Ozzuu Bible
pt_kjfiel - Rev 8Config
1
E quando ele abriu o sétimo selo, houve silêncio no céu por quase meia hora. Ap 8:1
João observa que em todo o céu há uma pausa marcante e atônita antes da série final de punições que sobrevirão ao planeta. Os julgamentos de Deus serão tão severos e terríveis que os próprios habitantes do céu ficam pasmos e comovidos com o castigo dos ímpios. O tempo no céu não é cronometrado como na terra, contudo João procura nos comunicar a sensação que sente ao presenciar esse momentum de absoluta apreensão no Universo.
João observa que em todo o céu há uma pausa marcante e atônita antes da série final de punições que sobrevirão ao planeta. Os julgamentos de Deus serão tão severos e terríveis que os próprios habitantes do céu ficam pasmos e comovidos com o castigo dos ímpios. O tempo no céu não é cronometrado como na terra, contudo João procura nos comunicar a sensação que sente ao presenciar esse momentum de absoluta apreensão no Universo.
2
E eu vi os sete anjos que estavam em pé diante de Deus; e a eles foram dadas sete trombetas. Ap 8:2
Na época de João e especialmente no AT, usava-se o som forte e marcante das trombetas para anunciar acontecimentos de grande importância nacional. A reverberação dos variados toques podia alcançar quilômetros de distância e servia para orientar as estratégias bélicas dos generais e seus exércitos nas batalhas. As sete trombetas (Ap 8, Ap 9 e Ap 11:15 -19) proclamam uma série ainda mais severa de açoites contra a incredulidade, porém não mais terrível e devastadora como as reservadas nas “taças” (cap. 16).
Na época de João e especialmente no AT, usava-se o som forte e marcante das trombetas para anunciar acontecimentos de grande importância nacional. A reverberação dos variados toques podia alcançar quilômetros de distância e servia para orientar as estratégias bélicas dos generais e seus exércitos nas batalhas. As sete trombetas (Ap 8, Ap 9 e Ap 11:15 -19) proclamam uma série ainda mais severa de açoites contra a incredulidade, porém não mais terrível e devastadora como as reservadas nas “taças” (cap. 16).
3
E outro anjo veio e se pôs em pé junto ao altar, tendo um incensário de ouro. E foi-lhe dado muito incenso para que ele o ofertasse com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que estava diante do trono. Ap 8:3
O incensário, no AT, era uma espécie de panela repleta de carvão vegetal em brasa, usada para queimar o incenso na presença do Senhor, como um símbolo da fragrância e certeza de que todas as nossas orações sobem até o Pai, que sempre nos ouve atentamente e nos educa em seu amor (Êx 27.3; 30.1; 1Rs 7.50; Mt 7.9; Rm 8:26 -27). A expressão grega original, usada aqui por João, nos permite apreender que o “incenso”, verdadeiro e espiritual, não é a fumaça perfumada que sobe quando queimada, mas sim as próprias “orações”, quando evaporam dos nossos corações em brasa (Lv 16.12; Ez 10.2; Ap 5.8; 11.19; 16.18).
O incensário, no AT, era uma espécie de panela repleta de carvão vegetal em brasa, usada para queimar o incenso na presença do Senhor, como um símbolo da fragrância e certeza de que todas as nossas orações sobem até o Pai, que sempre nos ouve atentamente e nos educa em seu amor (Êx 27.3; 30.1; 1Rs 7.50; Mt 7.9; Rm 8:26 -27). A expressão grega original, usada aqui por João, nos permite apreender que o “incenso”, verdadeiro e espiritual, não é a fumaça perfumada que sobe quando queimada, mas sim as próprias “orações”, quando evaporam dos nossos corações em brasa (Lv 16.12; Ez 10.2; Ap 5.8; 11.19; 16.18).
4
E a fumaça do incenso, que vinha com as orações dos santos, subia da mão do anjo até diante de Deus.
5
E o anjo tomou o incensário, e o encheu com o fogo do altar, e lançou-o dentro da terra; e houve vozes, e trovões, e relâmpagos, e um terremoto.
7
O primeiro anjo tocou, e em seguida houve granizo e fogo misturados com sangue, e eles foram lançados sobre a terra; e a terceira parte das árvores foi queimada, e toda a grama verde foi queimada. Ap 8:7
Há uma analogia simbólica entre a primeira trombeta e a quarta praga do Egito (Êx 9:13 -25; Ez 38.22). As frações empregadas por João não devem ser tomadas literalmente, pois indicam apenas que a punição anunciada pelas trombetas ainda não está completa nem conclusiva (Atos 8:8 -12).
Há uma analogia simbólica entre a primeira trombeta e a quarta praga do Egito (Êx 9:13 -25; Ez 38.22). As frações empregadas por João não devem ser tomadas literalmente, pois indicam apenas que a punição anunciada pelas trombetas ainda não está completa nem conclusiva (Atos 8:8 -12).
8
E o segundo anjo soou, e algo, como se fosse uma grande montanha ardendo em fogo, foi lançado dentro do mar; e a terça parte do mar se transformou em sangue. Ap 8:8
Outra similaridade com as pragas do Egito (Êx 7.20,21): João observa um juízo escatológico, não derivado da poluição natural, mas de grandes erupções vulcânicas em vários pontos do planeta em um mesmo “momentum”.
Outra similaridade com as pragas do Egito (Êx 7.20,21): João observa um juízo escatológico, não derivado da poluição natural, mas de grandes erupções vulcânicas em vários pontos do planeta em um mesmo “momentum”.
9
E a terça parte das criaturas que estavam no mar, que tinham vida, morreu; e a terça parte dos navios foi destruída.
10
E o terceiro anjo soou, e caiu uma grande estrela do céu, queimando como se fosse uma tocha, e caiu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes de águas.
11
E o nome da estrela se chama Absinto; e a terça parte das águas se transformou em absinto; e muitos homens morreram por causa das águas, porque elas se tornaram amargas. Ap 8:11
Absinto é uma planta de sabor desagradável e intensamente amargo, embora não letal. Aqui serve de metáfora para comunicar a degradação da humanidade, bem como uma possível contaminação radioativa de grande parte da água potável do planeta (Ap 6.13; 9.1; Êx 15.25; Pv 5.3,4; Jr 9.15; 23.15; Is 14.12; Lm 3.19).
Absinto é uma planta de sabor desagradável e intensamente amargo, embora não letal. Aqui serve de metáfora para comunicar a degradação da humanidade, bem como uma possível contaminação radioativa de grande parte da água potável do planeta (Ap 6.13; 9.1; Êx 15.25; Pv 5.3,4; Jr 9.15; 23.15; Is 14.12; Lm 3.19).
12
E o quarto anjo soou, e a terça parte do sol foi atingida, e a terça parte da lua, e a terça parte das estrelas; de modo que a terça parte delas se escureceu, e o dia não brilhou para uma terça parte dele, e da mesma forma, a noite. Ap 8:12
Na nona praga do Egito, densas trevas cobriram a terra durante três dias (Êx 10:21 -23; Is 13.10; Ez 32.7; Jl 2.10).
Na nona praga do Egito, densas trevas cobriram a terra durante três dias (Êx 10:21 -23; Is 13.10; Ez 32.7; Jl 2.10).
13
E eu olhei, e ouvi um anjo voando pelo meio do céu, dizendo em voz alta: Ai, ai, ai dos habitantes da terra por causa das outras vozes das trombetas dos três anjos que ainda estão para soar! Ap 8:13
A expressão original grega e apocalíptica “os que habitam sobre a terra” refere-se aos “ímpios e incrédulos” que resistem à convocação do Senhor para a salvação (Ap 6.10; 9.4). Até este ponto da narrativa de João, os julgamentos divinos haviam tocado somente a natureza inanimada do planeta; agora, contudo, os três “Ais” proclamados pela águia anunciam os três castigos finais, e cada pessoa incrédula sobre a face da terra experimentará a ira de Deus contra o pecado. Os sete juízos referentes às “taças” dos capítulos 15 e 16 podem ser compreendidos como uma expressão do terceiro “Ai”.
A expressão original grega e apocalíptica “os que habitam sobre a terra” refere-se aos “ímpios e incrédulos” que resistem à convocação do Senhor para a salvação (Ap 6.10; 9.4). Até este ponto da narrativa de João, os julgamentos divinos haviam tocado somente a natureza inanimada do planeta; agora, contudo, os três “Ais” proclamados pela águia anunciam os três castigos finais, e cada pessoa incrédula sobre a face da terra experimentará a ira de Deus contra o pecado. Os sete juízos referentes às “taças” dos capítulos 15 e 16 podem ser compreendidos como uma expressão do terceiro “Ai”.