Ozzuu Bible
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1
Esta segunda carta, amados, escrevo- vos agora, em ambas as quais desperto vossas puras mentes por meio de recordações.
2
Para que vos lembreis das palavras que foram ditas antes pelos santos profetas, e do nosso mandamento, como apóstolo do Senhor e Salvador. 2Pe 3:2
A maioria dos cristãos carece mais de ser relembrada das verdades bíblicas fundamentais do que informada.
A maioria dos cristãos carece mais de ser relembrada das verdades bíblicas fundamentais do que informada.
3
Sabendo disto primeiro, que virão, nos últimos dias, escarnecedores, andando conforme as suas próprias concupiscências, 2Pe 3:3
Os dias que marcaram a primeira vinda de Cristo e o início da Igreja são considerados “os últimos dias” em relação aos dias preliminares e preparatórios do AT. A era cristã é o período escatológico da história da humanidade e o auge do cumprimento das profecias bíblicas.
Os dias que marcaram a primeira vinda de Cristo e o início da Igreja são considerados “os últimos dias” em relação aos dias preliminares e preparatórios do AT. A era cristã é o período escatológico da história da humanidade e o auge do cumprimento das profecias bíblicas.
4
e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais dormiram, todas as coisas continuam como eram desde o princípio da criação. 2Pe 3:4
Os precursores do gnosticismo procuravam minar a fé dos cristãos, argumentando que já havia passado muito tempo desde a morte de Jesus e de alguns de seus grandes discípulos, como Estevão, Tiago (irmão de João) e outros (Hb 13.7), e tudo continuava como no tempo dos patriarcas do AT. Essa forma de pensar os levava a suporem e pregarem que Deus não inte/nere na terra nem na história humana.
Os precursores do gnosticismo procuravam minar a fé dos cristãos, argumentando que já havia passado muito tempo desde a morte de Jesus e de alguns de seus grandes discípulos, como Estevão, Tiago (irmão de João) e outros (Hb 13.7), e tudo continuava como no tempo dos patriarcas do AT. Essa forma de pensar os levava a suporem e pregarem que Deus não inte/nere na terra nem na história humana.
5
E nisto eles são voluntariamente ignorantes, que pela palavra de Deus os céus existiam desde a antiguidade, e a terra, que permanece fora da água e dentro da água. 2Pe 3:5
Pedro desmascara o sofisma usado pelos falsos mestres afirmando que é impossível que alguém desconsidere o dilúvio e tantos outros eventos portentosos (Êx 13.21; 14.21; Js 10.12,13), como intervenção de Deus. Os gnósticos estavam tentando, a todo custo, evitar que a fragilidade e a falsidade dos seus argumentos se comprovassem. A Palavra de Deus é criadora e poderosa, separando e discernindo os elementos e a própria alma humana (Gn 1:3 -10; Hb 4.12).
Pedro desmascara o sofisma usado pelos falsos mestres afirmando que é impossível que alguém desconsidere o dilúvio e tantos outros eventos portentosos (Êx 13.21; 14.21; Js 10.12,13), como intervenção de Deus. Os gnósticos estavam tentando, a todo custo, evitar que a fragilidade e a falsidade dos seus argumentos se comprovassem. A Palavra de Deus é criadora e poderosa, separando e discernindo os elementos e a própria alma humana (Gn 1:3 -10; Hb 4.12).
7
Mas os céus e a terra, que existem agora, pela mesma palavra estão reservados para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios. 2Pe 3:7
Assim como nos dias de Noé, o Juízo do Senhor certamente virá sobre nossa atual civilização e consumirá todos aqueles que não acolheram a graça salvadora de Deus por meio da fé em Jesus Cristo (Gn 7.11).
Assim como nos dias de Noé, o Juízo do Senhor certamente virá sobre nossa atual civilização e consumirá todos aqueles que não acolheram a graça salvadora de Deus por meio da fé em Jesus Cristo (Gn 7.11).
8
Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia é para o Senhor como mil anos, e mil anos como um dia. 2Pe 3:8
Para Deus, os seus propósitos são mais importantes do que o tempo e o espaço. Deus não se limita aos parâmetros existen- ciais próprios da humanidade. Por isso, sua longanimidade, bondade, misericórdia e justiça são incompreensíveis pela natureza ímpia e impaciente do ser humano (Sl 90.4).
Para Deus, os seus propósitos são mais importantes do que o tempo e o espaço. Deus não se limita aos parâmetros existen- ciais próprios da humanidade. Por isso, sua longanimidade, bondade, misericórdia e justiça são incompreensíveis pela natureza ímpia e impaciente do ser humano (Sl 90.4).
9
O Senhor não é tardio a respeito de sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que nenhum se perca, senão que todos cheguem ao arrependimento.
10
Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos hão de derreter com calor intenso, e a terra e as obras que nela há se queimarão. 2Pe 3:10
Temos aqui mais um eco das palavras de Cristo (Mt 24.43; Lc12.39 Is 2.11,17,20; Am 5.18; 1Ts 5.2), agora numa linguagem apocalíptica, como nos textos de Apocalipse e Daniel. Os profetas escatológicos tiveram visões e revelações de eventos e tecnologias milhares de anos à frente do seu tempo e, portanto, se valeram de figuras de linguagem para comunicar os fenômenos que anteviam. As energias atômicas e os elementos presentes em todo universo, tais como os conhecemos hoje (hidrogênio, oxigênio, carbono, hélio etc), foram traduzidos simplesmente como terra, ar, fogo e água, por exemplo.
Temos aqui mais um eco das palavras de Cristo (Mt 24.43; Lc12.39 Is 2.11,17,20; Am 5.18; 1Ts 5.2), agora numa linguagem apocalíptica, como nos textos de Apocalipse e Daniel. Os profetas escatológicos tiveram visões e revelações de eventos e tecnologias milhares de anos à frente do seu tempo e, portanto, se valeram de figuras de linguagem para comunicar os fenômenos que anteviam. As energias atômicas e os elementos presentes em todo universo, tais como os conhecemos hoje (hidrogênio, oxigênio, carbono, hélio etc), foram traduzidos simplesmente como terra, ar, fogo e água, por exemplo.
11
Visto que todas estas coisas se dissolverão, que pessoas deveis ser, em toda a santa maneira de viver e piedade. 2Pe 3:11
Pedro conclui a destruição dos argumentos gnósticos com uma pergunta retórica, cuja resposta é obvia. Se o mundo com todos os seus elementos e construções humanas vai se transformar em cinzas, o que será de nós, como indivíduos? Essa reflexão deve nos conduzir urgentemente aos pés de Cristo em arrependimento (santidade) por nossa arrogância e demais pecados, e abraçarmos com júbilo e dedicação (piedade) a graça salvadora que – ainda – está sendo oferecida por Deus ao mundo todo (Mt 25.13; 1Ts 5.6,8,11; 2Pe 1:13 -16).
Pedro conclui a destruição dos argumentos gnósticos com uma pergunta retórica, cuja resposta é obvia. Se o mundo com todos os seus elementos e construções humanas vai se transformar em cinzas, o que será de nós, como indivíduos? Essa reflexão deve nos conduzir urgentemente aos pés de Cristo em arrependimento (santidade) por nossa arrogância e demais pecados, e abraçarmos com júbilo e dedicação (piedade) a graça salvadora que – ainda – está sendo oferecida por Deus ao mundo todo (Mt 25.13; 1Ts 5.6,8,11; 2Pe 1:13 -16).
12
Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, quando os céus, em fogo, hão de ser dissolvidos e os elementos, ao calor intenso, derreter-se-ão?
13
Mas nós, de acordo com a sua promessa, aguardamos novos céus e uma nova terra, onde habita a justiça. 2Pe 3:13
O Dia do Senhor é uma expressão sinônima de “O Dia de Deus”, pois ambas caracterizam o mesmo evento histórico (Ap 16.14). De fato, esse Dia pode ser apressado pela ação direta do povo de Deus ao se dedicar à “construção da arca”, isto é, “a evangelização dos povos” em todo mundo. O Senhor, em sua longanimidade, está esperando por todos aqueles que sinceramente, virão a receber seu perdão e a graça da vida eterna em Cristo (Atos 3.19,20). A oração e um viver dirigido pelo Espírito Santo também são elementos que cooperam para o raiar do Dia do Senhor Todo-Poderoso (Mt 6.10; Is 34.4). Portanto, os salvos não devem torcer por calamidades nacionais e mundiais, mas sim cooperar para a evangelização e santificação de todas as demais pessoas sobre a face da terra. Haverá novos céus e uma nova terra, ou um mundo renovado, onde a justiça viverá conosco (Ap 21.1; Is 65.17; 66.22; 11.4,5; 45.8; Dn 9.24).
O Dia do Senhor é uma expressão sinônima de “O Dia de Deus”, pois ambas caracterizam o mesmo evento histórico (Ap 16.14). De fato, esse Dia pode ser apressado pela ação direta do povo de Deus ao se dedicar à “construção da arca”, isto é, “a evangelização dos povos” em todo mundo. O Senhor, em sua longanimidade, está esperando por todos aqueles que sinceramente, virão a receber seu perdão e a graça da vida eterna em Cristo (Atos 3.19,20). A oração e um viver dirigido pelo Espírito Santo também são elementos que cooperam para o raiar do Dia do Senhor Todo-Poderoso (Mt 6.10; Is 34.4). Portanto, os salvos não devem torcer por calamidades nacionais e mundiais, mas sim cooperar para a evangelização e santificação de todas as demais pessoas sobre a face da terra. Haverá novos céus e uma nova terra, ou um mundo renovado, onde a justiça viverá conosco (Ap 21.1; Is 65.17; 66.22; 11.4,5; 45.8; Dn 9.24).
14
Por isso, amados, visto que aguardamos estas coisas, sede diligentes para que por ele sejais achados em paz, sem mácula e irrepreensíveis. 2Pe 3:14
Nada será mais maravilhoso e consolador do que receber um elogio do próprio Senhor Jesus por termos expressado nossa fé sincera mediante atos de justiça e bondade durante nossa difícil peregrinação pela terra. A paz do cristão é um presente de Deus, por conta de sua justificação em Cristo (Rm 5.1). Entretanto, é possível manchar, riscar e até quebrar essa paz se insistirmos em viver de forma contrária à vontade expressa de Deus (1Co 3:10 -15; 2Co 5.10).
Nada será mais maravilhoso e consolador do que receber um elogio do próprio Senhor Jesus por termos expressado nossa fé sincera mediante atos de justiça e bondade durante nossa difícil peregrinação pela terra. A paz do cristão é um presente de Deus, por conta de sua justificação em Cristo (Rm 5.1). Entretanto, é possível manchar, riscar e até quebrar essa paz se insistirmos em viver de forma contrária à vontade expressa de Deus (1Co 3:10 -15; 2Co 5.10).
15
E considere que a longanimidade de nosso Senhor é a salvação; como também o nosso amado irmão Paulo, segundo a sabedoria que lhe foi conferida, vos escreveu.
16
Como em todas as suas cartas, fala sobre estas coisas, nas quais há algumas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, e como o fazem também as outras Escrituras, para sua própria perdição. 2Pe 3:16
Pedro alimentava a mais elevada consideração pela vida e ministério do apóstolo Paulo e fez questão de atribuir aos escritos bíblicos de Paulo a mesma autoridade inspirada por Deus nos textos sagrados do AT (2Pe 1.21; 2Tm 3.16).
Pedro alimentava a mais elevada consideração pela vida e ministério do apóstolo Paulo e fez questão de atribuir aos escritos bíblicos de Paulo a mesma autoridade inspirada por Deus nos textos sagrados do AT (2Pe 1.21; 2Tm 3.16).
17
Vós, portanto, amados, visto que sabeis destas coisas de antemão, cuidai para que não vos deixeis levar pelo erro dos ímpios, e acabeis caindo de vossa própria firmeza.
18
Porém crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, tanto agora, como para sempre. Amém.