Ozzuu Bible
pt_kjfiel - 2Co 10Config
1
Ora, eu mesmo, Paulo, vos rogo, pela mansidão e suavidade de Cristo, eu que, quando presente, sou humilde entre vós, mas estando ausente, sou ousado para convosco;
2
rogo-vos, pois, para que não seja necessário ser ousado quando presente, com a confiança na qual penso ser ousado com alguns, que nos julgam, como se andássemos segundo a carne.
3
Porque, embora andando na carne, não guerreamos segundo a carne. 2Co 10:3
Os primeiros nove capítulos dessa carta demonstram que Paulo já havia conseguido solucionar alguns dos muitos problemas da Igreja em Corinto. Entretanto, um remanescente arrogante, rebelde e faccioso continuava perturbando a paz da igreja com ilações e calúnias contra a autoridade apostólica de Paulo. Esse grupo propagou a falsa idéia de que Paulo era neurastênico, inconstante e inseguro (1Co 1.20; 4.10; 14.3). Eles alegavam que, em suas cartas, o apóstolo se beneficiava da distância e da impessoalidade para ser enérgico e corajoso. Mas, em suas visitas pessoais, era dócil e fraco. Paulo apela à mansidão e benignidade de Cristo, características típicas do Messias (Zc 9.9), para confrontar firmemente seus opositores, antecipando-lhes que terão oportunidade de comprovar a autoridade espiritual que ele recebeu de Deus; e que no Reino de Deus, segurança e poder não têm nada a ver com retórica e violência.
Os primeiros nove capítulos dessa carta demonstram que Paulo já havia conseguido solucionar alguns dos muitos problemas da Igreja em Corinto. Entretanto, um remanescente arrogante, rebelde e faccioso continuava perturbando a paz da igreja com ilações e calúnias contra a autoridade apostólica de Paulo. Esse grupo propagou a falsa idéia de que Paulo era neurastênico, inconstante e inseguro (1Co 1.20; 4.10; 14.3). Eles alegavam que, em suas cartas, o apóstolo se beneficiava da distância e da impessoalidade para ser enérgico e corajoso. Mas, em suas visitas pessoais, era dócil e fraco. Paulo apela à mansidão e benignidade de Cristo, características típicas do Messias (Zc 9.9), para confrontar firmemente seus opositores, antecipando-lhes que terão oportunidade de comprovar a autoridade espiritual que ele recebeu de Deus; e que no Reino de Deus, segurança e poder não têm nada a ver com retórica e violência.
4
(Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus para a destruição das fortalezas);
5
destruindo imaginações, e toda a altivez que se exalta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o pensamento à obediência de Cristo; 2Co 10:5
Paulo está preparado para a guerra, suas armas não são mundanas e de uso comum por parte daqueles que pretensiosamente confiam apenas em sua capacidade intelectual e carisma pessoal. O apóstolo zela por estar em comunhão com Deus e pleno do Espírito Santo, e não teme rechaçar os ataques dos falsos pregadores que procuram desviar o povo do caminho santo do Senhor para as fronteiras da perdição (1Co 2.13,14). Armas contaminadas pelo mal são incapazes de combater o pecado e conquistar almas para Cristo (Zc 4.6). Portanto, todo o pensamento deve ser oferecido a Cristo em sacrifício, somente assim o âmago do nosso ser ficará plenamente submisso ao governo do Espírito Santo (Rm 12.1,2).
Paulo está preparado para a guerra, suas armas não são mundanas e de uso comum por parte daqueles que pretensiosamente confiam apenas em sua capacidade intelectual e carisma pessoal. O apóstolo zela por estar em comunhão com Deus e pleno do Espírito Santo, e não teme rechaçar os ataques dos falsos pregadores que procuram desviar o povo do caminho santo do Senhor para as fronteiras da perdição (1Co 2.13,14). Armas contaminadas pelo mal são incapazes de combater o pecado e conquistar almas para Cristo (Zc 4.6). Portanto, todo o pensamento deve ser oferecido a Cristo em sacrifício, somente assim o âmago do nosso ser ficará plenamente submisso ao governo do Espírito Santo (Rm 12.1,2).
6
e estando prontos para vingar toda a desobediência, quando a vossa obediência for cumprida. 2Co 10:6
Paulo procura não visitar os irmãos em Corinto até que a igreja, de forma geral, esteja submissa ao Espírito e, portanto, obediente aos princípios da Palavra ministrados pelo apóstolo. Pois quem não é dirigido pelo Espírito Santo não tem qualquer respeito ou temor à Palavra. Contudo, em breve, os “desobedientes e rebeldes” sentirão o poder e o rigor da disciplina apostólica (Mt 16.19).
Paulo procura não visitar os irmãos em Corinto até que a igreja, de forma geral, esteja submissa ao Espírito e, portanto, obediente aos princípios da Palavra ministrados pelo apóstolo. Pois quem não é dirigido pelo Espírito Santo não tem qualquer respeito ou temor à Palavra. Contudo, em breve, os “desobedientes e rebeldes” sentirão o poder e o rigor da disciplina apostólica (Mt 16.19).
7
Olhais para as coisas segundo a aparência exterior? Se algum homem confia em si mesmo que ele é de Cristo, pense isto por si mesmo outra vez, que, assim como ele é de Cristo, também nós somos de Cristo. 2Co 10:7
Um dos problemas na igreja dos coríntios era o partidarismo. Vários grupos dividiam doutrinariamente a igreja. Havia um grupo que se autodenominava “de Cristo” (1Co 1.12) e, justamente esses crentes se aliaram aos falsos mestres, para questionarem a experiência pessoal de Paulo com Cristo e seu chamado ao apostolado. Paulo, que tivera um encontro real e marcante com o Senhor ressurreto, tendo sido convocado ao ministério por Ele, e recebido do próprio Senhor o conteúdo do Evangelho que ensinava, afirma categoricamente pertencer a Cristo tanto quanto qualquer crente convicto (Atos 9:3 -9; 22:6 -11; 26:12 -18; Gl 1.12; 2Co 12:2 -7).
Um dos problemas na igreja dos coríntios era o partidarismo. Vários grupos dividiam doutrinariamente a igreja. Havia um grupo que se autodenominava “de Cristo” (1Co 1.12) e, justamente esses crentes se aliaram aos falsos mestres, para questionarem a experiência pessoal de Paulo com Cristo e seu chamado ao apostolado. Paulo, que tivera um encontro real e marcante com o Senhor ressurreto, tendo sido convocado ao ministério por Ele, e recebido do próprio Senhor o conteúdo do Evangelho que ensinava, afirma categoricamente pertencer a Cristo tanto quanto qualquer crente convicto (Atos 9:3 -9; 22:6 -11; 26:12 -18; Gl 1.12; 2Co 12:2 -7).
8
Porque, embora eu me glorie um pouco mais de nossa autoridade, a qual o Senhor nos deu para edificação, e não para vossa destruição, eu não me envergonharei;
10
Porque as suas cartas, eles dizem, são pesadas e poderosas, mas a sua presença do corpo é fraca, e o seu discurso desprezível. 2Co 10:10
Paulo não abdicou de sua erudição e notável inteligência, apenas deu maior destaque e expressão à sua experiência com Cristo e ao poder do Espírito Santo em sua vida. Por isso, desprezou a eloqüência formal e a ostentação de conhecimento acadêmico, em prol de maior transparência e autenticidade na pregação da Mensagem (Cristo, o Messias, Filho do Deus vivo, crucificado em nosso lugar, para a salvação eterna do crente) e no discipulado dos cristãos, especialmente, na Igreja em Corinto (2Co 11.6; 1Co 2:1 -5). Os falsos mestres e inimigos do Evangelho faziam uso da arte da retórica com o principal objetivo de extorquir bens e dinheiro daqueles que se deixavam envolver pela lábia, lisonja e falsa simpatia. O amor e a franqueza de Paulo eram tão verossímeis que seus próprios críticos e opositores não conseguiam “desprezar” o poder de suas palavras.
Paulo não abdicou de sua erudição e notável inteligência, apenas deu maior destaque e expressão à sua experiência com Cristo e ao poder do Espírito Santo em sua vida. Por isso, desprezou a eloqüência formal e a ostentação de conhecimento acadêmico, em prol de maior transparência e autenticidade na pregação da Mensagem (Cristo, o Messias, Filho do Deus vivo, crucificado em nosso lugar, para a salvação eterna do crente) e no discipulado dos cristãos, especialmente, na Igreja em Corinto (2Co 11.6; 1Co 2:1 -5). Os falsos mestres e inimigos do Evangelho faziam uso da arte da retórica com o principal objetivo de extorquir bens e dinheiro daqueles que se deixavam envolver pela lábia, lisonja e falsa simpatia. O amor e a franqueza de Paulo eram tão verossímeis que seus próprios críticos e opositores não conseguiam “desprezar” o poder de suas palavras.
11
Considere o tal isto, que, assim como somos na palavra por cartas, quando estamos ausentes, tais também seremos em ações, quando estamos presentes.
12
Porque não ousamos contar-nos, ou comparar-nos com alguns que se recomendam a si mesmos; mas estes que se medem a si mesmos, e se comparam consigo mesmos, não são sábios.
13
Porém, não nos gloriaremos das coisas além da nossa medida, mas conforme a medida da regra que Deus nos distribuiu, uma medida para vos alcançarmos;
14
porque não nos estendemos além da nossa medida, como se não houvéssemos de alcançar-vos, pois também chegamos até vós na pregação do evangelho de Cristo,
15
não nos gloriando das coisas fora da nossa medida, isto é, nos trabalhos de outros homens; antes tendo esperança de que, quando a vossa fé for aumentada, seremos engrandecidos entre vós conforme a nossa regra abundante,
16
para pregar o evangelho nas regiões além de vós, e não para vos gloriardes de coisas na área de outros, que já estavam preparadas.
17
Porém, aquele que se gloria, glorie-se no Senhor. 2Co 10:17
Segundo um dos pais da Igreja, Clemente de Roma, o apóstolo Paulo, em cumprimento ao seu chamado missionário (apostólico) chegou até as regiões da Espanha, muito “além” das terras gregas. Quanto aos rebeldes e opositores de Corinto, nem seus nomes passaram para a história (Atos 19.21; Rm 1:11 -15; 15:23 -28). Paulo havia aprendido a não se orgulhar de suas capacidades, experiências e dons pessoais, mas a glorificar o Nome do Senhor em sua vida, por isso cita o profeta Jeremias (Jr 9.24).
Segundo um dos pais da Igreja, Clemente de Roma, o apóstolo Paulo, em cumprimento ao seu chamado missionário (apostólico) chegou até as regiões da Espanha, muito “além” das terras gregas. Quanto aos rebeldes e opositores de Corinto, nem seus nomes passaram para a história (Atos 19.21; Rm 1:11 -15; 15:23 -28). Paulo havia aprendido a não se orgulhar de suas capacidades, experiências e dons pessoais, mas a glorificar o Nome do Senhor em sua vida, por isso cita o profeta Jeremias (Jr 9.24).