Ozzuu Bible
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Mat 6:13
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e καίG2532 não μήG3361 nos ἡμᾶςG2248 deixes cairG1533 εἰσφέρωG1533G5661 em εἰςG1519 tentaçãoG3986 πειρασμόςG3986; mas ἀλλάG235 livra-nosG4506 ῥύομαιG4506G5663 ἡμᾶςG2248 do ἀπόG575 malG4190 πονηρόςG4190 pois ὅτιG3754 teu σοῦG4675 é ἐστίG2076G5748 o Reino βασιλείαG932, o poder δύναμιςG1411 e καίG2532 a glóriaG1391 δόξαG1391 para εἰςG1519 sempre αἰώνG165. Aman אמןG281!
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E não nos conduzas à tentação, mas livra-nos do Maligno. Porque teu é o Reino, o poder e a glória para sempre. Amém.
13
E não nos conduzas à tentação, mas livra- nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém. Mt 6:13
Jesus ensina a seus seguidores o caminho da verdadeira adoração e comunicação com Deus. O primeiro passo é a humildade, em contraste com o estilo dos fariseus, escribas, publicanos e gentios, que viviam uma religiosidade apenas de aparência, formal e estéril. Os discípulos deveriam também evitar as “vãs repetições”, pois essa era a maneira como os pagãos (aqueles que não passaram pelo batismo, também chamados de “gentios”) tentavam sensibilizar seus deuses para obter favores. Nessa época, os adoradores de Baal (1Rs 18:26 -28) estavam cativando até judeus fiéis com suas hipocrisias (encenações teatrais, do grego hupokrites, ator). Por isso Jesus oferece um modelo de oração: O nascimento espiritual dá ao cristão o direito de ser filho de Deus (Jo 3) e, portanto, pode orar a Deus como quem conversa com seu pai amado (em aramaico: Abba, Mc 14.36; Rm 8.15, Gl 4.6). Devemos desejar e trabalhar pelo estabelecimento do Reino de Deus, em nossas vidas e comunidades, ao receber pessoalmente o Espírito Santo, que traz salvação, paz, alegria, e a justiça de Cristo. Reino esse que será estabelecido de forma plena no futuro iminente, quando Jesus voltar, e o último Inimigo for vencido definitivamente (2Ts 2.8; 1Co 15:23 -28). Assim a terra usufruirá a mesma glória de Deus que há nos céus (2Pe 3.13). O cristão reconhece que é o Senhor quem supre diariamente todas as nossas necessidades, e é grato por isso. A fome, as guerras e outros sofrimentos sociais não ocorrem por indiferença da parte de Deus, mas pelos pecados dos indivíduos (malignidade) e das nações. Devemos nos lembrar de perdoar as pessoas que nos devem (bens materiais ou justiça) com a mesma misericórdia e generosidade com que Deus nos perdoa sempre (1Jo 1:5 -9). Observemos como Jesus ressalta a importância do perdão no Reino de Deus (Mt 6.14,15). O servo do Senhor é o alvo favorito dos ataques e artimanhas do Diabo. Mas Deus tem o poder de nos livrar de todo o mal e levar-nos, para lugar seguro, longe do alcance dos demônios. Não há amargura, decepção, fraqueza, vício, perda ou dor maiores do que o amor e o poder de Deus (Tg 1.13; 1Co 6.18; 10.14; 1Tm 6.11; 2Tm 2.22). A maioria das versões da Bíblia em português inclui a frase: “...e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal...”. A KJ apresenta a expressão inglesa: “...and do not lead us into temptation...” (...e não nos induzas à tentação...). Os melhores originais gregos nos permitem traduzir: “...e não nos conduzas à tentação...”. A palavra grega peirasmos aqui significa “tentação”, podendo significar também: “teste ou provação” em outros trechos. Assim, a tentação, que do ponto de vista do Diabo é sempre uma cilada para nos destruir, do ponto de vista de Deus é uma oportunidade para fortalecimento da fé e crescimento espiritual (Lc 22.32). Deus controla o universo visível e invisível, incluindo o Maligno e seu reino; por isso, é ao Senhor que devemos pedir livramento das tentações e forças para vencer as provações (1Co 10.13). Jesus deixa bem claro em sua oração-modelo, que o cristão somente consegue a vitória, vigiando e orando. O próprio Jesus venceu sua grande batalha contra Satanás, com jejum (Mt 4.2), e recomendou que seus discípulos também usassem essa arma ao lado das orações, e do contínuo louvor a Deus, contra os desígnios do Inimigo (Mt 9.15; 17.21).
Jesus ensina a seus seguidores o caminho da verdadeira adoração e comunicação com Deus. O primeiro passo é a humildade, em contraste com o estilo dos fariseus, escribas, publicanos e gentios, que viviam uma religiosidade apenas de aparência, formal e estéril. Os discípulos deveriam também evitar as “vãs repetições”, pois essa era a maneira como os pagãos (aqueles que não passaram pelo batismo, também chamados de “gentios”) tentavam sensibilizar seus deuses para obter favores. Nessa época, os adoradores de Baal (1Rs 18:26 -28) estavam cativando até judeus fiéis com suas hipocrisias (encenações teatrais, do grego hupokrites, ator). Por isso Jesus oferece um modelo de oração: O nascimento espiritual dá ao cristão o direito de ser filho de Deus (Jo 3) e, portanto, pode orar a Deus como quem conversa com seu pai amado (em aramaico: Abba, Mc 14.36; Rm 8.15, Gl 4.6). Devemos desejar e trabalhar pelo estabelecimento do Reino de Deus, em nossas vidas e comunidades, ao receber pessoalmente o Espírito Santo, que traz salvação, paz, alegria, e a justiça de Cristo. Reino esse que será estabelecido de forma plena no futuro iminente, quando Jesus voltar, e o último Inimigo for vencido definitivamente (2Ts 2.8; 1Co 15:23 -28). Assim a terra usufruirá a mesma glória de Deus que há nos céus (2Pe 3.13). O cristão reconhece que é o Senhor quem supre diariamente todas as nossas necessidades, e é grato por isso. A fome, as guerras e outros sofrimentos sociais não ocorrem por indiferença da parte de Deus, mas pelos pecados dos indivíduos (malignidade) e das nações. Devemos nos lembrar de perdoar as pessoas que nos devem (bens materiais ou justiça) com a mesma misericórdia e generosidade com que Deus nos perdoa sempre (1Jo 1:5 -9). Observemos como Jesus ressalta a importância do perdão no Reino de Deus (Mt 6.14,15). O servo do Senhor é o alvo favorito dos ataques e artimanhas do Diabo. Mas Deus tem o poder de nos livrar de todo o mal e levar-nos, para lugar seguro, longe do alcance dos demônios. Não há amargura, decepção, fraqueza, vício, perda ou dor maiores do que o amor e o poder de Deus (Tg 1.13; 1Co 6.18; 10.14; 1Tm 6.11; 2Tm 2.22). A maioria das versões da Bíblia em português inclui a frase: “...e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal...”. A KJ apresenta a expressão inglesa: “...and do not lead us into temptation...” (...e não nos induzas à tentação...). Os melhores originais gregos nos permitem traduzir: “...e não nos conduzas à tentação...”. A palavra grega peirasmos aqui significa “tentação”, podendo significar também: “teste ou provação” em outros trechos. Assim, a tentação, que do ponto de vista do Diabo é sempre uma cilada para nos destruir, do ponto de vista de Deus é uma oportunidade para fortalecimento da fé e crescimento espiritual (Lc 22.32). Deus controla o universo visível e invisível, incluindo o Maligno e seu reino; por isso, é ao Senhor que devemos pedir livramento das tentações e forças para vencer as provações (1Co 10.13). Jesus deixa bem claro em sua oração-modelo, que o cristão somente consegue a vitória, vigiando e orando. O próprio Jesus venceu sua grande batalha contra Satanás, com jejum (Mt 4.2), e recomendou que seus discípulos também usassem essa arma ao lado das orações, e do contínuo louvor a Deus, contra os desígnios do Inimigo (Mt 9.15; 17.21).
13
E não deixes que caiamos em tentação, mas livra-nos do Maligno.’
13
E não nos conduzas para dentro de prova, mas livra-nos para longe do mal; porque Teu é o reinar, e o poder, e a glória, para todos os séculos. Amém.'
13
And do not lead us into hard testing, but keep us safe from the Evil One. [1] For kingship, power and glory are yours forever. Amen .’
13
And lead us not into temptation, but deliver us from evil: For thine is the kingdom, and the power, and the glory, for ever. Amen.
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And bring us not into temptation, but deliver us from the evil one.
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e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
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E não nos exponhas à tentação mas livra-nos do Maligno.[g]
13
and lead us not into temptation, but deliver us from evil. Amen.
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and lead us not into temptation, but deliver us from evil. Amen.
13
“‘Não nos ponha em tentação, mas livre-nos do Maligno. Amém! '”
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ⓒ e não nos deixes entrar em tentação; mas livra-nos do mal. [Pois teus são o reino, o poder e a glória, para sempre. Amém.][21]
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e não nos deixes entrar em tentação; mas livra-nos do mal. [Porque teu é o reino e o poder, e a glória, para sempre, Amém.]
13
E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
13
E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
13
e não nos deixes entrar em tentação; mas livra-nos do mal. [Porque teu é o reino e o poder, e a glória, para sempre, Amém.]
13
E não nos exponhas à tentação mas livra nos do Maligno.
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E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal.
13
E não nos conduzas para sermos tentados; livra-nos, porém, do maligno porque teu é o reino e o poder e a glória para sempre. Amém!"
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e não nos deixes entrarmos em tentação; mas livra-nos do maligno. Porque teu é o reino e o poder, e a glória, para sempre, Amen.
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E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do Maligno, [porque teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Ámen! [29] ]”
13
E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do Maligno, [porque teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Ámen! [29] ]”
13
E não nos induzas ⓚ à tentação, mas livra-nos do mal; porque teu é o Reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém! [10]
13
E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
13
E não nos introduzas em tentação, mas livra-nos do Maligno.
13
e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do Mal.'
13
And lead us not into the evil inclination, but deliver us from the outer darkness: For yours is the Kingdom, and the power, and the glory, forever. Amein.