Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Rev 15Config
1
E eu vi outro sinal no céu, grande e admirável: Sete anjos, tendo as sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de Deus. Ap 15:1
Os versículos de 1 a 8 anunciam a última das três séries de sete juízos e o derramamento das setes taças repletas da ira de Deus sobre toda impiedade (Ap 6.16; 8.2).
Os versículos de 1 a 8 anunciam a última das três séries de sete juízos e o derramamento das setes taças repletas da ira de Deus sobre toda impiedade (Ap 6.16; 8.2).
2
E eu vi como se fosse um mar de vidro misturado com fogo; e aos que haviam obtido a vitória sobre a besta, e sobre a sua imagem, e sobre sua marca, e sobre o número de seu nome, ficarem sobre o mar de vidro, tendo as harpas de Deus. Ap 15:2
João, em sua primeira visão do trono de Deus, já tinha visto este mar simbolizando a separação entre a humanidade e o Senhor (Ap 4.6). Agora, os cristãos martirizados estão celebrando a vitória definitiva dos crentes em Cristo (Ap 4.12,13; 5.8).
João, em sua primeira visão do trono de Deus, já tinha visto este mar simbolizando a separação entre a humanidade e o Senhor (Ap 4.6). Agora, os cristãos martirizados estão celebrando a vitória definitiva dos crentes em Cristo (Ap 4.12,13; 5.8).
3
E eles cantam a canção de Moisés, o servo de Deus, e a canção do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso; justos e verdadeiros são os teus caminhos, tu, Rei de santos. Ap 15:3
Outra analogia com a libertação que Deus proporcionou ao seu povo no Egito, mediante a pessoa de Moisés, seu servo, cujo hino (Êx 15:1 -18) era habitualmente entoado às tardes de sábado nas sinagogas, para celebrar ao Senhor por seu poder e amor fiel (Dt 32; Sl 22; 92.5; 111.2). Os crentes, diante do trono celestial, louvam a Deus por um resgate ainda maior e perene. Jesus Cristo, o próprio Filho de Deus, nos libertou do Império das trevas para a vida eterna (Jr 10.10; Jo 1.17; 6.32; Sl 86.9; 1Tm 1.17; Hb 3:2 -6).
Outra analogia com a libertação que Deus proporcionou ao seu povo no Egito, mediante a pessoa de Moisés, seu servo, cujo hino (Êx 15:1 -18) era habitualmente entoado às tardes de sábado nas sinagogas, para celebrar ao Senhor por seu poder e amor fiel (Dt 32; Sl 22; 92.5; 111.2). Os crentes, diante do trono celestial, louvam a Deus por um resgate ainda maior e perene. Jesus Cristo, o próprio Filho de Deus, nos libertou do Império das trevas para a vida eterna (Jr 10.10; Jo 1.17; 6.32; Sl 86.9; 1Tm 1.17; Hb 3:2 -6).
4
Quem não te temerá, ó Senhor, e não glorificará o teu nome? Porque tu somente és santo; porque todas as nações virão e adorarão diante de ti, porque os teus juízos foram feitos manifestos. Ap 15:4
João registra neste livro uma série de cânticos espirituais que exaltam a Cristo, como Rei, Senhor e Juiz soberano de todos os povos, línguas e nações (Ap 5:9 -13; 7.10,12; 11:15 -18; 12:10 -12; 16:5 -7; 19:1 -8, conforme Fp 2:6 -11).
João registra neste livro uma série de cânticos espirituais que exaltam a Cristo, como Rei, Senhor e Juiz soberano de todos os povos, línguas e nações (Ap 5:9 -13; 7.10,12; 11:15 -18; 12:10 -12; 16:5 -7; 19:1 -8, conforme Fp 2:6 -11).
6
E os sete anjos saíram do templo, tendo as sete pragas, vestidos de linho puro e branco, e cingidos com cintos de ouro nos seus peitos. Ap 15:6
O tabernáculo foi o local onde a presença de Deus se manifestava ao povo de Israel na travessia do deserto (Êx 40.34,35) e onde ficava a arca da aliança com as duas tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus, trazidas para a tenda santa, do alto do monte Sinai, por Moisés (Êx 32.15; 38.21; Dt 10.5). Os últimos flagelos são uma analogia às últimas pragas usadas por Deus contra os ímpios no Egito para a libertação do seu povo. Os centurões de ouro fazem parte dos paramentos reais, litúrgicos e sacerdotais, e não militares (2Ts 1:7 -9).
O tabernáculo foi o local onde a presença de Deus se manifestava ao povo de Israel na travessia do deserto (Êx 40.34,35) e onde ficava a arca da aliança com as duas tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus, trazidas para a tenda santa, do alto do monte Sinai, por Moisés (Êx 32.15; 38.21; Dt 10.5). Os últimos flagelos são uma analogia às últimas pragas usadas por Deus contra os ímpios no Egito para a libertação do seu povo. Os centurões de ouro fazem parte dos paramentos reais, litúrgicos e sacerdotais, e não militares (2Ts 1:7 -9).
7
E um dos quatro animais deu aos sete anjos sete taças de ouro, cheias da ira de Deus, que vive para sempre e sempre.
8
E o templo foi preenchido com a fumaça da glória de Deus, e de seu poder; e nenhum homem era capaz de entrar no templo, até que as sete pragas dos sete anjos foram cumpridas. Ap 15:8
Outra forte analogia à presença gloriosa de Deus no tabernáculo. Essa fumaça representa o poder e a glória do Senhor (Êx 40.34; 1Rs 8.10,11; Ez 44.4). Assim como aconteceu com Moisés e Arão na consagração do tabernáculo no deserto, e quando Salomão consagrou o Templo ao Senhor e a glória de Deus encheu poderosamente todo aquele espaço, ninguém terá acesso ao lugar Santo antes da consumação dos sete juízos sobre a terra (Lv 9:23 -24; 2Cr 5:13 -14; 7:1 -2; Is 6.4).
Outra forte analogia à presença gloriosa de Deus no tabernáculo. Essa fumaça representa o poder e a glória do Senhor (Êx 40.34; 1Rs 8.10,11; Ez 44.4). Assim como aconteceu com Moisés e Arão na consagração do tabernáculo no deserto, e quando Salomão consagrou o Templo ao Senhor e a glória de Deus encheu poderosamente todo aquele espaço, ninguém terá acesso ao lugar Santo antes da consumação dos sete juízos sobre a terra (Lv 9:23 -24; 2Cr 5:13 -14; 7:1 -2; Is 6.4).