Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Rev 12Config
1
E apareceu uma grande maravilha no céu: Uma mulher vestida com o sol, com a lua debaixo de seus pés, e sobre a sua cabeça uma coroa de doze estrelas; Ap 12:1
Após a visão dos sete selos e das sete trombetas, e antes das sete taças, ocorre uma visão ainda mais inusitada e misteriosa. Sete personagens projetadas no céu e envolvidas em terríveis conflitos e guerras: A Mulher, abençoada com a graça de Deus (personificada em Maria, mãe de Jesus), simbolizando Israel e todos os crentes no Senhor (Gl 4.26; 37.9). O Dragão, que representa o Diabo e suas manifestações (Ap 12.3,4). O Filho, referência a Cristo (Ap 12.5,6). O anjo Miguel, encarregado de proteger Israel (Ap 12:7 -12; Dn 10.13,21; 12.1). A Besta que emerge do mar e, num sentido historicamente imediato, se refere a Domiciano, Imperador romano entre os anos 81 e 96 d.C. Filho de Vespasiano, da dinastia dos Flávios, iniciou seu governo com notável sabedoria, senso administrativo e militar, tendo conquistado toda a Bretanha. Entretanto, com o passar do tempo, tornou-se arrogante, extremamente despótico e violento. Seu regime de terror perseguiu e executou milhares de religiosos e intelectuais judeus e cristãos. Foi assassinado num motim de seus próprios senadores, tramado por sua esposa. Contudo, esses fatos e pessoas simbolizam as ações devastadoras dos anticristos e, especialmente, do último anticristo contra o povo de Deus (Ap 13.1- 10). Por fim, há o surgimento da Besta que sobe da terra, alertando aos leitores deste livro sobre os sacerdotes, que no passado exigiam o culto pagão à imagem do Imperador, e simbolizam os religiosos que se aliarão ao falso profeta e prestarão culto à própria imagem do anticristo, num período de grande aflição e sofrimento, antes do Milênio (Ap 13:11 -18).
Após a visão dos sete selos e das sete trombetas, e antes das sete taças, ocorre uma visão ainda mais inusitada e misteriosa. Sete personagens projetadas no céu e envolvidas em terríveis conflitos e guerras: A Mulher, abençoada com a graça de Deus (personificada em Maria, mãe de Jesus), simbolizando Israel e todos os crentes no Senhor (Gl 4.26; 37.9). O Dragão, que representa o Diabo e suas manifestações (Ap 12.3,4). O Filho, referência a Cristo (Ap 12.5,6). O anjo Miguel, encarregado de proteger Israel (Ap 12:7 -12; Dn 10.13,21; 12.1). A Besta que emerge do mar e, num sentido historicamente imediato, se refere a Domiciano, Imperador romano entre os anos 81 e 96 d.C. Filho de Vespasiano, da dinastia dos Flávios, iniciou seu governo com notável sabedoria, senso administrativo e militar, tendo conquistado toda a Bretanha. Entretanto, com o passar do tempo, tornou-se arrogante, extremamente despótico e violento. Seu regime de terror perseguiu e executou milhares de religiosos e intelectuais judeus e cristãos. Foi assassinado num motim de seus próprios senadores, tramado por sua esposa. Contudo, esses fatos e pessoas simbolizam as ações devastadoras dos anticristos e, especialmente, do último anticristo contra o povo de Deus (Ap 13.1- 10). Por fim, há o surgimento da Besta que sobe da terra, alertando aos leitores deste livro sobre os sacerdotes, que no passado exigiam o culto pagão à imagem do Imperador, e simbolizam os religiosos que se aliarão ao falso profeta e prestarão culto à própria imagem do anticristo, num período de grande aflição e sofrimento, antes do Milênio (Ap 13:11 -18).
2
E ela, estando grávida gritava, com dores de parto, sofrendo para dar à luz. Ap 12:2
Descrição do renascimento de Jerusalém em Is 66.7 (Mq 4.10).
Descrição do renascimento de Jerusalém em Is 66.7 (Mq 4.10).
3
E apareceu outro sinal no céu; e eis um grande dragão vermelho, tendo sete cabeças e dez chifres, e sete coroas sobre suas cabeças. Ap 12:3
Os dragões fazem parte da mitologia da maioria dos povos antigos, quase sempre simbolizando poder. No AT e na cultura judaica, representam os inimigos de Deus e de Israel (Sl 74.14; Is 27.1; Ez 29.3; Dn 7.7). Na visão de João, o Dragão é a personificação de Satanás, e o vermelho (em grego purros) quer dizer “cor de fogo”. Seu objetivo prioritário foi destruir o Filho de Deus, desde sua encarnação e nascimento, o que lhe daria total chance de vitória sobre o povo de Deus (Ap 12.10). As sete cabeças simbolizam inteligência além do normal, e os chifres, poder extraordinário (Ap 13.1).
Os dragões fazem parte da mitologia da maioria dos povos antigos, quase sempre simbolizando poder. No AT e na cultura judaica, representam os inimigos de Deus e de Israel (Sl 74.14; Is 27.1; Ez 29.3; Dn 7.7). Na visão de João, o Dragão é a personificação de Satanás, e o vermelho (em grego purros) quer dizer “cor de fogo”. Seu objetivo prioritário foi destruir o Filho de Deus, desde sua encarnação e nascimento, o que lhe daria total chance de vitória sobre o povo de Deus (Ap 12.10). As sete cabeças simbolizam inteligência além do normal, e os chifres, poder extraordinário (Ap 13.1).
4
E a sua cauda arrastou a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que estava pronta para dar à luz, para devorar o filho dela assim que nascer.
5
E ela deu à luz a um filho homem, que há de governar todas as nações com um cetro de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono. Ap 12:5
Uma clara alusão ao Filho de Deus, Jesus Cristo, o Messias prometido no AT, que governaria todo o Universo com “cetro de ferro”, ou seja, com amor, sabedoria e justiça (Ap 2.27; Sl 2.9; Is 11.4; Dn 8.10).
Uma clara alusão ao Filho de Deus, Jesus Cristo, o Messias prometido no AT, que governaria todo o Universo com “cetro de ferro”, ou seja, com amor, sabedoria e justiça (Ap 2.27; Sl 2.9; Is 11.4; Dn 8.10).
6
E a mulher fugiu para o deserto, onde ela tem um lugar preparado por Deus, para que a alimentassem ali por mil duzentos e sessenta dias. Ap 12:6
Seguindo a linha de interpretação escatológica, que observa o cumprimento das profecias a curto, médio e longo prazos, temos aqui uma ilustração da proteção especial que Deus concedeu ao seu povo ao sair do Egito em peregrinação pelo deserto até a terra da Promessa; mas, ao mesmo tempo, temos também uma referência à proteção de Deus para com José, Maria e o menino Jesus, ao peregrinarem pelo deserto rumo a Belém e depois até o Egito (Lc 2:1 -7; Mt 2:13 -15). Essa profecia é ainda aplicada à terrível destruição de Jerusalém (69-70 d.C.), quando muitos crentes foram alertados e escaparam daquele genocídio, e se refugiaram na cidade de Pela, no deserto além do Jordão. E a profecia continua valendo para o futuro, quando os crentes sinceros e obedientes ao Senhor receberão poder e sabedoria para fugir das artimanhas e perseguições do Diabo e seus demônios. Os “mil duzentos e sessenta dias” é um símbolo do período especial de proteção divina correspondente à duração das perseguições mais severas (Ap 11.2; 13.5). Nesse sentido, o deserto não se refere simplesmente a uma grande área coberta de areia, mas a um lugar de refúgio, proteção e isolamento (Os 2.14).
Seguindo a linha de interpretação escatológica, que observa o cumprimento das profecias a curto, médio e longo prazos, temos aqui uma ilustração da proteção especial que Deus concedeu ao seu povo ao sair do Egito em peregrinação pelo deserto até a terra da Promessa; mas, ao mesmo tempo, temos também uma referência à proteção de Deus para com José, Maria e o menino Jesus, ao peregrinarem pelo deserto rumo a Belém e depois até o Egito (Lc 2:1 -7; Mt 2:13 -15). Essa profecia é ainda aplicada à terrível destruição de Jerusalém (69-70 d.C.), quando muitos crentes foram alertados e escaparam daquele genocídio, e se refugiaram na cidade de Pela, no deserto além do Jordão. E a profecia continua valendo para o futuro, quando os crentes sinceros e obedientes ao Senhor receberão poder e sabedoria para fugir das artimanhas e perseguições do Diabo e seus demônios. Os “mil duzentos e sessenta dias” é um símbolo do período especial de proteção divina correspondente à duração das perseguições mais severas (Ap 11.2; 13.5). Nesse sentido, o deserto não se refere simplesmente a uma grande área coberta de areia, mas a um lugar de refúgio, proteção e isolamento (Os 2.14).
7
E houve guerra no céu; Miguel e os seus anjos lutaram contra o dragão, e lutou o dragão e os seus anjos, Ap 12:7
Satanás, tendo sido derrotado na terra e não conseguido destruir o Filho de Deus, ataca os exércitos do Senhor nos céus e tenta invadir a Glória de Deus, a fim de continuar a perseguir a Cristo. Entretanto, é derrotado pelos anjos do Senhor, e isso faz aumentar ainda mais seu ódio e sede de vingança, impulsionando-o ferozmente contra todos os crentes. O anjo Miguel, como responsável pela guarda de Israel, protegerá os israelitas nas grandes aflições dos últimos dias (Dn 10.13,21; 12.1).
Satanás, tendo sido derrotado na terra e não conseguido destruir o Filho de Deus, ataca os exércitos do Senhor nos céus e tenta invadir a Glória de Deus, a fim de continuar a perseguir a Cristo. Entretanto, é derrotado pelos anjos do Senhor, e isso faz aumentar ainda mais seu ódio e sede de vingança, impulsionando-o ferozmente contra todos os crentes. O anjo Miguel, como responsável pela guarda de Israel, protegerá os israelitas nas grandes aflições dos últimos dias (Dn 10.13,21; 12.1).
9
E o grande dragão foi lançado fora, aquela antiga serpente, chamada de Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi lançado à terra, e os seus anjos foram lançados com ele.
10
E eu ouvi uma alta voz dizendo no céu: Agora chegou a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque foi lançado o acusador de nossos irmãos está abatido, o que os acusava dia e noite diante de nosso Deus.
11
E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro, e pela palavra do seu testemunho; e eles não amaram as suas vidas até a morte.
12
Por isso regozijai-vos ó céus, e vós que neles habitais. Ai dos que habitam a terra e o mar! Porque o diabo desceu até vós com grande ira, porque ele sabe que tem pouco tempo. Ap 12:12
Ao ser vencido e lançado de volta à terra, Satanás canalizou toda a sua revolta e fúria contra os cristãos e Israel (a Mulher). Assim, desde a ascensão de Jesus até os nossos dias, as perseguições contra os israelitas e cristãos em todo o mundo tem sido variadas e ininterruptas. É raro, nos dias atuais, não se ouvir uma notícia trágica sobre Israel ou seu povo nos noticiários da imprensa mundial (Ap 12.13). Essas hostilidades ainda crescerão em violência e dramaticidade, até atingirem seu ápice no período chamado de Grande Tribulação (Ap 13.7,17; Mt 24.21; Jó 1:9 -11; Zc 3.1). Contudo, o Senhor garante que o tempo está passando muito depressa e que, num prazo historicamente breve, Satanás será definitivamente destruído.
Ao ser vencido e lançado de volta à terra, Satanás canalizou toda a sua revolta e fúria contra os cristãos e Israel (a Mulher). Assim, desde a ascensão de Jesus até os nossos dias, as perseguições contra os israelitas e cristãos em todo o mundo tem sido variadas e ininterruptas. É raro, nos dias atuais, não se ouvir uma notícia trágica sobre Israel ou seu povo nos noticiários da imprensa mundial (Ap 12.13). Essas hostilidades ainda crescerão em violência e dramaticidade, até atingirem seu ápice no período chamado de Grande Tribulação (Ap 13.7,17; Mt 24.21; Jó 1:9 -11; Zc 3.1). Contudo, o Senhor garante que o tempo está passando muito depressa e que, num prazo historicamente breve, Satanás será definitivamente destruído.
13
E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, ele perseguiu a mulher que dera à luz o filho homem.
14
E à mulher foram dadas duas asas de uma grande águia, para que ela pudesse voar para o deserto, ao seu lugar, ali onde é alimentada por um tempo, e tempos, e meio tempo, longe da face da serpente.
15
E a serpente lançou da sua boca água como a de uma inundação atrás da mulher, para fazer com que ela fosse carregada pela inundação.
16
E a terra ajudou a mulher; e a terra abriu a sua boca, e engoliu a inundação que o dragão lançara da sua boca. Ap 12:16
Uma analogia ao fato ocorrido em Nm 16:30 -33, no qual os seguidores de Corá foram engolidos vivos pela terra (Dn 7.25; 12.7)
Uma analogia ao fato ocorrido em Nm 16:30 -33, no qual os seguidores de Corá foram engolidos vivos pela terra (Dn 7.25; 12.7)
17
E o dragão irou-se com a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo. Ap 12:17
Alusão a uma perseguição satânica final, engendrada e implementada pelo anticristo, especificamente contra a geração dos cristãos sinceros que viverem nos últimos tempos (cap. 13).
Alusão a uma perseguição satânica final, engendrada e implementada pelo anticristo, especificamente contra a geração dos cristãos sinceros que viverem nos últimos tempos (cap. 13).