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Mat 26:12
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12
Ao derramar sobre o meu corpo esse bálsamo, ela o fez como que preparando-me para o sepultamento.
12
Pois derramando ela este unguento sobre o meu corpo, ela o fez para o meu sepultamento. Mt 26:12
Era costume, no antigo Oriente, ungir a cabeça dos convidados em dias festivos, que praticamente deitavam-se sobre um tipo de almofada ou divã, ao redor de uma mesa bem mais baixa do que as nossas. Com o braço esquerdo se apoiavam sobre as almofadas e com o direito se serviam dos alimentos. Davi escreve um poema em louvor a Yahweh (O nome impronunciável de Deus, em hebraico: ????), no qual descreve a felicidade que há na comunhão com Deus usando a metáfora de uma ceia preparada pelo Senhor (Sl 23.5). Jesus foi visitar alguns amigos em Betânia, uma aldeia que distava cerca de 3 km de Jerusalém. O anfitrião, Simão, fora curado de lepra por Jesus (Mc 14.3). Lázaro estava presente, Marta servia e Maria, irmã de Lázaro e Marta, assume a responsabilidade da hospitalidade amorosa e reverente (Lc 7.46), mas realiza o ato tradicional à sua maneira. Um escravo ungiria a cabeça do hóspede do seu senhor com óleo e lavaria seus pés com água. Maria ofereceu a mais preciosa e cara essência de plantas (nardo, palavra persa nard que em sânscrito nalàdá significa “óleo perfumado”) importada da Índia (em grego Myrón). Marcos (Mc 14.5) informa que o valor daquele alabastro (frasco de mármore lacrado e com gargalo longo, o qual era quebrado no instante do uso, e cujo conteúdo devia ser todo consumido em uma só aplicação para não perder suas propriedades químicas e aromáticas) era de 300 denários, o que correspondia ao salário anual de um trabalhador ou soldado romano (Mt 20.2; Jo 6.7). Maria ungiu a cabeça e os pés de Jesus (Mc 14:3 -9; Jo 12:1 -8) realizando a cerimônia completa de honra e hospitalidade com a qual os judeus deveriam acolher seus irmãos e amigos, numa demonstração de temor a Deus, humildade e amor ao próximo, princípios básicos da Torá (os primeiros cinco livros da Bíblia, a Lei de Deus) e dos ensinos de Jesus (Lc 7.44; Jo 13:1 -17). Considerando que Judas traiu Jesus por cerca de 120 denários, é fácil imaginar sua irritação ao ver a atitude de Maria em relação unicamente à pessoa de Cristo (Jo 12:4 -5). Na época da Páscoa era um costume judaico presentear os pobres. Jesus aproveita para esclarecer os discípulos e amigos quanto à proximidade do seu martírio, salientando que Maria havia compreendido verdadeiramente quem é Deus, qual o sentido da adoração (que é consagrar a Deus os nossos mais caros afetos), e que estava cuidando da preparação (somente os nobres tinham seu corpo embalsamado ou mumificado) do seu corpo para o sepultamento. Jesus ainda faz uma alusão à Lei e afirma que a ajuda e o acolhimento aos mais necessitados é tarefa contínua do povo de Deus todos os dias do ano (Dt 15.11). Jesus ergue um memorial a Maria, uma pessoa desconhecida na história, mas cujo ato inspira gerações e gerações em todo o mundo, a ter uma visão correta e prática do que significa amar a Deus.
Era costume, no antigo Oriente, ungir a cabeça dos convidados em dias festivos, que praticamente deitavam-se sobre um tipo de almofada ou divã, ao redor de uma mesa bem mais baixa do que as nossas. Com o braço esquerdo se apoiavam sobre as almofadas e com o direito se serviam dos alimentos. Davi escreve um poema em louvor a Yahweh (O nome impronunciável de Deus, em hebraico: ????), no qual descreve a felicidade que há na comunhão com Deus usando a metáfora de uma ceia preparada pelo Senhor (Sl 23.5). Jesus foi visitar alguns amigos em Betânia, uma aldeia que distava cerca de 3 km de Jerusalém. O anfitrião, Simão, fora curado de lepra por Jesus (Mc 14.3). Lázaro estava presente, Marta servia e Maria, irmã de Lázaro e Marta, assume a responsabilidade da hospitalidade amorosa e reverente (Lc 7.46), mas realiza o ato tradicional à sua maneira. Um escravo ungiria a cabeça do hóspede do seu senhor com óleo e lavaria seus pés com água. Maria ofereceu a mais preciosa e cara essência de plantas (nardo, palavra persa nard que em sânscrito nalàdá significa “óleo perfumado”) importada da Índia (em grego Myrón). Marcos (Mc 14.5) informa que o valor daquele alabastro (frasco de mármore lacrado e com gargalo longo, o qual era quebrado no instante do uso, e cujo conteúdo devia ser todo consumido em uma só aplicação para não perder suas propriedades químicas e aromáticas) era de 300 denários, o que correspondia ao salário anual de um trabalhador ou soldado romano (Mt 20.2; Jo 6.7). Maria ungiu a cabeça e os pés de Jesus (Mc 14:3 -9; Jo 12:1 -8) realizando a cerimônia completa de honra e hospitalidade com a qual os judeus deveriam acolher seus irmãos e amigos, numa demonstração de temor a Deus, humildade e amor ao próximo, princípios básicos da Torá (os primeiros cinco livros da Bíblia, a Lei de Deus) e dos ensinos de Jesus (Lc 7.44; Jo 13:1 -17). Considerando que Judas traiu Jesus por cerca de 120 denários, é fácil imaginar sua irritação ao ver a atitude de Maria em relação unicamente à pessoa de Cristo (Jo 12:4 -5). Na época da Páscoa era um costume judaico presentear os pobres. Jesus aproveita para esclarecer os discípulos e amigos quanto à proximidade do seu martírio, salientando que Maria havia compreendido verdadeiramente quem é Deus, qual o sentido da adoração (que é consagrar a Deus os nossos mais caros afetos), e que estava cuidando da preparação (somente os nobres tinham seu corpo embalsamado ou mumificado) do seu corpo para o sepultamento. Jesus ainda faz uma alusão à Lei e afirma que a ajuda e o acolhimento aos mais necessitados é tarefa contínua do povo de Deus todos os dias do ano (Dt 15.11). Jesus ergue um memorial a Maria, uma pessoa desconhecida na história, mas cujo ato inspira gerações e gerações em todo o mundo, a ter uma visão correta e prática do que significa amar a Deus.
12
Ela derramou este perfume sobre mim para preparar o meu corpo para a sepultura.
12
Pois, havendo ela derramado este unguento- aromático sobre o Meu corpo, para Me preparar- para- sepultamento o fez.
12
She poured this perfume on me to prepare my body for burial.
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For in that she hath poured this ointment on my body, she did it for my burial.
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For in that she poured this ointment upon my body, she did it to prepare me for burial.
12
Derramando esse perfume em meu corpo, ela o fez em vista da minha sepultura.[*]
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Derramando este perfume sobre o meu corpo, ela o fez para me sepultar.
12
For this woman sending this ointment into my body, did [for] to bury me.
12
For this woman sending this ointment into my body, did [for] to bury me.
12
Ela derramou este perfume em Mim para preparar o meu corpo para o sepultamento.
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ⓒ Ao derramar bálsamo sobre o meu corpo, ela o fez como preparação para o meu sepultamento.
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Ora, derramando ela este bálsamo sobre o meu corpo, fê-lo a fim de preparar-me para a minha sepultura.
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Ora, derramando ela este ungüento sobre o meu corpo, fê-lo preparando-me para o meu sepultamento.
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Ora, derramando ela este unguento sobre o meu corpo, fê-lo preparando-me para o meu sepultamento.
12
Ora, derramando ela este bálsamo sobre o meu corpo, fê-lo a fim de preparar-me para a minha sepultura.
12
Derramando este perfume sobre o meu corpo, ela o fez para me sepultar.
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Ela derramou esse perfume em meu corpo, preparando-me para a sepultura.
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Despejando, portanto, esta mirra sobre o meu corpo, fê-lo antes de eu ser sepultado.
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Ora, derramando ela este bálsamo sobre o meu corpo, fê-lo a fim de preparar-me para a minha sepultura.
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O que esta mulher fez, ao deitar-me o perfume, foi preparar-me para a sepultura.
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O que esta mulher fez, ao deitar-me o perfume, foi preparar-me para a sepultura.
12
Ora, derramando ela este unguento sobre o meu corpo, fê-lo preparando-me para o meu sepultamento.
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Ora, derramando ela este ungüento sobre o meu corpo, fê-lo preparando-me para o meu sepultamento.
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Ela derramou este perfume no meu corpo em vista do meu sepultamento.
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Derramando este perfume sobre o meu corpo, ela preparou a minha sepultura.
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For in that she has poured this ointment on my body, she did it for my burial.