Ozzuu Bible
pt_kjfiel - 1Jo 1Config
1
O que era desde o início, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos apalparam, da Palavra da vida 1Jo 1:1
Todas as evidências demonstram que o autor desta epístola e das outras duas que se seguem é João, filho de Zebedeu (Mc 1.19,20; 15.40; 16.1; Mt 27.56; Jo 13.23; 19.25), primo de Jesus Cristo e um dos seus mais chegados amigos; apóstolo, autor do evangelho que leva seu nome e do livro da Revelação (em grego: apocalipsis). A introdução dessa carta trata do mesmo assunto, inclusive com a utilização de várias das mesmas expressões, no original grego, que estão registradas no início do Evangelho Segundo João (Jo 1:1 -4).
Todas as evidências demonstram que o autor desta epístola e das outras duas que se seguem é João, filho de Zebedeu (Mc 1.19,20; 15.40; 16.1; Mt 27.56; Jo 13.23; 19.25), primo de Jesus Cristo e um dos seus mais chegados amigos; apóstolo, autor do evangelho que leva seu nome e do livro da Revelação (em grego: apocalipsis). A introdução dessa carta trata do mesmo assunto, inclusive com a utilização de várias das mesmas expressões, no original grego, que estão registradas no início do Evangelho Segundo João (Jo 1:1 -4).
2
(Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e fomos testemunhas, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e foi manifestada a nós); 1Jo 1:2
Jesus Cristo é reconhecido como “a Vida”. Afinal, ele é aquele que tem a vida em si mesmo, sempre existiu e vive para sempre (Jo 1.14; 11.25; 14.6). É igualmente soberano sobre todos os seres viventes e a própria fonte da vida (1Jo 5.11). João começa e encerra sua epístola discursando sobre a vida eterna (1Jo 5.20) e focalizando o tema: o Cristo é Jesus, corroborando a mensagem básica do Evangelho: “Jesus é o Messias” (Jo 20.31).
Jesus Cristo é reconhecido como “a Vida”. Afinal, ele é aquele que tem a vida em si mesmo, sempre existiu e vive para sempre (Jo 1.14; 11.25; 14.6). É igualmente soberano sobre todos os seres viventes e a própria fonte da vida (1Jo 5.11). João começa e encerra sua epístola discursando sobre a vida eterna (1Jo 5.20) e focalizando o tema: o Cristo é Jesus, corroborando a mensagem básica do Evangelho: “Jesus é o Messias” (Jo 20.31).
3
O que vimos e ouvimos vos declaramos, para que também possais ter comunhão conosco; e verdadeiramente a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo.
4
E estas coisas vos escrevemos, para que a vossa alegria possa ser completa. 1Jo 1:4
A alegria do apóstolo só poderia ser completa se a Igreja compreendesse que o verdadeiro e expressivo amor fraternal, produzido pelo Espírito Santo na vida de cada cristão, deve ser a mais evidente marca do “conhecimento de Cristo” e, portanto, da Salvação na comunidade cristã (2Jo 12). A comunhão (em grego: koinõnia) é a expressão clara de união espiritual de Cristo com o crente, comunicada por meio das metáforas da videira e dos sacramentos (Jo 15:1 -5), dos membros do Corpo de Cristo (Rm 12:1 -8; 1Co 12.12; Cl 1.18).
A alegria do apóstolo só poderia ser completa se a Igreja compreendesse que o verdadeiro e expressivo amor fraternal, produzido pelo Espírito Santo na vida de cada cristão, deve ser a mais evidente marca do “conhecimento de Cristo” e, portanto, da Salvação na comunidade cristã (2Jo 12). A comunhão (em grego: koinõnia) é a expressão clara de união espiritual de Cristo com o crente, comunicada por meio das metáforas da videira e dos sacramentos (Jo 15:1 -5), dos membros do Corpo de Cristo (Rm 12:1 -8; 1Co 12.12; Cl 1.18).
5
Então esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos declaramos: Que Deus é luz, e não há nele treva alguma. 1Jo 1:5
A luz representa tudo o que é dito e realizado com clareza e verdade, sem obscuridades ou ambigüidades maliciosas. Os pecados e os enganos fraudulentos são gerados sob uma penumbra de maus propósitos e torpezas. Ao contrário, Deus é como a luz do meio dia, ilumina tudo e todos até o mais íntimo da alma. Ele é santidade e integridade absoluta. E essa luz se revela em Cristo que habita no coração dos crentes sinceros e os ilumina cada dia mais (santificação). Jesus é a luz do mundo (Jo 8.12; Is 42.6; 49.6), pois ele é a perfeita revelação de Deus (Hb 1.3).
A luz representa tudo o que é dito e realizado com clareza e verdade, sem obscuridades ou ambigüidades maliciosas. Os pecados e os enganos fraudulentos são gerados sob uma penumbra de maus propósitos e torpezas. Ao contrário, Deus é como a luz do meio dia, ilumina tudo e todos até o mais íntimo da alma. Ele é santidade e integridade absoluta. E essa luz se revela em Cristo que habita no coração dos crentes sinceros e os ilumina cada dia mais (santificação). Jesus é a luz do mundo (Jo 8.12; Is 42.6; 49.6), pois ele é a perfeita revelação de Deus (Hb 1.3).
6
Se nós dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade.
7
Mas se andamos na luz, assim como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. 1Jo 1:7
A expressão “caminharmos” é uma metáfora do nosso comportamento diário. Os cristãos eram conhecidos nessa época como as pessoas que pertenciam ao “Caminho” (Jo 14.6; Atos 9.27; 18.26; 19.9; 19.23; 22.4). Uma das palavras-chave desta epístola é “pecado”, pois ocorre 27 vezes no texto original grego.
A expressão “caminharmos” é uma metáfora do nosso comportamento diário. Os cristãos eram conhecidos nessa época como as pessoas que pertenciam ao “Caminho” (Jo 14.6; Atos 9.27; 18.26; 19.9; 19.23; 22.4). Uma das palavras-chave desta epístola é “pecado”, pois ocorre 27 vezes no texto original grego.
9
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. 1Jo 1:9
No original grego, a expressão “fiel e justo” comunica um conceito único: “fiel-e-justo”. Esse aspecto lingüístico revela um pouco mais sobre o caráter de Deus e sua forma de julgar todos que, mediante a fé pessoal no sacrifício redentor de Jesus Cristo, se arrependem de seus pecados e recebem a graça perdoadora da Promessa que Deus firmou com os seus (Sl 143.1; Zc 8.8; Jr 31.34; Mq 7:18 -20; Hb 10.22,23). O perdão é o milagre de se restaurar completamente uma comunhão destruída pela quebra de confiança (Mt 6.12).
No original grego, a expressão “fiel e justo” comunica um conceito único: “fiel-e-justo”. Esse aspecto lingüístico revela um pouco mais sobre o caráter de Deus e sua forma de julgar todos que, mediante a fé pessoal no sacrifício redentor de Jesus Cristo, se arrependem de seus pecados e recebem a graça perdoadora da Promessa que Deus firmou com os seus (Sl 143.1; Zc 8.8; Jr 31.34; Mq 7:18 -20; Hb 10.22,23). O perdão é o milagre de se restaurar completamente uma comunhão destruída pela quebra de confiança (Mt 6.12).
10
Se dissermos que não pecamos, fazemo- lo um mentiroso, e a sua palavra não está em nós. 1Jo 1:10
Como diziam alguns dos pais da Igreja: “Santo não é a pessoa que não se suja, mas é aquele que sempre se lava nas águas do perdão de Deus”. João combate os gnósticos de seu tempo que não conseguiam reconhecer que seus atos de imoralidade e ganância eram, de fato, pecados.
Como diziam alguns dos pais da Igreja: “Santo não é a pessoa que não se suja, mas é aquele que sempre se lava nas águas do perdão de Deus”. João combate os gnósticos de seu tempo que não conseguiam reconhecer que seus atos de imoralidade e ganância eram, de fato, pecados.