Ozzuu Bible
pt_kjfiel - 1Co 4Config
1
Que os homens nos considerem como ministros de Cristo, e administradores dos mistérios de Deus. 1Co 4:1
A palavra grega huperetas, aqui traduzida por “servos” tem o sentido de “subordinado ou mordomo”, enquanto a expressão grega oikonomos, aqui traduzida por “encarregados”, quer dizer “despenseiros ou responsáveis”. Isso significa que “os servos” do Senhor são como “supervisores” espirituais daqueles que se fizeram “escravos” de Cristo e administradores dos bens de Deus, ou seja, da Sua Palavra e mistérios (sabedoria e poderes divinos encobertos ao mundo, mas revelados aos discípulos de Cristo – Rm 11.25).
A palavra grega huperetas, aqui traduzida por “servos” tem o sentido de “subordinado ou mordomo”, enquanto a expressão grega oikonomos, aqui traduzida por “encarregados”, quer dizer “despenseiros ou responsáveis”. Isso significa que “os servos” do Senhor são como “supervisores” espirituais daqueles que se fizeram “escravos” de Cristo e administradores dos bens de Deus, ou seja, da Sua Palavra e mistérios (sabedoria e poderes divinos encobertos ao mundo, mas revelados aos discípulos de Cristo – Rm 11.25).
3
Mas, comigo é uma coisa muito pequena que eu seja julgado por vós, ou pelo julgamento do homem; nem eu tampouco a mim mesmo me julgo.
4
Pois eu em nada me sinto culpado; contudo eu não me sinto justificado por isso: porque aquele que me julga é o Senhor. 1Co 4:4
A expressão grega anakrinõ (“julgado”) significa um exame ou análise crítica que se faz antes do julgamento final. Paulo se sentia “justificado” em relação à obra que realizava. Quanto à sua salvação, contudo, a “justificação” é dom de Deus mediante a fé (Rm 5.1).
A expressão grega anakrinõ (“julgado”) significa um exame ou análise crítica que se faz antes do julgamento final. Paulo se sentia “justificado” em relação à obra que realizava. Quanto à sua salvação, contudo, a “justificação” é dom de Deus mediante a fé (Rm 5.1).
5
Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desígnios dos corações; e então todo homem receberá de Deus o louvor. 1Co 4:5
A “hora devida” tem a ver com o Dia em que Deus julgará os crentes (1Co 3.13), manifestará as mais profundas intenções do coração (Sl 19.12; 139.23,24; Rm 2.16; Hb 4.12,13) e concederá galardões aos fiéis (1Co 15.58; Hb 6.10).
A “hora devida” tem a ver com o Dia em que Deus julgará os crentes (1Co 3.13), manifestará as mais profundas intenções do coração (Sl 19.12; 139.23,24; Rm 2.16; Hb 4.12,13) e concederá galardões aos fiéis (1Co 15.58; Hb 6.10).
6
E estas coisas, irmãos, apliquei isto figuradamente a mim e a Apolo, por causa de vós, para que possas aprender em nós a não pensar a respeito de homens além do que está escrito, para que nenhum de vós seja arrogante um contra o outro. 1Co 4:6
Os antigos e sábios rabinos gostavam de citar um provérbio: “Não ultrapasses o que está escrito” (Jr 9.24; Is 5.21; Sl 94.11). Devemos ter um conceito da humanidade a partir das Escrituras (1Co 4.18,19; 5.2; 8.1; 13.4), considerando as limitações do ser humano caído (Gn 3), e lembrando que a arrogância (altivez, orgulho, soberba, empáfia) é a principal causa dos desentendimentos, divórcios e divisões.
Os antigos e sábios rabinos gostavam de citar um provérbio: “Não ultrapasses o que está escrito” (Jr 9.24; Is 5.21; Sl 94.11). Devemos ter um conceito da humanidade a partir das Escrituras (1Co 4.18,19; 5.2; 8.1; 13.4), considerando as limitações do ser humano caído (Gn 3), e lembrando que a arrogância (altivez, orgulho, soberba, empáfia) é a principal causa dos desentendimentos, divórcios e divisões.
7
Porque quem te faz diferente de outro? E o que tens tu que não tenhas recebido? Ora, se tu o recebeste, por que te glorias como se não o tivesses recebido?
8
Ora, vós já estais fartos, já estais ricos, vós tens reinado como reis sem nós! E queria em Deus que reinásseis, para que também nós pudéssemos reinar convosco.
9
Porque eu penso que Deus colocou a nós, os apóstolos, por último, como que nomeados à morte; porque somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos e aos homens.
10
Nós somos loucos por causa de Cristo, mas vós sois sábios em Cristo; nós somos fracos, mas vós sois fortes; vós sois honrados, mas nós somos desprezados.
11
Até esta presente hora temos fome e sede, e estamos nus, e somos esbofeteados, e não temos morada certa,
12
e labor, trabalhando com nossas próprias mãos; sendo injuriados, nós abençoamos; sendo perseguidos, nós sofremos;
13
sendo difamados, nós consolamos; nós somos feitos como a imundície do mundo e somos a escória de todas as coisas até este dia. 1Co 4:13
Paulo escreve de Éfeso (1Co 15.32; 16.8,9), e faz questão de mencionar que trabalhou duramente (fabricando tendas – Atos 18.3; 20.34,35; 1Co 9.6,18) com o objetivo de não depender financeiramente de ninguém para ensinar o Evangelho. Paulo pagou para abençoar e pregar a Salvação, e recebeu injúrias e perseguições, sem revidar ou vingar-se (Mt 5.44). Os gregos desprezavam qualquer trabalho manual e o relegavam aos escravos (1Ts 2.9; 2Ts 3.8).
Paulo escreve de Éfeso (1Co 15.32; 16.8,9), e faz questão de mencionar que trabalhou duramente (fabricando tendas – Atos 18.3; 20.34,35; 1Co 9.6,18) com o objetivo de não depender financeiramente de ninguém para ensinar o Evangelho. Paulo pagou para abençoar e pregar a Salvação, e recebeu injúrias e perseguições, sem revidar ou vingar-se (Mt 5.44). Os gregos desprezavam qualquer trabalho manual e o relegavam aos escravos (1Ts 2.9; 2Ts 3.8).
15
Porque, ainda que tenhais dez mil instrutores em Cristo, contudo não tendes muitos pais; pois em Cristo Jesus eu vos gerei pelo evangelho. 1Co 4:15
Todo pai deve estabelecer limites para seus filhos e admoestá-los, sempre que necessário, perseverantemente em amor (Ef 6.4). Paulo usa a expressão grega “paidagogos”, aqui traduzida por “tutores”, pois se referia ao serviço de alguns escravos, encarregados de acompanhar os rapazes até à escola e supervisionarem seu aprendizado e educação (Gl 3.24). Paulo usa o direito de um pai fiel ao Senhor para pedir que seus filhos imitem seu comportamento e caráter (1Co 11.1; 1Ts 1.6).
Todo pai deve estabelecer limites para seus filhos e admoestá-los, sempre que necessário, perseverantemente em amor (Ef 6.4). Paulo usa a expressão grega “paidagogos”, aqui traduzida por “tutores”, pois se referia ao serviço de alguns escravos, encarregados de acompanhar os rapazes até à escola e supervisionarem seu aprendizado e educação (Gl 3.24). Paulo usa o direito de um pai fiel ao Senhor para pedir que seus filhos imitem seu comportamento e caráter (1Co 11.1; 1Ts 1.6).
17
Por esta causa vos enviei Timóteo, que é meu filho amado, e fiel no Senhor, o qual vos trará a lembrança os meus caminhos que estão em Cristo, assim como eu ensino por toda a parte, em cada igreja.
19
Mas irei em breve até vós, se o Senhor quiser, e conhecerei, não as palavras dos envaidecidos, mas o poder.
20
Porque o reino de Deus não está em palavras, mas em poder. 1Co 4:20
O Reino de Deus se estabelece na vida de todos aqueles que têm um encontro verdadeiro e profundo com a fé em Jesus Cristo, recebem a presença do Espírito Santo em suas vidas e passam a trabalhar com a Igreja (os santos) na proclamação da glória do Senhor, com humildade e caráter cristãos (Jo 3:3 -8; 2Co 5.17). Neste sentido, as palavras fúteis e vazias se contrapõem ao poder autêntico do Espírito Santo.
O Reino de Deus se estabelece na vida de todos aqueles que têm um encontro verdadeiro e profundo com a fé em Jesus Cristo, recebem a presença do Espírito Santo em suas vidas e passam a trabalhar com a Igreja (os santos) na proclamação da glória do Senhor, com humildade e caráter cristãos (Jo 3:3 -8; 2Co 5.17). Neste sentido, as palavras fúteis e vazias se contrapõem ao poder autêntico do Espírito Santo.
21
O que quereis? Que eu vá até vós com vara, ou em amor e em espírito de mansidão? 1Co 4:21
Como pai espiritual de todos aqueles “adolescentes espirituais” em Cristo, que formavam a igreja de Corinto naquela época, Paulo os adverte figuradamente sobre a possibilidade de ter de usar sua autoridade apostólica (“a vara da disciplina”) para repreendê-los e ensiná-los a se manter no verdadeiro Caminho do Senhor (2Co 10.8; 13.10).
Como pai espiritual de todos aqueles “adolescentes espirituais” em Cristo, que formavam a igreja de Corinto naquela época, Paulo os adverte figuradamente sobre a possibilidade de ter de usar sua autoridade apostólica (“a vara da disciplina”) para repreendê-los e ensiná-los a se manter no verdadeiro Caminho do Senhor (2Co 10.8; 13.10).