Ozzuu Bible
pt_kjfiel - 2Co 4Config
1
Portanto, vendo que temos este ministério, como nós temos recebido misericórdia, não desfalecemos; 2Co 4:1
Quando o Senhor, por sua graça e misericórdia, nos chama para a realização de uma obra, juntamente com a missão nos concederá toda a capacidade e as forças necessárias para que possamos perseverar e vencer em meio às adversidades e obstáculos. Como Paulo, somos chamados ao glorioso ministério da reconciliação (2Co 3.6). É o poder de Deus que transforma o mais obstinado, cruel e cego dos corações, e não qualquer de nossas habilidades pessoais (Atos 1.8; Rm 1.16).
Quando o Senhor, por sua graça e misericórdia, nos chama para a realização de uma obra, juntamente com a missão nos concederá toda a capacidade e as forças necessárias para que possamos perseverar e vencer em meio às adversidades e obstáculos. Como Paulo, somos chamados ao glorioso ministério da reconciliação (2Co 3.6). É o poder de Deus que transforma o mais obstinado, cruel e cego dos corações, e não qualquer de nossas habilidades pessoais (Atos 1.8; Rm 1.16).
2
mas, tendo renunciado as coisas escondidas por desonestidade, não andamos em astúcia, nem manipulamos a palavra de Deus enganosamente; mas, pela manifestação da verdade nos recomendamos à consciência de todo o homem, à vista de Deus. 2Co 4:2
Na época do apóstolo Paulo, já havia os “atores pseudocristãos” (expressão derivada da palavra grega “hipocrisia”), falsos mestres evangélicos que usavam todo tipo de ardil e manipulação para convencer seu público sobre suas próprias crenças, com o objetivo de conquistar um grupo de patrocinadores para seus projetos pessoais. Paulo, entretanto, pode apelar para a consciência de cada um dos coríntios e invocar sua própria integridade diante do Senhor, porquanto a sua teologia, ética e prática missionária eram demonstradas em toda parte por meio da transparência, clareza e fidelidade com que expunha a verdade, sem jamais apelar para a fraude ou qualquer tipo de engano (2Co 1.12, 18-24).
Na época do apóstolo Paulo, já havia os “atores pseudocristãos” (expressão derivada da palavra grega “hipocrisia”), falsos mestres evangélicos que usavam todo tipo de ardil e manipulação para convencer seu público sobre suas próprias crenças, com o objetivo de conquistar um grupo de patrocinadores para seus projetos pessoais. Paulo, entretanto, pode apelar para a consciência de cada um dos coríntios e invocar sua própria integridade diante do Senhor, porquanto a sua teologia, ética e prática missionária eram demonstradas em toda parte por meio da transparência, clareza e fidelidade com que expunha a verdade, sem jamais apelar para a fraude ou qualquer tipo de engano (2Co 1.12, 18-24).
4
nos quais o deus deste mundo cegou as mentes daqueles que não creem, para que a luz do glorioso evangelho de Cristo, que é a imagem de Deus, brilhe para eles. 2Co 4:4
Apesar de todas as possíveis explicações sobre o mal e a incredulidade sobre a terra, o fato é que há um poder invisível agindo eficazmente nos bastidores da existência humana, que emana da pessoa de Satanás, o arquiinimigo de Deus. As pessoas que defendem e praticam a impiedade e perversão da Palavra de Deus (de alguma forma) seguem ao Diabo e têm de fato feito dele seu deus. O apóstolo se refere a “era presente” em contraste com a “era eterna” purificada por Jesus para sempre (Gl 1.4), e continua a usar o exemplo do véu sobre o rosto de Moisés no sentido de cobrir a glória divina aos que não desejam ver com os olhos da fé e receber o Evangelho, a verdadeira glória eterna (2Co 3:12 -18). Jesus Cristo, o Filho, e a segunda pessoa da Trindade, é o único capaz de revelar plenamente a imagem de Deus, pois Cristo é o próprio esplendor da glória de Deus (Hb 1.3). Ele é a verdadeira Imagem de Deus (em latim Imago Dei) na qual o homem foi originalmente criado e na qual a humanidade salva está experimentando o poder da transformação, até que, no final dos tempos (dessa era decadente), na segunda e gloriosa volta de Cristo, todos os crentes sinceros serão feitos à semelhança de Jesus (1Jo 3.2).
Apesar de todas as possíveis explicações sobre o mal e a incredulidade sobre a terra, o fato é que há um poder invisível agindo eficazmente nos bastidores da existência humana, que emana da pessoa de Satanás, o arquiinimigo de Deus. As pessoas que defendem e praticam a impiedade e perversão da Palavra de Deus (de alguma forma) seguem ao Diabo e têm de fato feito dele seu deus. O apóstolo se refere a “era presente” em contraste com a “era eterna” purificada por Jesus para sempre (Gl 1.4), e continua a usar o exemplo do véu sobre o rosto de Moisés no sentido de cobrir a glória divina aos que não desejam ver com os olhos da fé e receber o Evangelho, a verdadeira glória eterna (2Co 3:12 -18). Jesus Cristo, o Filho, e a segunda pessoa da Trindade, é o único capaz de revelar plenamente a imagem de Deus, pois Cristo é o próprio esplendor da glória de Deus (Hb 1.3). Ele é a verdadeira Imagem de Deus (em latim Imago Dei) na qual o homem foi originalmente criado e na qual a humanidade salva está experimentando o poder da transformação, até que, no final dos tempos (dessa era decadente), na segunda e gloriosa volta de Cristo, todos os crentes sinceros serão feitos à semelhança de Jesus (1Jo 3.2).
5
Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e a nós mesmos vossos servos por causa de Jesus.
6
Porque Deus, que ordenou que a luz brilhasse das trevas, brilhou em nossos corações, para dar a luz do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo. 2Co 4:6
Essa foi a expressão que Deus usou na criação (Gn 1:2 -4), da mesma maneira como abençoa o novo nascimento (a nova criação) dos crentes em Cristo, à medida que as trevas e amarras do pecado são dissipadas pela poderosa luz do Evangelho. A glória que ilumina o coração de Paulo e dos cristãos fiéis é o esplendor do rosto de Cristo, que veio até nós da parte do Pai celeste para habitar em nossa alma e não apenas num tabernáculo no deserto (Jo 1.14).
Essa foi a expressão que Deus usou na criação (Gn 1:2 -4), da mesma maneira como abençoa o novo nascimento (a nova criação) dos crentes em Cristo, à medida que as trevas e amarras do pecado são dissipadas pela poderosa luz do Evangelho. A glória que ilumina o coração de Paulo e dos cristãos fiéis é o esplendor do rosto de Cristo, que veio até nós da parte do Pai celeste para habitar em nossa alma e não apenas num tabernáculo no deserto (Jo 1.14).
7
Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós. 2Co 4:7
Era costume esconder tesouros em vasos de barro, que exteriormente não tinham qualquer adorno nem chamavam a atenção. Foram em vasos simples como esses que se encontraram os conhecidos Rolos do Mar Morto, no monte Qunram próximo ao mar Mediterrâneo, e outros muitos tesouros. Paulo usa a idéia de que a insuficiência absoluta do ser humano revela a grandeza e a total suficiência de Deus em toda essa carta à igreja em Corinto. A fraqueza física de um ministro de Deus inclui: “temor e tremor” (1Co 2.3); enfermidades (2Co 12.7); e todo o tipo de tribulações e perseguições (2Co 4.8,9).
Era costume esconder tesouros em vasos de barro, que exteriormente não tinham qualquer adorno nem chamavam a atenção. Foram em vasos simples como esses que se encontraram os conhecidos Rolos do Mar Morto, no monte Qunram próximo ao mar Mediterrâneo, e outros muitos tesouros. Paulo usa a idéia de que a insuficiência absoluta do ser humano revela a grandeza e a total suficiência de Deus em toda essa carta à igreja em Corinto. A fraqueza física de um ministro de Deus inclui: “temor e tremor” (1Co 2.3); enfermidades (2Co 12.7); e todo o tipo de tribulações e perseguições (2Co 4.8,9).
8
Nós somos atribulados por todo lado, contudo não angustiados; nós ficamos perplexos, mas não em desespero;
10
sempre carregando no corpo a morte do Senhor Jesus, para que a vida também de Jesus possa ser manifesta em nosso corpo. 2Co 4:10
A fragilidade da pessoa humana, tão bem representada na figura do “vaso de barro” pode ser observada na própria vida diária do apóstolo Paulo, em suas constantes adversidades e perseguições que o esbofeteavam por amor do Evangelho e por meio das quais compartilhava as aflições e a glória de Cristo (2Co 4.1.5; Rm 8.17; Fp 3.10; Cl 1.24).
A fragilidade da pessoa humana, tão bem representada na figura do “vaso de barro” pode ser observada na própria vida diária do apóstolo Paulo, em suas constantes adversidades e perseguições que o esbofeteavam por amor do Evangelho e por meio das quais compartilhava as aflições e a glória de Cristo (2Co 4.1.5; Rm 8.17; Fp 3.10; Cl 1.24).
11
Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus possa ser manifestada em nossa carne mortal.
13
Tendo nós o mesmo espírito de fé, conforme está escrito: Eu cri e por isso falei; nós também cremos, e por isso falamos. 2Co 4:13
A fé no Senhor produz o testemunho cristão (Sl 116.10). Por isso, Paulo dedicava-se à vida missionária incansavelmente a fim de levar aos desconhecidos em todo o mundo a gloriosa Palavra da salvação: o Evangelho. O mesmo Espírito que nos concede a fé é o Espírito da: adoção (Rm 8.15), da sabedoria (Ef 1.17), da graça (Hb 10.29) e da glória (1Pe 4.14).
A fé no Senhor produz o testemunho cristão (Sl 116.10). Por isso, Paulo dedicava-se à vida missionária incansavelmente a fim de levar aos desconhecidos em todo o mundo a gloriosa Palavra da salvação: o Evangelho. O mesmo Espírito que nos concede a fé é o Espírito da: adoção (Rm 8.15), da sabedoria (Ef 1.17), da graça (Hb 10.29) e da glória (1Pe 4.14).
14
Sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará por Jesus, e nos apresentará convosco.
15
Porque todas as coisas são por causa de vós, para que a abundante graça possa por meio da ação de graças de muitos, redundar para a glória de Deus.
16
Por causa disso, nós não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior pereça, contudo o homem interior é renovado dia a dia.
17
Porque a nossa leve aflição, a qual é momentânea, opera por nós um extraordinário peso eterno de glória.
18
Não olhamos para as coisas que se veem, mas para as coisas que não se veem; porque as coisas que se veem são temporais, mas as coisas que não se veem são eternas. 2Co 4:18
Nossos sofrimentos são reais e dolorosos, por vezes, desesperadores. Contudo, o cristão jamais os atravessa sozinho (Sl 23), mas sempre na solidária e poderosa companhia do Pai, em Cristo Jesus. Somos encorajados pelo apóstolo Paulo a fixar nosso olhar de fé na glória eterna, e não somente nos momentos circunstânciais e passageiros dessa nossa curta existência terrena. Alegrias e tristezas passam muito depressa, e não devemos, portanto nos prender a qualquer delas. Concentrar toda a nossa atenção nos eventos do dia-a-dia (visíveis) pode nos levar ao desânimo (2Co 4.1,16). Apesar das realidades não palpáveis (invisíveis) não terem aparência de realidade (Hb 11:1 -27), têm valor eterno e são imperecíveis. Por isso, somos estimulados a olhar para o céu, de onde vem chegando nosso Salvador em glória e onde vamos viver para sempre, não para as aparências transitórias dos cenários deste mundo que agoniza (Fp 3.20; Hb 12.2).
Nossos sofrimentos são reais e dolorosos, por vezes, desesperadores. Contudo, o cristão jamais os atravessa sozinho (Sl 23), mas sempre na solidária e poderosa companhia do Pai, em Cristo Jesus. Somos encorajados pelo apóstolo Paulo a fixar nosso olhar de fé na glória eterna, e não somente nos momentos circunstânciais e passageiros dessa nossa curta existência terrena. Alegrias e tristezas passam muito depressa, e não devemos, portanto nos prender a qualquer delas. Concentrar toda a nossa atenção nos eventos do dia-a-dia (visíveis) pode nos levar ao desânimo (2Co 4.1,16). Apesar das realidades não palpáveis (invisíveis) não terem aparência de realidade (Hb 11:1 -27), têm valor eterno e são imperecíveis. Por isso, somos estimulados a olhar para o céu, de onde vem chegando nosso Salvador em glória e onde vamos viver para sempre, não para as aparências transitórias dos cenários deste mundo que agoniza (Fp 3.20; Hb 12.2).