou em estrada para a invasão dos exércitos de Ciro (539 a.C.). Esse fato histórico ilustra bem a forma inesperada e rápida como acontecerá o assalto militar à herdeira dessa civilização pagã (Ap 16.15; Is 11:15 -16). Seja ela, Roma ou alguma nação poderosa, dirigida pelos três grandes representantes do Mal (o Anticristo, a Besta e o Falso profeta).
13
E eu vi três espíritos imundos semelhantes a rãs, saírem da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta. Ap 16:13
Na tradição judaica, a rã é considerada um animal impuro, que também simboliza o espírito diabólico do engano (Lv 11.10). A Besta usará o Falso profeta para comunicar ao mundo seus planos enganosos de paz e prosperidade, e vender ilusões aos que ostentarem a sua marca (Ap 13.11).
Na tradição judaica, a rã é considerada um animal impuro, que também simboliza o espírito diabólico do engano (Lv 11.10). A Besta usará o Falso profeta para comunicar ao mundo seus planos enganosos de paz e prosperidade, e vender ilusões aos que ostentarem a sua marca (Ap 13.11).
14
Porque eles são espíritos de demônios, operando milagres; os quais vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para reuni- los para a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso.
15
Eis que eu venho como ladrão. Abençoado é aquele que vigia, e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e eles vejam sua vergonha. Ap 16:15
Ainda que do ponto de vista humano, o glorioso retorno de Cristo esteja demorando, o crente fiel e previdente deve viver vigiando (em grego, gregoreo “acordado”), preparado espiritualmente para seu definitivo encontro com Deus (Ap 3.18; Mt 22:11 -13). O cristão tem certeza de que Jesus voltará; será um retorno repentino, mas não inesperado para os crentes (Mt 24:36 -44; 1Ts 5.4; 1Co 15.52). Muitos esfriarão sua fé e tantos outros cederão aos encantos da Besta, mas os cristãos sinceros e fiéis resistirão em sua fé no Filho de Deus e sua Palavra (Lc 12:35 -39; 1Pe 1.13; 5,8; 2Pe 3:8 -12; Ap 7:13 -14).
Ainda que do ponto de vista humano, o glorioso retorno de Cristo esteja demorando, o crente fiel e previdente deve viver vigiando (em grego, gregoreo “acordado”), preparado espiritualmente para seu definitivo encontro com Deus (Ap 3.18; Mt 22:11 -13). O cristão tem certeza de que Jesus voltará; será um retorno repentino, mas não inesperado para os crentes (Mt 24:36 -44; 1Ts 5.4; 1Co 15.52). Muitos esfriarão sua fé e tantos outros cederão aos encantos da Besta, mas os cristãos sinceros e fiéis resistirão em sua fé no Filho de Deus e sua Palavra (Lc 12:35 -39; 1Pe 1.13; 5,8; 2Pe 3:8 -12; Ap 7:13 -14).
16
E eles os reuniu em um lugar que na língua hebraica se chama Armagedom. Ap 16:16
A expressão hebraica har megiddo é, aqui, traduzida pelo nome “Armagedom”, que é uma transliteração de “a colina de Megido” (Jz 5.19), que se ergue na planície de Esdralom. Esse é um local histórico de grande orgulho nacional para os israelenses e de impressionante valor simbólico-religioso. Em Armagedom, foram derrotados os cananeus (Jz 4.2); Gideão e seus 300 escolhidos venceram os midianitas (Jz 7); o rei Saul foi derrotado (1Sm 31); e a grande rainha Jezabel foi envergonhada e morta (2Rs 9.33). A expressão Armagedom (2Rs 23.29; 2Cr 35.22), mais do que uma localização geográfica, simboliza a mundial e derradeira batalha entre o povo de Deus contra as forças de Satanás (Sl 3; 2.2; Is 5:26 -30; Jr 6:1 -5; Ez 38).
A expressão hebraica har megiddo é, aqui, traduzida pelo nome “Armagedom”, que é uma transliteração de “a colina de Megido” (Jz 5.19), que se ergue na planície de Esdralom. Esse é um local histórico de grande orgulho nacional para os israelenses e de impressionante valor simbólico-religioso. Em Armagedom, foram derrotados os cananeus (Jz 4.2); Gideão e seus 300 escolhidos venceram os midianitas (Jz 7); o rei Saul foi derrotado (1Sm 31); e a grande rainha Jezabel foi envergonhada e morta (2Rs 9.33). A expressão Armagedom (2Rs 23.29; 2Cr 35.22), mais do que uma localização geográfica, simboliza a mundial e derradeira batalha entre o povo de Deus contra as forças de Satanás (Sl 3; 2.2; Is 5:26 -30; Jr 6:1 -5; Ez 38).
17
E o sétimo anjo derramou a sua taça no ar, e saiu grande voz do templo do céu, do trono, dizendo: Está feito.
18
E houve vozes, e trovões, e relâmpagos, e um grande terremoto, como nunca houve desde que há homens sobre a terra; tão poderoso terremoto, e tão grande.
19
E a grande cidade foi dividida em três partes, e as cidades das nações caíram; e a grande Babilônia veio à lembrança diante de Deus, para dar-lhe do cálice do vinho da fúria de sua ira.
21
E caiu sobre os homens um grande granizo do céu, cada pedra com o peso de cerca de um talento; e os homens blasfemaram a Deus por causa da praga do granizo. Porque sua praga é extremamente grande. Ap 16:21
A Babilônia, mais do que o nome de uma cidade ou nação, representa a capital do pecado; o quartel general da personificação do Diabo, a Besta. Um lugar onde a cultura, a tecnologia e o paganismo se encontram para cooperar com os ideais do anticristo. Na época de João, tinha tudo a ver com o Império de Roma; em meados do século XX, com o movimento nazista mundial, mas, nos dias de maior exposição da tríade maldita (o Anticristo, a Besta e o Falso profeta), será destruída por um terremoto de proporções inimagináveis. Uma forte chuva de pedras, pesando literalmente “um talento” (cerca de 35 quilos) cada, desabará sobre os sobreviventes do terremoto. Entretanto, o coração endurecido e odioso dos incrédulos não saberá reconhecer em todos esses terríveis sinais o apelo final de Deus ao arrependimento e salvação da humanidade em Cristo (Jo 1.11,12).
A Babilônia, mais do que o nome de uma cidade ou nação, representa a capital do pecado; o quartel general da personificação do Diabo, a Besta. Um lugar onde a cultura, a tecnologia e o paganismo se encontram para cooperar com os ideais do anticristo. Na época de João, tinha tudo a ver com o Império de Roma; em meados do século XX, com o movimento nazista mundial, mas, nos dias de maior exposição da tríade maldita (o Anticristo, a Besta e o Falso profeta), será destruída por um terremoto de proporções inimagináveis. Uma forte chuva de pedras, pesando literalmente “um talento” (cerca de 35 quilos) cada, desabará sobre os sobreviventes do terremoto. Entretanto, o coração endurecido e odioso dos incrédulos não saberá reconhecer em todos esses terríveis sinais o apelo final de Deus ao arrependimento e salvação da humanidade em Cristo (Jo 1.11,12).