Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Heb 3Config
1
Por isso, irmãos santos, participantes do chamado celestial, considerai o Apóstolo e Sumo Sacerdote de nossa confissão, Cristo Jesus. Hb 3:1
Jesus Cristo é o perfeito Sumo Sacerdote (representante) e Apóstolo (missionário) de Deus para o resgate (Salvação) da humanidade (Mc 6.30; 1Co 1.1). Jesus muitas vezes se referiu a si mesmo como aquele que fora “enviado” ao mundo pelo Pai (Mt 10.40; 15.24; Mc 9.37; Lc 9.48; Jo 4.34; 5:24 -38; 6.38).
Jesus Cristo é o perfeito Sumo Sacerdote (representante) e Apóstolo (missionário) de Deus para o resgate (Salvação) da humanidade (Mc 6.30; 1Co 1.1). Jesus muitas vezes se referiu a si mesmo como aquele que fora “enviado” ao mundo pelo Pai (Mt 10.40; 15.24; Mc 9.37; Lc 9.48; Jo 4.34; 5:24 -38; 6.38).
2
O qual foi fiel àquele que o constituiu, como Moisés também o foi em toda a sua casa. Hb 3:2
Moisés foi enviado por Deus para libertar o povo de Israel da escravidão egípcia, e para guiá-los à Terra Prometida. Jesus foi enviado pelo Pai para libertar os dominados pelo pecado e pelo Diabo, de todas as nações, e conduzi-los ao Shabbãth do Senhor (descanso sabático em hebraico) prometido aos que crêem (Hb 2.14,15; 4.3,9; Jo 1.12,13; 17.4). O termo original “casa”, aqui, significa “família”.
Moisés foi enviado por Deus para libertar o povo de Israel da escravidão egípcia, e para guiá-los à Terra Prometida. Jesus foi enviado pelo Pai para libertar os dominados pelo pecado e pelo Diabo, de todas as nações, e conduzi-los ao Shabbãth do Senhor (descanso sabático em hebraico) prometido aos que crêem (Hb 2.14,15; 4.3,9; Jo 1.12,13; 17.4). O termo original “casa”, aqui, significa “família”.
3
Porque este homem foi considerado digno de maior glória do que Moisés, porque aquele que construiu a casa tem mais honra do que a casa.
4
Porque toda a casa é edificada por algum homem, mas o que edificou todas as coisas é Deus. Hb 3:4
Aqui, o termo “casa” pode ser traduzido como “lar”. Assim, Jesus, como Deus, é o próprio construtor do “lar”, sendo que Moisés simplesmente fazia parte dessa “casa”. Jesus, o Filho de Deus, é o agente e herdeiro de toda a Criação, e, portanto, tem o direito de mandar; Moisés tinha o direito de servir.
Aqui, o termo “casa” pode ser traduzido como “lar”. Assim, Jesus, como Deus, é o próprio construtor do “lar”, sendo que Moisés simplesmente fazia parte dessa “casa”. Jesus, o Filho de Deus, é o agente e herdeiro de toda a Criação, e, portanto, tem o direito de mandar; Moisés tinha o direito de servir.
5
E Moisés foi, verdadeiramente, fiel em toda a sua casa, como servo, para testemunho das coisas que se haviam de anunciar. Hb 3:5
O próprio Moisés profetizou acerca da vinda e da obra de Cristo. A casa consiste no povo de Deus em todo o mundo, sua família (Ef 2.19; 1Pe 2.5). Se alguém deixar de perseverar na fé, apenas demonstra que jamais foi, de fato, crente e filho de Deus. Aquele que se arrepende de seus erros e pecados e não consegue ficar longe do Senhor e de sua família (a Igreja) é o filho amado, e seu coração exibe a marca dos eleitos. A prova da realidade da regeneração está na fidelidade a Jesus Cristo e na obediência à sua Palavra.
O próprio Moisés profetizou acerca da vinda e da obra de Cristo. A casa consiste no povo de Deus em todo o mundo, sua família (Ef 2.19; 1Pe 2.5). Se alguém deixar de perseverar na fé, apenas demonstra que jamais foi, de fato, crente e filho de Deus. Aquele que se arrepende de seus erros e pecados e não consegue ficar longe do Senhor e de sua família (a Igreja) é o filho amado, e seu coração exibe a marca dos eleitos. A prova da realidade da regeneração está na fidelidade a Jesus Cristo e na obediência à sua Palavra.
6
Mas Cristo, como Filho sobre a sua própria casa; cuja casa somos nós, se conservarmos firme a confiança e o gozo da esperança até o fim.
7
Portanto, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes hoje a sua voz, Hb 3:7
Aqui, temos mais uma evidência da inspiração do AT e, por conseguinte, de toda a Escritura. Essa citação de Sl 95:7 -11 faz uma análise sintética da frustrante história de Israel no deserto sob liderança de Moisés. Assim como o autor do salmo usou esse fato histórico para advertir os israelitas do seu tempo contra a tentação da incredulidade e da desobediência à Palavra de Deus; da mesma maneira, o autor de Hebreus aplicou o mesmo princípio aos seus leitores.
Aqui, temos mais uma evidência da inspiração do AT e, por conseguinte, de toda a Escritura. Essa citação de Sl 95:7 -11 faz uma análise sintética da frustrante história de Israel no deserto sob liderança de Moisés. Assim como o autor do salmo usou esse fato histórico para advertir os israelitas do seu tempo contra a tentação da incredulidade e da desobediência à Palavra de Deus; da mesma maneira, o autor de Hebreus aplicou o mesmo princípio aos seus leitores.
10
Assim fui ofendido por esta geração, e disse: Eles sempre erram em seus corações, e não conheceram os meus caminhos.
12
Acautelai-vos, irmãos, que nunca haja em qualquer um de vós um coração mau e incrédulo, que se aparte do Deus vivo.
13
Todavia, exortai-vos uns aos outros diariamente, enquanto o dia ainda se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça através do engano do pecado. Hb 3:13
Embora estejamos vivendo na “época da graça” divina, em que todos têm à sua disposição o favor de Deus, mediante o sacrifício de Cristo, a fim de se arrependerem de seus pecados e terem acesso à plenitude da Salvação, essa oportunidade única é garantida somente “aqui e agora”; amanhã poderá ser tarde demais. Satanás é o mestre da mentira e tenta nos convencer de que Deus não condenará ninguém ao inferno, nem julgará com rigor; e que nossos “erros” não são “grandes pecados”. Todos esses argumentos só servem para embrutecer (endurecer) os corações daqueles que lhes dão ouvidos (Hb 2.8; Jr 17.9). Afastar-se de Deus com rebeldia (literalmente no grego: “apostatar”) é desviar-se do Caminho da vida e preferir a morte, da mesma forma como agiram muitos dos israelitas que saíram do Egito a caminho de Canaã, mas não depositaram “confiança plena” (em grego hupostasis) no Senhor.
Embora estejamos vivendo na “época da graça” divina, em que todos têm à sua disposição o favor de Deus, mediante o sacrifício de Cristo, a fim de se arrependerem de seus pecados e terem acesso à plenitude da Salvação, essa oportunidade única é garantida somente “aqui e agora”; amanhã poderá ser tarde demais. Satanás é o mestre da mentira e tenta nos convencer de que Deus não condenará ninguém ao inferno, nem julgará com rigor; e que nossos “erros” não são “grandes pecados”. Todos esses argumentos só servem para embrutecer (endurecer) os corações daqueles que lhes dão ouvidos (Hb 2.8; Jr 17.9). Afastar-se de Deus com rebeldia (literalmente no grego: “apostatar”) é desviar-se do Caminho da vida e preferir a morte, da mesma forma como agiram muitos dos israelitas que saíram do Egito a caminho de Canaã, mas não depositaram “confiança plena” (em grego hupostasis) no Senhor.
14
Porque nós somos feitos participantes de Cristo, se mantivermos firmemente o princípio da nossa confiança até o fim.
15
Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações, como na provocação.
16
Porque alguns, quando a ouviram, o provocaram; porém nem todos os que saíram do Egito por meio de Moisés.
17
Mas quem o ofendeu durante quarenta anos? Não foram aqueles que pecaram, cujos corpos caíram no deserto?
19
Então vemos que eles não puderam entrar por causa de sua incredulidade. Hb 3:19
Após uma série de perguntas retóricas, o autor de Hebreus conclui que as pessoas que saíram livres do Egito, com destino a Canaã, não puderam completar a viagem por não terem crido de todo coração nas promessas de Deus, o que lhes permitiu “abrir a guarda” e cair em muitos pecados. O Senhor, em sua ira e juízo, fechou as portas de Canaã (a exemplo do que já havia feito em Gn 3.23,24) para que toda aquela geração de israelitas incrédulos perecesse sem chegar ao lugar de repouso do Senhor (Nm 14:21 -35). Os leitores de Hebreus são admoestados a ter muita cautela com os mesmos perigos no sentido espiritual.
Após uma série de perguntas retóricas, o autor de Hebreus conclui que as pessoas que saíram livres do Egito, com destino a Canaã, não puderam completar a viagem por não terem crido de todo coração nas promessas de Deus, o que lhes permitiu “abrir a guarda” e cair em muitos pecados. O Senhor, em sua ira e juízo, fechou as portas de Canaã (a exemplo do que já havia feito em Gn 3.23,24) para que toda aquela geração de israelitas incrédulos perecesse sem chegar ao lugar de repouso do Senhor (Nm 14:21 -35). Os leitores de Hebreus são admoestados a ter muita cautela com os mesmos perigos no sentido espiritual.