Ozzuu Bible
pt_kjfiel - 2Co 6Config
1
Então nós, como colaboradores dele, rogamo- vos também para que não recebais a graça de Deus em vão. 2Co 6:1
O cristão que anda egoisticamente e não busca viver o Evangelho de forma coerente à vontade do Espírito Santo e à Palavra de Deus, transforma a graça divina apenas numa religião vã e ritualística (2Co 5.15).
O cristão que anda egoisticamente e não busca viver o Evangelho de forma coerente à vontade do Espírito Santo e à Palavra de Deus, transforma a graça divina apenas numa religião vã e ritualística (2Co 5.15).
2
(Porque ele diz: Em tempo aceitável tenho ouvido, e em dia de salvação tenho socorrido. Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação). 2Co 6:2
O tempo “aceitável” ou “sobremodo oportuno” refere-se, em seu sentido geral, a todos os atos salvíficos de Deus ao longo da história da humanidade, contudo, seu cumprimento mais específico concretiza-se nessa época da graça, entre a primeira e a segunda vinda de Jesus Cristo. Os crentes em Deus do AT foram contemplados com a mesma graça salvadora do Senhor por meio das promessas que viram e acolheram à distância, pela fé, e que se cumpriram plenamente na pessoa e obra de Cristo (Jo 8.56; Hb 11.13).
O tempo “aceitável” ou “sobremodo oportuno” refere-se, em seu sentido geral, a todos os atos salvíficos de Deus ao longo da história da humanidade, contudo, seu cumprimento mais específico concretiza-se nessa época da graça, entre a primeira e a segunda vinda de Jesus Cristo. Os crentes em Deus do AT foram contemplados com a mesma graça salvadora do Senhor por meio das promessas que viram e acolheram à distância, pela fé, e que se cumpriram plenamente na pessoa e obra de Cristo (Jo 8.56; Hb 11.13).
4
Mas, em todas as coisas recomendando- nos, como ministros de Deus, na muita paciência, nas aflições, nas necessidades, nas angústias, 2Co 6:4
A palavra original grega hupomone, traduzida em algumas versões por “paciência”, tem o sentido de “seguir com a firme esperança de chegar a um final feliz”. Um dos pais da Igreja, Crisóstomo, chamou essa virtude de “a raiz de todos os bens”, ao considerar a “perseverança” como um dos fundamentos da vida cristã. Paulo zelava por sua vida com Deus e por seu testemunho como apóstolo (missionário e ministro de Cristo). Diferentemente dos falsos mestres de seu tempo (que viviam muito bem em função do dinheiro que extorquiam de religiosos incautos), Paulo pagava um preço muito alto por sua conduta sincera e verdadeira. Sua carta de apresentação era escrita com suas próprias marcas (no corpo e na alma) em favor das igrejas, especialmente dos cristãos de Corinto (2Co 4:8 -12).
A palavra original grega hupomone, traduzida em algumas versões por “paciência”, tem o sentido de “seguir com a firme esperança de chegar a um final feliz”. Um dos pais da Igreja, Crisóstomo, chamou essa virtude de “a raiz de todos os bens”, ao considerar a “perseverança” como um dos fundamentos da vida cristã. Paulo zelava por sua vida com Deus e por seu testemunho como apóstolo (missionário e ministro de Cristo). Diferentemente dos falsos mestres de seu tempo (que viviam muito bem em função do dinheiro que extorquiam de religiosos incautos), Paulo pagava um preço muito alto por sua conduta sincera e verdadeira. Sua carta de apresentação era escrita com suas próprias marcas (no corpo e na alma) em favor das igrejas, especialmente dos cristãos de Corinto (2Co 4:8 -12).
8
por meio da honra e da desonra, por meio da má fama e da boa fama; como enganadores, porém verdadeiros;
9
como desconhecidos, porém bem conhecidos; como morrendo, e eis que vivemos; como castigados, e não mortos;
10
como tristes, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, e todavia possuindo todas as coisas. 2Co 6:10
Paulo havia aprendido que as verdadeiras e eternas riquezas não se consistem em bens mundanos, mas em ser “rico para com Deus” (Lc 12:15 -21). O cristão não é impedido de ser próspero materialmente, mas deve preservar seu maior e mais importante bem: a herança de Cristo (1Co 1.4,5; 3,21; Ef 2.7; 3.8; Fp 4.19; Cl 2.3).
Paulo havia aprendido que as verdadeiras e eternas riquezas não se consistem em bens mundanos, mas em ser “rico para com Deus” (Lc 12:15 -21). O cristão não é impedido de ser próspero materialmente, mas deve preservar seu maior e mais importante bem: a herança de Cristo (1Co 1.4,5; 3,21; Ef 2.7; 3.8; Fp 4.19; Cl 2.3).
14
Não estejais unidos em jugo desigual com incrédulos, pois que companheirismo tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?
16
E que acordo tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivo, como Deus disse: Eu habitarei neles e andarei entre eles; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.
17
Portanto, saí do meio deles, e separai-vos, diz o Senhor. E não toqueis em coisa imunda, e eu vos receberei;
18
e serei Pai para vós, e vós sereis meus filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso. 2Co 6:18
Os inimigos de Paulo tentaram jogar os coríntios contra ele, alegando que o apóstolo era neurastênico e desprovido de real fraternidade pelos cristãos (2Co 5.13). Paulo, no entanto, está preocupado em evitar que a igreja de Corinto seja arrastada para o pecado por falsos mestres, que usam de lisonja e demagogia, a serviço do Diabo (Belial é um termo derivado do hebraico para designar Satanás – Dt 13.13). Por isso, o apóstolo faz menção à proibição das “misturas de fé” (Dt 22.10). Se os coríntios se aliarem a esses “pregadores de si mesmos”, portanto, “não cristãos”, se colocarão em “jugo desigual” e quebrarão a harmonia e a comunhão que os mantém em sintonia com Cristo. Paulo adverte aos crentes que não podem voltar à idolatria, pois agora foram feitos moradia do Espírito de Deus (tabernáculos, templos) ao se entregarem ao Evangelho (1Ts 1.9). Como edifícios (pedras vivas), separados para a residência permanente do Senhor, não é concebível que estabeleçam qualquer aliança de fé e comunhão com pessoas que andam sem o Espírito de Deus habitando em suas vidas (1Co 6.19,20).
Os inimigos de Paulo tentaram jogar os coríntios contra ele, alegando que o apóstolo era neurastênico e desprovido de real fraternidade pelos cristãos (2Co 5.13). Paulo, no entanto, está preocupado em evitar que a igreja de Corinto seja arrastada para o pecado por falsos mestres, que usam de lisonja e demagogia, a serviço do Diabo (Belial é um termo derivado do hebraico para designar Satanás – Dt 13.13). Por isso, o apóstolo faz menção à proibição das “misturas de fé” (Dt 22.10). Se os coríntios se aliarem a esses “pregadores de si mesmos”, portanto, “não cristãos”, se colocarão em “jugo desigual” e quebrarão a harmonia e a comunhão que os mantém em sintonia com Cristo. Paulo adverte aos crentes que não podem voltar à idolatria, pois agora foram feitos moradia do Espírito de Deus (tabernáculos, templos) ao se entregarem ao Evangelho (1Ts 1.9). Como edifícios (pedras vivas), separados para a residência permanente do Senhor, não é concebível que estabeleçam qualquer aliança de fé e comunhão com pessoas que andam sem o Espírito de Deus habitando em suas vidas (1Co 6.19,20).