Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Heb 13Config
2
Não vos esqueçais da hospitalidade, porque assim alguns hospedaram anjos, sem o saberem. Hb 13:2
O autor de Hebreus tem duas preocupações básicas: a apostasia dos judeus-cristãos e o esfriamento do amor fraternal cristão entres os crentes, especialmente pela demora do retorno de Cristo (evento que eles esperavam para aqueles dias), e pelo desenvolvimento de diversas doutrinas e seitas heréticas. A hospitalidade e a simpatia dos crentes do primeiro século foi a principal marca da Igreja. A própria palavra “cristão” foi criada originalmente pelo povo que, por testemunhar o amor dos membros da Igreja, passou a chamar os crentes de “pequenos Cristos” (cristãos). Sem saber, alguns crentes haviam hospedado anjos, assim como Abraão (Gn 18), Gideão (Jz 6) e Manoá (Jz 13).
O autor de Hebreus tem duas preocupações básicas: a apostasia dos judeus-cristãos e o esfriamento do amor fraternal cristão entres os crentes, especialmente pela demora do retorno de Cristo (evento que eles esperavam para aqueles dias), e pelo desenvolvimento de diversas doutrinas e seitas heréticas. A hospitalidade e a simpatia dos crentes do primeiro século foi a principal marca da Igreja. A própria palavra “cristão” foi criada originalmente pelo povo que, por testemunhar o amor dos membros da Igreja, passou a chamar os crentes de “pequenos Cristos” (cristãos). Sem saber, alguns crentes haviam hospedado anjos, assim como Abraão (Gn 18), Gideão (Jz 6) e Manoá (Jz 13).
3
Lembrai-vos daqueles em cativeiro, como se estivésseis cativos com eles, e daqueles que sofrem adversidades, como se vós as sofressem também no vosso corpo. Hb 13:3
A expressão grega original sõmati “em corpo” (pessoalmente) transmite a idéia cristã de Corpo de Cristo, ou seja, quando um membro sofre todos sofrem, principalmente o próprio Cristo (1Co 12.26).
A expressão grega original sõmati “em corpo” (pessoalmente) transmite a idéia cristã de Corpo de Cristo, ou seja, quando um membro sofre todos sofrem, principalmente o próprio Cristo (1Co 12.26).
4
Que o casamento seja honroso entre todos, e a cama sem mácula; porém, aos prostitutos e adúlteros, Deus os julgará.
5
Sejam as vossas conversas sem cobiça; contentai-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei. Hb 13:5
A impureza moral e a adoração ao dinheiro, bem como tudo o que ele pode comprar (poder e prazeres), são demonstrações claras de que a pessoa que se deixa dominar por essas ilusões ainda não aprendeu a depositar sua plena confiança (fé) em Deus, e, portanto, está longe da companhia amável e segura do Senhor e muito próxima da condenação eterna (Dt 31.6,8; Js 1.5; Lc 12.15,21; Ef 5.5; Fp 4:10 -13; Cl 3.5; 1Tm 6:6 -19). O cristão sincero, por causa da sua fé no Senhor, pode contar com o cuidado paternal de Deus enquanto prossegue corajosamente, trabalhando e construindo seu futuro (Fp 4.11,12; 1Tm 6.8).
A impureza moral e a adoração ao dinheiro, bem como tudo o que ele pode comprar (poder e prazeres), são demonstrações claras de que a pessoa que se deixa dominar por essas ilusões ainda não aprendeu a depositar sua plena confiança (fé) em Deus, e, portanto, está longe da companhia amável e segura do Senhor e muito próxima da condenação eterna (Dt 31.6,8; Js 1.5; Lc 12.15,21; Ef 5.5; Fp 4:10 -13; Cl 3.5; 1Tm 6:6 -19). O cristão sincero, por causa da sua fé no Senhor, pode contar com o cuidado paternal de Deus enquanto prossegue corajosamente, trabalhando e construindo seu futuro (Fp 4.11,12; 1Tm 6.8).
6
Para que pudéssemos confiantemente dizer: O Senhor é o meu ajudador, e não temerei o que o homem me possa fazer.
7
Lembrai-vos daqueles que vos pastoreiam, que vos falaram a palavra de Deus, cuja fé deveis seguir, considerando a finalidade de suas admoestações.
8
Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e para sempre. Hb 13:8
O autor de Hebreus exorta seus leitores a seguirem o discipulado ministrado e legado pelos homens de Deus que lhes pregaram o Evangelho, mesmo considerando que tais pessoas já haviam passado (morrido). Contudo, Jesus Cristo – Deus e ser humano – não está sujeito às mudanças causadas pela passagem do tempo e sempre será a Verdade. Questionar a supremacia absoluta de Cristo, por que retarda sua volta ou qualquer outro motivo, voltando aos antigos rituais levíticos ou similares é subverter o Evangelho (capítulos 5 a 10).
O autor de Hebreus exorta seus leitores a seguirem o discipulado ministrado e legado pelos homens de Deus que lhes pregaram o Evangelho, mesmo considerando que tais pessoas já haviam passado (morrido). Contudo, Jesus Cristo – Deus e ser humano – não está sujeito às mudanças causadas pela passagem do tempo e sempre será a Verdade. Questionar a supremacia absoluta de Cristo, por que retarda sua volta ou qualquer outro motivo, voltando aos antigos rituais levíticos ou similares é subverter o Evangelho (capítulos 5 a 10).
9
Não vos deixeis levar por doutrinas diversas e estranhas, porque bom é que o coração se estabeleça com graça; e não com alimentos que em nada beneficiaram aos que deles se ocuparam. Hb 13:9
O autor de Hebreus se preocupa com as filosofias e doutrinas pré-gnósticas que estavam se conectando ao judaísmo e pervertendo a fé de alguns cristãos, especialmente entre os judeus (Hb 9.10; 1Co 8.8; Cl 2.16).
O autor de Hebreus se preocupa com as filosofias e doutrinas pré-gnósticas que estavam se conectando ao judaísmo e pervertendo a fé de alguns cristãos, especialmente entre os judeus (Hb 9.10; 1Co 8.8; Cl 2.16).
10
Nós temos um altar, onde não têm direito de comer os que servem ao tabernáculo. Hb 13:10
O altar dos crentes é a cruz de Cristo, que marcou o fim de todo o sacerdócio arônico e sua substituição pela ordem de Melquisedeque, da qual Cristo é o único e incomparável sacerdote. Os sacerdotes não podiam comer do sacrifício do Dia da Expiação, porém todos nós somos convidados a participar da mesa do sacrifício (Santa Ceia) do Senhor, mediante simples e sincera fé no Filho de Deus (Jo 6:48 -58; Lv 4.12; 16.27).
O altar dos crentes é a cruz de Cristo, que marcou o fim de todo o sacerdócio arônico e sua substituição pela ordem de Melquisedeque, da qual Cristo é o único e incomparável sacerdote. Os sacerdotes não podiam comer do sacrifício do Dia da Expiação, porém todos nós somos convidados a participar da mesa do sacrifício (Santa Ceia) do Senhor, mediante simples e sincera fé no Filho de Deus (Jo 6:48 -58; Lv 4.12; 16.27).
11
Porque os corpos dos animais, cujo sangue é trazido ao santuário pelo sumo sacerdote em razão do pecado, são queimados fora do arraial.
13
Saiamos, pois, ao seu encontro fora do arraial, levando a sua desonra. Hb 13:13
O fato de Cristo ter sido levado e crucificado fora dos muros de Jerusalém, constituiu-se em mais uma viva ilustração do seu sacrifício expiatório. Da mesma forma como a retirada dos corpos dos animais sacrificados para fora do antigo acampamento de Israel simbolizara a eliminação do pecado, assim também, devemos todos avançar em direção à nova aliança, deixando para trás o pecado e as tradições insuficientes do judaísmo ou de qualquer outra religião, ainda que essa atitude nos traga qualquer tipo de desonra familiar, social ou cultural (Êx 33.7; Lv 24.14,23; Nm 12.14).
O fato de Cristo ter sido levado e crucificado fora dos muros de Jerusalém, constituiu-se em mais uma viva ilustração do seu sacrifício expiatório. Da mesma forma como a retirada dos corpos dos animais sacrificados para fora do antigo acampamento de Israel simbolizara a eliminação do pecado, assim também, devemos todos avançar em direção à nova aliança, deixando para trás o pecado e as tradições insuficientes do judaísmo ou de qualquer outra religião, ainda que essa atitude nos traga qualquer tipo de desonra familiar, social ou cultural (Êx 33.7; Lv 24.14,23; Nm 12.14).
15
Por ele, portanto, ofereçamos sempre sacrifício de louvor a Deus continuamente, isto é, o fruto dos nossos lábios dando graças ao seu nome.
16
E não vos esqueçais de fazer o bem e de comunicar-se, porque de tais sacrifícios Deus muito se agrada. Hb 13:16
A expressão “sacrifício de louvor” é usada metaforicamente para evidenciar a nova ordem em Cristo: a doce obrigação de vivermos gratos a Deus por nossa salvação eterna (1Pe 2.9; Rm 12.1; Fp 4.18) e o cuidado fraternal que devemos aos nossos irmãos na fé. E, assim, estaremos cumprindo a verdadeira e pura religião que alegra o coração de Deus (Tg 1.27).
A expressão “sacrifício de louvor” é usada metaforicamente para evidenciar a nova ordem em Cristo: a doce obrigação de vivermos gratos a Deus por nossa salvação eterna (1Pe 2.9; Rm 12.1; Fp 4.18) e o cuidado fraternal que devemos aos nossos irmãos na fé. E, assim, estaremos cumprindo a verdadeira e pura religião que alegra o coração de Deus (Tg 1.27).
17
Obedecei aqueles que vos governam, e sujeitai-vos a eles; porque eles velam por vossas almas, como aqueles que deverão prestar conta delas; para que o façam com alegria e não com pesar, porque isso não vos seria útil. Hb 13:17
A liderança espiritual nada tem a ver com a direção despótica de muitos governantes e empresários, mas o respeito sincero e fraterno pelas autoridades eclesiais, bem como pela ordem, reverência e disciplina no âmbito da Igreja, são qualidades estimuladas em todo o NT. Os guias ou líderes espirituais são pastores que zelam com todo amor e dedicação pelas ovelhas de Deus. O ministério do bispo (palavra grega que no NT tem o mesmo sentido de “pastor” ou “ancião”) é supervisionar, isto é, “vigiar com amor” (em grego neotestamentário episkopos) seus irmãos, como quem deve prestar contas ao Senhor. O pleno exercício do pastorado tem implicações eternas e não se limita a esse mundo. O galardão (premiação) ou julgamento será definido no futuro tribunal de Deus (Rm 14.10; Lc 12.42).
A liderança espiritual nada tem a ver com a direção despótica de muitos governantes e empresários, mas o respeito sincero e fraterno pelas autoridades eclesiais, bem como pela ordem, reverência e disciplina no âmbito da Igreja, são qualidades estimuladas em todo o NT. Os guias ou líderes espirituais são pastores que zelam com todo amor e dedicação pelas ovelhas de Deus. O ministério do bispo (palavra grega que no NT tem o mesmo sentido de “pastor” ou “ancião”) é supervisionar, isto é, “vigiar com amor” (em grego neotestamentário episkopos) seus irmãos, como quem deve prestar contas ao Senhor. O pleno exercício do pastorado tem implicações eternas e não se limita a esse mundo. O galardão (premiação) ou julgamento será definido no futuro tribunal de Deus (Rm 14.10; Lc 12.42).
18
Orai por nós, porque confiamos que temos boa consciência, e em todas as coisas queremos viver honestamente.
20
Ora, o Deus de paz, que tornou a trazer dos mortos a nosso Senhor Jesus, o grande pastor das ovelhas, através do sangue do pacto eterno,
21
vos aperfeiçoe em toda a boa obra, para fazerdes a sua vontade, operando em vós o que aos olhos dele é agradável por Cristo Jesus, ao qual seja a glória para sempre e sempre. Amém. Hb 13:21
O autor de Hebreus escolhe a melhor expressão para encerrar seu sermão sobre a perseverança na fé em Cristo, e abençoar seus leitores: “o Deus da paz” é o título do Senhor, muitas vezes usado nas bênçãos formuladas pelos valorosos homens de Deus que, como nós, podiam descansar na paz do Pai (shabbãth), apesar de todas as provações (Rm 15.33; 16.20; Fp 4.9; 1Ts 5.23).
O autor de Hebreus escolhe a melhor expressão para encerrar seu sermão sobre a perseverança na fé em Cristo, e abençoar seus leitores: “o Deus da paz” é o título do Senhor, muitas vezes usado nas bênçãos formuladas pelos valorosos homens de Deus que, como nós, podiam descansar na paz do Pai (shabbãth), apesar de todas as provações (Rm 15.33; 16.20; Fp 4.9; 1Ts 5.23).
22
Rogo-vos irmãos, que suporteis a palavra da exortação; porque vos escrevi uma carta em poucas palavras.
23
Sabei que nosso irmão Timóteo foi posto em liberdade, com o qual, se ele não tardar, irei ver-vos.