Ozzuu Bible
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1
Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se dissolver, nós temos um edifício, uma casa eterna nos céus, não feita por mãos, mas por Deus. 2Co 5:1
Paulo chegou a uma perfeita compreensão sobre a temporalidade e fragilidade do nosso corpo e o equiparou a uma simples tenda nômade (vulnerável e passageira), como o tabernáculo dos judeus no deserto (2Pe 1.13). Nossa habitação no céu, entretanto, é sólida e permanente como uma construção de alvenaria (edifício): uma obra das mãos de Deus (Hb 9.11). Só receberemos o corpo ressurreto por ocasião do iminente glorioso retorno de Jesus Cristo (Jo 14.2; Fp 1.23; Lc 16.9; 23.43; 2Co 12.24).
Paulo chegou a uma perfeita compreensão sobre a temporalidade e fragilidade do nosso corpo e o equiparou a uma simples tenda nômade (vulnerável e passageira), como o tabernáculo dos judeus no deserto (2Pe 1.13). Nossa habitação no céu, entretanto, é sólida e permanente como uma construção de alvenaria (edifício): uma obra das mãos de Deus (Hb 9.11). Só receberemos o corpo ressurreto por ocasião do iminente glorioso retorno de Jesus Cristo (Jo 14.2; Fp 1.23; Lc 16.9; 23.43; 2Co 12.24).
3
se é que, estando vestidos, não formos achados nus. 2Co 5:3
Nossa casa eterna (refúgio seguro), provida por Deus, é retratada por Paulo como algo que o cristão veste. Um corpo sem sua roupagem é o estado daqueles cuja habitação temporária e terrena foi – de uma hora para outra – destruída pela morte.
Nossa casa eterna (refúgio seguro), provida por Deus, é retratada por Paulo como algo que o cristão veste. Um corpo sem sua roupagem é o estado daqueles cuja habitação temporária e terrena foi – de uma hora para outra – destruída pela morte.
4
Porque nós que estamos neste tabernáculo gememos, sendo sobrecarregados; não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que a mortalidade seja engolida pela vida. 2Co 5:4
Os cristãos sinceros participam da vida e da ressurreição de Cristo, portanto, não serão consumidos pela morte (como se diz desde a antigüidade), mas “absorvidos pela vida” em Cristo, conforme a alteração feita por Paulo no antigo adágio popular. A morte e a sepultura sempre foram consideradas as grandes devoradoras da vida. Cristo alterou maravilhosamente o destino dos seres humanos que nele crêem (Sl 69.15; Pv 1.12; Is 25.8; 1Co 15.54; Fp 3.21).
Os cristãos sinceros participam da vida e da ressurreição de Cristo, portanto, não serão consumidos pela morte (como se diz desde a antigüidade), mas “absorvidos pela vida” em Cristo, conforme a alteração feita por Paulo no antigo adágio popular. A morte e a sepultura sempre foram consideradas as grandes devoradoras da vida. Cristo alterou maravilhosamente o destino dos seres humanos que nele crêem (Sl 69.15; Pv 1.12; Is 25.8; 1Co 15.54; Fp 3.21).
6
Por isso, nós estamos sempre confiantes, sabendo que, enquanto habitamos no corpo, estamos ausentes do Senhor;
7
(porque andamos por fé, não por vista). 2Co 5:7
Ainda que nossa alma resida temporariamente em uma casa (corpo) terrena, isso não significa que o cristão esteja privado da presença espiritual do Senhor para ajudá-lo em sua peregrinação diária. Essa é a missão do Espírito Santo em nossas vidas (Rm 8).
Ainda que nossa alma resida temporariamente em uma casa (corpo) terrena, isso não significa que o cristão esteja privado da presença espiritual do Senhor para ajudá-lo em sua peregrinação diária. Essa é a missão do Espírito Santo em nossas vidas (Rm 8).
8
Nós estamos confiantes, eu digo, e dispostos antes a estar ausentes do corpo, e estar presentes com o Senhor.
9
Portanto, nós trabalhamos para, quer presentes ou ausentes, possamos ser aceitos por ele. 2Co 5:9
Paulo sabia que o crente, após a morte do corpo, segue para um estado intermediário entre a morte e a ressurreição. Contudo, esse estado incorpóreo e incomunicável com os que ainda vivem na terra não é um limbo (lugar para onde vão as almas das crianças sem batismo, segundo a teologia católica do séc.XIII), pois o cristão sincero, assim que morre é acolhido na casa do Pai e começa a receber as recompensas à sua fé; e isso é incomparavelmente melhor do que a vida nesse nosso corpo (Fp 1.23). Paulo usa literalmente a expressão grega: philotimoumetha, que significa: “fazemos nossa ambição”, para dizer da sua paixão em fazer a vontade de Deus, quer estivesse com vida, quando da segunda vinda do Senhor, quer já houvesse adormecido e deixado seu corpo terreno.
Paulo sabia que o crente, após a morte do corpo, segue para um estado intermediário entre a morte e a ressurreição. Contudo, esse estado incorpóreo e incomunicável com os que ainda vivem na terra não é um limbo (lugar para onde vão as almas das crianças sem batismo, segundo a teologia católica do séc.XIII), pois o cristão sincero, assim que morre é acolhido na casa do Pai e começa a receber as recompensas à sua fé; e isso é incomparavelmente melhor do que a vida nesse nosso corpo (Fp 1.23). Paulo usa literalmente a expressão grega: philotimoumetha, que significa: “fazemos nossa ambição”, para dizer da sua paixão em fazer a vontade de Deus, quer estivesse com vida, quando da segunda vinda do Senhor, quer já houvesse adormecido e deixado seu corpo terreno.
10
Porque todos devemos comparecer diante do tribunal de Cristo, para que cada um possa receber as coisas feitas no seu corpo, segundo o que tiver feito, se é bom ou ruim. 2Co 5:10
Mediante a fé sincera na pessoa e no sacrifício remidor de Cristo, todo cristão é alcançado pela graça da justificação plena e eterna de Deus (Rm 5.1). Entretanto, será necessário que cada crente seja julgado e responda por suas ações (1Co 3.13- 15). Portanto, compareceremos à presença do Senhor com nossas memórias, sobretudo, o quanto realizamos por meio do corpo durante nossa existência na terra. Logo em seguida, entretanto, reconheceremos que nossos pecados e faltas foram todos lavados e apagados para sempre pelo poder do sangue de Cristo (1Jo 1.9). As Escrituras não oferecem base teológica sustentável para a doutrina de um purgatório, onde as almas dos cristãos passariam por um período de punições e purificação até poderem adentrar aos céus. Os pagãos e incrédulos passarão por um outro tipo de julgamento (Rm 2:5 -16), a fim de serem condenados à separação eterna de Deus (morte). Aqui, no entanto, Paulo trata especificamente dos cristãos.
Mediante a fé sincera na pessoa e no sacrifício remidor de Cristo, todo cristão é alcançado pela graça da justificação plena e eterna de Deus (Rm 5.1). Entretanto, será necessário que cada crente seja julgado e responda por suas ações (1Co 3.13- 15). Portanto, compareceremos à presença do Senhor com nossas memórias, sobretudo, o quanto realizamos por meio do corpo durante nossa existência na terra. Logo em seguida, entretanto, reconheceremos que nossos pecados e faltas foram todos lavados e apagados para sempre pelo poder do sangue de Cristo (1Jo 1.9). As Escrituras não oferecem base teológica sustentável para a doutrina de um purgatório, onde as almas dos cristãos passariam por um período de punições e purificação até poderem adentrar aos céus. Os pagãos e incrédulos passarão por um outro tipo de julgamento (Rm 2:5 -16), a fim de serem condenados à separação eterna de Deus (morte). Aqui, no entanto, Paulo trata especificamente dos cristãos.
11
Conhecendo, portanto, o temor do Senhor, persuadimos os homens; mas somos manifestos a Deus; e eu confio também que somos feitos manifestos nas vossas consciências.
12
Porque não nos recomendamos novamente a vós, mas damo-vos ocasião de vos gloriardes de nós, para que tenhais que responder aos que se gloriam na aparência e não no coração.
13
Pois, se estamos loucos, é para Deus; e, se estamos sóbrios, é por vossa causa. 2Co 5:13
Normalmente, os falsos líderes cristãos não se preocupam com o desenvolvimento de uma espiritualidade genuína, sadia e profundamente alicerçada em Cristo. Eles se concentram na popularidade e na própria riqueza. Por isso, os inimigos de Paulo, o acusavam de algum tipo de desequilíbrio mental ou emocional, pois sua história de conversão e a paixão sincera com que pregava e exercia o ministério missionário eram além do normal. Paulo, contudo, procurava manter a sensatez por amor aos coríntios (1Co 2:1 -5).
Normalmente, os falsos líderes cristãos não se preocupam com o desenvolvimento de uma espiritualidade genuína, sadia e profundamente alicerçada em Cristo. Eles se concentram na popularidade e na própria riqueza. Por isso, os inimigos de Paulo, o acusavam de algum tipo de desequilíbrio mental ou emocional, pois sua história de conversão e a paixão sincera com que pregava e exercia o ministério missionário eram além do normal. Paulo, contudo, procurava manter a sensatez por amor aos coríntios (1Co 2:1 -5).
14
Porque o amor de Cristo nos constrange, porque assim nós julgamos: Que, se um morreu por todos, então todos morreram.
15
E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam daqui em diante para si, mas para aquele que morreu por eles e ressuscitou.
16
Portanto, daqui por diante, a nenhum homem conhecemos segundo a carne. Sim, embora tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos deste modo.
17
Portanto, se algum homem está em Cristo, ele é uma nova criatura. As coisas velhas são passadas; eis que todas as coisas se tornaram novas. 2Co 5:17
Deus toma a iniciativa de reconciliar a humanidade consigo mesmo. Ele é o reconciliador, que une o pecador rebelde ao seu Criador (reúne – religa – religião ou religare, em latim). Cristo, o Filho de Deus, é o agente vital dessa reconciliação (18,19). A redenção é o cumprimento dos propósitos de Deus na criação, e isso ocorre em Cristo, por quem tudo o que existe foi criado (Jo 1.3; Cl 1.16; Hb 1.12) e em quem todas as coisas são perfeitamente restauradas em nova criação (Rm 8:18 -23; Ef 2.10). Nós, os reconciliados, somos os ministros (servos e embaixadores) e devemos proclamar a mensagem de reconciliação ao mundo (o Evangelho).
Deus toma a iniciativa de reconciliar a humanidade consigo mesmo. Ele é o reconciliador, que une o pecador rebelde ao seu Criador (reúne – religa – religião ou religare, em latim). Cristo, o Filho de Deus, é o agente vital dessa reconciliação (18,19). A redenção é o cumprimento dos propósitos de Deus na criação, e isso ocorre em Cristo, por quem tudo o que existe foi criado (Jo 1.3; Cl 1.16; Hb 1.12) e em quem todas as coisas são perfeitamente restauradas em nova criação (Rm 8:18 -23; Ef 2.10). Nós, os reconciliados, somos os ministros (servos e embaixadores) e devemos proclamar a mensagem de reconciliação ao mundo (o Evangelho).
18
E todas as coisas são de Deus, o qual nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo e nos deu o ministério da reconciliação;
19
A saber, Deus estava em Cristo, recon- ciliando consigo o mundo, não lhes imputando as suas transgressões, e confiou em nós a palavra da reconciliação.
20
Ora, então somos embaixadores de Cristo, como se Deus suplicasse por nós. Rogamo-vos, em nome de Cristo, que vos reconcilieis com Deus.
21
Porque àquele que não conheceu pecado, ele o constituiu pecado por nós, para que fôssemos feitos justiça de Deus nele. 2Co 5:21
Deus se fez humano em Cristo e se identificou com o pecado da raça humana, sem pecar, como única forma legal de cumprir toda a Lei e redimir todo aquele que crê nesse último, suficiente e eterno sacrifício vicário: Jesus na cruz do Calvário (Is 53.6; Jo 20.21). Essa é a lógica do Evangelho: o único homem, completamente justo, tomou sobre si nosso pecado e suportou o castigo que merecíamos. Desta maneira nos outorgou sua justiça e, por intermédio dela, a plena reconciliação com Deus (1Co 1.30).
Deus se fez humano em Cristo e se identificou com o pecado da raça humana, sem pecar, como única forma legal de cumprir toda a Lei e redimir todo aquele que crê nesse último, suficiente e eterno sacrifício vicário: Jesus na cruz do Calvário (Is 53.6; Jo 20.21). Essa é a lógica do Evangelho: o único homem, completamente justo, tomou sobre si nosso pecado e suportou o castigo que merecíamos. Desta maneira nos outorgou sua justiça e, por intermédio dela, a plena reconciliação com Deus (1Co 1.30).